«Mesmo em Isolamento Continuam a Torturar Bovinos»

Lê-se a notícia no Blogue Prótouro – Pelos Touros em Liberdade.

«Mesmo em isolamento continuam a torturar bovinos»?

Não é que isto me surpreenda, dado o apetite dos tauricidas pelo macabro, pela crueldade, pela violência, e porque às escondidas do mundo, podem fazê-lo nas arenas privadas dos ganadeiros.

Mas isto será atitude de gente mentalmente sã?

Duvido, mas espero que alguém com racionalidade, ponha termo a mais esta tentativa macabra de torturar Touros, ainda que o País esteja cercado pela Morte.

Isabel A. Ferreira

«No dia 28 de Março terá (teve) lugar o primeiro festival tauromáquico digital uma iniciativa da web tauromafiosa tauronews dizem eles que é para e citamos “animar esta fase com uma ideia original através das redes sociais.” (Prótouro – Pelos Touros em Liberdade)

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«O dito cujo conta com 6 lides de seis tauricidas nas praças de touros das herdades (tentaderos) torturando uma vaca cada um deles.

A tortura e morte é algo que esta gente não prescinde porque é a única coisa que os satisfaz.

Esta gentalha é demente e sem sombra de dúvidas é nociva para um país que se quer culto e evoluído.

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2020/03/26/mesmo-em-isolamento-continuam-a-torturar-bovinos/

 

 

ESTA É A IMAGEM DE COBARDES QUE ATACAM BEZERRINHOS

São assim os cobardes tauricidas: atacam touros moribundos, atacam bezerrinhos, espetam-lhes picos, ferem-lhes as carnes, sem dó nem piedade, gozam com o atroz sofrimento deles, e depois ofendem-se quando dizemos que não são seres humanos, não são homens, não são nada, não merecem o mínimo respeito, nem tolerância alguma…

E pensar que existem outros cobardes que num hemiciclo e dentro de templos cristãos dão aval a esta barbaridade, que nem o mais primitivo homem das cavernas cometia!

Grandes cobardes! Cruéis trogloditas! Repugnantes criaturas das trevas, amantes da brutalidade!

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Fonte da imagem:

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Origem da imagem:

Esta cobardia acontece logo que os bezerros nascem. É assim que passam de crias de bovinos a candidatos a touros bravos, ou seja, a bovinos defensivos, que aprendem a defender-se dos seus carrascos e dão a ilusão de “bravos”, mas “bravo” também significa corajoso, destemido, e apesar de todas as torturas que sofrem antes, durante e depois da lide, existem Toros que reúnem as derradeiras forças e mandam desta para melhor os seus carrascos.

Fonte: Arco de Almedina

O SADISMO DOS TAURICIDAS

Sadismo:

«O sadismo é uma perversão caracterizada pela obtenção de satisfação através da humilhação ou do sofrimento físico dos outros. É o acto de sentir prazer ao causar sofrimento físico ou mental a outro ser vivo

Repare-se na expressão perversa dos sádicos diante do visível sofrimento deste touro, muito mais digno e racional do que qualquer um dos anormais que assim se riem do suplício de um ser vivo.

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Fonte da imagem:

Fonte: Arco de Almedina

ALGO QUE OS FILHOS DOS TAURICIDAS DEVIAM APRENDER NUM CONSERVATÓRIO PARA SEREM HOMENS A SÉRIO

Os filhos dos tauricidas, aprendem dos pais, a arte da Psicopatia, da Sociopatia, da tauromaquia.

Se os pais deles, fossem pessoas minimamente conscientes, dos males mentais que aprender a arte da psicopatia, sociopatia da tauromaquia, provoca aos seus filhos, jamais permitiriam tal monstruosidade par eles.
Mas estes pais, já têm a mente tão danificada, que não lhes permite perceber isto!

O lugar dos filhos dos tauricidas, não são as praças de touros, onde são educados, a se tornarem monstros, criminosos, assassinos, psicopatas, sociopatas. O lugar deles, é o teatro, os conservatórios de musica, o desporto!

Mário Amorim


Em vez de andarem em antros de toureio a aprender a ser monstrinhos… e a atacar com fúria desumana indefesos bezerros

Senhores Governantes, Ministro da Cultura, promovam e apoiem as Escolas de Música, ao invés de subsidiarem “escolas” de toureio, mais antros do que escolas, que transformam as crianças em carrascos, sádicos e cobardes.

As crianças, filhas dos aficionados de selvajaria tauromáquica, merecem melhor sorte do que aquela que o Estado Português lhes proporciona.

Fonte: Arco de Almedina

Faz-me impressão!

Faz-me impressão, ouvir, a cambada de psicopatas, que estão, nas bancadas de uma praça de touros, a gritarem Olé, para com a tortura, a crueldade, que ocorre na arena.
Fico com pela de galinha, só de pensar, na total insensibilidade dessa gente.

Um país que seja um país moderno e civilizado, não compactua com esse espetáculo, vil e psicopata, chamado tauromaquia.

