ATENÇÃO E CUIDADO Ursa polar desnutrida que revirava lixo atrás de comida passa por tratamento e se recupera

Marta foi flagrada em Junho caminhando no meio da cidade russa de Norilsk, vagando entre os carros e revirando restos em busca de comida. Magra e doente a ursa foi recolhida e tratada
Martha atualmente | Foto: Aleksandr Kuznetsov
Martha actualmente 

Uma ursa polar magra e desnutrida que foi encontrada vagando pelas ruas de uma cidade russa depois de caminhar por quase 1.000 milhas de seu lar e habitat no Ártico -no auge do verão – se recuperou e está pronta para voltar para casa.

Imagens da ursa que sofria de “desnutrição extrema” correram o mundo depois que ela foi fotografada vasculhando o depósito de lixo na cidade de Norilsk em Junho.

Mas a ursa – que foi baptizada de Marta – agora está saudável novamente. Para poder tratá-la os especialistas tiveram que sedá-la e levá-la em um voo por cerca de 1550 quilómetros para Krasnoyarsk, para que ela pudesse ser reabilitada.

Infelizmente o único local que contava com os equipamentos, medicamentos, profissionais e alojamento adequado para atender Martha no país era o centro de reabilitação em um zoológico.

Em unho, a ursa pesava apenas algo em torno de 100 kg. Seu peso aumentou para 152 kg depois que ela recebeu uma dieta especial de carne crua, peixe fresco e codornas.

Novas fotos recentes de Marta agora mostram a ursa parecendo mais feliz e brincando em sua própria piscina.

Um porta-voz do centro de reabilitação onde ela foi tratada, Royev Ruchei, disse: “Durante meses, os veterinários literalmente lutaram por sua vida”.

Uma dieta especial foi elaborada juntamente com o tratamento recomendado para ela. Seu peso era verificado diariamente.

A ursa quando foi encontrada, revirando lixo | Foto: Zapolyarnaya Pravda/The Siberian
A ursa quando foi encontrada, revirando lixo 

“Hoje ela pesa pouco mais de 150 kg, está se sentindo muito, muito melhor, como se pode ver”, disse o porta-voz.

Agora ela está oficialmente “fora de perigo”, embora a data de sua volta à natureza ainda não tenha sido divulgada.

Um vídeo feito na cidade de Krasnoyarsk mostra como a ursa melhorou.

Ainda não está claro como foi que a ursa polar apareceu tão longe de casa na costa do Árctico quando se aventurou em Norilsk e foi filmada na cidade.

Ela foi o primeiro urso polar visto na cidade em meio século.

Ursa vagando pela cidade russa | Foto: Zapolyarnaya Pravda/The Siberian
Ursa vagando pela cidade russa 

Uma teoria é que ela percorreu pelo menos 335 milhas para o interior do continente – o que esses animais geralmente não fazem.

Outra é que ela foi capturada por caçadores como filhote e criada em cativeiro, e depois fugiu ou foi libertada, o que pode explicar porque ela não tinha medo de humanos quando estava na cidade.

Quando capturada pela primeira vez em Junho, a ursa estava surpreendentemente calma e à vontade ao ser colocada na jaula.

Martha atualmente, expressão renovada | Foto: Aleksandr Kuznetsov
Martha actualmente, expressão renovada 

Isso poderia significar que a Martha enfrentará dificuldades se ela for devolvida à natureza.

Alguns especialistas aventam a possibilidade dela viver em cativeiro caso seja considerada muito mansa para ser mandada de volta ao Árctico.

No entanto nenhuma informação oficial foi divulgada até o momento segundo o Daily Mail.

Fonte: ANDA

ABUSO E CRUELDADE Urso explorado por circo se revolta contra treinador e leva choque eléctrico na frente da plateia

Obrigado a fazer truques anti-naturais por meio de treinamentos cruéis e dolorosos, o animal selvagem abandona a performance e ataca o treinador enquanto a plateia foge apavorada
Foto: Anna Liesowska/east2west news
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento terrível em que um urso explorado por um circo se revolta contra seu treinador no meio de uma performance e é cruelmente electrocutado. O incidente ocorreu na Rússia.

