ESTA SEMANA TUDO VAI CORRER BEM

Esta semana, tudo vai correr bem.
Tudo vai correr bem para o touro, para o cavalo, para as crianças e jovens.

Acredito totalmente que esta semana vai trazer o fim total dos apoios públicos para a tauromaquia. E com isso; como a tauromaquia, em Portugal, não sobrevive sem estes apoios, irá morrer.

A partir desta semana, Portugal fará parte do rol dos países civilizados.

O ar que poderemos respirar a partir da próxima Quinta feira feira, será um ar, livre de maltrato tauromáquico, livre de tortura, da crueldade tauromáquica.

O touro e o cavalo, a partir da próxima sexta feira, não irão mais ser torturados, física e psicologicamente nas praças de touros.
E as crianças e jovens, não serão mais agredidas psicologicamente, nas escolas tauromáquicas e nas bancadas nas praças de touros.

Toda a nossa luta, valeu a pena.
A próxima Quinta feira, dia 9 de Julho de 2020, vai ser o dia do fim da tauromaquia, em Portugal!

Mário Amorim

ESPEREMOS QUE A PRÓXIMA TERÇA FEIRA, DIA 7 DE JULHO DE 2020, SIGNIFIQUE O FIM DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL

A próxima terça feira, dia 7 de Julho de 2020, pode significar o fim da tauromaquia em Portugal, finalmente. Pode, por essa razão, vir a ser um dia memorável.

Aposto que os psicopatas tauromáquicos, estão a estrebuchar, devido ao que vai ser debatido na AR, na próxima terça feira. E claro que está; os psicopatas da “protoiro”, estão a mentir, como é seu apanágio, dizendo que a tauromaquia em Portugal não é financiada com dinheiros públicos. Aliás; nunca vieram a público mostrar provas que sustentem esta afirmação. Como lhes é habitual, fazem afirmações, mas mostrarem provas que as sustentem, népia. Falar é fácil, mas provar o que se diz é que é difícil.

É uma vergonha para Portugal o financiamento da tauromaquia.
Portugal, se quer passar para o rol dos países civilizados, não pode continuar a permitir o financiamento da tauromaquia, seja pelo Estado, seja pela UE e seja pelas Câmaras Municipais. O financiamento da tauromaquia com dinheiros públicos, seja de que maneira for, tem de passar a estar totalmente proibido. E se assim for, será a estocada final em Portugal, da barbárie, chamada tauromaquia.
É que sem financiamento público, do Estado, da UE e das Câmaras Municipais, a tauromaquia em Portugal não aguenta!

Mário Amorim

O QUE DIZEM AS ESCOLAS QUE ENSINAM A CRUELDADE TAUROMÁQUICA

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As escolas que ensinam a crueldade tauromáquica, dizem: VEM APRENDER A SER PSICOPATA. Nós ensinamos.
Não o dizem claramente. Mas dizem-no, no seu objectivo. Que é transformar as crianças e jovens em Psicopatas.

Eles aprendem, não valores, como a empatia, a bondade e a compaixão. Aprendem, isso sim, a serem maldosos, a serem cruéis, para com outros seres sensíveis. Aprendem a tortura-los. Logo; aprendem a ser Psicopatas, pois os Psicopatas, em criança, foram cruéis, para com animais não humanos, na sua esmagadora maioria.

E esta realidade, acontece com o beneplácito dos pais, e da protecção das crianças e jovens.

Depois, é hora, na Assembleia da República perceberem, que tem de ser pôr fim, em Portugal, a estes antros, que ensinam a violência, a crianças e jovens!

BASTA DO ENSINO DA CRUELDADE EM PORTUGAL!
BASTA DO ENSINO DA VIOLÊNCIA EM PORTUGAL!
BASTA DO ENSINO DA PSICOPATIA EM PORTUGAL!

Mário Amorim

É ESTA INDESCRITÍVEL “ARTE” TAUROMÁQUICA QUE O PS, PSD, PCP E CDS/PP APOIAM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA

A imagem que aqui é reproduzida fala por si.

É algo absolutamente abominável, com criaturas abomináveis a gozarem com a desventura de um ser vivo, ainda bebé, muito mais HUMANO do que qualquer daqueles, que apesar de terem forma “humana”, se apresentam ali como monstros desabridos.

E depois ficam ofendidos se são chamados de bestas humanas, uma raça em extinção, se bem que com alguns poucos exemplares ainda em circulação…

Digam lá se isto é coisa de GENTE!

