DECADÊNCIA United Airlines para de vender atrações do SeaWorld

Mais uma empresa entrou para a lista das companhias que cortaram parceria com o SeaWorld. United Airlines se juntou a Virgin Holidays, Delta, JetBlue, SouthWest, Spirit, Sunwing e WestJet depois de uma campanha organizada pela organização PETA.

Baleias performando em um show no SeaWorld

Além de deixar de vender qualquer coisa relacionada ao parque, a empresa ainda retirou todas as menções do SeaWorld de seu site United Vacations.

“United Airlines fez a coisa certa ao cortar laços com um parque que confina orcas e golfinhos em tanques de concreto que, para eles, são como banheiras”, afirmou a vice-presidente da PETA, Lisa Lange, em entrevista a Plant Based News.

A organização disse que, na natureza, as orcas nadam cerca de 140 milhas (mais de 225 quilômetros) por dia, e os golfinhos-nariz-de-garrafa costumam nadar até 60 milhas (96,5 quilómetros). No SeaWorld, tudo o que podem fazer é nadar em círculos por um espaço pequeno, e 140 golfinhos são distribuídos em apenas 7 pequenos tanques.

Foto: Golfinhos performando no SeaWorld

No início deste mês, dois ex-treinadores do parque denunciaram diversos casos de maus-tratos, inclusive o uso de drogas para acalmar os animais, o que causava úlceras em seus estômagos e outros ferimentos ocasionados por auto-agressão.

Apesar de o SeaWorld negar todas as acusações, é facto que manter as orcas e golfinhos em espaços pequenos, forçar os animais a realizar truques e afastá-los da liberdade não é correto. Além de stressados e sob intensa pressão psicológica, eles ainda vivem assustados e depressivos.

As atitudes tomadas pelas empresas demonstram um avanço no pensamento do público, que enxerga cada vez mais os impactos da exploração animal e não compactua mais com a crueldade.

Fonte: ANDA

BOICOTE Público do SeaWorld despenca em mais de meio milhão de visitantes

O parque SeaWorld teve uma queda significativa de público. Em boicote ao parque, mais de 500 mil, um total de 14% do público, deixaram de frequentar o local

O parque SeaWorld despencou em números de visitantes: mais de 500 mil em relação ao ano de 2017, uma queda representativa, de 14% do público.

De acordo com o San Diego Union-Tribune, a participação geral do público nos parques do SeaWorld caiu uma média de 5,5%. Perdas líquidas de mais de 170 milhões de dólares foram registradas apenas no segundo trimestre de 2017 – tal queda brusca foi creditada à “equívocos” públicos,sobre os tratamentos da vida marinha nos parques, de acordo com o SeaWorld.

Os maus-tratos intrínsecos ao tratamento das baleias no SeaWorld são informações relevantes para que o público se torne contra a esse tipo de “entretenimento” com animais. (Foto: Awionline)
Os maus-tratos intrínsecos ao tratamento das baleias no SeaWorld são informações relevantes para que o público se torne contra a esse tipo de “entretenimento” com animais.

Nem todos os parques do SeaWorld divulgam informações anuais sobre os visitantes, mas é provável que a unidade de San Diego não seja a única localização que teve um número decrescente de visitantes ou queda significativa de lucros.

Conforme informação do Live Kindly, o início deste ano, o CEO da empresa, Joel Manby renunciou ao cargo em meio à contínua queda de participação e lucros. A atitude de Manby fez com que outros dois executivos do SeaWorld também saíssem de seus cargos, sendo eles o diretor criativo da Creative, Anthony Esparza, e o vice-presidente do parque temático Experience Design, Brian Morrow.

Um grande fator determinante dessa reação do público foi o lançamento do documentário da Netflix de 2013, “Blackfish”, que mostra as condições abusivas e exploratórias das orcas nos parques do SeaWorld. Também, a pressão pública no local controverso levou movimentos de boicote ao parque.

O futuro do SeaWorld é questionável, assim como o de circos e lugares que usam animais como entretenimento. (Foto: SeaWorld)
O futuro do SeaWorld é questionável, assim como o de circos e lugares que usam animais como entretenimento.

As mortes de orcas são apenas o começo de preocupações relacionadas ao bem-estar animal levantadas sobre o parque marinho. Os maus-tratos intrínsecos ao tratamento das baleias, presas em tanques, separadas de suas famílias e medicadas devido ao estresse são informações relevantes para que o público se torne contra a esse tipo de “entretenimento” com animais.

