AS TOURADAS ESTÃO EM FRANCA DECADÊNCIA EM PORTUGAL

Valeu (vale) a pena LUTAR.

Esta é uma CAUSA já ganha.

«Olhando para este gráfico percebemos que as touradas estão a acabar em Portugal. Não vale a pena tentar iludir a opinião pública, ou confundir as pessoas com mentiras. As touradas estão em queda acentuada nos últimos 10 anos e vão acabar por desaparecer, pelo seu carácter violento e de grande crueldade com os animais.

Avancemos para um país onde o sofrimento e o sangue de animais inocentes não é um espectáculo, mas sim uma barbaridade(Plataforma BASTA»

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Fonte:

(Nota: corrigiu-se a grafia acordista da fonte do Gráfico, porque a grafia do Acordo Ortográfico de 1990 é ilegal em Portugal, e este Blogue não pactua com ilegalidades).

Fonte: Arco de Almedina

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ABRE HOJE A ÉPOCA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA EM PORTUGAL(na passada Sexta feira)

Estamos em 2019 depois de Cristo, mas é como se estivéssemos em 2019 antes de Cristo, com mentalidades empalhadas, cristalizadas, fechadas a cadeado, onde nem um raio de luz consegue entrar.

Portugal está na cauda da Europa em quase tudo, incluindo nesta mentalidadezinha atrasada e mesquinha, que não permite que o País se liberte da mediocridade.

O problema é que estamos em PORTUGAL, um país que já foi grande, mas ENCOLHEU, em vez de seguir o avanço do mundo.
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A prótoiro anda por aí a apregoar que este ano é que vai aumentar o público nas touradas! Em vez de oferecerem bilhetes gratuitos, para terem meia-dúzia de espectadores nas arenas, agora vão passar a pagar a quem queira assistir a estas práticas bárbaras.

O DESESPERO é tal, que têm de pagar e pedir por muito favor: ó tio ó tio, vá ás touradas! Por favor, vá lá! Nós pagamos o bilhete!

Que paguem! Eles são poucos e sempre os mesmos. Isso não irá aumentar o número de trogloditas a assistir a essas práticas medievalescas. Nem contas sabem fazer!

Isto significa que as touradas estão mesmo a caminho do FIM.

Todas as estatísticas dizem que, de ano para ano, diminui o número de touradas e o número de espectadores.

Mas os trogloditas vivem numa bolha da ilusão gerada pela decadência. E apesar de todas as evidências mostrarem o contrário, prevêem um “aumento” de público nas arenas, na sequência da “tendência verificada nos últimos dois anos”.

Ora nem contas sabem fazer, porque a tendência verificada nos últimos anos foi uma diminuição drástica destas práticas cruéis, que cada vez são mais rejeitadas e desprezadas, porque são desadequadas aos tempos modernos, e fazem parte da incultura de uma camada diminuta do povo português.

E eles dizem que este ano vai haver mais debates sobre a selvajaria.

Os portugueses já estão fartos de ver a estupidez ser debatida. Já tudo foi dito e redito sobres estas práticas violentas e cruéis, e a conclusão é só uma: estas práticas estão condenadas. Estão a caminho do fim. Ninguém as quer mais em Portugal, a não ser um pequeno núcleo de trogloditas decadentes.

ACORDEM! Estamos a caminho da ABOLIÇÃO desta selvajaria!

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A REALIDADE DAS TOURADAS NO PARLAMENTO

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Antes de mais, vou começar este texto dizendo, de que não acho que a ABOLIÇÃO das touradas seja referendával. Já o disse anteriormente e voltei a dizê-lo.
No entanto tenho de levar em conta a realidade e posicionar-me segundo ela, em vez de me posicionar segundo o que acho.

Nós temos no Parlamento quatro partidos, que são pró-touradas.
Esses quatro partidos, estão comandados, pelo lobby tauromáquico.
Jamais esses quatro partidos permitirão que um projecto lei, com visa a abolir as touradas, passe na Assembleia da Republica. O que significa, que por vontade deles, as touradas permanecerão indefinidamente em Portugal. E aí é que está o buzílis da questão.
Faço a seguinte pergunta: nós queremos que as touradas continuem indefinidamente em Portugal, ou queremos que sejam abolidas?
– Claro que queremos que sejam abolidas.
Mas para que isso aconteça, temos de ser realistas.
Temos de olhar para a realidade Parlamentar e agir tendo em conta ela.

Só temos duas opções.
Ou a continuação das touradas durante muitos, muitos e muitos anos. Ou a sua abolição, o mais depressa possível.
No que me diz respeito, quero a abolição das touradas, o mais cedo possível, a partir de agora. Quero a abolição das touradas até ao final de 2020, no máximo.

