Violência Acção antitouradas acaba com agressões em Albufeira

Depois não gostam de ser apelidados como são.
Há muito que deixei de os apelidar de aficionados, de defensores da tauromaquia, de anti-taurinos, de pró-touradas. Pois, apelida-los destas maneiras, é não ser cientificamente rigoroso. Ser cientificamente rigoroso é apelida-los de Psicopatas Tauromáquicos. Por tanto; não é julga-los. Não é dizer mal. Não é insulta-los. É tão somente apelida-los, como o FBI, a Psiquiatria, e a Psiquiatria Forense, os apelida. E convém relembrar que a violência contra animais não-humanos, é apelidada pelo FBI, pela Psiquiatria, e pela Psiquiatria Forense, de PSICOPATA!

E em Albufeira, eles deram total razão ao FBI, à Psiquiatria e à Psiquiatria Forense. Ficou claro, em Albufeira, a  mente violenta que têm. Aliás; como o FBI, a Psiquiatria, e a Psiquiatria Forense dizem: «quem é violento para com um animal não-humano, é violento para o animal-humano!»

Mário Amorim


Uma mulher que não participou no protesto acabou por ser agredida no exterior da praça de touros e apresentou queixa à GNR.

Imagem do momento em que um dos activistas foi parado na arena, retirada da página de Facebook de Peter Janssen, activista do Vegan Strike

Mónica Gaspar, que gere um restaurante vegano em Albufeira, apresentou na quinta-feira passada uma queixa na GNR contra desconhecidos por agressões sofridas junto à praça de touros de Albufeira. “Dois homens. Pareciam animais”, descreve ao PÚBLICO. Aconteceu no momento em que a GNR retirava da praça três activistas antitouradas que tinham invadido a arena, segundo conta o Diário de Notícias nesta quarta-feira.

Um vídeo partilhado no Facebook por Peter Janssen, activista do Vegan Strike Group (que se descreve como “uma organização internacional que luta contra o abuso de animais”), mostra os activistas a serem retirados pela GNR da praça de touros, algemados.

Detidos e guardas são perseguidos por outras pessoas que, segundo se vê nas imagens, os agridem. Alguém grita: “Têm alguma coisa que vir para aqui? Se não gostas, ficas em casa.”

Mónica Gaspar, que também é activista antitouradas, conta que não participou no protesto nem foi à tourada. Estava a passar junto às traseiras da praça e apercebeu-se, diz, que algo estaria a acontecer. “Encostei-me num muro e fiquei a observar. Vi três activistas algemados, acompanhados pelos polícias, a saírem, e uma multidão atrás deles que estava a agredi-los e eu gritei ‘parem’. Dois homens vieram ter comigo.” E agrediram-na.

E prossegue: “Ainda quis ir lá dentro com um guarda para identificar um deles, mas ele [o guarda] disse-me que era perigoso.” De quinta-feira até hoje, refere, não recebeu mais nenhum contacto das autoridades.

Na sua edição desta quarta-feira, o Diário de Notícias diz que Peter Janssen, 33 anos, é um activista veterano do Vegan Strike Group que tem interrompido touradas em vários países. E que na quinta-feira, com mais dois activistas portugueses, fê-lo de novo, em Albufeira: invadiu a arena após a lide do primeiro touro.

O jornal acrescenta que foram depois perseguidos por dois militares da GNR e vários outros homens. Uma vez apanhados, foram levados para fora da praça.

Mais duas pessoas citadas no Diário de Notícias relatam ter sofrido agressões no exterior — uma delas, um homem que terá tentado ajudar Mónica quando ela foi atacada; a outra, uma mulher que diz ter sido agredida por agentes da GNR, além de acusar um agente de lhe ter apagado conteúdos do telemóvel (terá feito filmagens com o mesmo).