Além disso, celebridades de grande alcance midiático, como Harry Styles, se posicionaram contra o SeaWorld, o que ajudou com que turistas frequentadores do estabelecimento começassem o boicote.

Um número crescente de pessoas está se informando, em busca de tomar escolhas mais éticas. Sendo assim, o futuro do SeaWorld é questionável, assim como o de circos e lugares que usam animais como entretenimento, promovendo os maus-tratos como base para o tratamento de espécies abusadas.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Orca órfã exibe feridas profundas decorrentes do estresse no Seaworld

Fotos perturbadoras mostram a condição terrível da orca Makani, de quatro anos, que ficou órfã quando sua mãe Kasatka morreu no SeaWorld San Diego, nos Estados Unidos

Nas imagens, é possível ver seu corpo coberto com marcas profundas, ferimentos provocados pelos dentes de outras orcas mantidas em cativeiro no parque.

As lutas entre orcas confinadas e frustradas são relativamente comuns, pois os animais estressados são muitas vezes incompatíveis e e vivem em recintos estéreis e apertados.

Porém, John Hargrove – ex-treinador do SeaWorld que se tornou um defensor das orcas – explica que sempre que uma jovem orca do sexo masculino em cativeiro é separada da mãe, ela é muitas vezes vítima de outros machos aprisionados no mesmo local.

Por isso, muitas vezes ela prefere ficar isolada ao invés de ficar com sua própria espécie devido ao medo de sofrer ataques. De acordo com uma testemunha, Makani chegou ao ponto de sair da água para fugir das agressões.

Na natureza, Makani ficaria ao lado da mãe durante décadas. Grupos familiares consistem em uma mãe, seus filhos e filhas adultas e seus descendentes. Os membros do grupo se comunicam por meio de um dialeto específico.

O SeaWorld sabia que Kasatka sofria de uma infecção bacteriana no pulmão há pelo menos três anos quando a inseminou artificialmente mais uma vez em 2011 e a obrigou a ter Makani, seu quarto filhote explorado no parque.

Um vídeo feito em 2016 mostra como Makani ainda era extremamente dependente da mãe.

A fonte da PETA, chamada de “Chelsy S.”, é uma estudante de biologia marinha que foi detida pelo SeaWorld San Diego ao documentar a saúde ruim de Kasatka. Ela também fez uma filmagem de orcas que parecem lutar umas com as outras em um minúsculo tanque de concreto em Maio deste ano.

“Agora que Kasatka se foi, temo pela vida de Makani. Ainda que ela estivesse viva, era a mais agredida [orca] no parque. Eu o chamo de ‘Frankenstein’ porque ele está tão mutilado. Só posso imaginar o que irá acontecer agora que ela se foi. … Nunca perdoarei o SeaWorld pelo que fizeram”, disse Chelsy.

Fonte: ANDA

SeaWorld: Don’t Imprison Dolphins and Whales in New Asian Theme Parks!

É muito importante que esta petição, seja assinada.
O Sew World, é o mais importante show, com golfinhos e baleias do mundo. E o seu fim, será decisivo, para que futuramente, todos os shows com golfinhos e baleias, pelo mundo fora, (incluindo em Portugal), tenham fim, pois o lugar dos golfinhos e das baleias, são os oceanos, livres e em paz e sossego, e não presos/as em instalações como estas, para que pessoas se possam divertir, as custas do seu sofrimento!


The Chinese Zhonghong Zhuoye real estate group recently invested in SeaWorld, and acquired the rights to develop SeaWorld Parks in China, Hong Kong, Macau, and Taiwan. Although SeaWorld has agreed not to send orcas to Asia, the company still may send dolphins and other whales. The Zhonghong Zhuoye Group also may acquire orcas from other sources. We must convince SeaWorld and the Zhonghong Zhuoye Group not to imprison marine mammals in any new parks.

People around the world are learning that marine mammals suffer immensely and die prematurely in captivity.Denied the freedom of the ocean, these intelligent, family-oriented animals float listlessly or swim in circles in small, barren concrete tanks,” PETA President Ingrid Newkirk commented.

