Vitória Austrália aprova lei que proíbe testes em animais para produtos cosméticos

O projeto foi apresentado pela Câmara dos Representantes em junho de 2017 e teve o apoio da ONG Humane Society International (HSI)

Empresas livres de crueldade abandonaram os testes em animais, mas ainda são capazes de oferecer produtos de beleza, seguros e de qualidade. Com o uso de ingredientes e testes livres de crueldade animal, ela atendem a enorme e consciente demanda do mercado.

Após quase dois anos de discussões sobre o assunto, o Senado australiano aprovou a proibição de testes em animais na indústria cosmética.

A decisão foi tomada na última quinta-feira (14) e o governo se comprometeu com 11 medidas substanciais para assegurar que todos os ingredientes cosméticos fossem abrangidos pela proibição, junto com financiamento para apoiar o desenvolvimento e aceitação de produtos e métodos de testes alternativos. As informações são do World Animal News.

“Esta é uma grande vitória para os animais, consumidores e ciência. No mundo todo, a legislação recente tornou mais difícil que as empresas que continuem testando em animais para venderem seus produtos”, destaca a Humane Society International.

A campanha #BeCrueltyFree global da HSI é o maior esforço mundial da história para acabar com os testes em animais para o comércio de cosméticos. A HSI e seus parceiros têm sido instrumentais em muitas das quase 40 proibições nacionais promulgadas até agora, e na condução de medidas similares em discussão política ativa no Brasil, Canadá, Chile, México, África do Sul, Sri Lanka, Taiwan, Estados Unidos e Região ASEAN do sudeste da Ásia.

A Humane Society International estima que cerca de 500.000 animais – principalmente coelhos, cobaias, hamsters, ratos e camundongos – sofrem e morrem em testes cruéis e antiquados de ingredientes ou produtos cosméticos a cada ano em todo o mundo. Coelhos, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos são os animais mais comuns usados ​​para testar cosméticos, submetidos a produtos químicos cosméticos em seus olhos, espalhados em sua pele raspada, ou forçados à alimentação oral em doses massivas, até mesmo letais.

Fonte: ANDA

Vitória Companhia Kellogg’s anuncia o fim dos testes em animais

A maior fabricante de cereais do mundo, a Kellogg Company, fechou um acordo com a PETA dos Estados Unidos depois de mais de 11 anos de extensas discussões sobre testes em animais.

A gigante dos alimentos Kellogg’s concordou em acabar com o uso de animais em testes cruéis  e mortais para produtos alimentícios ou ingredientes, fazendo um acordo com a organização de direitos animais.

A Kellogg Company, que testou em animais por 65 anos, foi incitada pela PETA US a parar de conduzir e financiar experimentos com animais em 2007.

A Kellogg’s prometeu minimizar e limitar o escopo de seus testes em animais, mas sua nova política global, que foi recentemente finalizada, proíbe conduzir, financiar, apoiar e aprovar testes em animais.

Testes cruéis e mortais

O vice-presidente da PETA dos Estados Unidos, Shalin Gala, disse: “A indústria global de alimentos está reconhecendo que nenhuma alegação de mercado pode ser desculpa para a alimentação forçada, envenenamento, sufocamento e morte de ratos em testes cruéis e mortais.

A PETA ficou feliz com a decisão da empresa de adotar métodos de pesquisa alternativas.

A Kellogg’s agora se juntou a uma lista crescente de empresas de produção de alimentos que proibiu testes em animais, como a Coca-Cola, McCain Foods e House Foods.

Desatualizado, cruel e desnecessário

No ano passado, uma petição com 8,3 milhões de assinaturas contra testes em animais foi entregue à sede das Nações Unidas.

Segundo a Plant Based News , o CEO da The Body Shop, David Boynton, disse: “Em apenas 15 meses, mais de 8 milhões de pessoas assinaram o documento reconhecendo que os testes em animais para cosméticos são desatualizados, cruéis e desnecessários.

Fonte: ANDA

 

NOTÍCIA MARAVILHOSA VINDA DE BARCELONA! VITÓRIA Barcelona aprova proibição de golfinhos em aquários e exibições

Outro avanço para os direitos animais: a proibição de golfinhos em aquários e exibições foi aprovada na Barcelona, e animais não devem ser mais explorados

Mais uma vitória para a vida marinha acabou de ser anunciada na cidade de Barcelona. Uma proibição oficial foi aprovada e bane a manutenção de golfinhos e cetáceos em geral em cativeiros, evitando que exposições como aquários e grandes instalações continuem atuando.

Conforme informações do El Periodico, o movimento foi apoiado pelo Conselho da Cidade de Barcelona. E, recentemente, a cidade anunciou que “não permitirá [mais] a exposição ou a criação de golfinhos, cuja propriedade cai direta ou indiretamente na Câmara Municipal”.