O Comando Nacional da GNR fez saber ao DN que “no decorrer do evento de tauromaquia verificou a existência de confrontos físicos entre aficionados e activistas, o que obrigou à intervenção da GNR, no sentido de garantir a integridade física dos manifestantes”. Mais: “O Comando Territorial de Faro mobilizou os meios necessários para repor a ordem pública.”

Confirma ainda que recebeu uma queixa — a de Mónica. No momento “em que se garantia a protecção de um dos invasores, um militar sofreu ferimentos numa das mãos”, acrescenta ainda a GNR que, segundo o DN, não respondeu às perguntas sobre a alegada agressão à mulher que terá feito as filmagens.

O PÚBLICO contactou o Comando Nacional da GNR. O oficial de dia fez saber que só nesta quinta-feira seria possível prestar informações, através do gabinete de Relações Públicas.

Fonte: Publico

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A VIOLÊNCIA, NUNCA É SINÓNIMO DE AMOR!

Nós amamos o touro; dizem eles!
Então na amam. Vê-se!
Pela lógica deles; toda a violência do homem, contra o próprio homem, é por amor.
É por amarmos o touro que o queremos ver cravado de bandarilhas, a sofrer, cheio de sangue.
Cambada de hipócritas.
A violência nunca é sinónimo de amor.
O que é sinónimo de amor, é o respeito pelo bem-estar, pela felicidade, é o respeito pela vida. É a empatia, a bondade, a compaixão e o altruísmo. Isso sim, é amor. E não o amor que eles afirmam sentir pelo touro!

Mário Amorim

Nota: A Compaixão não é pena. Não é piedade. A Compaixão é não querer que o outro sofra, a nem as causas do sofrimento!

Tourada, a “cultura” da violência, da crueldade!

A tourada, é uma pagina negra, de um pequeno país, à beira mar plantado, chamado Portugal.

A tourada, é uma pagina violenta e cruel, de um país, que se quer moderno e civilizado.

A tourada, fica, lado a lado, das crueldades, do homem, contra o próprio homem. Não há diferença alguma.

Violência, crueldade, morte, é sempre violência, crueldade, morte, independentemente, se é contra o homem, ou contra um animal não-humano.

Quem aceita, quem defende, a tauromaquia, aceita e defende a violência, a crueldade, a morte, seja contra um animal não-humano, ou contra o animal-humano. E esta verdade, embora seja violenta e cruel, é uma verdade. E como verdade que é, tem de ser dita.

Este país, à beira mar plantado, chamado Portugal, só será verdadeiramente, um país moderno e civilizado, quando todas as práticas para divertimento humano, violentas e cruéis contra animais não-humanos, forem abolidas!

Mário Amorim

«PAN APELA À CÂMARA MUNICIPAL PARA RETIRAR APOIO INSTITUCIONAL A EVENTO TAUROMÁQUICO COM CRIANÇAS»

VERGONHA!

Lisboa, uma capital que se diz europeia, e que pretende viver do Turismo Culto, acolhe e promove um evento (BullFest) que não dignifica a Humanidade, ao esmagar a dignidade das crianças. (IAF)

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«No seguimento do anúncio público sobre o apoio institucional que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a atribuir à primeira edição do festival tauromáquico BullFest, já no próximo fim-de-semana, através do Turismo de Lisboa, entidade presidida pelo Presidente Fernando Medina, o PAN contactou hoje a CML para manifestar a sua enorme surpresa e preocupação em relação a esta decisão do executivo municipal.

Muitos lisboetas têm contactado o PAN por não entenderem o porquê deste apoio institucional à indústria tauromáquica que tem comprovadamente um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espectáculos ao vivo em Portugal, sendo já superada pelos eventos de Folclore, segundo o Instituto Nacional de Estatística. De acordo com o parecer da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) sobre a discussão das consequências da exposição e participação das crianças em eventos e actividades tauromáquicas, “Quando as crianças assistem a uma tourada podem interpretá-la como uma forma de violência (e uma violência real, embora limitada à arena) que ocorre numa relação explicável como desigual (uma vez que é perpetrada pelos homens em animais coagidos a estarem presentes) e que tendencialmente serve apenas o prazer de uma das partes. O comportamento lido como agressivo que observam nas touradas recebe um aval social forte, podendo ser visto como apropriado e tolerável (e portanto, repetível ou perpetrável noutras circunstâncias).”

