GRANDE FIASCO: TOURADA PARA AS “MULHERES”, EM PONTE DE LIMA, FOI CANCELADA LOGO AO PRIMEIRO TOURO

Eles não dizem que a maioria dos portugueses, gostam de tauromaquia?! – Vemos isso, sem duvida, em 200 pessoas!

Mário Amorim


No passado domingo, em Ponte de Lima (vila muito atrasada civilizacionalmente, diga-se de passagem) era para se realizar uma sessão de selvajaria tauromáquica “dedicada” às “mulheres”, protagonizada por três louras montadoras de Cavalos: Sónia Matias, Ana Batista e Verónica Cabaço.

Refira-se que a assistir a esta selvajaria estavam cerca de 200 gatos-pingados (e eles dizem que são aos milhares).

Uma coisa é certa, tudo está a correr mal na tauromaquia, que está a dar as últimas. E agora é definitivo. Isto não vai com leis, vai com a extinção natural de uma prática que já não tem cabimento nos tempos que correm.

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A sessão selvática foi cancelada logo no primeiro Touro, toa ser torturado por Sónia Matias, porque o chão da arena estava encharcado, transformado num mar de lama, e diz a notícia que a Sónia até “sofreu” (comparado com o Touro, nem sabe o que isso é) alguns sustos durante a lide.

Mas pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Uma sessão de selvajaria tauromáquica para “homenagear” mulheres é um insulto à feminilidade e à sensibilidade de quem nasceu MULHER (porque há as que são apenas fêmeas) portanto, isto, à partida, tinha tudo para dar errado.

E é assim que se esbanja dinheiros públicos, num “divertimento” para duas centenas de broncos.

E isto só é possível, porque o PS, o PSD, o PCP e o CDS/PP não têm a hombridade de votar contra esta aberração, quando o Bloco de Esquerda, o PEV e o PAN apresentam projectos para acabar com esta vergonha, que só desprestigia Portugal e a Humanidade.

Sabem em que NÃO hão-de votar, não sabem?

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

TOURADA EM PONTE DE LIMA INSULTA AS MULHERES PORTUGUESAS

Se essas “mulheres” se deixarem homenagear com tourada, não são MULHERES, são as fêmeas dos inviris tauricidas.

Esta iniciativa só DESONRA a verdadeira MULHER, e estas estão obviamente indignadas com tamanho insulto à sua feminilidade.

Mulheres Portuguesas, enviem os vossos protestos para:

presidente@cm-pontedelima.pt

vice-presidente@cm-pontedelima.pt

psousa@cm-pontedelima.pt

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Fonte:

https://www.facebook.com/PontedeLimaSemTorturaAnimal/photos/a.702689139811930/2389705897776904/?type=3&theater&ifg=1

Fonte: Arco de Almedina

PONTE DE LIMA: ÚLTIMO REDUTO DA BARBÁRIE TAUROMÁQUICA, NO NORTE DE PORTUGAL

Ponte de Lima é uma vila portuguesa, situada no Norte de Portugal, a qual ficou parada no ano de 1646. Não evoluiu absolutamente nada, civilizacionalmente, e nem dignifica a Humanidade, Portugal  e a igreja católica portuguesa.

 Uma vila a boicotar. Obviamente.

A INFAME VACA DAS CORDAS

No passado dia 19 de Junho, este belo Touro, de 450 quilos, serviu de divertimento à população troglodita de Ponte de Lima e os “turistas” trogloditas de sempre, sempre os mesmos, que vão àquela localidade em excursões pagas pelas autarquias também trogloditas.

O Touro veio de uma ganadaria de Montalegre, onde viveu poucos anos – no máximo quatro – quando podia ter vivido 20 anos.

As ganadarias não são um paraíso para os Touros. Até podem estar nos campos a pastar tranquilamente, mas não livremente, porque são criados unicamente para serem entregues à tortura que os leva a uma morte lenta, para que bandos de cobardes sádicos e psicopatas possam divertir-se e sentirem-se machos à custa do sofrimento de um animal inofensivo, indefeso e inocente, numa prática cruel a que chamam de “festividade”, nas ruas e touradas de praça. Os desventurados Touros são traídos por quem “cuida” deles não com afecto, mas com um interesse repugnante, assente num negócio obscuro, que envolve muito dinheiro, o que torna esta prática numa coisa ainda mais asquerosa.