O urso pardo estava no meio de um dos inúmeros truques anti-naturais que era obrigado a fazer, empurrando um carrinho de mão durante o show, que acontecia na região oeste da Carélia, quando se lançou contra o treinador, derrubando-o no chão.

O animal pode ser visto tentando morder a cabeça e o pescoço do homem, enquanto as crianças sentadas a poucos metros de distância gritam desesperadamente, sem qualquer barreira de segurança entre elas e o palco.

A plateia pode ser ouvida gritando no vídeo, quando outro funcionário do circo aparece e chuta o animal.

O enorme urso de 600 libras ainda foi ferido por um dispositivo de choque eléctrico em seguida, enquanto o público fugia para a única saída disponível no circo itinerante.

O treinador atacado pelo urso foi considerado “ferido”, mas nenhum detalhe sobre a gravidade dos ferimentos foi dado, segundo informações do Daily Mail.

Os pais que levaram seus filhos para assistir a tal espectáculo de exploração e crueldade, expondo-os a riscos desnecessários, mostraram-se assustados com a situação.

Foto: Anna Liesowska/east2west news
Galina Gurieva, 27, mãe de uma criança que assistia ao show e que foi quem filmou a cena angustiante na cidade de Olonets, disse: “Meus joelhos ainda estão tremendo. Fiquei chocada por não haver cerca para a segurança dos espectadores, dado o tamanho do urso”.

Outro pai disse: “Os espectadores correram para fora em pânico, inclusive eu”.

Foto: Anna Liesowska/east2west news
Mais um visitante postou: “Era um urso enorme e eles perderam o controle dele”.

Outro disse: “No começo, por alguns segundos, durante a gravação do vídeo, todos pensaram que aquilo tudo fazia parte do show. Mas quando o assistente começou a chutar o urso e puxou a arma de choque, o pânico começou. As pessoas se levantaram e correram para a saída”.

Testemunhas contam que após o choque eléctrico, o pobre urso ainda caminhou em “um estado desesperado pela arena, sem saber para onde ir”.

Foto: Anna Liesowska/east2west news
O urso é usado como atracção principal no Anshlag Tent Circus e a participação dele foi anunciada como “Truques espectaculares com arco e carrinho de mão”.

Um pai disse: “Esperávamos ver filhotes fofinhos e eles trouxeram um enorme urso pardo. Não havia protecção para crianças e adultos”.

Autoridades policiais e de segurança estão investigando o incidente.

Os circos itinerantes com performances de animais vivos continuam populares na Rússia, apesar das crescentes campanhas de proibição ou restrições em tais shows pelo mundo todo.

Os circos itinerantes com performances de animais vivos continuam populares na Rússia, apesar das crescentes campanhas de proibição ou restrições em tais shows pelo mundo todo.

Foto: east2west news
O lugar de animais selvagens como leões, ursos e elefantes é na natureza, onde nasceram e onde vivem em seu habitat ideal. Afastar um animal selvagem do seu ambiente natural é uma violência contra esses seres livres, que em cativeiro podem se tornar violentos e agressivos.

Animais explorados para entretenimento são treinados sobre métodos de intensa crueldade, submetidos a todo tipo de sofrimento que envolvem fome, sede, frio, espancamentos, choques e surras com chicotes.

Assistir ou levar crianças para assistir esse tipo de abuso é alimentar essa indústria cruel que funciona por meio do sofrimento desses seres inocentes.

Fonte: ANDA

Foto: east2west news

ABUSO E CRUELDADE Urso é cruelmente amarrado em grade para servir de propaganda para circo

No vídeo o urso pode ouvido gemendo, uivando enquanto tenta se libertar das cordas que o prendem, as imagens comoventes causaram revolta no mundo todo

Urso preso chora por socorro | Foto: The Siberian Times
Urso preso chora por socorro

Um vídeo comovente de um urso negro gemendo enquanto é usado como um anúncio para um circo causou indignação na Rússia.

O animal jovem estava amarrado pelas patas traseiras a uma cerca do hospital local como propaganda de um circo itinerante que estava na na cidade de Bodaybo, conhecida como centro de mineração de ouro.

O urso-negro asiático, também conhecido como urso do Himalaia, parecia angustiado e gemia lamentando-se e tentando se libertar bem diante dos habitantes locais.