Por isso; realisticamente, digo que abolição das touradas, só é possível com um referendo nacional, não num dia mais tarde, mais o mais rapidamente possível, Pois este cancro, que é a tourada, não pode permanecer em Portugal, para lá de 2020.
Portugal, tem de chegar a 2021, a respirar um bom ar, e não a respirar o ar do sofrimento, da dor, da barbárie!

Temos de nos unir em redor da petição Touradas? Sem medo, vamos a referendo.
Temos de olhar para ela, e ver que temos uma grande oportunidade de conseguirmos a abolição das touradas… Pois, a outra opção é as touradas continuarem em Portugal, indefinidamente, o que não pode acontecer!

Se todos nos unirmos em redor da petição Touradas? Sem medo, vamos a referendo, tudo correrá pelo melhor, para o touro, para o cavalo e para crianças e jovens!

Touradas? Sem medo, vamos a referendo

Mário Amorim

Fim das Touradas

Fim das Touradas

A tourada em si é uma barbárie, o touro é sacrificado para gozo de alguns que só compreendo porque desconhecem a vida do touro até á sua morte anunciada. O touro não é animal agressivo se não se meterem com ele tal como acontece com os humanos, é defesa pura e simples, lês são separados das fêmeas, alimentados de forma especial para os tornar agressivos, picados antes de entrar na arena, até serem corridos (farpeados), farpas estas que entram no corpo do animal cerca de  8cm, e depois se não são mortos. Selo ao depois, que as pessoas que apreciam esse espetáculo de deveriam assistir aos urros de dor depois de arrefecidos.

Que é preciso mais para se apelidar este (dito) espetáculo degradante, pré-histórico. Aos que falam de tradição, estamos cheios de histórias de tradições eliminadas pela evolução mental da sociedade, exemplo: Escravatura, Inquisição.

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Comentário que transcrevo para aqui: “JULIO PINTO
São José Do Rio Prêto, Sao Paulo, Brasil

FICO PENSANDO QUE TIPO DE SER HUMANO É ESSE, QUE SE DIVERTE ASSISTINDO AO SOFRIMENTO DE OUTRO SER VIVO, QUE COMO ELE, TEM OS MESMOS DIREITOS DE EXISTIR NESSE PLANETA. NINGUEM AINDA QIESTIONOU ESSA INSANIDADE? NÃO SERIAM ESSES SERES, QUE ADORAM VER O SOFRIMENTO ALHEIO, PESSOAS VOLTADAS A SEREM ASSASSINOS EM SÉRIE? LOUCOS É O QUE SÃO, E SE EXISTIR UMA JUSTIÇA DIVINA (A QUAL EU CREIO QUE EXISTA), ESSES LOUCOS VÃO PAGAR NA MESMA MOEDA!!! PAREM JÁ COM ESSA BARBÁRIE!!!”

Poderão as touradas acabar por decisão dos tribunais?

O jornal “Público” avança que a alteração ao Código Civil declara os animais seres sensíveis e que os juízes podem usar a argumentação de sofrimento injustificado para proibir o espectáculo tauromáquico.

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Podem os tribunais proibir em definitivo as touradas? O jornal “Público” lança a questão na edição desta quinta-feira, um ano depois de ter entrado em vigor as mudanças no Código Civil, onde se declaram os animais como seres sensíveis. Tal como acontece noutros países da Europa que já adotaram esta lei, os animais ao serem considerados um ser vivo com sensibilidade passam a ter proteção jurídica.

Uma regulamentação própria no linear entre um objeto e uma coisa. É através desta fina linha que Fernando Araújo, professor da Faculdade de Direito de Lisboa, defende a anulação automática de uma lei de 1995 que exclui as corridas de touros do quadro de maus tratos contra os animais.

Em fevereiro de 2018, numa ação de formação do Centro de Estudos Judiciários, Fernando Araújo afirmou ser “evidente que deixa de ser possível haver espectáculos baseados no sofrimento de seres vivos dotados de sensibilidade. Todas as normas que se opuserem a isto estão implícitas ou explicitamente revogadas”.

Em sentido contrário está Ricardo Pina Cabral, representante da federação portuguesa de tauromaquia Protoiro que defende em declarações ao “Público” que “a lei está em vigor há um ano, durante o qual já se viveu uma época tauromáquica com centenas de espectáculos pelo país, e as associações anti-touradas não agiram.

A grande questão deste debate está centrada na alínea a) do artigo 1305 do Código Civil, onde é referida que o direito de propriedade de um animal “não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, inflingir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte”.

O lado para o qual a justiça vai pender só irá ser conhecido quando as primeiras ações entrarem nos tribunais. Cristina Rodrigues, jurista do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) sublinha que as contas ao nível dos municípios onde existe tauromaquia são favoráveis à causa do partido, já que “dos 308 municípios existentes no país só 40 têm actividade tauromáquica.”