Se isto é humano!.jpg
Imagem macabra, com “gente” macabra dentro…

Fonte da imagem:

Fonte: Arco de Almedina

«A MORTE NATURAL DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL»

Quem o diz é Aitor Hernández-Morales, (correspondente em Portugal do Jornal El Mundo). Aitor refere que em 2018 realizaram-se apenas 173 touradas no país vizinho, ou seja, em Portugal, num novo mínimo histórico. O texto está escrito em Castelhano, num site espanhol.

Traduzi-o para Português, e o original vem indicado num link mais abaixo.

Nem tudo o que Aitor Hernández-Morales escreve corresponde à verdade. Por isso, decidi apensar umas NOTAS repondo os factos tal como são.

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Texto de Aitor Hernández-Morales

(Traduzido do Castelhano por Isabel A. Ferreira)

Texto de Aitor Hernández-Morales

(Traduzido do Castelhano por Isabel A. Ferreira)

«Houve um tempo em que a cidade portuguesa da Póvoa de Varzim era conhecida pela sua afición tauromáquica. No século XVIII, as touradas eram realizadas na praça principal da fortaleza da cidade, e nos anos 40 do século passado, a popularidade da lide entre os habitantes locais era tal que eles exigiram a construção de uma grande praça no centro da cidade.

No entanto, setenta anos depois, as touradas já não entusiasmam os poveiros, e a monumental praça tem os seus dias contados. Durante anos, realizaram-se touradas na cidade, e a arena, construída para acolher os grandes toureiros de então, tem estado meio abandonada. Com a finalidade de melhor aproveitar o recinto (…) a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim anunciou que em poucos meses a praça será demolida; no seu lugar será construído um pavilhão municipal multiusos, com instalações que a autarquia considera ser de maior interesse para os residentes locais.

 

O destino da Praça de Touros da Póvoa de Varzim é idêntico ao de muitas outras que desapareceram nos últimos anos em Portugal, onde a tauromaquia parece estar em vias de extinção. De acordo com o mais recente relatório da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC), entidade estatal encarregada de supervisionar a tauromaquia em terras lusas, em oito anos os eventos tauromáquicos perderam quase metade do seu público, passando dos mais de 680.000 espectadores em 2010, para os 379.000 registados no ano passado. Em 2018, o número de eventos tauromáquicos em Portugal também caiu para mínimos históricos: das mais de 300 touradas realizadas em 2006, apenas 173 ocorreram no ano passado.

O ocaso de uma actividade histórica

Durante séculos a actividade tauromáquica foi um elemento fundamental da cultura portuguesa. Documentos históricos mostram que as touradas já foram realizadas em Portugal no século XII (1), e no século XVI o rei português exigiu a interferência do Papa quando um inquisidor de Lisboa tentou abolir a actividade. No século XIX, surgiu o factor que hoje em dia continua a diferenciar a lide portuguesa da espanhola: as autoridades proibiram a morte do Touro em público, de maneira informal, e assim nasceu a “tourada portuguesa”, na qual o touro morre nos curros da praça, ou directamente no matadouro. (2)

As touradas fascinavam os Lusos do século passado, e em algumas cidades portuguesas a obsessão pelas touradas abeirava a loucura (3). No Porto, havia 11 praças a funcionar ao mesmo tempo e, na cidade vizinha de Espinho, a praça primitiva acolhia um público de mais de 5.000 espectadores. Quando assumiu o poder, o ditador António de Oliveira Salazar reconheceu a força deste sector e decidiu dar-lhe apoio oficial (4). Ao longo do seu regime do Estado Novo (1933-1974) o Governo (Salazar) apoiou a tauromaquia e subsidiou a construção de praças não só em Portugal, mas também nas então colónias portuguesas de Angola e Moçambique (5).

No entanto, a Revolução dos Cravos, em 1974, pôs fim a tudo isso. Tal como o fado, a luta também foi rejeitada quando vista como uma actividade excessivamente associada à ditadura de Salazar. Sem apoio institucional, as touradas passaram a depender de um público cada vez mais desinteressado em um sector hoje visto como algo reaccionário, cruel e desonesto. (6)

Actualmente existem alguns locais activos nas regiões centro e sul, nas regiões agrárias do Alentejo e Ribatejo, em lugares como Vila Franca de Xira, Évora, Estremoz e Montijo. A praça mourisca do campo pequeno em Lisboa – o equivalente português de Las Ventas em Madrid – foi parcialmente convertida num centro comercial e actualmente acolhe mais concertos e convenções do que touradas.