O vídeo gerou uma onda de fortes protestos online. “Este ursinho está chorando, ele não está feliz”, disse um comentário.

“Pessoas, acordem, o que vocês estão fazendo?” disse outro.

Houve também denúncias de que o animal estaria com fome ou ferido.

“Isso é pura crueldade e os circos devem ser proibidos”, disse uma pessoa.

Urso preso chora por socorro | Foto: The Siberian Times
Urso preso chora por socorro

Mas a autoridade local responsável, Elena Stepanova, chefe do departamento de cultura da cidade, riu dos gritos do urso e defendeu o circo itinerante e seus animais selvagens.
Ela até alegou que o animal estava “cantando” e se comportando como uma “garotinha”, negando que estivesse em perigo ou sofrendo.

Stepanova alegou que as crianças ficaram encantadas com o show de circo e os vários ursos presentes nele – incluindo o urso “alegre” e chorão.

O direCtor de circo, Evgeny Zakharov, afirmou que o urso amarrado estava “conversando” com as pessoas.

Caminhão do circo itinerante | Foto: The Siberian Times
Caminhão do circo itinerante

“Não achei que esse vídeo causasse tanta negatividade”, afirmou ele.

“Naquele exato momento, um treinador estava ali por perto, prestes a dar salsichas para os ursos”.

Vergonha e pesar

Cenas grotescas como essas, onde um animal é tratado com total desrespeito, amarrado a uma cerca, e mantido como propaganda para um circo são resultado de crenças como o especismo, em que o ser humano se coloca como centro do planeta, superior aos demais seres, e por isso livre para fazer o que desejar seus companheiros de planeta “inferiores” a ele.

Isso inclui, matar, vender, comer como alimento, explorar, ferir, expor, e dispor como lhe for conveniente.

Animais são seres sencientes, eles sentem, amam, sofrem, compreendem o mundo ao seu redor. Reduzir um ser belo, livre e selvagem como um urso negro, a uma marionete caricata de circo, fazendo truques anti-naturais por comida, sendo chicoteado para obedecer aos caprichos do “treinador” e divertir uma plateia é uma tentado a dignidade e a vida desses animais.

Longe de motivos de aplausos, esse tipo de exploração é uma mancha na história da humanidade que causa apenas vergonha e pesar.

Fonte: ANDA

Circo transporta elefantes por 16 mil km através do gelo siberiano para realização de shows

O circo Togni mudou-se para a Rússia depois que animais foram proibidos em shows de circo na Itália e está na estrada há dez meses desde então, viajando por uma distância de mais de 10 mil milhas

Foto: The Siberian Times

Elefantes explorados por um circo itinerante foram forçados a viajar mais de 16 mil km pela Sibéria para se apresentar nas cidades russas onde animais em circos não são proibidos.

Activistas pelos direitos dos animais expressaram revolta e indignação sobre a jornada tortuosa em que elefantes, tigres e outros animais são transportados pela Rússia em caminhões apertados num frio para o qual não estão adaptados.

Uma petição contra a crueldade e abuso praticados pelo circo já reuniu quase 100 mil apoiadores.

Foto: The Siberian Times

No entanto, os directores do circo dizem que os animais “amam o que fazem” e insistem que os caminhões são aquecidos e os elefantes são limpos e alimentados regularmente.

O circo Togni mudou-se para a Rússia depois que animais foram proibidos em shows de circo na Itália e está na estrada há dez meses desde então, viajando por uma distância de mais de 10 mil milhas (cerca de 16 mil km).

Ano passado, o circo viajou de Kazan para se apresentar em Krasnoyark, Irkutsk e no posto avançado de Vladivostok, já no Pacífico, entre outras cidades.

Alguns dos elefantes foram vistos enquanto o circo passava pela cidade de Yakutsk, uma das cidades mais frias do mundo.

“Alguns países europeus como a Itália proibiram todos os animais em circos itinerantes porque essas apresentações são cruéis – mas o circo deu um jeito e chegou à Rússia, onde as tortuosas distâncias percorridas são ainda maiores, as mais longas do mundo”, disse um activista pelos direitos animais.

Foto: The Siberian Times

“Proibindo a crueldade na Itália, eles pioraram a situação na Rússia para os mesmos animais”, lamentou ele.