Fonte: Jornal Económico

No Jornal Publico

«O QUE ACONTECERIA SE AS TOURADAS ACABASSEM EM PORTUGAL?»

O dia em que Portugal se libertar desta miséria moral, cultural e social, será um dia glorioso, iluminado, luminoso, tanto quanto foi o dia da abolição da pena de morte, da escravatura, da ditadura, do tribunal da santa inquisição, e de tantas outras barbaridades que mantiveram nas trevas o país.

E a tauromaquia é a nuvem negra que ainda vemos pairar sobre os céus de Portugal, não deixando que o Sol nele penetre plenamente.

Quando as touradas acabarem em Portugal, o país dará um grande passo em direcção à evolução e à civilização.

Para já é um país com um atraso civilizacional considerável, visto ainda permitir práticas selváticas contra bovinos indefesos, para divertir sádicos.

E isto não é coisa da civilização, nem da cultura culta.

(Isabel A. Ferreira)

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Recordemos o que Ana Chaves escreveu, aqui há tempos no P3

«Há oito países no mundo onde as touradas são legais. Portugal é um deles. Quem defende a actividade tauromáquica não cogita sobre um hipotético ponto final. Citam-se razões como o fim do “património cultural do país”, o desemprego que se geraria e a extinção da raça taurina brava.

Do outro lado, contra-atacam: “no Médio Oriente, a mutilação genital feminina também é cultura”, o desemprego é residual (há em média três trabalhadores por ganadaria) e a maioria não extrai rendimentos exclusivos desta actividade, e para quê preservar uma raça que terá como único fim o sofrimento?

Vamos a factos: no próximo dia 1 de Junho, o PAN apresenta o projecto de lei n.º 181 que proíbe a utilização de menores de idade em espectáculos tauromáquicos, quer como actores, quer como espectadores. “Não faz sentido que uma criança de 12 anos assista ou participe num espectáculo de violência explícita, que tem repercussões a nível psíquico, social e emocional”. “Há pareceres, nomeadamente os do Comité dos Direitos da Criança, que comparam o espectáculo tauromáquico a trabalho infantil ou ao tráfico de droga, tendo em conta o grau de perigo e degradação”, refere o deputado do partido, André Silva em entrevista ao P3.

O BE (projecto de lei n.º 217) acrescenta outro objectivo: além de proibir menores, pretende eliminar a categoria matadores de touros. “Se os touros de morte são proibidos em Portugal, por que razão havemos de reconhecer essa profissão?” questiona o deputado Pedro Soares. “É uma incongruência”.

Para Hélder Milheiro, porta-voz e activista da Prótoiro, esta já é «mais uma rotina demagógica de alguns partidos extremistas” do que qualquer outra coisa, pelo que não traz nada de novo. A tauromaquia é uma “arte perfomativa” que goza de boa saúde, mesmo sem apoios públicos».

Será assim?

Os subsídios públicos

“Há vários tipos de apoios e benefícios autárquicos (compra de bilhetes, alocamento de transporte, publicidade), institucionais (como o financiamento de livros) e até fiscais/estatais (os toureiros estão isentos de IVA, os bilhetes são taxados a 13% e não a 23%) (…). Não são regulares, embora “tudo isto somado, possa chegar aos 20 milhões de euros anuais”, contrapõe André Silva.

Já a presidente da Animal, Rita Silva, corrobora o valor em causa (a organização tem inclusive uma petição a decorrer neste sentido) e fala em “vergonha” no caso da RTP. Os números parecem dar-lhe razão: em 2015, registaram-se 8280 queixas de telespectadores da RTP a propósito das touradas, mais de metade do total. E as corridas transmitidas mostram quebras de audiência permanentes.

Mas o que aconteceria, afinal, se a tauromaquia fosse extinta?

A resposta de Rita é peremptória: “Rigorosamente nada”. E dá exemplos de outros locais: as praças foram reconvertidas (veja-se o caso da de Barcelona), as pessoas já tinham outra forma de subsistência e os touros bravos em si “não representam especial mais-valia para o ecossistema ou para a biodiversidade”, explica. São bovinos, como os outros, não falamos da extinção da espécie, mas apenas de uma raça em particular.

O cenário de abolição “não está ainda em cima da mesa” diz André Silva. No entanto, acredita que o “tauronegócio” terá o seu fim: “A questão não é se, é quando” e será a “evolução das consciências, que já é a maioria dos portugueses, que o ditará”. Já Pedro Soares, do BE, admite que mais importante do que eliminar a prática em si é erradicar a violência.

Gáudio ou dor?

É precisamente em torno desta questão, a da violência, que giram todos os raciocínios.