O divertimento humano não se pode sobrepor à vida e ao bem-estar animal!

Neste vídeo, podemos ver a chegada do Touro, já amarrado a cordas, num visível estado de pânico, tentando, sem êxito, libertar-se dos seus carrascos. Depois foi arrastado pelas ruas de Ponte de Lima por bandos de trogloditas alcoolizados, e passou sede, sentiu medo e esteve sempre em pânico, tendo sido obrigado a dar três voltas à igreja onde o regaram com vinho, algo que nunca falta nestas práticas diabólicas.

Depois de várias horas em que os trogloditas andaram a babar-se e a mostrar toda a invirilidade que os caracteriza, foi abatido no dia seguinte, 20 de Junho, e vendido a um talho para ser comido como se de um troféu se tratasse, e não porque a população estava faminta.

Esta prática medievalesca, a que teimam em chamar “tradição”, é absolutamente fóssil e cruel e sádica, numa época em que existem várias alternativas SAUDÁVEIS e CIVILIZADAS, para as populações destas terrinhas mais atrasadas se divertirem, sem ser à custa do sofrimento de um animal senciente.

A origem desta prática cruel remonta a 1646, véspera da “festa católica” do Corpo de Deus, algo que devia ser considerado blasfémia, por se tratar de uma acção diabólica, em que os ditos “humanos” se transformam em verdadeiros demónios, e atacam desalmadamente, cobardemente um ser indefeso, amarrado a cordas, sem a mínima possibilidade de fuga, para se “divertirem” como broncos que são. Alogo que mete ASCO.

Esta prática tem origem numa lenda local que refere que a Igreja Matriz (por que é que estas práticas bárbaras estão sempre ligadas à IGREJA CATÓLICA?) da primitiva vila (que continua tão primitiva como em 1646) era um templo pagão (e continua a ser, porque cristão não é), onde se venerava uma deusa sob a forma de uma vaca. Quando o templo pagão foi transformado em igreja, pelos “cristãos”, a imagem bovina da deusa foi retirada do nicho onde era venerada e, presa por cordas, foi arrastada pelas ruas da vila, até serem completadas três voltas ao templo, sendo depois arrastada pelas ruas da povoação com “aprazimento” de todos os habitantes. E a partir de então, os limianos acharam por bem manter a prática, e substituíram a IMAGEM por um animal VIVO.

A partir de então, a igreja católica decide manter esta prática medievalesca (existem práticas MEDIEVAIS dignas de serem ainda realizadas sem agredir a sensibilidade dos seres humanos), ligada a um ser vivo, o Touro ou uma Vaca, amarrados a cordas e arrastados pelas ruas, por um bando de bêbados.

Estamos em 2019 depois de Cristo, e nada justifica dar continuidade a uma prática troglodita e cruel, porque o dinheiro que aqui está em causa, é um dinheiro SUJO, que SUJA as celebrações de um CORPO que NÃO É de Deus, mas do DIABO.

Portanto, BASTA desta NÓDOA NEGRA a SUJAR a igreja católica e a dignidade humana, e basta de denegrir a imagem de Portugal no mundo.

DIZ NÃO À VACA DAS CORDAS

Assina e partilha a petição, pela dignidade dos animais:

 https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT89816

Fonte: Arco de Almedina

OS DE PONTE DE LIMA CONTINUAM CAVERNÍCOLAS, E NEM COM SETE FERIDOS PARA UMA VACA MANSA APRENDEM A SER GENTE CIVILIZADA…

Em Ponte de Lima, a vila mais medievalesca do Norte de Portugal, o Corpo de Deus continua a ser violado pelo que denominam “vaca das cordas“, uma prática boçal e primitiva, que o autarca-mor local, à falta de melhor, acha que traz muitos “turistas” e engorda os negócios…

Esquece-se o autarca-mor que tudo isto só desprestigia esta vila, e coloca-a na cauda dos vilarejos mais medievalescos do país.

