Cão conduz carro aos círculos durante uma hora

Max, um labrador preto, deixou marcas na estrada por passar tanto tempo às voltas dentro de um carro em marcha-atrás. Veja o vídeo

Um labrador preto ficou preso dentro do carro do dono e, acidentalmente, pôs o veículo em marcha-atrás, fazendo-o andar às voltas durante uma hora. O incidente aconteceu quinta-feira passada, em Port St Lucie, na Florida, EUA. Tudo começou quando o condutor se perdeu, o que o levou a sair do carro e fechar a porta. Nesse momento, Max pressionou a alavanca de mudanças do carro, fazendo com que começasse a andar ininterruptamente às voltas (o automóvel é de mudanças automáticas, pelo que não é necessário pressionar um pedal de embraiagem para pôr a mudança).

O carro foi contra uma caixa de correio e um caixote do lixo, enquanto se tentava perceber a melhor forma de abrir o carro. O proprietário deu uma chave extra à polícia, mas esta não funcionou. Finalmente conseguiram abrir a porta, digitando um código na fechadura do lado do condutor.

Ninguém ficou ferido. Segundo o Departamento da Polícia de Port St. Lucie, o carro sofreu apenas alguns danos. Numa declaração disseram que o cão estava “bem, saudável e feliz.”

Anna Sabol, uma moradora na rua do “incidente”, descreveu o episódio ao jornal Sun-Sentinel. E deu a sua opinião sobre os dotes de condução do animal. “Deviam dar carta de condução ao cão. Conduz melhor do que algumas pessoas que tenho visto por aqui.”

Fonte: VISÃO

Novo livro de jornalistas do NYT diz que Trump sugeriu atingir imigrantes a tiro nas pernas e queria fosso na fronteira com crocodilos

O The New York Times publicou excertos do livro assinado por dois dos seus jornalistas, onde se lê que o Presidente americano queria que o muro na fronteira com o México tivesse um fosso com cobras e crocodilos e que os imigrantes que tentassem saltar fossem atingidos a tiro nas pernas

Dos jornalistas Michael D Shear e Julie Hirschfield Davis, o livro Border Wars: Inside Trump’s Assault On Immigration (Guerras na Fronteira: Dentro do Ataque de Trump à Imigração), publicado pelo New York Times propõe-se revelar as ideias defendidas por Donald Trump em várias reuniões na Sala Oval e outros encontros.

Os excertos agora divulgados dão algumas pistas: o Presidente queria o muro na fronteira dos EUA com o México electrificado e com picos no topo, aguçados o suficiente para rasgar a pele, além de um fosso cheio de cobras e crocodilos. Para os que conseguissem, ainda assim, saltar o muro, um plano B: atingi-los a tiro nas pernas “para os abrandar”

Em Março, Trump ameaçou publicamente fechar por completo a fronteira com o México, mas, segundo o livro, os seus conselheiros lembraram o Presidente que isso poderia levar a que turistas americanos ficassem presos no México, assim como crianças nas escolas, a que se juntaria, argumentaram, uma crise económica.

“Vocês estão a fazer-me parecer um idiota. Eu candidatei-me com base nisso. É o meu tema”, terá, então, gritado Trump. Os jornalistas garantem que os conselheiros saíram “quase em pânico” dessa reunião.

Fonte: Visão

Abriu a caça aos golfinhos no Japão

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Este domingo, partiram para o mar os primeiros barcos de pesca de golfinhos. Uma prática que acontece todos os anos por esta altura e que provoca críticas de ambientalistas de todo o mundo

Na cidade costeira de Taiji, no sul do Japão, a caça de animais marinhos como golfinhos e baleias é uma actividade tradicional. E este domingo, 1, começou a época de caça aos golfinhos.

No primeiro dia, as doze embarcações que iniciaram a actividade regressaram a terra com o barco vazio. Hoje, segunda-feira, no entanto, já há registo de cinco golfinhos apanhados. As quotas para a época de caça, que dura pelo menos seis meses, permitem que mais de 1 700 animais sejam mortos ou capturados. Alguns são vendidos a aquários.

