AGORA QUERO VER O QUE SE VAI PASSAR POR CÁ!

PS critica postura e "fake news" do PSD local - Labor

Agora quero ver o que se vai passar por cá!

Estamos todos a ver, que o Governo espanhol que é principalmente do Partido Socialista Espanhol, não está pelos ajustes, e não vai financiar com um euro, sequer o sector tauromáquico, devido à crise do covid-19.

Todos nós sabemos, que cá, o sector tauromáquico, é gerido por meia dúzia de famílias, que são podres de ricas.

Todas estas famílias, apesar se serem riquíssimas, têm, ano após ano, recebido 16.000.000 de € anuais de subsídios, da União Europeia e do Estado.

E agora; andam, tal como em Espanha, a fazer lobby, junto do governo, para financiar o sector tauromáquico. Só que em Espanha, já lhes foi dito, e bem dito; que não há dinheiro para a tauromaquia. Há para o cinema e teatro, por exemplo, mas não há para o sector tauromáquico.
E agora; o que se irá passar por cá?
Será que o governo, que é igualmente socialista, vai agir da mesma forma que o seu congénere espanhol?! – Só nos resta esperar para ver!

Mário Amorim

Para memória futura da tauromaquia em Portugal: quando cerca de 40 deputados socialistas perdem a noção do razoável

Como é sabido, cerca de 40 deputados do Partido Socialista foram “obrigados” (dizem eles) a votar contra a sua vontade, pelo aumento do IVA das Touradas. Mas isto não é normal?

E porque (dizem eles) a tal foram obrigados, fizeram uma declaração de voto, e foi então pior a emenda que o soneto, porquanto, nessa declaração, deixaram bem demonstrada uma tremenda falta daquele bom senso e Saber esperados de gente que se candidata a tão elevado cargo público. Uma vergonha!

Para que fique registado no Livro Negro da Tauromaquia em Portugal, que está a ser escrito, para memória futura, aqui ficam os nomes dos 38 deputados afectos à selvajaria tauromáquica, que votaram contrariados o aumento do IVA, e a vergonhosa declaração de voto que fizeram, na qual misturaram alhos com bugalhos, numa atitude deveras inaceitável, para quem ocupa o cargo de deputados da Nação.

PARLAMENTO.png

Que habilitações literárias terão estes deputados, para insistirem na selvajaria tauromáquica como uma “tradição cultural”, ou “cultura do gosto”, completamente insensíveis ao sofrimento atroz dos Touros e dos Cavalos; ou para que usem a ruralidade como expressão da actividade tauromáquica, insultando com esse lixo o verdadeiro mundo rural?

António Gameiro
Ascenso Simões
Carlos Pereira
Clarisse Campos
Cristina Jesus
Cristina Sousa
Eurídice Pereira
Fernando Paulo
Hugo Costa
João Castro
João Gouveia
João Miguel Nicolau
João Paulo Pedrosa
Joaquim Barreto
Jorge Gomes
José Manuel Carpinteira
José Rui Cruz
Lara Martinho
Lúcia Araújo Silva
Luís Moreira Testa
Manuel Afonso
Mara Lagriminha Coelho
Marcos Perestrello
Maria da Luz Rosinha
Norberto Patinho
Nuno Sá
Palmira Maciel
Pedro Cegonho
Pedro Coimbra
Pedro do Carmo
Raul Castro
Ricardo Leão
Ricardo Pinheiro
Santinho Pacheco
Sérgio Sousa Pinto
Sofia Araújo
Telma Guerreiro
Vera Braz

***

Declaração de Voto (*)

(Nota: os excertos a negritoentre parêntesis, são da responsabilidade da autora do Blogue, não são opiniões, mas tão-só factos, mais do que comprovados, e que fazem parte da história negra da tauromaquia em Portugal).

«Portugal é um espaço de tolerância, de respeito pela diferença e de integração da diversidade.

(Verdade: mas apenas quando não está em causa a tortura de seres vivos, para divertimento de sádicos e de psicopatas).


Portugal é feito de um conjunto de tradições, de percursos e de inovações, num quadro de memória e respeito pelas comunidades locais e pela sua cultura popular.

(Verdade: quando essas tradições, percursos, inovações, memórias e respeito pelas comunidades locais e pela sua cultura popular nada têm a ver com costumes bárbaros que não dignificam o Homem).