Irina Novozhilova, do grupo de direitos animais VITA, disse ao Siberian Times: “As condições não serão humanas em nenhum circo, por uma simples razão. O treinamento anda de mãos dadas com a crueldade”.

“No caso dos elefantes, isso significa usar ganchos e máquinas de choques eléctricos. Essas descargas de electricidade causam pequenos ataques cardíacos nos animais”, diz a activista, “Os animais nessas trupes itinerantes enfrentam espancamentos e fome, os circos que fazem passeios viajam centenas de quilómetros de uma só vez”, continuou ela.

Foto: The Siberian Times«

Outro facto menos conhecido é que existe uma cota de anestesia de animais em caso de acidente, mas se algo acontecer, a cota existente não será suficiente para um único elefante.

“Digamos que, se um elefante quebrar sua perna, não haverá como anestesiá-lo”.

“Não dúvidas de que os circos são sempre cruéis além dos limites. E circos com animais devem ser proibidos” ressaltou a activista.

A distância percorrida pela trupe de Togni – de uma das maiores dinastias de circo do mundo – é o equivalente a uma viagem de Londres ao posto avançado mais oriental da Rússia, Pevek, segundo o Siberian Times.

Mas o director de arte russo do circo Togni rejeitou as reclamações.

Foto: The Siberian Times

 

“Esses circos são tradicionais”, disse Sergey Bondarchuk ao Siberian Times, “Nós amamos muito nossos animais, eles são nossa família”.

“Eles também amam o circo, ficam entediados sem trabalho. Nossos animais viverão e morrerão connosco, não sobreviverão na natureza”.

“Mover o circo para Yakutsk era uma ambição de longa data para toda a trupe”, disse ele.

“Tanto os italianos quanto eu estávamos sonhando em nos apresentar em Yakutsk, estávamos sonhando com essa viagem porque o circo de Yakutsk é o mais setentrional de todos”, disse director do circo.

Foto: The Siberian Times

“Os caminhões têm ar condicionado e aquecimento e, nas estradas da Sibéria, paramos a cada três horas para limpar e alimentar os animais”, ele insistiu.

“Viajar pelas vastas distâncias da Sibéria foi ‘difícil’, mas os animais são como crianças para nós”, continuou ele, “Se algo acontecer com eles, perdemos nossos empregos”.

O circo está actualmente em Kemerovo, uma capital famosa pela actividade de mineração de carvão.

Fonte: Anda

HORROR Milhares de cães foram mortos durante testes de substância usada para envenenar ex-espião russo

Cientistas russos mataram e torturaram milhares de animais enquanto faziam testes no agente nervoso que envenenou um ex-espião e sua filha

Devido ao seu conteúdo, optei por só postar o link do artigo:

https://www.anda.jor.br/2018/03/milhares-de-caes-foram-mortos-durante-testes-de-substancia-usada-para-envenenar-ex-espiao-russo/

CONTEÚDO ANDA Raposas e visons praticam canibalismo para tentar sobreviver em fazenda de pele

Fotos chocantes revelam as terríveis condições dentro de uma fazenda de pele russa apelidada de “Auschwitz para os animais”, onde visons e raposas famintos têm recorrido ao canibalismo para sobreviver

Cerca de 2500 visons morreram devido à “fome e à mal nutrição” na fazenda de Pryazhinskoye, na Karelia, no Norte do país, uma região favorecida por Vladimir Putin durante as férias de verão, segundo a equipe que trabalha na área.

Vison faminto implora por comida

Os visons e as raposas são criados e mortos para a produção de chapéus e casacos de inverno, mas, com a crise de financeira, eles recebem apenas uma fração dos alimentos de que necessitam para sobreviver.

Desde 1º de Outubro, em torno de 2500 visons faleceram. Alguns registros dizem que 1500 morreram em três dias e que há casos de sobreviventes que comiam os cadáveres.

Os 10 mil visons e 2700 raposas restantes devem ser assassinados em Novembro. Porém, agora suas condições são consideradas muito precárias para a produção de peles de boa qualidade e não está claro o que ocorrerá na fazenda.

“Os visons vivem em pares aqui. Se um deles morrer, o outro o come. As raposas também estão comendo as outras”, disse um funcionário da propriedade.