Não são apenas os números que deixam os ambientalistas indignados, mas também a forma como é feita a caça dos golfinhos. Os animais são dirigidos para dentro de uma baía, onde depois são cercados por uma rede e mortos com facas. Ambientalistas dizem que este é um ato cruel, até porque os golfinhos podem levar 30 minutos para morrer por asfixia ou afogamento, que é o que muitas vezes acontece.

Os pescadores de golfinhos, bem como alguns habitantes locais, acreditam que a prática deve ser aceite, uma vez que a comunidade sobrevive há vários anos da pesca e da comercialização destes mamíferos marinhos.

A procura por carne de golfinho e de baleia tem vindo a diminuir nos últimos anos. Mas os animais apanhados com vida e vendidos a parques aquáticos fazem também parte do negócio e revelam-se até mais rentáveis para os pescadores.

Em 2009, a discussão sobre actividade dos pescadores de Taiji ganhou uma dimensão global graças ao documentário The Cove. O filme relatava a forma como os golfinhos são caçados, massacrados e explorados nos parques aquáticos e chegou a ganhar um Óscar de melhor documentário no ano seguinte.

No inicio de Julho, a pesca de baleias no Japão foi notícia devido às alterações na legislação que abriram mais espaço à captura destes animais.

Fonte: VISÃO

Ovos fertilizados podem salvar o rinoceronte-branco-do-norte da extinção

Sete ovos extraídos das duas últimas fêmeas desta subespécie foram fertilizados, com sucesso, no passado domingo, 25. Esta pode ser a última oportunidade para salvar o Rinonceronte-branco-do-norte

O último macho rinoceronte-branco-do-norte, Sudan, morreu em Março do ano passado, no Quénia, aos 45 anos, devido a “complicações relacionadas com a idade”. Contudo, cientistas recolheram o seu material genético, assim como o de outros machos da raça, previamente, na esperança de salvar a subespécie da extinção, assim que a tecnologia o permitisse.

Os cientistas sempre tiveram um plano em vista: recorrer à inseminação artificial, através do recolhimento do esperma de machos, congelado até ser necessária a sua utilização, e dos ovos das duas últimas descendentes de rinoceronte-branco-do-norte. Os ovos utilizados no processo foram da filha e da neta de Sudan – Najin e Fatu – que vivem na Ol Pejeta Conservacy (organização sem fins lucrativos), no Quénia,

Na passada quinta-feira, 22, foi recolhido “um total de 10 ovócitos – cinco de Najin e cinco de Fatu – o que mostra que as duas fêmeas ainda podem fornecer ovos e ajudar desta forma a salvar estas criaturas magnificas”, disse num comunicado de imprensa, Thomas Hildebrandt, do Leibniz Institute for Zoo and Wildlife Research, na Alemanha.

No entanto, as descendentes de Sudan não são capazes de engravidar. Por isso, os ovos foram transportados do Quénia para o laboratório de tecnologia de reprodução animal, Avantea, em Itália, de avião, onde foi feita a fertilização in vitro. Se o método levar à criação de embriões viáveis, estes serão congelados e transferidos para um rinoceronte-branco-do-sul. “Produzir um embrião de rinoceronte-branco-do-norte in vitro – o que nunca foi feito antes – é uma realidade palpável pela primeira vez”, referiu o especialista em clonagem de animais Cesare Galli, da Avantea, num comunicado de imprensa. O laboratório italiano referiu ainda que apenas sete dos ovos colhidos eram adequados para a fertilização, os quais foram todos fertilizados com sucesso no passado domingo, 25.

O esperma utilizado no processo era de dois rinocerontes-brancos-do-norte, Suni e Saut, que viviam num jardim zoológico da República Checa. Quanto às amostras do material genético de Sudan, ainda estão no Quénia e podem ser usadas em tentativas futuras para a criação de mais embriões.

Os resultados da eficácia da inseminação artificial são revelados no dia 10 de Setembro. Se estes forem positivos, a espécie poderá ter um futuro. Se as coisas não correrem como planeadas, o rinoceronte-branco-do-norte será muito provavelmente condenado à extinção. O objectivo dos cientistas é criar um rebanho de pelo menos cinco animais, que possam voltar ao seu habitat natural em África – o que pode demorar décadas.