As an animal lover, I am horrified by the suffering of captive orcas and other marine mammals. There are numerous accounts of these magnificent creatures chewing on the concrete sides of their tanks, banging their heads against metal gates, and showing unnaturally violent and even psychotic behavior. In China, there are no federal animal welfare laws. For this reason, the abuse of marine mammals imprisoned in China would likely be even more horrific than that which occurs in other parts of the world.

Please sign this petition urging SeaWorld CEO Joel Manby to prohibit the use of marine mammals in any new parks. This petition will also be delivered to the Zhonghong Zhuoye Group – letting them know that people around the globe will not support parks that abuse marine mammals.

This petition supports the work of numerous animal welfare organizations, including PETA, Sea Shepard Global, and the Animal Legal Defense Fund, which have already requested that any new SeaWorld parks not hold animals captive for entertainment purposes.

ASSINAR PETIÇÃO

conteúdo anda Denúncia: Orcas do Seaworld agridem umas às outras por estresse

orca-ferida

Parece que a violência no SeaWorld ainda está longe de acabar.

A convidada do Seaworld Ashley Miller foi a um show da baleia Shamu no sábado e viu mais do que gostaria. A apresentação incluiu duas jovens orcas – as gêmeas Sakari e Kamea – que demonstraram não estar nem um pouco interessadas em participar do “espetáculo”.

“Esperavam delas que fizessem vários truques, mas as duas decidiram que preferiam brincar ao invés de obedecer ordens,” contou Miller ao The Dodo. “De repente elas ficaram entediadas e começaram a brigar, atingindo uma à outra de forma violenta.”

“Foi ficando cada vez mais agressivo, mas os treinadores apenas deram risada e disseram que estavam brincando e não fizeram nada para impedir,” relatou.

Até que as duas baleias desapareceram da superfície e continuaram as agressões. Quando emergiram novamente, Sakari estava com o queixo sangrando.

Foto: Reprodução/Ashley Miller

“Não sei dizer se ela foi mordida ou bateu na parede, mas imediatamente o treinador tentou esconder o que estava acontecendo,”explicou Miller.

As fotos provam que Sakari estava realmente ferida, apesar dos esforços da equipe para omitir a crueldade.

No mês passado o SeaWorld anunciou que deixaria de criar orcas para explorar em seus shows, mas a nova polêmica é se a geração de baleias atual será enfim libertada do cativeiro – e de episódios violentos como esse.

O SeaWorld admitiu que Sakari se machucou, mas providenciou cuidados veterinários e alegou que ela já está se recuperando. “É normal que as orcas causem pequenos ferimentos umas às outras,” declarou a diretora Aimée Jeansonne Becka.

Mas vários especialistas já disseram ao The Dodo que as brigas entre orcas não são normais na natureza. As baleias presas no SeaWorld estão confinadas em tanques minúsculos em comparação ao seu habitat e vivem sob intenso estresse, tendo como consequência o aumento da violência entre os animais.

E os incidentes vão muito além de arranhões. Dr. Heather Rally, um veterinário especializado em animais marinhos e afiliado ao PETA, já relatou ter visto orcas com grandes marcas de mordidas quando visitou o SeaWorld.

Há até mesmo episódios fatais. Em 1989 uma orca chamada Kandu quebrou sua jaula violentamente, teve um rompimento arterial e morreu de hemorragia na frente do seu filhote.

Enquanto o SeaWorld insistir em manter orcas aprisionadas em seus tanques, a violência vai continuar. Infelizmente, os direitos animais estão bem distantes dos valores do parque, assim como qualquer estabelecimento que lucra em função da exploração animal.

Fonte: ANDA

Conteúdo ANDA Unna foi a 38ª orca a morrer no SeaWorld

Divulgação

A expectativa de vida de uma orca na natureza é em média 50 anos, mas há registro de algumas que viveram mais de 100 anos.

A orca Unna que morreu aos 19 anos, conforme a ANDA divulgou em primeira mão no Brasil, não viveu metade do tempo de vida do esperado, assim como as 38 orcas que já morreram nos tanques do SeaWorld.

Como Unna nasceu em cativeiro, ela jamais soube o que era a sensação de nadar livre por milhas no oceano.

Além disso, foi separada de sua mãe por volta dos 6 anos. Ela era filha de Tilikum, a orca que foi objeto de Blackfish, documentário que divulgou a crueldade em manter animais grandes e inteligentes em cativeiro.

