Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

As fotos horríveis servem como um alerta para turistas que montam elefantes na Tailândia. A Autoridade de Turismo da Tailânida já reagiu e deixou um aviso aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

Os turistas que planeiam montar elefantes na Tailândia estão a ser encorajados a não o fazer, depois de várias fotos do suposto abuso contra os animais se terem tornado virais no Twitter esta semana. As fotos foram publicadas pela primeira vez em Abril, mas só agora ganharam a atenção de um elevado número de pessoas. As imagens mostram os elefantes com ferimentos na cabeça e corpo, supostamente infligidos por tratadores, que os controlam com um metal afiado.

As imagens chocaram turistas e autoridades de viagens tailandesas, que agora pedem que os turistas boicotem este tipo de passeios e não montem em elefantes. “Nós nunca incentivamos os turistas a montarem os elefantes”, disse um porta-voz da Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) ao Yahoo News Austrália. O porta-voz deixou um pedido aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

As agências governamentais do país têm tentado combater o problema através de várias iniciativas, como a formulação de políticas, o apoio à pesquisa sobre a vida selvagem, a reabilitação de animais feridos e a erradicação do comércio ilegal de animais selvagens.

Reconhecendo o elefante como o símbolo nacional do país, o responsável do TAT, Yuthasak Supasorn, disse que os animais também apresentam um “significado espiritual especial” com suas profundas associações com o budismo e o hinduísmo. “Então, devem ser sempre respeitados e bem cuidados”, escreveu numa publicação recente no site do conselho de turismo.

De acordo com a World Animal Protection (WAP), existem mais de 3 mil elefantes em cativeiro em atracções turísticas em toda a Ásia e a maioria deles é forçada a viver em condições cruéis e inaceitáveis. O relatório do WAP inclui uma lista de locais que não oferecem atracções cruéis aos elefantes.

Fonte: SAPO VIAGENS

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Elefante bebé desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.

Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebes aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de Abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses anti-naturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Fonte: ANDA

Ping pong, o herói canino: Cão salva recém-nascido enterrado vivo na Tailândia

Chama-se Ping Pong e é aclamado como um herói na sua aldeia, na Tailândia. O cão salvou a vida de um bebé enterrado pela mãe, uma adolescente, no nordeste da país, segundo informou a polícia local este sábado.

O recém-nascido foi enterrado vivo sob uma camada de lixo, na província de Nakhon Ratchasima, no nordeste da Tailândia, mas foi encontrado por Ping Pong no mesmo dia, quarta-feira, 15 de maio.

De acordo com o dono do cão, Ping Pong escavou a terra até terem ficado expostas as pernas da criança, levando os moradores a salvarem o bebé.

“Acho que o cão encontrou o bebé logo depois de a mãe o ter enterrado”, declarou à AFP o representante da polícia Panuvat Udkam, acrescentando que o recém-nascido, entretanto internado no hospital, está em bom estado de saúde.

A mãe, de 15 anos, confessou ter enterrado o seu filho e está a ser processada por tentativa de homicídio, de acordo com o The Guardian. A adolescente disse que estava com medo da reacção do pai pelo facto de ter engravidado, explica o jornal britânico.

A polícia, citada pelo The Guardian, disse que a rapariga “se arrepende do que fez e que agiu por impulso e sem pensar”.

Ping Pong, que é o novo herói da comunidade, tem seis anos, coxeia e apoia-se apenas em três patas, depois de ter tido um acidente, contou o seu dono à BBC, um dos jornais internacionais que partilharam a história.

Fonte: SAPO24

TAILÂNDIA Filhote de elefante é forçado a se apresentar e dançar para turistas em zoo

Foto: Moving Animals

A decadente e cruel indústria do turismo e entretenimento humano faz mais uma vítima, dessa vez o alvo não passa de um bebê elefante, que antes de aprender a ser um animal selvagem na selva com seus iguais é forçado a aprender truques sem sentido sob a ameaça de ser espancado.

E a filhote não é a única vítima da exploração do parque, os demais elefantes cativos que vivem no zoológico na Tailândia são obrigados a fazer poses antinaturais com suas patas dianteiras, pedalar uma bicicleta feita com pneus de carro e pintar quadros, tudo isso em um palco para entretenimento de uma plateia de turistas.

Foto: Moving Animals

Um vídeo pungente mostra como uma bebê elefante, apelidada de Dumbo, é forçada a fazer truques para os visitantes em um show no zoológico de Phuket na Tailândia.

Ativistas afirmam que o jovem animal realiza apresentações por até três vezes ao dia “sob ameaça de um imenso gancho”, nos shows que chegam a ter 20 minutos de duração.