A caça de rinocerontes é a causa da via de extinção desta e de outras espécies destes animais. O corno destes é utilizado na medicina tradicional oriental, devido às suas supostas propriedades curativas, cujo valor medicinal nunca foi confirmado cientificamente.

Todo o processo na tentativa de salvar a espécie foi realizado pela colaboração entre o Leibniz Institute for Zoo and Wildlife Research, o Avantea, o jardim zoológico Dvur Kralove, na República Checa e ainda a Ol Pejeta Conservacy e o Wildlife Service, no Quénia.

Fonte: Visão

SOU FRONTALMENTE CONTRA

A VISÃO, ontem, trazia ESTE artigo.


Ainda pensei em posta-lo aqui no blog.
Mas não o postei, e nem o irei postar.
Mas não posso deixar de comentar.
Estes cientistas estão loucos. Só pode!
Sou frontalmente contra!
Gaia, não age por acaso.
Gaia, não fez os primatas com a inteligência humana.
E estes monstros, agora vão agir desta maneira. Francamente!
Isto é terrível.
A Natureza deve seguir o seu curso natural.
Os cientistas, não podem interferir no curso natural dela.
E fazendo-o, como o fizeram neste caso, são verdadeiramente criminosos!

Mário Amorim

Tribunais vão tratar animais de estimação cada vez mais como crianças

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O novo estatuto jurídico dos animais, aprovado no Parlamento e que aguarda a promulgação do Presidente da República, determina que, em divórcios, a guarda dos bichos também terá de ser regulada, de acordo com o seu “bem-estar”

Há cerca de dois anos, num divórcio por mútuo consentimento, o juiz Joaquim Silva, do tribunal de Família e Menores de Sintra, confrontou-se com um pedido do casal que se separava. As partes solicitaram ao magistrado que regulasse a guarda de um cão pastor alemão, que os cônjuges adoravam.

Pela lei civil ainda em vigor, o pastor alemão é uma “coisa”. Mas o juiz recorda à VISÃO que, apesar desse constrangimento legal, fixou uma guarda partilhada do cão entre o casal que então se separou. “Uma semana em casa de cada um, como era tão importante para ambos.”

Nos fundamentos que usou para sustentar a decisão, o magistrado diz ter ido buscar, sobretudo aos estudos do neurocientista António Damásio, “os avanços científicos, no conhecimento neurológico adquirido, constatando-se que os animais têm capacidade e competências emocionais, e consciência delas, possuem sentimento”.

O princípio seguido foi o “da autonomia das partes e da liberdade de regularem um aspeto que aí estava sustentado no regime das coisas”. Mas, relata o juiz Joaquim Silva, “na conferência apontei igualmente aspetos que se relacionavam com o bem-estar do animal, o que foi também amplamente usado pelas partes, que o olhavam e tratavam como se fosse, e era, da sua família, isto é, com uma dimensão ética muito mais vasta do que aquela que o regime jurídico lhe dava, como ‘coisa’.”

Este é um imbróglio legal prestes a terminar. No último dia 19 foi enviado, para promulgação pelo Presidente da República, o novo estatuto jurídico dos animais, aprovado por unanimidade no Parlamento, que, em lugar de “coisas”, lhes reconhece “a sua natureza de seres vivos dotados de sensibilidade”.

No quadro dos tribunais de Família e Menores, explica o juiz Joaquim Silva, a nova lei “também prevê a necessidade de regular o modo como o animal de estimação irá ser confiado, e até se envolverá, ou não, regimes de guardas partilhadas”, determinando a apresentação de um acordo quanto a esse aspeto. Nestes termos: “Os animais de companhia são confiados a um ou a ambos os cônjuges, considerando, nomeadamente, os interesses de cada um dos cônjuges e dos filhos do casal e também o bem-estar do animal.” Todos diferentes, todos iguais.