Um tema apolítico

No país vizinho (Portugal) a tourada não tem cores ideológicas: onde há menos touradas é na região Norte, reduto dos conservadores portugueses, enquanto o Alentejo – feudo tradicional dos comunistas portugueses – foi onde se realizou o maior número de touradas, no ano passado. Ao contrário de Espanha, onde comunidades autónomas como as Ilhas Canárias e a Catalunha promoveram a abolição da tauromaquia, e onde outras como Madrid e Múrcia financiam a lide – em Portugal os políticos têm permanecido fora do debate sobre o futuro das touradas (7).

Na Assembleia da República, os deputados rejeitam a proibição das touradas – há um ano a grande maioria votou contra uma proposta que teria abolido a lide em terras lusas – mas também não mantêm a lide com subsídios. A nível local, menos de 10% dos municípios portugueses destinam fundos à prática de actividades tauromáquicas (8).

Desta forma, o futuro do sector é decidido pela lei do mercado, e o desinteresse do público tem um papel determinante no resultado da situação. Embora a tourada portuguesa não desapareça completamente amanhã, a cada ano que passa é menos viável realizar touradas em praças meio vazias.

Embora lamente a tendência, o sociólogo Luís Capucha, presidente da Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal (ATTP), clama que «o futuro de um evento popular está nas mãos do povo» e não nas mãos de políticos.

«Lamento que desapareça, porque para os aficionados o Touro é um animal sagrado, que nós respeitamos pela sua bravura, e é uma lástima que se proíba o motivo pelo qual foi criado, ou seja, para lutar pela sua morte digna».

«No entanto, não há necessidade nem que o Parlamento, nem que um autarca proíba as touradas; já existem muitas pessoas para quem os Touros não lhes dizem nada. Se uma cidade quer realizar touradas, que paguem para vê-las. E se não, então não as tenham». (9)

Texto original em Castelhano neste link:

https://cadenaser.com/ser/2019/06/18/internacional/1560868236_101781.html?fbclid=IwAR0bwlN3-gu7B3aiXbRjBUYUXweihJUNkBuz1t91TEiWewra1_N_Comj6K4

***

NOTAS:

(1) As touradas foram introduzidas em Portugal, pelo Rei Filipe II de Espanha, I de Portugal, na segunda metade do século XVI.

(2) O que na realidade acontece, é que os Touros não morrem nos curros das praças, porque deixam-nos ficar ali a morrer lentamente, sem qualquer lenitivo, dois ou mais dias, até que os levem para o matadouro. Alguns morrem com grande sofrimento, antes de os levarem.

(3) Ainda hoje podemos comprovar essa loucura nas localidades   mais atrasadas, onde a tauromaquia está ainda arreigada, como no Ribatejo e Alentejo, em algumas ilhas dos Açores, nomeadamente ilha Terceira, e Ponte de Lima.

(4) Apesar de se ter realizado a Revolução de Abril, que pretendeu acabar com as políticas salazaristas, todos os que vieram substituir Salazar, na dita “democracia”, continuaram, porém, com algumas políticas do ditador, entre elas esta de apoiar a selvajaria tauromáquica institucionalmente.

(5) Que no entanto e entretanto, abandonaram essas práticas bárbaras, levadas pelo colonizador. No que Angolanos e Moçambicanos só mostraram elevação de espírito.

(6) Repondo a verdade: com a Revolução dos Cravos, em 1974, não se pôs fim a tudo isto. Tal como o Fado (que foi declarado pela UNESCO Património Cultural Imaterial da Humanidade, em 2011) a Tauromaquia NÃO FOI rejeitada quando vista como uma actividade excessivamente associada à ditadura de Salazar. Pois tal actividade continua com APOIO INSTITUCIONAL, e as touradas AINDA EXISTEM, devido a esse apoio institucional. De resto, É VERDADE que existe um público cada vez mais desinteressado num sector hoje visto como algo reaccionário, cruel e desonesto. Apenas o PS, o PSD, o PCP e o CDS/PP NÃO consideram ÚTIL esta actividade monárquica e salazarista e reaccionária e cruel e desonesta, por isso, mantêm o apoio institucional.

(7) Os políticos NÃO têm permanecido fora do debate sobre o futuro das touradas. Os políticos portugueses, ou melhor, o PS e PCP (que se dizem de esquerda) e o PSD e CDS/PP (da direita) têm-se mantido UNIDOS a favor dos apoios às touradas, enquanto o BE, o PEV e o PAN se têm pautado pelo FIM dos apoios às touradas.