É absolutamente urgente, abolir-se a tauromaquia, de Portugal.
É absolutamente urgente, limpar o sangue, provocado por Tauricidas, por Psicopatas Tauromáquicos, de Portugal. Sangue esse, que dá uma má imagem de Portugal, pelos quatro cantos do mundo.

Abolição da tauromaquia, de Portugal; JÁ!

Mário Amorim

«VINHO, TOUROS E MULHERES»…

Um texto que escrevi em 2012.

Infelizmente está actualíssimo, o que significa que Portugal não evoluiu absolutamente nada, nesta matéria de crueldade, violência, estupidez e ignorância, que dá pelo nome de tauromaquia.

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Cena do filme «Matador», de Almodovar

Por vezes deambulo pelas páginas dos tauricidas, no Facebook, para lhes “tomar o pulso”.
«tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade…»
Quando me permitem, provoco-os, porque “a alma não tem segredo que a conduta não revele” Lao Tsé), e é precisamente nessa revelação que podemos conferir o carácter dos tauricidas e dos aficionados.

É que é extremamente importante conhecer a mente deles, para avaliarmos da legitimidade que dizem ter para cometer o tauricídio, e aquilatarmos da permissividade e cumplicidade dos estéreis intelectos das autoridades deste nosso País.

Quase sempre sou bloqueada nessas páginas, talvez pelo modo nu e cru como digo as coisas que os outros também dizem sob uma capa dourada e bem cozinhadas.

Ser bloqueada não é coisa que me incomode, nem pouco mais ou menos.

Contudo, desta vez, talvez por ser a página de um evento («Eu vou defender a festa», da Prótoiro), e não poder bloquear-se ninguém (não sei se é possível, o facto é que não fui bloqueada), consegui ficar ali a “picá-los”, utilizando as palavras como “bandarilhas” (a palavra é a arma com que vou para as “guerras” que travo com os homens predadores do nosso Planeta, e não são só com tauricidas, e nem só com os portugueses).

E obtive resultados magníficos, precisamente os que esperava ter.

Entretanto já havia esgrimido com os torcionários limianos, devido à minha intervenção contra a “Vaca das Cordas” (um ritual também primitivo e irracional que me chocou) os quais me atulharam de matéria-prima, para este “estudo de carácter” a que me propus.

As conclusões a que cheguei resumem-se à frase que deu título a este texto, saída da boca de um forcado (mais do que uma vez) que tem o maior orgulho de o ser, como se pegar um Touro já exaurido, mas ainda com um forte instinto de defesa, fosse a maior proeza e a suprema honra do mundo.

Descobri que «VINHO, TOUROS E MULHERES» (por esta ordem, segundo o tal forcado) é o lema dos tauricidas e aficionados, e de todos os que gostam de “divertir-se” à custa da tortura de Touros, seja em que modalidade for (há muitas variantes do arcaico ritual taurino), tendo sido utilizado várias vezes, por vários indivíduos.

Primeiro é-lhes servido o vinho, pois sem ele não teriam “coragem” de ir para uma arena enfrentar um Touro, ainda que já meio depauperado, pela tortura preliminar a que é sujeito. O que chamam a “bravura” do Touro na arena é simplesmente o instinto de defesa comum a TODOS os animais, humanos e não humanos. Podemos comparar o que se passa numa arena entre um Touro e um tauricida, com o que se passava nos circos romanos entre os homens e os leões esfomeados, ou entre dois gladiadores, onde o instinto de sobrevivência dos intervenientes humanos e não humanos era o que fazia a diferença entre viver e morrer.

Já com o vinho a correr-lhes nas veias, mais do que o sangue, lá vão eles para a arena, de fatinho justo, a marcar-lhes a formas do corpo, e collants cor-de-rosinha, demonstrar toda a selvajaria de que são capazes, mascarando aquelas caras com expressões diabólicas e grosseiras (tenho várias fotos que o demonstram), ao mesmo tempo que desvendam o verdadeiro sentido do que os leva ali: a busca de uma “virilidade” perdida.

Depois de torturarem o Touro e o Cavalo (quando o tauricídio o requer) com requintes de malvadez, deixando os animais num estado absolutamente deplorável, em extrema agonia, o que lhes acende a chama da tal “virilidade” que buscam desesperadamente, os tauricidas deixam a arena, com ares de “heróis bonifrates”, a bambolearem-se, tipo aqueles “machos” dos filmes mexicanos de má qualidade.

Saem da arena, com florzinhas nas mãos, e vão para os braços das mulheres, porque só depois do vinho e de descarregarem sobre o Touro toda a imbecilidade que lhes corrói as entranhas, conseguem o que normalmente não lhes é acessível…

Pobres mulheres, aquelas que são casadas! É a única ocasião em que podem ser mulheres…

(Atenção! Isto não sou eu que digo. São elas.) As outras, bem… lá sabem…

Afinal, qual o perfil de um tauricida e dos aficionados? 