Fonte: VISÃO

◕_◕ Monstruosidade mafiosa! Por dentro das corridas ilegais de cavalos da máfia

Retiram os nervos das patas dos animais para não sentirem dores. Se ficarem lesionados, são abatidos a tiro. Se perderem, também. Este é o cenário das corridas de cavalos ilegais da máfia na ilha da Sicília.

http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/9uGFtKWO2E2C8p0cZFNT/mov/1

Nos últimos três anos, a cidade siciliana de Palermo tem visto aumentar o número de estas corridas ilegais, ao estilo  “Velocidade Furiosa” mas em versão siciliana. A Time cita a LAV, uma das maiores associações de defesa dos direitos animais em Itália, para adiantar que desde 1997, a polícia travou 111 corridas, confiscou 1238 cavalos, e levou à justiça 3344 pessoas. Só este ano já houve 46 detidos.

Os cavalos são adulterados, abusados, dopados e forçados a correr até não conseguirem mais. Quando já não servem para as corridas são abatidos. E se, nas cidades da Sicília, as corridas ainda não chegaram aos ouvidos de toda a gente, na Internet não faltam vídeos em homenagem aos vencedores, acompanhados de músicas a glorificarem estes “campeões”.

“Infelizmente, as forças policiais ainda estão a descobrir a ponta do iceberg, pois na cidade isto já faz parte do quotidiano”, conta Ciro Troiano, dirigente da LAV, à Time.

O início das corridas não é sempre à mesma hora. Pode ser de madrugada ou de noite. “É quando os polícias vão para casa depois do turno da noite”, diz Giovanni Guadagna, fundador do Geapress, agência noticiosa para a proteção de animais na Sicília.

Um atraso de poucos minutos na resposta policial é o suficiente para os organizadores das corridas levarem por diante a competição e recolherem os milhares de euros dos participantes. De acordo com a polícia “o valor de uma só aposta é de 80 euros e o vencedor pode sair com 20 mil.

Condutores em scooters, motas e carros perseguem os cavalos, entre buzinas estridentes e gritos, até à meta. As corridas dão-se nas estradas de asfalto. Para evitar lesões e dores nos cavalos, retiram-lhes os nervos das patas. Assim não sentem os tendões a rasgar.

As corridas de cavalos foram muito populares na indústria do jogo italiano. Mas de acordo com Snai (o equivalente à nossa Santa Casa da Misericórdia) – líder do negócio do jogo de Itália – nos últimos 40 anos, muitos estábulos legais fecharam. E campeões de corridas de cavalos foram “despejados” da glória para as pistas de asfalto. Numa manhã de 30 de setembro de 2012, em Palermo, um cavalo foi encontrado morto à beira da estrada com a sua cabeça esmagada. Tinha uma placa pendurada no pescoço com o seu nome: A Dream (“Um Sonho”).

Manter cavalos em estábulos legais não é barato – custa em média 1700 euros por mês – portanto, mantê-los em estábulos subterrâneos em Palermo é o ideal para estes jogadores. As condições são miseráveis: são pequenos, escuros, com águas de esgoto a circular; os cavalos são, normalmente, imobilizados com cordas atadas às paredes para não ocuparem muito espaço. No ano passado foi encontrado um desses estábulos com vários cavalos dopados.

Se a vida deles é má, o fim é ainda pior. Em 2013, a cinco quilómetros de Palermo, na região de Pezzingoli, foram encontrados restos mortais de um cavalo carbonizado. Os investigadores chegaram à conclusão que o animal foi massacrado quando não podia competir mais.

Mas mesmo a morte destes animais pode ser lucrativa: Em março do mesmo ano as autoridades de Palermo descobriram um matadouro ilegal em Ballaró, especializado em carne de cavalo – uma iguaria da zona. A polícia acredita que os criminosos coagiram os vendedores de carne de cavalo a comprar a carne destes animais usados para as corridas ilegais. “É o negócio dentro do negócio”, lamenta Ciro Troiano. “O risco de saúde é extremamente sério para as pessoas, pois estes animais são injetados com substâncias prejudiciais para a vida humana.”

As corridas ilegais têm sido um negócio fulcral da máfia siciliana, a Cosa Nostra. “É notório que as corridas são organizadas pelo submundo do crime”, diz o procurador Amedeo Bertone, em declarações à Time. “No entanto, não é só uma questão de dinheiro, é também, uma questão de diversão. Os chico-espertos sicilianos sempre tiverem interesse nas corridas e apostas de cavalos”.

Fonte: Visão