O SeaWorld tem divulgado que a infecção fúngica é comum em cetáceos. No entanto, não há evidência que isso ocorra nas baleias que vivem em seu habitat natural.

Segundo o Capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society, Unna morreu por ter vivido numa prisão, comprometendo seu sistema imunológico devido aos anos de escravidão.

Protestos em Orlando

Ativistas da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) fantasiados de orcas recepcionaram os turistas no Aeroporto Internacional de Orlando para orientá-los sobre a crueldade cometida contra as baleias no SeaWorld.

Os manifestantes alertaram os visitantes que enquanto eles estão desfrutando das férias com a família, o SeaWorld separou 19 orcas de seus filhotes.

Divulgação

Além de serem separadas de suas famílias, as orcas são impedidas de nadar livremente por longas extensões para serem forçadas a flutuar ou nadar em círculos intermináveis ​em tanques de água tratada quimicamente no SeaWorld.

E as baleias ainda têm que realizar truques para serem alimentadas.

Este constante estresse tem provocado um comportamento anormal, motivo pelo qual uma orca por ano tem morrido nos tanques em idades muito bem inferiores do que se estivessem na natureza.

Fonte: ANDA

Mais uma boa notícia. Mais uma vitória, na luta pela erradicação da utilização de animais não-humanos, para divertimento publico! SeaWorld pondrá fin a sus espectáculos con orcas en California

Los responsables del SeaWorld de San Diego (California) anunciaron este lunes que acabarán con los espectáculos de orcas desde el año 2016. AnimaNaturalis

SeaWorld pondrá fin a sus espectáculos con orcas en California

Los responsables del SeaWorld de San Diego (California) anunciaron este lunes que acabarán con los espectáculos de orcas desde el año 2016.

El anuncio se produce después de que la compañía propietaria de SeaWorld haya estado sometida a una intensa presión por parte de grupos defensores de los derechos de los animales, que en los últimos años han denunciado las “penosas condiciones” en las que viven esos cetáceos en cautividad.

Desde SeaWorld señalaron que en 2017 estrenarán un nuevo evento de carácter “informativo” con las orcas, que se llevará a cabo en un entorno más natural y tendrá un mensaje “medioambiental que inspirará a la gente a actuar“.

La imagen de Seaworld se vio seriamente dañada en 2013 con el estreno del documental “Blackfish”, que desató un intenso debate en EE.UU. sobre la manera en las que las orcas viven en los parques acuáticos.

El filme, que SeaWorld calificó de “vergonzoso, engañoso y sin ninguna base científica“, muestra cómo estos animales sufren las secuelas de ser separados de sus familias y verse obligados a pasar el resto de sus vidas en enormes tanques de agua.

Además, en el documental aparecen varios exempleados de la compañía que ponen en entredicho las normas de seguridad de los parques y acusan a sus antiguos jefes de ocultar los accidentes que se producen para no dañar el lucrativo negocio que supone mantener a las orcas en cautividad.

En el anuncio de este lunes los responsables de SeaWorld no dijeron nada sobre el fin de sus espectáculos con orcas en estos dos últimos parques ni en los que poseen fuera de EE.UU.

Tras la controversia desatada por “Blackfish”, SeaWorld inició una intensa campaña de relaciones públicas en los medios de comunicación, haciendo hincapié en el trabajo de conservación de la fauna marina que se hace en sus parques. Hace unos meses anunciaron que pretenden gastar US$100 millones para ampliar los tanques en los que viven las orcas en San Diego.

La Comisión Costera de California puso como condición para aprobar esa ampliación que SeaWorld acabe con su programa de cría de orcas en cautividad, algo a lo que los responsables de la compañía se niegan.

El pasado viernes, el congresista demócrata por California Adam Schiff anunció que piensa presentar un proyecto de ley que prohíba la cría en cautividad de estos cetáceos, la captura de ejemplares salvajes y su importación y exportación.

Ben Williamson, director internacional de PETA, considera “necesario e inevitable” que SeaWorld acabe con sus espectáculos de orcas, aunque cree se tiene que poner fin a su cautividad. “La decisión que han tomado es como dejar de usar leones en un espectáculo de circo pero mantenerlos encerrados en jaulas“, añadió.

Deben dejar de utilizar a las orcas y construirles santuarios en el mar en los que puedan experimentar un entorno natural y puedan vivir como les corresponde“, señaló el representante de PETA.

Fonte: ANIMANATURALIS