É, por isso, absolutamente contraditório com estas realidades a imposição de uma ‘cultura do gosto’ e é 
exactamente por isso que os deputados (**) e deputadas do Partido Socialista subscritores desta declaração assumem-se convictamente defensores da cultura portuguesa, em que se inclui a Tauromaquia, e declaram a oposição material à exclusão dos espectáculos tauromáquicos da lista de taxa reduzida do IVA, passando a estar sujeitos à aplicação da taxa normal de 23%, desde logo, quando este agravamento se aplica apenas a esta actividade cultural, tradicional e parte importante das economias locais de vários pontos do território nacional.

(Mentira: porque a tauromaquia não é uma questão de “gosto”, mas de Ética, de Civilização e de Cultura Culta, e os deputados, neste caso, NÃO defendem a cultura Portuguesa, porque a tauromaquia não faz  parte da Cultura, nem sequer é portuguesa, como se sabe, a tauromaquia é um costume bárbaro introduzido em Portugal pelos Reis Filipes de Espanha, além disso, a  tortura de touros NÃO é um espeCtáculo, ou uma aCtividade cultural, é tão-só uma prática sanguinária, não é tradição, mas costume bárbaro, e não é parte importante das economias locais, pois os ganadeiros vivem à custa dos impostos dos portugueses. Que vão plantar batatas!).  

Na verdade, o que se apresenta como uma medida fiscal é, antes, uma posição de preconceito relativamente a uma vertente da cultura popular portuguesa, particularmente enraizada em muitas comunidades.

(Mentira: como já foi referido, a tauromaquia NÃO É uma vertente da cultura popular portuguesa, mas tão-só uma prática bárbara, que de cultura só se for da BRONCA, enraizada e circunscrita a umas poucas comunidades atrasadas civilizacionalmente vários séculos). 

Observamos, em nome do compromisso e das regras, a disciplina de voto mas não é possível deixar de declarar que não temos defendido, e não defendemos, a medida legislativa apresentada.

(EVOLUAM)

De facto, o compromisso determina que a disciplina de voto tem garantia em deliberações concretas: o Programa do Governo, o Orçamento do Estado, as moções de censura e de confiança e os compromissos assumidos no programa eleitoral ou constantes de orientação expressa da Comissão Política Nacional.

Por imposição desse compromisso de disciplina de voto, votaremos favoravelmente o artigo 214o que altera a lista I anexa ao Código do IVA, da proposta de lei n.o 69/XXII/2019 que aprova o Orçamento do Estado para 2020, bem como votaremos contra as propostas de alteração ao Orçamento do Estado, nomeadamente a este mesmo artigo 214o, com os números n.o 272C, 980C, 1112C e 1216C, apresentadas por outros partidos.

(EVOLUAM)

Sublinhamos, portanto, que a posição assumida se deve exclusivamente à disciplina de voto.

Estamos na primeira sessão da legislatura e a abordagem do tema da Tauromaquia não acaba aqui.

Reafirmamos também o nosso compromisso com a defesa do Mundo Rural e com as diversas expressões da ruralidade, em linha com o enunciado de uma estratégia nacional de valorização do Interior. É no Mundo Rural e no Interior que uma grande parte da riqueza deste país é gerada, e essa riqueza valoriza os protagonistas desta festa popular, que em muito contribuem para a identidade e as economias locais.
A tauromaquia é, em suma, e também, uma expressão da ruralidade.

(Mentira: a tauromaquia NÃO é a expressão da ruralidade. A expressão da ruralidade jamais passou por uma aCtividade que vive da TORTURA de Touros e Cavalos, e isto também não é uma “festa” e muito menos popular. Será a festa de broncos, mas não de gente evoluída).

Continuaremos a defender o direito à cultura plural e diversificada e o princípio constitucional da igualdade e do direito à cultura para todos.

(Correcto: defendam tudo o que quiserem, desde que essa cultura e esse direito NÃO colida com o bem-estar de seres vivos, que também são animais, ou não saberão os senhores deputados que os Touros e os Cavalos SÃO ANIMAIS? Acham que são ervas daninhas?

Continuaremos a defender a liberdade de escolha e de acesso aos espectáculos em igualdade de circunstâncias.

(Muito bemse defenderem a liberdade de escolha e acesso a espectáculos civilizados, nada contra. É sinal de que EVOLUÍRAM).