Nova legislação em Barcelona proíbe aquários e exibições com golfinhos (Foto: Pixabay)
Nova legislação em Barcelona proíbe aquários e exibições com golfinhos

Em 2016, após anos de campanha em favor dos golfinhos em cativeiro, a FAADA (Fundação para a Adoção, Patrocínio e Defesa dos Animais), uma agência de proteção animal sediada em Barcelona, lançou a campanha #AdeuDolphine, que pedia ao zoológico de Barcelona para fechar seu aquário com golfinhos, e exigia que nenhum animal marinho fosse criado ou forçado a fazer shows dentro dos limites da cidade. A campanha pedia também que seis golfinhos do zoológico de Barcelona fossem enviados a um santuário.

Animais marinhos em cativeiros são uma questão tem sido reprimida por ativistas em defesa dos direitos animais há anos, mas só tem apresentado avanços nos últimos anos. Grandes documentários como The Cove e Blackfish geraram denúncias e causaram quedas drásticas de público em instalações que vivem de exploração de animais como os golfinhos, o que simbolizou época de mudanças.

Uma revolta generalizada em nível global gerou desaprovação aos aquários e parques como o SeaWorld. Antes da proibição de Barcelona, a República Dominicana proibiu o comércio de golfinhos e um santuário desses animais foi anunciado nos Estados Unidos.

Embora os tanques ainda não estejam completamente vazios, essa nova proibição é definitivamente um grande passo na direção certa.

Fonte: ANDA

VITÓRIA Cidade indonésia promete acabar com comércio de carne de cães e gatos

Um grande progresso no comércio de carne de cães e gatos ocorreu na cidade de Tomohon, na Indonésia, que se comprometeu a proibir a prática

A proibição proposta ocorre após a organização Change For Animals Foundation e os grupos parceiros Dog Meat Free Indonesia Coalition e Animal Friends Manado se reunirem com representantes do governo da Cidade de Tomohon. Muitos habitantes e ativistas comemoraram porque a cidade é conhecida por seu “mercado extremo”, no qual dezenas de milhares de cães e gatos são mortos semanalmente por suas carnes.

Todos os anos, milhões de cães são transportados por toda a Indonésia devido à alta demanda por suas carnes. Ao contrário da agricultura, a maioria desses animais tem origem doméstica e é sequestrada de suas famílias e traficada ilegalmente. Eles passam longos períodos com a boca fechada e em gaiolas e sacos apertados, incapazes de se movimentar ou se defender.

“Eu não conhecia a magnitude, literalmente, milhões de cães são mortos para a alimentação na Indonésia todos os anos. Isso precisa ser condenado e temos que impedir. Agora que você sabe, ajude-nos [Change for Animals Foundation] a ajudá-los, obrigado”, disse o ativista pelos direitos animais, Ricky Gervais.

Peter Egan e Joanna Lumley também fizeram declarações para apoiar o fim do comércio da carne de cães na Indonésia.

Os representantes do governo da cidade asseguraram que ações serão adotadas para acabar com a prática cruel e pediram o apoio das organizações para facilitar a mudança, informa o Livekindly.

As organizações prometeram monitorar a cidade para que ações sejam adotadas. A saúde pública e a segurança, além das preocupações com o bem-estar dos animais, foram ouvidas. Atualmente, uma petição reúne assinaturas de pessoas que apoiam a ação para proteger os cães e gatos na Indonésia.

Fonte: ANDA

VITÓRIA Tartarugas marinhas podem sair do risco de extinção, diz instituto

Estudo mostra que quantidade de ovos de seis espécies do animal cresceram no planeta Tartarugas-de-pente são uma das espécies que estão recuperando suas populações

Seis espécies de de tartarugas marinhas, do total de sete, estão próximas de sair do risco de extinção, segundo a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, na sigla em inglês).

Atualmente, as espécies tartaruga-de-pente e tartaruga-de-kemp são as que estão em maior perigo, sendo consideradas criticamente ameaçadas. A tartaruga-verde está em risco de extinção, enquanto a tartaruga-comum, a tartaruga-de-couro e a tartaruga-oliva são classificadas como vulneráveis. A única que não está listada sob ameaça é a tartaruga-marinha-australiana.

Para chegar a conclusão, pesquisadores estudaram dados de 299 locais de nidificação — onde os animais fazem ninhos — que foram monitorados entre seis e 47 anos. Eles descobriram que 95 dos lugares tiveram aumento significativo no número de ninhários, e apenas 35 espaços registraram redução.