Também o Comité dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão máximo a nível internacional para esta matéria, recomendou ao Governo Português a proibição de participação de crianças em touradas e a adopção das medidas legais e administrativas necessárias para proteger as crianças envolvidas neste tipo de actividades, tanto como participantes como enquanto espectadoras.

Para além disso este não será um apoio às tradições portuguesas, à ruralidade e à cultura realizando-se o designado BullFest, num shopping repleto de boutiques e de cadeias de fast food.

Num email escrito dirigido ao Presidente da CML, o Deputado André Silva explicou que no programa deste evento se pode ler que “este é um momento perfeito para os mais pequenos terem uma introdução à tauromaquia em família.” Esta frase diz tudo sobre as intenções de doutrinamento dos mais jovens pela indústria tauromáquica.

Na mesma comunicação, o PAN pede uma nova atitude política e apela a um posicionamento que vá ao encontro da vontade e sentimento geral da maioria dos cidadãos portugueses e dos lisboetas. A longa exposição termina com um pedido de André Silva: “Não posso deixar de lhe pedir que ouse ser diferente e que pondere tomar a única atitude consentânea com os mais altos valores éticos e civilizacionais através dos quais a cidade de Lisboa se deve reger, retirando o seu apoio institucional a esta iniciativa baseada na cultura da violência.”

Fonte:

http://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1166-pan-apela-cml-retirar-apoio-evento-tauromaquico.html

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, não estando oficialmente em vigor em Portugal, e atenta contra a legítima Língua (Oficial) Portuguesa, este texto foi reproduzido para Língua Portuguesa, via corrector automático).

Fonte: Arco de Almedina

Hiperligação

CRUELDADE

Como não vejo e nem ouço, a RTP e a Antena 1, não sabia que estava a dar um programa sobre tourada. Mas um tio meu chamou-me a atenção disso e sintonizei a antena 1 online. Pude ainda ouvir uma boa parte do programa.

Pude ainda ouvir o deputado do PAN, André Silva, e o deputado do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares.

O Bloco de Esquerda e o PAN, defendem e muito bem a proibição que crianças e jovens, até aos 18 anos, possam estar envolvidos no mundo da tauromaquia, quer a participar, quer a assistir.
E no caso do Bloco e muito bem, defende também o fim da denominação de Matador de touros, em Portugal.

O que está em causa, é que crianças e jovens, em Portugal, não se envolvam quer a participar, quer a assistir, nesse espetáculo violento, chamado tauromaquia, pois tal prejudica gravemente o bem-estar das crianças e jovens, como alias a ONU o afirmou.

Mas, voltando ao programa da Antena 1.
O que pude ouvir por parte dos defensores da tauromaquia, foi mais do mesmo. Os argumentos de sempre. As mesmas patranhas. Mas no meio de tantos argumentos repetidos, ouvi um defensor da tauromaquia, afirmar que levou a sua filha de 7 anos a uma corrida de touros, e que ela passou o tempo quase todo a olhar para o chão. E que nessa altura percebeu que ela não gosta de touradas e nunca mais a levou.

E ouvi, uma ex defensora da tauromaquia, dizer que ia ver espetáculos tauromáquicos, até aos 19 anos. E que aos 19 anos, deixou de gostar da violência exercida sobre o touro, e nunca mais foi a uma corrida de touros.

O espetáculo tauromáquico é um espetáculo que tem como finalidade exercer violência, física e psicológica, não só sobre o touro, mas também sobre o cavalo. E está na hora da maioria dos defensores da tauromaquia perceberem isto.