E o que acontece quando os legisladores desconhecem o sentido da evolução?

Acontece isto:

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjoaquim.goncalves.77985%2Fvideos%2F1805682532855624%2F&show_text=0&width=560

 E mais isto:

PONTE DE LIMA.jpg

E isto é a maior demonstração do atraso de mentalidade destes cavernícolas

Origem da imagem:

https://www.diariodominho.pt/2018/05/30/touro-mais-manso-numa-vaca-das-cordas-com-sete-feridos/

 

Daqui saíram sete feridos… E diz que a vaca era mansae até tinha os cornos embolados… E estes sete feridos foram bastante aplaudidos pela turba encharcada de álcool.

E se fossem sete mortos?

Se fossem sete mortos a turba subia aos píncaros, e para a próxima trariam um touro com os cornos desembolados e previamente torturado para parecer “bravo”, o qual, usando do seu direito de defender-se com valentia, da chusma cheia de vinho e cerveja, poderia, com sorte, em vez de sete, mandar o dobro ou mais, desta para melhor.

E a turba, já bastamente “encharcada”, daria vivas aos mortos!

E o autarca-mor ficaria satisfeito pelo sucesso da “festa”, e o Corpo de Deus teria sido honrado com suor, sangue e muito vinho, como manda o costume bárbaro, que de tradição nada tem, pois não dignifica nem a terra, nem o povo.

E é assim que se divertem os broncos, em Ponte de Lima, em pleno século XXI D.C.

E estas imagens correrão mundo, para vergonha de Portugal, mas não para vergonha de quem não tem vergonha na cara.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

CONTEÚDO ANDA Protesto em Portugal mostra que touradas são atos de psicopatia e sadismo

Ativistas carregavam pequenos cartazes com palavras de ordem como “vamos mudar a tradição. Ponte Lima sem touradas”.

Mais de 50 pessoas protestaram contra as touradas ontem (10), em Ponte de Lima, uma vila de Portugal. A manifestação foi convocada através das redes sociais por meio de uma página intitulada “Ponte de Lima Sem Tauromaquia”. Na publicação, o movimento se coloca contrário à “tradições e costumes que, em pleno século XXI, não fazem sentido algum, como maltratar animais para divertimento do ser humano” e convoca todas as pessoas contrárias às touradas, as quais são classificadas pela organização do protesto como “um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico”.
O protesto foi realizado no Parque de Exposições Expolima, próximo ao local onde foi promovida uma corrida de touros integrada ao programa das Feiras Novas – evento que atrai milhares de visitantes vindos de todo o país e que é considerado o “maior congresso ao vivo da cultura em Portugal”. Algo, no mínimo, controverso, já que não é aceitável promover touradas em uma festa que exalta a cultura de um país. Uma prática cruel e desnecessária, que expõe touros a intenso sofrimento e dor, não pode ser defendida como cultura.
Ativstas classificaram as touradas como “um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico”
“Conseguimos juntar 57 pessoas. Consideramos que foi um sucesso. Conseguimos o que pretendíamos. Sensibilizar para a necessidade de se acabar com estes espetáculos bárbaros”, afirmou hoje à Agência de Notícias Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Liliana Marques.
A ativista contou que a manifestação, que durou cerca de duas horas, foi pacífica. Segundo ela, “registraram-se algumas tentativas de provocação, mas a polícia ajudou para que tudo corresse sem violência”. Os ativistas carregavam pequenos cartazes com palavras de ordem como “vamos mudar a tradição. Ponte Lima sem touradas”.

À Lusa, o segundo comandante da Polícia de Segurança Pública (PSP), Raul Curva, relatou a participação de mais de 50 pessoas na manifestação e confirmou o caráter pacífico do protesto, que se iniciou aproximadamente às 19h.

As touradas voltaram ao programa das Feiras Novas em 2014, após oito anos sem que a prática cruel fosse promovida.

Fonte: ANDA

Mais de meia centena em manifestação pacífica contra touradas em Ponte de Lima

Mais de meia centena de pessoas que contestam as touradas manifestaram-se hoje em Ponte de Lima, próximo do local onde decorreu uma corrida de touros integrada no programa das Feiras Novas.