Continuaremos a defender, tal como previsto na Lei, que a tauromaquia constitui uma actividade cultural, sendo “parte integrante do património da cultura portuguesa”, devendo merecer o respeito de quem não aprecia.

(Recordando: a tauromaquia NÃO é uma actividade cultural, embora seja tida como tal numa lei parva, mas se a lei é parva,  que culpa terá o mundo civilizado? A selvajaria tauromáquica NÃO é parte integrante do património da cultura portuguesa, nem sequer os torturadores de Touros e Cavalos merecem o menor respeito. Respeito merecem os animais que são torturados, para que uns poucos encham os bolsos e se divirtam à custa do sofrimento alheio. E isto não faz parte de nenhuma cultura civilizada, em parte alguma do Planeta e arredores).

Palácio de S. Bento, 4 de 
fevereiro de 2020.

Fonte:

https://www.facebook.com/VergonhaNacional/photos/a.1218268481549138/3616803891695573/?type=3&theater&ifg=1

Fonte: Arco de Almedina

O TOURO, O CAVALO E OS 16 MILHÕES DE EUROS DE SUBSÍDIOS PARA A TAUROMAQUIA, TAMBÉM ESTARÃO EM CAUSA NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO!

Resultado de imagem para milhões de euros

PS
PSD
CDS-PP
PCP
São partidos que patrocinam a tortura, a crueldade, a violência da tauromaquia.
Estes partidos, impedem o avanço civilizacional em Portugal.
Impedem, ano após ano, que Portugal, respeite o bem-estar, a vida, do touro e do cavalo, por todo o país e na região autónoma dos Açores.

PS
PSD
CDS-PP
PCP
patrocinam o financiamento anual de 16 Milhões de Euros, para a crueldade, para com o touro, o cavalo e para crianças e jovens.

Temos, por tanto; nas nossas mãos, em Outubro, a oportunidade de dizer NÃO a tudo isto, não votando nos partidos que são aliados da dor, do sofrimento, do sangue, dos subsídios para a crueldade tauromáquica, e do prejudicar do bem-estar mental de crianças e jovens.

Em Outubro lembremos-nos de tudo isto, e votemos só no Bloco de Esquerda e no PAN!

Mário Amorim

DEPUTADOS PRESENTES EM REUNIÃO DA “Prótoiro”

Texto publicado por Prótouro Pelos Touros em Liberdade

https://protouro.wordpress.com/2018/12/04/deputados-presentes-em-reuniao-da-protoiro/

A “prótoiro” realizou no passado dia 29 uma reunião para discutir a estratégia para a tauromaquia e para a qual não convidou a imprensa tauromáquica.

REUNIÃO.jpg

Mas na dita cuja pasmem-se estiveram presentes representantes dos partidos que apoiaram a descida do IVA na Assembleia da República, ou seja deputados do CDS, PSD, PS e PCP.

O não terem convidado a imprensa foi propositado já que não queriam os mesmos revelassem o que foi discutido e postassem fotos dos deputados, portanto, sem fotos não sabemos quem foram os canalhas.

Os alarves que estiveram presentes não têm um pingo de vergonha na cara já que para além de terem votado para apoiar o lobby tauromáquico, agora também participam nas reuniões da “prótoiro”!

E se participam nessas reuniões é caso para perguntar em que outras coisas da “prótoiro” participarão?

Prótouro
Pelos touros em liberdade

Fonte: Arco de Almedina

SOCIALISTAS EMPENHADOS EM IMPOR A BARBÁRIE: AGORA QUEREM TOURADAS SEM SANGUE “À AMERICANA”…

… como se as touradas “à americana” não fossem touradas, e dessem mais dignidade a esta prática abominável: ou seja, divertir um bando de sádicos à custa da violência (ainda que apenas PSICOLÓGICA) exercida sobre um ser vivo indefeso, retirado do seu habitat e metido, à força na arena (sim porque o bovino não vai para ali por sua livre vontade), não lhe restando a mínima possibilidade de fuga, obrigando-o a andar às voltas, desorientado, acossado por trogloditas aos gritos, histéricos, ululantes, como se isto fosse um divertimento normal, natural, civilizado…

PARTIDO SO.png
Faço minhas as palavras de Arsénio Pires

… como se as touradas com velcro, protagonizadas pelos trogloditas norte-americanos (sim porque lá também os há), fossem os bailados  “Quebra Touros” ou  “Lago dos Touros”, nas mentes deformadas e subdesenvolvidas, que se recusam a evoluir, e não conseguem divertir-se com espectáculos civilizados, porque nem tudo o que vem dos EUA é civilizado. E tourada com velcro é tão boçal e imbecil como a tourada com bandarilhas, porque os Touros são animais sencientes, não são coisas que se levem para uma arena, para divertir um punhado de broncos.