Esperemos então que a maioria dos deputados, na Assembleia da Republica, deem um salto civilizacional a Portugal, e aprovem os projectos lei, do BE e do PAN!

Mário Amorim

GARRAIADA: O DUX VETERANORUM DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DESCONHECE O SIGNIFICADO DE “VIOLÊNCIA”

Que vergonha!

João Luís Jesus, dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, consulte um dicionário e aprenda o significado de “violência” e sinta as vibrações da ignorância das suas declarações a tanger ao seu redor…

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(Imagem: Arquivo Global Imagens)

Isto que vemos na imagem pode não fazer sangue, mas é violência, é crueldade, é brutalidade exercida sobre um ser senciente, que se vê bruscamente retirado do seu habitat (o que só por si é já uma violência), depois é rudemente enfiado num transporte (o que é outra violência) e depois de várias horas submetido à escuridão desse transporte, sem água e sem alimentos (o que é outra violência) é finalmente e estupidamente atirado a uma arena (o que é outra violência), onde o esperam uma cambada de bêbados que, sadicamente, o torturam de todas as maneiras (o que é o máximo das violências) e ainda que não lhe espetem farpas e bandarilhas e não o sangrem, estão a violentá-lo brutalmente.

E chamam a isto “divertimento de estudantes do ensino superior”?

Disse o dux: «Acabou-se com a parte violenta da Garraiada».

Como disse, João Luís Jesus?

É dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, diz-se estudante do Ensino Superior, e fala como um ignorante, desconhecendo o significado da palavra VIOLÊNCIA?

Para sua informação, violência é brutalidade, atrocidade, crueldade, não só física como também psicológica, e tudo isso continua a existir na prática primitiva e parva da “garraiada”, que não é tradição na Queima das Fitas de Coimbra, mas tão-só um costumezinho bárbaro e primitivo, infiltrado numa festa que devia ser de estudantes do ensino SUPERIOR e não passa de uma brincadeira de muito mau gosto de rapaziada de baixo nível moral, cultural e social. E até podem dizer que são filhinhos do papá e da mamã, muito endinheirados, porque isto não muda a vossa condição de apoucados.

Ao dizerem que se retirou os (cobardes) toureiros e forcados e montadores de cavalos e os sanguinários bandarilheiros, das garraiadas de Coimbra significa apenas que poderá eventualmente não haver SANGUE. E apenas isso.

Mas sangue não é sinónimo de violência, dux veteranorum.

Você pode ser brutalmente espancado (que é o que acontece aos garraios) e não ficar a sangrar, e isso não significa que não tenha sido vítima de violência.

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Experimente colocar-se no lugar do garraio. Deixe que o agarrem pelos cabelos (uma vez que não tem rabo) e andem consigo às voltas na arena, ao som dos gritos histéricos de uma assistência sádica e sedenta de parvoíce, e depois diga-me se gostou.

O dux, achando que estava a dizer algo muito cultural, afirmou que no lugar do que chamou “novilhada popular“, será introduzida “uma actividade ligada à tauromaquia“, com prática e tradição em Espanha, em que “profissionais” vão dar um “espectáculo de acrobacias, de forma divertida, em que não há qualquer contacto directo com o animal».

Barbarismos vindos de Espanha?

Não terão os falsos estudantes do “ensino superior” nada mais civilizado para se divertirem a não ser à custa do tormento de um animal, que é atirado a uma arena, e mesmo que ninguém lhe toque, está a sofrer horrores psicologicamente, porque o seu lugar não é numa arena, mas sim num prado, a ruminar as ervas pacificamente?

Não conseguirá o dux veteranorum de Coimbra avaliar a situação anormal a que é atirado um animal não humano retirado do seu habitat natural?

Apregoam que a “garraiada”, começará com um desfile de fitados, e termina com a “vacada”, em que estudantes fazem pegas a garraios, sendo “introduzidas regras” para que não haja “tantos estudantes de volta do animal“, protegendo “ao máximo” o garraio e garantindo “o mínimo de contacto“.