“Conseguimos juntar 57 pessoas. Consideramos que foi um sucesso. Conseguimos o que pretendíamos. Sensibilizar para a necessidade de se acabar com estes espetáculos bárbaros”, afirmou hoje à Lusa, a porta-voz do movimento cívico, Liliana Marques.

“Da nossa parte, a ação foi pacífica. Registaram-se algumas tentativas de provocação, mas a polícia ajudou imenso para que tudo corresse sem violência. A PSP foi fantástica. Conseguiu sempre controlar a situação”, acrescentou.

O protesto decorreu durante cerca de duas horas, junto à Expolima. Os ativistas empunharam pequenos cartazes e envergaram camisolas com as palavras de ordem, como por exemplo: “Vamos mudar a tradição, Ponte Lima sem touradas”.

Contactado pela Lusa, o segundo comandante da PSP, Raul Curva adiantou que “a iniciativa contou com a participação de mais de meia centena de manifestantes”.

O responsável acrescentou que “ocorreram algumas injúrias e foi identificada uma pessoa. Foi um protesto pacífico”.

O protesto começou cerca das 17:30. Os ativistas “começaram a desmobilizar cerca das 19:00”.

A ação foi convocada através das redes sociais, numa página criada para o efeito, intitulada “Ponte de Lima Sem Tauromaquia”.

Na publicação, o movimento cívico refere que Ponte de Lima “tem tradições e costumes que, em pleno século XXI, não fazem sentido algum, como maltratar animais para divertimento do ser humano”, apelando à participação de “todos os que são contra um ato bárbaro, doentio, psicopata e sádico” naquela concentração.

O espetáculo tauromáquico decorreu numa arena amovível instalada no recinto da Expolima, numa organização da Associação Concelhia das Feiras Novas, romaria que termina na segunda-feira.

As corridas de touros regressaram ao programa das Feiras Novas, em 2014, depois de oito anos de interregno.

Fonte: SAPO24

MANIFESTAÇÃO PACÍFICA ANTI-TOURADA EM PONTE DE LIMA

Porque Ponte de Lima não merece tão má sorte…

PONTE DE LIMA.jpg

Está prevista para o próximo Domingo, dia 10 de Setembro, uma manifestação pacífica, organizada por um grupo de activistas anti-tourada que pretende dizer NÃO a uma actividade que em nada dignifica Ponte de Lima.

A tourada integra-se no programa das Feiras Novas, uma iniciativa, portanto, a boicotar.

Liliana Marques, porta-voz deste movimento cívico, referiu: «Somos contra a violência. O nosso único objectivo com esta concentração pacífica, mas de protesto contra a tourada, é sensibilizar as pessoas para a necessidade de se acabar com estes espectáculos bárbaros» acrescentando que na segunda-feira foi comunicada à Câmara Municipal, PSP e GNR a realização desta iniciativa durante a edição 2017 das Feiras Novas, que decorre entre os dias 08 e 11 de Setembro.

O protesto pacífico que decorrerá entre as 16:00 e as 20:00 horas, está a ser convocado nas redes sociais, através da página “Ponte de Lima Sem Tauromaquia“, criada para este efeito, onde se diz que «Ponte de Lima tem tradições e costumes que, em pleno século XXI, não fazem sentido algum, como maltratar animais para divertimento do ser humano» apelando à participação de “todos os que são contra este acto bárbaro, doentio, psicopata e sádico” nesta manifestação pacífica.

O evento tauromáquico contestado, vai decorrer numa arena amovível, instalada no recinto da Expolima, para a qual se chamou a atenção das autoridades, porquanto raramente, nestas situações, a Lei é cumprida, o que leva à realização de actividades ilegais.

É de lamentar o regresso das touradas ao programa das Feiras Novas, depois de oito anos de interregno, o que significa que Ponte de Lima em vez de progredir, continua na senda do retrocesso.

Lamentável, senhores autarcas de Ponte de Lima.

Absolutamente lamentável.

Fonte: Arco de Almedina