E por mais que se prove que nenhuma modalidade de tourada é viável e adequada à modernidade, as mentes encolhidas dos socialistas e afins, não conseguem encaixar a realidade.

… como senão soubéssemos que o que aqui está em causa é o LUCRO dos ganadeiros, que teriam de ir trabalhar, como todos os portugueses, que os subsidiam, para porem comida no prato. Mas também é aquele gosto macabro e anormal pela dominação de um animal indefeso e enfraquecido, se bem que de maior porte do que os seus carrascos, e que dá a ilusão, e apenas a ilusão da valentia destes últimos sobre o primeiro.

Andam os Portugueses a pagar os salários deste tipo de gente que está no Parlamento português, para servir lóbis e os próprios instintos sádicos, sem um pingo de inteligência, que lhes permita discernir e evoluir, sem um pingo de bom senso e sensibilidade.

E não me peçam para ser politicamente correcta, porque gente assim não merece a mínima consideração.

Nestes últimos dias, os jornais online encheram-se de textos lúcidos que demonstram que as touradas, quaisquer que sejam as modalidades, são uma prática que não dignifica o Homo Sapiens Sapiens.

Mas os socialistas e afins, portadores de mentes mirradas, optam por não ler estes textos e ficam-se pelo que dizem os três trogloditas de serviço da protório, que insultam até a inteligência das pedras, e não vejo a Ordem dos Veterinários e a Ordem dos Sociólogos tomar medidas para que tais personagens não andem por aí a atirar à fossa o bom nome das profissões dos Médicos Veterinários e dos Sociólogos.

Propor touradas com velcro é propor a continuidade da barbárie na versão mais soft, e do negócio da tortura, porque touradas, seja qual for a modalidade, são touradas, ou seja, o uso e abuso de animais sencientes, arrancando-os à força dos prados, o que só por si já constitui uma VIOLÊNCIA, para divertir os sádicos.

O que faz falta a esta gente é Cultura, que só a muita LEITURA proporciona. Não são as universidades ou os altos cargos governamentais.

Veja-se a incongruência desta ideia, que nem de jerico é, porque se fosse de jerico, de certeza que seria boa ( e o caçador socialista Manuel Alegre acha a ideia “interessante”):

«A ideia é aplicar velcro no touro, como se faz noutros países. Este modelo segue aquilo que já se faz nos EUA, Canadá e Grécia, por exemplo. É colocada uma capa de velcro sobre o dorso do touro onde são coladas as bandarilhas. O touro não é espetado e não há sangue».

E eles acham que lá por não haver sangue, não há tortura psicológica. Os bovinos são seres sencientes. Mansos e tão delicados que se incomodam com as moscas. E se soubessem o que velcro significa no Brasil!!!

E dizem mais:

«Por outro lado, como o touro não sangra, não enfraquece, e investe com mais força nos forcados. O touro bravo que não é picado também perde reacção, o que pode dificultar a arte do toureio a pé ou a cavalo».

Ora isto implica admitir que quando o Touro (simplesmente Touro, o BRAVO é invenção dos carrascos, porque não existem Touros bravos na Natureza) sangra, fica enfraquecido, aliás fica mais enfraquecido ainda, pois enfraquecido já ele entra na arena. Isto é admitir a COBARDIA dos forcados. Pois o Touro, para ficar bravo e reagir (ou seja, para se DEFENDER) tem de ser picado, rasgado por dentro, sangrado, e ficar com dores horrorosa (lembrem-se da função da música estridente na hora da lide, que é para abafar os urros desesperados de dor dos Touros) porque se não é picado, estraga a exibição das bailarinas enchumaçadas.

E é assim que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. Tudo no toureio é completamente falso.

Como também é falso estarem preocupados com o bem-estar animal. Se estivessem preocupados com o bem-estar do animal, deixá-lo-iam a pastar tranquilamente nos prados, como é da sua natureza.