Mas serão assim tão incapazes de fazer a vossa festa apenas animais humanos? Não sabem divertir-se civilizadamente, sem ser a torturar animais não humanos, ainda que digam não lhes toquem?

Não são capazes de pensar? De agir conforme a ética humana (sim porque até os animais não humanbos têm uma ética)? E andam vocês a estudar numa universidade para quê?

Ainda de acordo com o dux, «com estas alterações, cujos pormenores ainda estão “em fase de estudo”, será possível anular “a violência que era contestada”, “salvaguardar a integridade do animal” e manter, ao mesmo tempo, “a tradição tauromáquica na Queima das Fitas».

A violência tão contestada continuará a existir, enquanto o vosso divertimento assentar na tortura (ainda que psicológica) de um animal indefeso, inocente e inofensivo, que não tem voz para dizer NÃO QUERO ESTAR ALI, e que sente esse tormento tanto quanto sentiria o dux veteranorum se um bando de terroristas islâmicos o apanhassem para brincar à torturazinha psicológica.

O sentimento de medo é exactamente o mesmo. É testemunho da maior ignorância ou intenção de ludíbrio, o afirmar-se que algum animal em qualquer situação possa não sentir medo e dor, se for ameaçado ou ferido.

A ciência revela que a anatomia, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem são extremamente semelhantes. O ADN destes três animais é quase coincidente.

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto e o ferimento.

Estes pseudo-estudantes do ensino “superior” de Coimbra serão tão incapazes de fazer este raciocínio básico?

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Lamentável que os organizadores da Queima das Fitas não tenham tido a lucidez da Queima das Farpas.
Origem da imagem:

https://www.facebook.com/Queima.das.Farpas/photos/a.1585670385007976.1073741828.1568326173409064/1715122238729456/?type=3&theater

Ponham os olhos na evolução da Academia do Porto, que em boa hora aboliu esta prática mesquinha, medíocre, que só diz da inferioridade e da vulgaridade de quem a executa.

Para terminar, farei minhas as palavras que Carlos Loures escreveu a propósito desta falta de lucidez que se chama tauromaquia:

«Não há tolerância que possa ser invocada para desculpar o gosto pelas touradas, aquilo que em bom português se designa por afición. Como, a não ser por uma tara, ou por uma perversão do carácter, pode alguém gostar de ver um animal a ser torturado? Se o aficionado professa a fé católica, está a pecar, se pensa que é boa pessoa, desiluda-se, é um monstro, se se julga culto, um intelectual, por assim dizer, não pense uma coisa dessas, porque é uma besta. Se é nobre e usa um brasão num anel, nesse caso, está certo – a nobreza diz bem com a tourada – em termos de fé, no plano da ética, no da cultura…

Não há nada para compreender. Quem se diverte com a tortura de um animal é um sádico. Quem procura esconder o sadismo sob uma capa de mística, a não ser que seja nobre, é um estúpido

Evolua, dux veteranorum do conselho de veteranos da Universidade de Coimbra, para poder ser digno de liderar uma academia civilizada.

Fonte: Arco de Almedina

QUE PAZ TEM SALVATERRA DE MAGOS PARA OFERECER AOS JOVENS QUANDO O POVO SE DIVERTE, NA RUA, A TORTURAR BOVINOS INDEFESOS E AMARRADOS?

A violência começa precisamente aqui.

Que exemplo de paz será este?

Depois admiram-se que jovens assassinem outros jovens…

É que a crueldade e a violência estão nas ruas de Salvaterra de Magos, e animais, somos todos nós…

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Origem da foto:

https://www.facebook.com/messages/abel.pacheco.125

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/que-paz-tem-salvaterra-de-magos-para-546255

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Concordo totalmente, Isabel. É isso mesmo!