(8) Na Assembleia da República, graças aos deputados do PS e PCP (que se dizem de esquerda) e do PSD e CDS/PP (da direita) os subsídios às touradas mantêm-se, e não fosse isso, as touradas já teriam acabado. Duas dezenas de ganadeiros vivem à tripa forra, à custa desses subsídios, oriundos do erário público. Constituem um grupo de pressão económica aos quais aqueles partidos são completamente subservientes. E, na verdade, dos 308 municípios portugueses, apenas 40 mantêm esta prática bárbara, se bem que em franca decadência.

(9) O “sociólogoaficionado de touradas, Luís Capucha, considera que um “evento popular” como a tortura de touros está nas mãos de que povo? De uns poucos trogloditas que não evoluíram, e não nas mãos de políticos? Como se engana, o “sociólogo” Capucha. Aliás, fica-lhe bastante mal, como “sociólogo” proferir tamanhas patacoadas, como as que proferiu, chamando SAGRADO ao Touro que vão estraçalhar e matar lentamente, achando que o Touro foi criado para LUTAR por ESSA MORTE LENTA e INDIGNA.

Realmente não há necessidade de se proibirem as touradas, porque elas extinguir-se-ão, naturalmente, pelas mãos de aficionados como o “sociólogo” Capucha, com argumentos tão irracionais, como os que proferiu.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A MONSTRUOSIDADE, A SELVAJARIA DA TAUROMAQUIA

ESTE artigo, mostra bem, a realidade monstra e selvática da tauromaquia.
Este jovem, tinha uma vida pela frente, para ser feliz. E agora, muito provavelmente vai ficar deficiente para o resto da vida e dependente de outros.
E a culpa não foi do touro.
A culpa, é de quem permitiu que ele fosse introduzido, no abjecto mundo da tauromaquia. Um mundo, que ao contrário do que os seus defensores apregoam, não respeita a vida. Respeita a violência. Respeita a morte. Respeita a total ausência de empatia, de bondade, de compaixão e de altruísmo.
E agora pergunto; até quando vai-se continuar a permitir que estas coisas aconteçam, em Portugal???

Mário Amorim

CARTA DE RUI SILVA

Exmos Srs. Deputados,

Tomei conhecimento da reunião que a ATTP – Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal teve com o V/Grupo Parlamentar e gostaria de dar a conhecer a minha posição, enquanto vosso eleitor, relativamente a este tema. Relembrando que está marcada a discussão do Projecto de Lei pala abolição da tauromaquia, proposto pelo PAN, no próximo dia 6 de Julho de 2018, gostaria de salientar desde já que o meu voto depende das decisões que irão ser tomadas.

À parte de considerar inacreditável que, em pleno século XXI, esteja em discussão um projeto de lei que pede o fim da tortura de um animal numa praça pública, mais inconcebível se torna o facto de ser permitida a entrada e participação de menores nesta actividade. A posição da ONU em relação à exposição/participação de crianças em eventos tauromáquicos é muito clara e passo a citá-la:

“In order to prevent the harmful effects of bullfighting on children, the Committee recommends that the State party prohibit the participation of children under 18 years of age as bullfighters and as spectators in bullfighting events.”

Acrescentando o escabroso apoio na forma de subsídios da ordem dos 16 a 20 milhões de euros anuais, numa actividade que está em franco declínio, parece-me de carácter urgente e mandatório que votem a favor do Projeto de Lei do PAN.

Saliento que, ao votarem contra, estarão directamente a legislar tanto contra as recomendações da ONU relativamente aos direitos das crianças (não salvaguardando a integridade moral e psicológica das crianças portuguesas), como a permitir que vastas somas de dinheiros públicos, de contribuintes como eu, continuarão a sustentar uma obsoleta e medieval prática.

Reitero que numas próximas eleições a definição do meu voto depende muito do sentido da V/votação no próximo dia 6 de Julho sobre esta matéria.

Com os melhores cumprimentos, do

Rui Silva

***

Faço minhas as palavras do Rui. Mas infelizmente, o projecto lei do PAN vai ser chumbado, no próximo dia 6.
É que PS; PSD; CDS/PP; e PCP, estão do lado do looby tauro-mafioso!