Tudo nesta coisa da tourada é falácia. A única coisa que não é falácia é este desesperado vale-tudo, para dar azo aos instintos sádicos dos aficionados.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

E O SOFRIMENTO DO TOURO, ONDE FICA?

Imagem relacionada

Dois deputados do PS, estão a preparar um projecto lei, que visa trazerem para Portugal, a tourada, como é realizada nos Estados Unidos. Sem sangue e com velcro.
Mas pergunto; e o sofrimento do touro, onde fica?
– O touro sofre no transporte.
– O touro sofre, quando os seus chifres são embolados.
O embolamento dos chifres do touro, faz com que o touro perca a visão periférica. Aliás, esse é o objectivo dos Psicopatas tauromáquicos, pois isso facilita a lide do touro.
– O touro, durante os dois dias anteriores à tourada, é vítima de brutalidade, física e psicológica nos curros, para o enfraquecer propositadamente.
Mas tudo isto, pelos vistos, vai ser ignorado pelos dois deputados do PS!

Em suma, discordo totalmente com este projecto lei, que estes dois deputados do PS, querem apresentar.
As touradas têm de ser ABOLIDAS, ponto.
Pois os animais não-humanos, não são para divertimento publico!

Mário Amorim

Assessora do Governo chama ‘psicopatas’ a deputados do PS

Grande postura e grande atitude da Débora Rodrigues.

Em boa hora, em 2013, abandonei o Facebook.
Estava farto de gente sem nível, de gente sem um pingo de educação. Estava farto de gente mal educada. Gente que é o reflexo da educação que não têm e não são em casa.
E nos comentários ás palavras verdadeiras da Débora Rodrigues vê-se bem, a natureza psicopata, dos psicopatas tauromáquicos!

Mário Amorim


Débora Rodrigues, militante da JS e adjunta do secretário de Estado do Tesouro, não gostou de ver o PS chumbar o fim das touradas

«Uma vergonha para o país e para o partido os deputados do PS que tomaram a decisão de votar contra ou se abster, ou preocupados com os eleitoralismos regionais ou então aficionados por serem simplesmente retrógrados, masoquistas e psicopatas que gostam de touradas». Débora Rodrigues, 26 anos, representante da JS na Comissão Nacional do PS e adjunta do secretário de Estado do Tesouro, Álvaro Novo – de quem já foi chefe de gabinete em regime de substituição – não gostou de ver o PS a votar contra a abolição das touradas no Parlamento, no passado dia 6 de julho. E decidiu publicar a sua posição no Facebook, na formulação acima reproduzida.

É raro ver um militante da organização juvenil do partido, com funções no Governo, membro da Comissão Nacional do partido chamar, por exemplo, ao presidente do PS, Carlos César, e à secretária-geral adjunta, Ana Catarina Mendes, por exemplo, «retrógadas, masoquistas e psicopatas que gostam de touradas» ou, em alternativa, preocupados com «eleitoralismos regionais». Sendo raro, aconteceu. Chamada à atenção sobre o nível de insultos com que estava a mimosear os seus camaradas, a assessora do Governo foi inflexível na sua posição, sabe o SOL. O texto que escreveu no Facebook é público – qualquer utilizador da rede social pode lê-lo, independentemente de ser ou não ‘amigo’ da jovem socialista.

À lista de ataques aos deputados do seu partido, a jovem adjunta do Governo acrescentou a alegada «falta de inteligência» dos eleitos do PS. Em resposta a um comentário de um interlocutor que afirmava que os deputados socialistas podiam estar genuinamente a defender as touradas, a dirigente da JS escreveu que, a ser assim,  «o nível de inteligência dos deputados eleitos pelo PS é menor» do que ela «pensava».

Na última sexta-feira, o projeto do PAN para a abolição das touradas foi chumbado no Parlamento. Só oito deputados do PS (em 86) votaram a favor da proibição das touradas: Pedro Delgado Alves, Rosa Albernaz, Ana Passos, Luís Graça, Diogo Leão, Hugo Carvalho, Tiago Barbosa Ribeiro e Carla Sousa. Houve 12 deputados socialistas a optar pela abstenção, entre eles o atual líder da JS, Ivan Gonçalves, e o anterior, João Torres.

Fonte: SOL