Privacidade: Facebook quer a sua cara, literalmente

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A melhor atitude a ter é sair para sempre, do Facebook!
Fui utilizador do facebook durante mais de seis anos. Saí de lá em 2013, e não me faz falta absolutamente nenhuma.
Aliás; todas as ocorrências à volta do facebook, com mais esta, dão-me total razão, quando digo que o facebook, não tem nada de bom. E não tem. Não tem rigorosamente nada de bom!
Felizmente não tenho conta nele. E estou tão bem assim.
E para além de todas as polémicas que envolvem o facebook, o facto de o seu líder ser caçador, ainda me dá mais razão. Aliás; só essa razão faz-me dizer NÃO, ao facebook!

Mário Amorim


A rede social mais popular do mundo – e a que se tem submetido a mais escândalos – está a desenvolver uma nova e polémica forma de identificação de utilizadores baseada no reconhecimento facial, de acordo com o El Mundo.

O Facebook está a desenvolver um sistema para identificar os utilizadores que, imitando o protocolo policial, obriga os mesmos a colocarem-se de frente, a girar a cabeça para os lados em ambos os perfis e ainda olhar para cima e para baixo na hora de iniciar a sessão.

Além disso, paralelamente, está a trabalhar num sistema baseado em fotografia, onde os utilizadores devem tirar uma foto para verificar a autenticidade da sua conta.

Trata-se de uma descoberta feita pela programadora Jane Manchun Wong, que, mediante um exercício de engenharia inversa, consegue desenvolver novos projectos no código do Facebook.

A rede social já esclareceu que se trata de um sistema que está em fase de testes, o que significa que ainda “não utiliza o sistema de reconhecimento facial” e que é simplesmente um sistema que detecta movimento para assegurar que se trata de um ser humano e não um bot. Neste sentido, o Facebook garante que “ninguém” verá o vídeo e que se apaga automaticamente depois de 30 dias.

De qualquer modo, não seria a primeira vez que o Facebook utiliza de forma abusiva dados, violando as suas próprias políticas de privacidade, como quando partilhou sem permissão os dados de utilizadores com a Amazon, Netflix e Microsoft, além de outras empresas. Houve ainda uma sessão de dados que permitiu à Netflix e Spotify ler o conteúdo de conversas privadas entre os utilizadores da rede social.

Fonte: Executive Digest