Milhares de pessoas assinaram uma petição online pedindo ao zoológico de Phuket que liberte Dumbo, e permita que ela vá viver em um santuário,

O grupo responsável pela campanha, Moving Animals, afirmou que o animal apresenta um “corpo esquelético” e sugere que ele pode estar sofrendo de desnutrição e exaustão.

Eles também relataram que o animal fica preso por correntes quando não está se apresentando.

Um porta-voz do grupo disse: “Nós assistimos os turistas rindo e tirando fotos e selfies da cena, enquanto o pobre bebê elefante estava com os olhos fechados, silenciosamente sugando o ar por sua o tromba”

Foto: Moving Animals

“A vida cruel que aguarda por Dumbo, o bebê elefante, será de torturas e abusos a serem suportados sem prazo de duração, e então nós começamos uma petição pedindo a sua libertação imediata e envio para um santuário”, disse o representante da ONG.

“Esperamos que em breve ela possa viver em um lugar onde possa ser livre, conviver com seus iguais e sentir paz e tranquilidade, sem qualquer ameaça de dor ou sofrimento ou ser forçada a se apresentar”.

Fonte: ANDA

Tigre é caçado e esquartejado para seu esqueleto ser usado como “remédio afrodisíaco”

A caça é um flagelo no planeta e põe em risco toda a vida selvagem. Ao longo dos anos e rapidamente, milhares de animais entraram em extinção pela ação do homem. Elefantes, rinocerontes, pangolins, tigres e onças são mortos por suas presas, peles, chifres, escamas e outras partes de seus corpos.


Um caçador socou um tigre depois que o animal foi assassinado por partes de seu corpo.

Recentemente, uma cena chocante foi registada e mostra o momento em que um caçador disfere socos em um tigre morto, no meio da mata.

A imagem do “troféu” de uma gangue de caça revela homem com o punho acima da cabeça do animal enquanto ele está montado no gigante felino ensanguentado, no norte da Tailândia.

De acordo com ativistas, uma gangue de caça opera em todo o sudeste da Ásia e tem assassinado animais nas florestas do país para fazer dos seus restos mortais, amuletos “de sorte”, remédios afrodisíacos e decorações. As informações são do Daily Mail.

Os resultados de uma investigação de três meses foram revelados na última terça-feira (22), com autoridades alegando terem capturados os homens que operavam nas fronteiras da Tailândia.

Os trabalhadores da fauna silvestre disseram que os caçadores entrariam na selva pelas fronteiras das florestas para rastrear os animais, antes de matá-los e contrabandear as carcaças para o Vietnã.

Petcharat Sangchai, diretor da ONG Freeland que realizou a investigação, disse: “Não achamos que esta foi a primeira vez desses caçadores na Tailândia e acreditamos que eles estavam planejando atacar novamente”.

As autoridades também disseram que prenderam dois membros vietnamitas do grupo em outubro passado, na província de Nakhon Sawan, no norte da Tailândia, através de uma denúncia de um motorista contratado que suspeitou da carga.

Eles pararam o veículo, inspecionaram a bolsa e descobriram o esqueleto ainda fresco de um tigre e milhares de garras de urso.


A polícia e os oficiais dos animais selvagens tailandeses inspecionam um esqueleto de tigre na província de Nakhon Sawan, Tailândia. A foto surgiu depois que dois cidadãos vietnamitas foram presos com os restos mortais.

A terrível imagem do caçador atacando um tigre foi encontrada ao telefone de um membro da gangue. Isso desencadeou a investigação de três meses para descobrir a rede de caça ilegal.

A polícia então contatou a organização Freeland para assistência analítica usando tecnologia forense digital.

Ela revelou que os caçadores estrangeiros faziam parte de uma organização de tráfico de animais selvagens no Vietnã, que apoia a caça e o contrabando nas florestas da Tailândia, Malásia e Mianmar.

A polícia acredita que eles estavam operando nas regiões fronteiriças há bastante tempo antes de serem pegos.

Segundo Petcharat Sangchai, esqueletos de tigres e garras de urso estão em alta demanda em muitos países do sudeste da Ásia, especialmente no Vietnã.

“O esqueleto do tigre é o ingrediente crucial para a produção de um licor, que acreditam ser um remédio de saúde e para o sexo de idosos. Garras de urso são usadas para ser um amuleto de sorte de virtude e fama”.

A prisão desta não significa o fim da terrível ameaça à vida selvagem na Tailândia. A polícia, guardas florestais e as pessoa devem permanecer vigilantes.

Fonte: ANDA

Jovem elefante morre eletrocutado na Tailândia

Um jovem elefante macho foi eletrocutado na Tailândia depois de tropeçar num esgoto e bater numa placa de restaurante, anunciou a polícia no passado sábado, 15 de setembro.