Cerca de 100 funcionários se demitiram porque seus salários não foram pagos. Imagens perturbadoras mostram visons muito magros, assim como pilhas de cadáveres, o que fez o local ser chamado de “Auschwitz para animais” nas mídias sociais, revela o Daily Mail.

Raposa desnutrida

Raposas enlouquecidas e que enfrentam um enorme sofrimento saltam repetidamente em suas minúsculas gaiolas. Os promotores locais ordenaram que veterinários inspecionem a fazenda, que é registrada como uma propriedade pertencente principalmente ao empresário estônio Aivo Hallist.

De acordo com a imprensa russa, Hallist disse que só soube sobre a crise crescente na semana anterior. No dia 28 de Setembro, foi informado que ele se comprometeu a pagar os funcionários nas duas semanas seguintes. A equipe diz isso não ocorreu e muitos desistiram desde então.

O ministro regional da agricultura, Vladimir Labinov, compareceu ao local depois que histórias chocantes foram divulgadas pelos meios de comunicação russos. Os registros de alimentação mostrados a ele evidenciaram que, em quatro dos 12 dias, os animais não foram alimentados. Nos outros dias, eles receberam pequenas rações.

Cadáver de animal em fazenda

Ainda que as raposas mortas pela indústria da pele devam ser alimentadas com 500 gramas por dia segundo os padrões russos, os animais receberam 56 gramas por refeição.

Labinov confessou que os animais “não estão recebendo alimento suficiente”, mas, em seguida, alegou que “estão em condições satisfatórias”.

Ele negou ter visto quaisquer casos de canibalismo e argumentou que muitas mortes ocorreram devido à falta de vacinas na fazenda desde Maio. Amostras dos animais mortos foram enviadas para serem testadas para doenças animais graves, incluindo o botulismo e a doença de Aleutian que afetam os visons.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Rússia explora baleias doentes em treinamento militar

A Rússia planeja explorar baleias brancas para proteger suas bases navais e até mesmo matar intrusos.

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Uma reportagem da emissora de televisão TV Zvezda, propriedade do Ministério da Defesa da Rússia, mostrou que os mamíferos marinhos também têm sido forçados a “auxiliar mergulhadores de águas profundas”.

O crescente interesse pelo abuso de baleias para atividades militares ocorre quando o presidente Vladimir Putin tenta aumentar a presença do Kremlin no Ártico.

“Trata-se principalmente sobre baleias brancas com sonares altamente sensíveis”, afirmou a reportagem, acrescentando vergonhosamente que o desempenho das baleias nas tarefas militares não era “tão confiável quanto o de focas”.

O plano era que as baleias brancas trabalhassem nas entradas das bases navais. “Mas (elas) se mostraram animais muito delicados – ficaram doentes depois de nadar nessas águas polares frias”, completou a TV Zvezda, em uma declaração inacreditável.

Nesse cenário extremamente grave, focas e golfinhos foram treinados para fins militares durante a Guerra Fria por inimigos dos EUA e da Rússia, revelou a reportagem do Daily Mail.

As focas são consideradas “mais eficazes” em comparação com as baleias, já que a Rússia constrói sua força naval no Ártico, de acordo com o The Siberian Times.

“Mesmo após um intervalo de treinamento de um ano, a foca manterá todos os comandos orais em sua memória”, disse o veículo.

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Um programa financiado pela Academia Russa de Ciências financiou a realização de uma pesquisa em focas de diversas espécies e em golfinhos.

Segundo a Zvezda, os animais foram forçados a localizar minas e erguer objetos de águas profundas na pesquisa feita no Murmansk Sea Biology Research Institute.

Foi reportado que as focas Erignathus são consideradas “combatentes subaquáticos de forças especiais” nas condições do norte da Rússia.

Um contrato aberto mostra que o Ministério da Defesa comprou, em 2016, cinco golfinhos com nariz de garrafa com idades que variam de três a cinco anos.

Os EUA são conhecidos por explorar animais marinhos para procurar pessoas desaparecidas no mar, localizar minas e encontrar e levantar objetos do fundo dos oceanos.

Putin reabriu antigas bases militares soviéticas no Ártico e quer ter o direito de explorar recursos energéticos na região polar.

Fonte: ANDA