Mário Amorim

É PRECISO

ABOLIÇÃO

É preciso haver união em Portugal, contra a tauromaquia.
É preciso que se aja, como se fosse o touro e o cavalo a agir.
É preciso que os protagonismos desapareçam por completo.
É preciso que todas as manifestações contra a tauromaquia, sejam organizadas por um grupo de organizações, o mais extenso possível. E é preciso que portugueses, de todo o país, de norte a sul, do interior ao litoral, e ilhas, sejam chamados a protestar contra a tauromaquia.
É preciso que a luta contra a tauromaquia em Portugal, seja absolutamente exigente e intransigente em todos os aspectos.
É preciso que se exija a abolição da tauromaquia, em Portugal!

Mário Amorim

TAUROMAQUIA: NOS ESTERTORES DA MORTE

Esperem lá; os Psicopatas tauromáquicos, os Tauro-mafiosos, não dizem que os portugueses adoram touradas, que adoram ir as touradas, ou aos “toiros”, como eles dizem?!

Sé me apetece fazer uma coisa; isto:

Mário Amorim


Foi assim, em Santarém, numa pretensa tourada solidária.

Como pode ver-se, a arena está a abarrotar de gente solidária.

Mas para os aficionados, basta estar um nas bancadas, para verem milhares. É assim a mente distorcida deles.

Desventurados Touros que foram sacrificados para nada…

Para ninguém…

É assim, em massa, o regresso dos portugueses aos “toiros”…

Então não é?

SANTARÉM.jpg

Fonte da imagem:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/a.1050063075024035.1073741845.466818870015128/1872119112818423/?type=3&theater&ifg=1

Fonte: Arco de Almedina

IGREJA CATÓLICA E ESTADO PORTUGUÊS IMPEDEM E A EVOLUÇÃO DE PORTUGAL

Já sabíamos, mas nunca é demais recordar… porque esta vergonha, esta nódoa negra, esta praga chamada tauromaquia já poderia estar extinta, se assim o quisessem os que se dizem representantes de Deus na Terra, e os que deveriam ser representantes do Povo Português, mas são apenas os representantes deles mesmos…

Muito terão estes representantes de prestar contas por esta ignomínia, uns a Deus, outros, à História…

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No principal site da máfia tauricida, Touradas, lê-se:

A responsabilidade social da tauromaquia tem muitos séculos, estando ligada às grandes causas sociais desde a sua origem. Por exemplo, a maioria das praças de toiros em Portugal são propriedade de Misericórdias ou IPSS, a quem foram doadas as praças (…)

Responsabilidade social da tauromaquia”? Tauromaquia ligada às grandes causas sociais?????

Isto é algo que raia a demência.

Isto faz-me lembrar aquelas pessoas que cometem todos os pecados que há para cometer, e depois vão a correr muito confessar-se aos padres, pedem perdão, rezam um pai-nosso, duas ave-marias, assistem à missa, tomam a hóstia e, deste modo, aliviam a culpa. E saem da igreja prontinhos para tornarem a cometer todos os pecados, e regressarem novamente à igreja, confessarem-se, rezarem pais-nossos e ave-marias, assistirem à missa e comungarem… per omnia saecula saeculorum… E assim vão vivendo na ilusão de que podem pecar à vontade, e isto basta para entrarem no Reino do Céu.

Nada sabem de Deus, nem do Reino do Céu.

Vejamos então o que se passa:

Cinco das oito maiores Praças de Tortura do País são geridas por cinco Misericórdias, sendo que na Praça de Coruche se acrescenta a Irmandade de Nossa Senhora do Castelo e o Lar de São José. O campo pequeno é detido pela Casa Pia (Estado Português), a Praça de Setúbal pela sua Câmara Municipal, e a Praça da Moita por uma associação tauromáquica. Assim sendo, sete entidades religiosas + duas entidades públicas + uma entidade associativa.

Agora entendem por que a igreja católica portuguesa e o estado português não ouvem os apelos da Racionalidade, e continuam a patrocinar a barbárie, como se a barbárie fosse algo intrínseco à verdadeira Igreja Católica ou ao verdadeiro Estado Português!

Enquanto a igreja e o estado não tomarem consciência da própria maleficência, e estes antros de tortura não forem demolidos ou transformados em centros de Cultura Culta, Portugal continuará na senda do maior e vergonhoso atraso civilizacional.

Isabel A. Ferreira

Fonte:

https://www.facebook.com/umactivismopordia/photos/a.1822478214678340.1073741828.1822468628012632/1994556587470501/?type=3&theater&ifg=1

Fonte: Arco de Almedina