Jovem elefante morre eletrocutado na Tailândia

Dois treinadores de elefantes estavam a passear com Plai Nam Choke, de 10 anos, – ou “Lucky” em inglês – por uma cidade localizada na província de Samut Prakhan, ao sul de Banguecoque, oferecendo aos transeuntes a oportunidade de alimentá-lo por dinheiro.

Mas Lucky tropeçou num esgoto a céu aberto e bateu numa placa elétrica do lado de fora de um restaurante, disse o polícia Nopporn Saengsawang.

“Recebi um telefonema às 20h30 de que o elefante estava preso no esgoto”, contou. “Provavelmente morreu eletrocutado”.

Alguns socorristas de um grupo de caridade local tentaram fazer reanimação cardiorrespiratória a Lucky, três horas depois de ter caído.

Os dois treinadores foram acusados ​​de andar ilegalmente com o elefante e de crueldade animal, disse Nopporn.

Lucky era da província de Surin, no nordeste do país, lar de uma famosa feira anual de elefantes que apresenta um desfile com paquidermes.

Os elefantes selvagens podem ainda ser observados nas florestas da Tailândia, mas o seu número diminuiu para cerca de 2.700 depois de um pico de mais de 100.000 em 1850.

Um grande número foi domesticado para fins de entretenimento ou turismo, provocando acusações de crueldade contra os animais.

Normalmente, os treinadores são proibidos de andar com elefantes pelas cidades devido a restrições de espaço, mas muitos correm o risco de sofrerem as consequências.

Uma investigação mostrou que os elefantes capturados na natureza e submetidos a uma vida inteira de cativeiro sofrem de “stress” a longo prazo e tendem a viver menos.

Fonte: SAPO24

TAILÂNDIA Ativistas desmascaram grupo no Facebook usado para traficar animais

As descobertas da Traffic serão publicadas esta semana em um relatório sobre o uso do Facebook para o comércio de animais na Tailândia.

Um fiscal de tráfico de animais na Tailândia encontrou uma lista com mais de 1.500 animais vivos sendo oferecidos para venda em um grupo do Facebook. A organização Traffic, que monitora essa atividade, disse que muitas das espécies, apesar de terem proteção internacional, não eram nativas do país e, portanto, as negociações não eram regulamentadas.

As listagens foram encontradas em 12 grupos no Facebook durante um mês em 2016. O Facebook disse que não permitia o comércio de espécies ameaçadas de extinção. Entre as 200 espécies diferentes listadas para venda, estavam duas espécies não-nativas banidas do comércio internacional – a lontra eurasiana e a tartaruga preta.

Alguns dos animais para venda que são proibidos do comércio internacional são nativos da Tailândia, como o calau de capacete e o crocodilo siamês – ambos criticamente ameaçados de extinção – e o urso negro asiático.

Apesar de apenas um calau de capacete ter sido descoberto para venda, a Traffic disse que o status crítico da espécie significava que qualquer número retirado das populações selvagens teria “sérias implicações” para sua sobrevivência.

O órgão antitráfico analisou a adesão dos grupos do Facebook em 2016 e depois novamente dois anos depois. Descobriu-se que, embora dois grupos tivessem deixado de existir, a adesão total havia quase dobrado – de 106.111 em 2016 para 203.445 em 2018.

Os anúncios incluíam animais vivos e mortos, bem como partes de animais em alguns casos. As leis de proteção da vida selvagem da Tailândia não proibiam a venda de 47% das espécies anunciadas – isso às vezes era o caso das espécies não-nativas. Havia 105 espécies para venda, apesar das proteções previstas pela lei tailandesa.

“O crescimento do comércio online de animais selvagens apenas aumentará a pressão sobre espécies não-nativas ameaçadas que atualmente não têm proteção legal ou regulamentação”, disse Kanitha Krishnasamy, diretora regional de atuação da Traffic no sudeste da Ásia, em entrevista à BBC.

Uma porta-voz do Facebook disse: “O Facebook não permite a venda ou comércio de espécies ameaçadas ou suas partes, e nós removemos este material assim que tomamos conhecimento dele. “Estamos comprometidos em trabalhar com o Departamento de Trânsito e com as autoridades policiais para ajudar a combater o comércio on-line ilegal de animais selvagens na Tailândia.”

Cath Lawson, conselheiro-chefe interino da WWF, disse que o comércio ilegal de animais através de sites é uma preocupação crescente. “O comércio ilegal de vida selvagem é um grave problema internacional do crime”, disse ela. “Isso acontece no mundo real, mas também cada vez mais nos espaços digitais. Este é um problema global e precisa de soluções globais, que incluem o aumento da aplicação da lei, a conscientização e a redução da demanda por produtos da vida selvagem”, conclui.

Fonte: ANDA