21 DE JUNHO DE 2018 – A CRUELDADE AVASSALOU OS POUCOS SÁDICOS QUE NO campo pequeno ASSISTIRAM A UMA SESSÃO DA MAIS BAIXA SELVAJARIA

«Algozes. Sedentos de sangue. Carrascos.

Um Touro, sacrificado, caiu na praça depois de ser espetado por um arpão que lhe atingiu um ponto nervoso. Os torturadores tentam levantá-lo, cansado e ensanguentado. A recusa. A dor.

E o “espectáculo” continua para gáudio dos tauricidas que aplaudem esta barbárie.

21 de Junho, Praça de Touros do Campo Pequeno, quase vazia.»

(Abolição Tauromaquia)

É esta barbárie que o governo socialista apoia e promove.

campo pequeno.png

Ver mais fotos aqui:

https://www.facebook.com/abolicao.tauromaquia/photos/pcb.1951019978263771/1951019218263847/?type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina

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MORTE NA ARENA

Esta imagem é terrível.

Nos olhos do Touro a morte espreita exactamente do mesmo modo que nos olhos do torturador de Touros.

https://i0.wp.com/c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb507f199/20274744_BSoD4.pngRepare-se bem: a expressão é a mesma. Animal Touro e animal homem morreram na arena, com uma diferença: O Touro, com honra, porque foi barbaramente torturado, até à morte; o tauricida, desonrado, porque morreu aos cornos do Touro, que cobardemente torturou.

Obviamente não aplaudo a morte do Touro.  Também não aplaudo a morte do carrasco. Mas não serei hipócrita ao ponto de dizer que e a morte do torturador de Touros abala os meus sentimentos.

Não abala. Não sinto nada.

É terrível quando a morte de uma criatura que se assemelha a um ser humano, mas não se comporta como humano, não nos diz nada.

Pelo contrário, a expressão dolorida do Touro esmaga-me.

Esta imagem mostra-nos dois seres que já foram vivos e agora estão mortos e jazem no chão, desfeitos pela mesma morte, que os atacou de modo diferente.

Existe uma diferença brutal no modo como ambos foram mortos.

O Touro, indefeso, que não foi para a arena por sua livre e espontânea vontade, depois de barbaramente torturado, antes e durante a lide, foi morto propositadamente para gáudio de sádicos tauricidas.

O torturador de Touros, que foi para a arena por sua livre e espontânea vontade de torturar e matar um Touro, foi morto porque o Touro, muito legitimamente, reuniu as derradeiras forças para se defender do seu carrasco.

O Touro morreu com Honra. O torturador morreu sem ela.

E é isto que os sádicos aplaudem e que governantes, com cérebros microscópicos, apoiam.

Fonte: Arco de Almedina

A realidade portuguesa…

O que é a tauromaquia 1º

A cada ano, as gentes que se governam com a tauromaquia, recebem 16 milhões de Euros de subsídios, e do Estado, e da União Europeia.

Depois, estas gentes, afirmam que a tauromaquia em Portugal, se financia a si própria, negando, por tanto, que a tauromaquia em Portugal, seja subsidiada. No entanto se negam, também, em nos mostrar provas documentais insofismáveis, que provem sem margem para duvidas, o que afirmam.

Portugal, passa por enormes dificuldades. Não há dinheiro para alimentar as crianças nas escolas; não há dinheiro para as escolas de ensino de musica; não há dinheiro para o teatro; não há dinheiro para os hospitais públicos. Mas para a Selvajaria de Tauromaquia, para aí não falha, há sempre dinheiro.

Depois, as gentes que se governam com a Tauromaquia, em Portugal, também afirmam que o touro não sofre, que o touro nasceu para ser toureado e que com o fim da tauromaquia, o touro extinguir-se-ia. E também aqui, se recusam as nos mostrar provas ético-cientificas que provem o que afirmam.

O touro tem um sistema nervoso central, igual ao nosso. Tal como nós, o touro sente dor, o touro sofre, física e psicologicamente, quando vítima de tortura.

Cada vez são mais os portugueses que exigem a ABOLIÇÃO da Selvajaria da tauromaquia.

O que mantém a tauromaquia em Portugal, são os 16 Milhões de Euros, que anualmente recebe, do Estado e da União Europeia. Se não fossem esses 16 Milhões de Euros de subsídios, a tauromaquia já não existiria em Portugal!

Mário Jorge

Final da temporada 2014 – Mas qual vida de rei?

A vida de rei dos bovinos destinados às touradas é uma falácia. Entre os 8 e os 14 meses de idade, são separados, para sempre, das suas mães. Nesse mesmo dia, sem qualquer medicação que atenue a dor, são marcados com ferros em brasa, o que, em muitos casos, é também complementado com cortes à navalhada nas orelhas (e sabe-se lá mais onde). Não muito tempo depois de todos estes ferimentos sararem (o que por vezes demora por contraírem infecções), são feridos, vezes sem conta, com uma vara de 2,5 m com um aguilhão na ponta. São obrigados a correr diariamente muitos quilómetros (mesmo que estejam adoentados), e sabe-se lá que mais, para no “grande dia” estarem em boa forma física. No dia do transporte para a praça, o stress que lhes causam é de tal ordem que perdem cerca de 10% de peso….

Mas pronto. Se tiverem muitas cicatrizes, dá-se-lhes uma pintura, que isso disfarça-as (as fotos desta publicação, retiradas de um blogue tauromáquico, não deixam dúvidas sobre este aspecto). Espera-se que ninguém repare o quanto emagreceram e ficaram desidratados nas 48 horas anteriores à tourada. Cortam-se-lhes as pontas dos cornos, provocando-se-lhes, muitas vezes, lesões irreversíveis ou até mesmo a morte, mas isso vai sendo o mais possível abafado. Crava-se-lhes ferro após ferro, embrulhado em papel colorido. Há quem grite uns “olés” e até quem toque música. Há decisores políticos que se estão a marimbar para os que não se podem defender. E depois da última tourada da temporada portuguesa, decorrida no passado Domingo, para o ano há mais!

A “vida de rei” do “número 49” da foto durou até ao abate após a tourada à portuguesa do passado Domingo. Para o ano, outros “reis” serão perfurados com as mesmas bandarilhas/ferros que lhe foram cravadas em público e depois arrancadas à navalhada, ainda em vida, já em privado. Só o papel de enfeite será substituído por outro. Tudo isto é demasiado mau para continuar a ser permitido. Felizmente, há cada vez mais pessoas a insurgirem-se contra a tauromaquia e a abolição desta cruel actividade só pode estar para breve.

Fonte: http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2014/11/final-da-temporada-2014-mas-qual-vida.html