No entanto, o diagnóstico, publicado no periódico Science Advances, apontou que proteger as tartarugas marinhas ainda exige esforços. “Nossas descobertas mostram a importância da continuidade do monitoramento e conservação global da espécie”, disse o documento.

Os estudiosos não souberam esclarecer o que está causando o crescimento dos animais, mas eles acreditam que isso esteja relacionado às medidas de preservação dos ovos.

Além disso, só se basear na quantidade de ovos é um pouco vago, visto que a pesquisa não se aprofundou nos desastres e acontecimentos que podem matar as tartarugas juvenis.

Fonte: ANDA

Vitória!

Confirmação final recebida a partir do Comandante do Destacamento de Coruche da GNR, passada através do oficial de serviço do Comando Territorial de Santarém da GNR:

Não está autorizada a prática que denunciámos como ilícita, conhecida como “touros de fogo”.

Ainda assim, e expressando preocupação pela vontade que alguns populares estão a demonstrar em levar a cabo a dita actividade, pedimos aos militares uma maior vigilância nesse sentido.

Obrigada uma vez mais por toda a vossa mobilização. Desde ontem que recebemos largos milhares de CC’s na nossa caixa de e-mail.

Pela nossa parte, continuaremos o trabalho de sempre#EmDefesadosDireitosdeTodososAnimais

ANIMAL

Via: Marinhenses Anti-touradas

CONTEÚDO ANDA Vitória: comércio de marfim é proibido definitivamente na França e Havaí

Reprodução/WorldAnimalNews

O ministro de Ecologia da França, Ségolène Royal anunciou a proibição do comércio de marfim durante uma cerimônia realizada em Nairóbi. O anúncio ocorreu enquanto toneladas de marfim eram queimadas para simbolizar o combate à caça ilegal de elefantes.

A proibição deve entrar em vigor em breve em todo o país e também dará atenção especial a leilões, especialmente de antiguidades. O ministro disse que há planos de expandir essa medida para toda a Europa, informa o World Animal News.

Esta decisão completa uma série de medidas que a França tem feito desde janeiro de 2015 como parte da Lei de Biodiversidade.
Embora o marfim seja regulamentado no país desde 1990, as leis anteriores incluíam itens de antes de 1947, como antiguidades ou marfins em bruto que entraram no país antes de 1990.

O Havaí também acaba de aprovar a lei Senate 2647 que proíbe vendas de marfim, mas alguns grupos são contrários a ela.
A nova lei proíbe quase todas as vendas de produtos feitos de animais ameçados de extinção, como elefantes, baleias, morsas, alguns tubarões e mamutes.

Um elefante é morto a cada 15 minutos para abastecer o comércio marfim, o que significa que entre 25 mil e 35 mil elefantes são mortos a cada ano. Segundo estimativas, uma tonelada de marfim era vendida a cada mês na França.

Fonte: ANDA

Vitória Holandeses proíbem produção de peles e salvam seis milhões de martas por ano

Martas. Foto: Viktor Drachev/AFP/Getty Images
Martas

Na terça-feira (10),a Holanda reintegrou uma lei de 2012 que deve acabar com a indústria de produção de peles. Milhares de martas serão salvas anualmente, de acordo com o Take Part.

A Holanda é o quarto maior produtor mundial de peles de martas. O país tem 160 fazendas de pele que levantam exploram cerca de seis milhões de martas por ano.

Grupos de direitos dos animais têm alertado sobre a crueldade dessa indústria. Segundo relatórios da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), as martas são amontoadas em pequenas jaulas, confinadas, com pouca espaço para se mover. Martas, ou visons, são animais solitários que normalmente têm espaços enormes em estado selvagem. Visons confinados muitas vezes enlouquecem e ficam andando sem parar e se mutilam, de acordo com ativistas. Os animais são muitas vezes envenenados ou eletrocutados, a fim de matá-los sem danificar sua pele.

O senado holandês concordou com grupos dos direitos dos animais e proibiu a indústria em 2012, depois de discutir o assunto há 13 anos. Na época fazendas de visons foram dadas até 2024 para eliminar progressivamente as suas operações. Os exploradores receberam 28 milhões de euros para compensar a transição.

No entanto, eles entraram com um processo e os tribunais revogaram a lei em 2014. A decisão desta semana faz com que a lei volte a valer. A indústria ainda terá até 2024 para acabar completamente.

“Com esta decisão, os Países Baixos proclamaram que o bem-estar e a vida de seis milhões de martas são mais importantes do que os interesses económicos das pessoas que lucram com a exploração cruel desses animais”, afirmou Adam Roberts, presidente executivo da Born Free EUA, uma das mais de 40 organizações que apoiaram o movimento chamado Fur Free Alliance. Para Roberts, outros países produtores de peles, incluindo os Estados Unidos, podem seguir o exemplo Holanda e proibir as indústrias de peles.