Hélder Milheiro considera que falar em dor e violência é “falso” e “básico”: os touros não são maltratados, são “respeitados”. “O animal é acompanhado por um veterinário antes, durante e após a faena” e o embolamento (serrar as pontas dos cornos) é como “cortar as unhas”, esclarece. Além disso, “um toureiro que arrisca a sua vida em frente a um animal, representa o máximo da excelência humana”

Um estudo da AVATMA (Asociación de Veterinários Abolicionistas de la Tauromaquia y del Maltrato Animal) relaciona a produção de betaendorfinas com os touros de lide. Segundo este, o animal produz estas hormonas em 15 situações concretas (entre as quais, stress, dor, fome, sede, esgotamento físico, acidose metabólica ou hemorragia) e “todas elas estão presentes durante a lide”. Não são, portanto, as hormonas do prazer e da felicidade (não se verificam durante o orgasmo, por exemplo), bem como não neutralizam a dor.

Estudo:

https://drive.google.com/file/d/0B4wndnBWq378cHk3RE84Slo4ZGs/view?pli=1

Fonte:

http://p3.publico.pt/node/20590?fb_comment_id=fbc_1228375193854356_1230705023621373_1230705023621373#f20678fce760bb2

(Acrescente-se que este projecto de lei, por mais incrível que possa parecer, foi chumbado pela Assembleia da República Portuguesa)

Fixemo-nos agora nesta inacreditável declaração:

 

Para Helder Milheiro «um toureiro que arrisca a sua vida em frente a um animal  (para o torturar até à morte, há que acrescentar), representa o máximo da excelência humana».

Saberá esta personagem da ficção mais mórbida que possa existir por aí, o que é “excelência humana”?

Se torturar um animal até à morte é excelência humana, que expressão devemos usar para o que vemos neste vídeo?

Fonte: Arco de Almedina

***

Isabel, faço minhas as suas palavras. Não falaria melhor!

Mário Amorim

Temporada taurina em Portugal com menos espetáculos este ano

Por muito que eles não queiram meter nas suas mentes psicopatas, sociopatas, cada vez mais portugueses recusam a selvajaria tauromáquica, cada vez mais portugueses, não querem ser coniventes com os criminosos, com os assassinos, com os psicopatas, com os sociopatas tauromáquicos!


O presidente da Associação Portuguesa de Empresários Tauromáquicos (APET), Paulo Pessoa de Carvalho, considerou hoje que a temporada taurina decorreu “normalmente” face ao contexto económico do país, apesar de uma “pequena redução” no número de espetáculos.

A época tauromáquica em Portugal, que abre anualmente no dia 1 de fevereiro, no Alentejo, encerra na terça-feira com um espetáculo no Cartaxo, distrito de Santarém.

“A temporada decorreu normalmente face ao contexto económico que o país atravessa e, apesar de haver uma pequena redução no número espetáculos, o público correspondeu à chamada”, disse o responsável, em declarações à agência Lusa.

Fonte da Associação Nacional de Toureiros (ANdT) adiantou à Lusa que este ano se realizaram 200 espetáculos tauromáquicos em Portugal, menos 15 do que em 2015, situação que Paulo Pessoa de Carvalho encara com “normalidade e dentro do expectável”.

“Penso que o nosso mercado tem que se pautar por este número [200 espetáculos]. É preferível ter este número, com espetáculos bem montados, do que um número superior e com menos qualidade”, defendeu.

Ainda quanto ao número de festejos taurinos, Paulo Pessoa de Carvalho recordou que, nas décadas de 60 e 70 do século passado, realizavam-se, em média, “90 a 100 espetáculos” tauromáquicos em Portugal.

“Há uma subida significativa ao longo dos tempos e este ano o número não foi superior [200 espetáculos] devido ao mau tempo, que conduziu ao cancelamento de muitas corridas de toiros”, disse.

Segundo o empresário, que geriu este ano as praças de toiros de Vila Franca de Xira, Almeirim, Chamusca e Vinhais, desenvolvendo ainda consultoria taurina na praça de toiros de Abiúl, os aficionados “continuam a ser fiéis” e correspondem “em força” quando as empresas apresentam “corridas de marca”.

Para o presidente da APET, a temporada fica também marcada pelo aparecimento de “muitos toureiros jovens” e por uma “boa reação” do público aos espetáculos que envolveram toureio a pé.

A temporada tauromáquica abre todos os anos no dia 01 de fevereiro em Mourão, no distrito de Évora, e encerra a 01 de novembro com um espetáculo no Cartaxo.

Para fechar a época taurina, a praça de toiros do Cartaxo vai acolher na terça-feira, a partir das 16:00, um festival taurino, cujos lucros revertem a favor do Fundo de Assistência do Grupo de Forcados Amadores do Cartaxo.

Em praça vão estar os cavaleiros Carlos Alves, Gonçalo Fernandes, José Carlos Portugal, David Gomes e Soraia Costa, sendo lidados novilhos de Lopes da Costa, enquanto as pegas cabem aos forcados amadores do Cartaxo.

Fonte: SAPO24