Todos têm algo em comum: pouca ou nenhuma instrução. Mesmo aqueles que se dizem “licenciados” ou “dourorados” não demonstram qualquer tipo de saber. O que sabem é que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade…» enfim, uma lengalenga aprendida em criança e que os seguiu até à fase adulta, sem terem questionado o que quer fosse…

Da Cultura Culta estão a anos-luz de distância.

Não têm noção alguma do que é a civilidade, a lucidez, o bom senso, e o QI deles é do nível mais baixo.

Possuem uma “coltura” tosca, pobre em pensamentos, palavras e obras. Vivem num mundo redondinho, fechadinho, que não vai além do quintalinho onde passam os dias. Os horizontes não estão ao alcance deles.

A mentalidade é extremamente rude e enlatada. Cristalizada. Naquelas cabeças não entrará mais nada. Nasceram e cresceram a ouvir que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo, blá blá blá blá blá…» e vão morrer com essas ideias impingidas logo à nascença.

Não sabem que o Touro é um animal como eles, porque eles também não sabem que são animais. Pensam que são outra coisa. O quê? Não conseguiram explicar.

Sabem também que o Touro nasceu para ser linchado com “honra”, numa arena, porque É DISSO QUE ELE GOSTA (o Touro). Uma conclusão bem patente nas expressões dolorosas que qualquer pessoa lúcida pode ver na fisionomia dos desventurados animais, no fim da lide, à excepção deles, que nem sequer conseguem distinguir um Touro vivo de um Touro morto.

Não conseguem fazer um raciocínio lógico, a partir do mais simples tema.

Não sabem argumentar, nem sequer conseguem alcançar o significado de determinadas palavras.

Misturam alhos com bugalhos, e andam ali às escuras e às voltinhas, sem darem com a saída.

Não são capazes de seguir um discurso que tenha mais do que meia dúzia de vocábulos.

Justificam o injustificável, com insultos, muitos deles dos mais ordinários e violentos que existem, o que não admira, pois condiz perfeitamente com a própria “coltura” deles.

Enfim, demonstram uma incultura crassa, que diz da pobreza do sistema de ensino em Portugal, que há tantos anos também combato.

Não interessa aos governantes portugueses um povo culto, ensinado, instruído, educado. Um povo que saiba raciocinar. Um povo que saiba distinguir o trigo do joio (é por isso que temos os governantes que temos).

Um povo culto é INSUBMISSO, naturalmente. O que não convém.

Um povo SUBMISSO não lhes faz frente. É mansinho. Diz que sim a tudo. E é disso que os governantes gostam.

Por isso, o nosso sistema de ensino é a POBREZA que se vê.

Por isso, a IGNORÂNCIA e o DINHEIRO são as palavras-chave de toda esta hipocrisia que anda ao redor do tauricídio, uma “tradição” degradante, envolta em rituais primitivos, cruéis e sanguinários, que colocam Portugal entre os países menos civilizados do mundo.

Lidar com esta gente não foi fácil, mas mais difícil é fazer com que os GOVERNANTES PORTUGUESES (quase todos senhores doutores e engenheiros) e a IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA (que abençoa os tauricidas) consigam fazer um RACIOCÍNIO LÓGICO e acabem, de uma vez por todas, com algo que está alicerçado na IGNORÂNCIA e (pasmemo-nos!) também no VINHO

Isabel A. Ferreira

Posto isto, consegui chegar a muitas outras conclusões, bem patentes nos comentários que se seguiram às “bandarilhadas” que lhes mandava, na tal página do Facebook, e noutras onde consegui infiltrar-me, sem que eles se dessem conta de que estavam a ser “toureados”.

Neste “estudo” está incluída para cima de uma centena e meia de pessoas de ambos os sexos, ligadas ao tauricídio (portuguesas e espanholas), com quem tive oportunidade de “esgrimir” ao longo destes dois últimos anos.

Fonte: Arco de Almedina

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O que a Isabel refere, também foi o que se passou comigo, todos os dias, nos anos em que estive no Facebook. E isso ajudou e muito na minha decisão de lá sair. Estava farto de toda a retórica deles. Das mentiras deles. Das justificações deles, sem provas, com dados concretos, também provados cientificamente, incluindo com publicação, numa publicação cientifica internacional.

ENTÃO NÃO SE VÊ LOGO QUE OS TAURICIDAS TRATAM O TOURO COM IMENSO AMOR???

Que eles sejam parvos e cegos mentais, nada contra.

Agora que queiram fazer-nos de parvos é outra história.

Vargas Llosa é mais um daqueles cegos mentais escolarizados e irracionais, que não vêem um palmo adiante do nariz.

É que para ser psicopata não é necessário ser analfabeto. Basta nascer com coração e cérebro mirrados…

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Diz Vargas Llosa: «O touro é tratado com imenso amor, embora os animalistas o ignorem». Só mesmo um cego mental diria tamanha parvoíce.

Fonte:

Fonte: Arco de Almedina