Outros grupos também elogiaram a decisão. Nicole van Gemert, diretora de uma organização anti-peles holandesa chamada Bont voor Dieren, disse em um comunicado que a decisão judicial do ano passado tinha sido um grande atraso. Segundo Nicole, 20 novas fazendas foram estabelecidas ou alargadas após essa decisão judicial.

Os grupos de ativistas devem prosseguir com os seus esforços para fechar todas as fazendas. Eles também estão trabalhando em outros países. Uma indústria de pele na Noruega foi invadida por autoridades no mês passado depois de encontrar “ferimentos graves e feridas abertas” entre os 30.000 animais da instalação.

Fonte: ANDA

( • ͜ʖ • ) Mais uma vitória vinda de Espanha! Vitoria se declara “ciudad libre de maltrato animal”

El concejal de Irabazi Oskar Fernández muestra una foto de un toro ensangrentado.

Irabazi logra sacar adelante una moción que reclama “eliminar cualquier subvención pública a actos y eventos que provoquen maltrato” con la abstención del Gobierno del PNV

Vitoria deberá declararse Ciudad Libre de Maltrato Animal. Así lo ha aprobado hoy el pleno municipal, que ha dado su visto bueno mayoritario a una moción de Irabazi Gasteiz en la que se reclama este punto y se especifica, además, que la ciudad no subvencionará actos que impliquen sufrimiento para los animales y que tampoco dejará espacios públicos para que se lleven a cabo. Irabazi ha recibido el apoyo de Sumando (la marca de Podemos) y EH Bildu a su propuesta, que de esta forma ha obtenido 9 votos. La abstención del Gobierno de Gorka Urtaran del PNV y la del PSE han permitido que salga adelante. Solo el PP ha votado en contra, pero sus 8 concejales presentes (el edil Manu Uriarte no estaba en la sala en el momento de la votación) no han podido forzar el empate sobre la iniciativa apoyada por los tres partidos de izquierda. “Está moción pone fin a los actos que, incumpliendo la Ordenanza de Protección Animal, continuaban maltratando animales en nuestra ciudad como la feria taurina de La Blanca”, ha valorado el edil de Irabazi Oskar Fernández.

Queda la duda que siempre existe con todas las mociones que se aprueban en el Ayuntamiento, una institución acostumbrada en Vitoria a debatir cada mes numerosas iniciativas que en un elevado porcentaje exceden de sus competencias o quedan en papel mojado. Es el Gobierno (en este caso del PNV, que se ha abstenido), quien tiene que llevar a la práctica la moción aprobada por la oposición; pero eso no siempre ocurre, porque no está obligado a ello. Las mociones no tienen carácter vinculante para los gobiernos, a pesar de que expresan la voluntad del pleno.

En este caso concreto, la moción de Irabazi tiene tres puntos clave. El primero, que bautiza a Vitoria como “ciudad libre de maltrato animal”. El segundo, que se exige la eliminación de “cualquier subvención, directa o indirecta, a actos y eventos que incumplan la ordenanza” de animales “y que provoquen maltrato animal”. Quedaría por establecer qué tipo de actos están incluidos en este apartado, porque tanto los toros de La Blanca como la carrera de burros de Santiago, dos eventos citados en el pleno, se organizan en la capital alavesa anualmente sin que ello suponga violación de la ordenanza local.

“Se cierra una etapa negra”, dice Irabazi

Y en tercer lugar, la moción de los grupos de izquierdas exige “no autorizar la utilización de espacios públicos municipales para realizar actos o eventos públicos o privados que impliquen maltrato animal”. Este apartado podría referirse directamente a la feria taurina, que se celebra en el coso del Iradier Arena, de propiedad municipal, si se entiende que los toros son una variante del “maltrato animal” citado por los grupos. Los partidos que han apoyado la cuestión reclaman, en una adición al texto redactada por EHBildu, que todo ello quede explicitado en la ordenanza de protección y tenencia de animales, de manera que su cumplimiento no quede al albur de la voluntad de los gobiernos.

“Podemos afirmar que se ha cerrado por fin una etapa negra para la sociedad vitoriana y que esperemos nunca se vuelva a abrir”, ha indicado el edil de Irabazi, Oskar Fernández. “El maltrato animal es un acto que nos avergüenza y que debe ser erradicado en nuestra sociedad”, ha finalizado el concejal. Vitoria fue igualmente una ciudad pionera la pasada legislatura al prohibir la presencia en el municipio de circos con animales salvajes.

Fonte: http://www.elcorreo.com/alava/araba/201509/25/vitoria-declara-ciudad-libre-20150925110836.html