CONSCIENTIZAÇÃO Campanha pede que as pessoas divulguem que os animais domésticos não transmitem Covid-19

O Partido pelos Animais português quer ainda que o governo autorize a circulação de pessoas que alimentam animais de colónias ou que são voluntários de abrigos


Um dos posts criados para  conscientizar as pessoas de que cães e gatos não transmitem covid-19. Foto PAN – Partidos pelas Pessoas, Animais e Natureza

PAN – Partido pelas Pessoas, Animais e Natureza de Portugal criou uma campanha com posts para as pessoas usarem em suas redes sociais a fim de conscientizar a população de que animais domésticos não são infectados e nem transmitem a covid-19. Embora boas iniciativas já estejam ocorrendo no país, como os canis municipais acolhendo animais de tutores com a doença, o abandono também cresce em inúmeras cidades portuguesas.

O PAN teme também pelos cães que vivem nas ruas e pelas colónias de gatos: “Esperamos que o governo garanta o bem-estar dos animais em situação de rua em face do surto da covid-19. No entender do PAN, no conjunto de medidas implementadas durante o período de estado de emergência é importante que sejam protegidas as pessoas responsáveis pela prestação de cuidados a colónias de animais”.

O partido pede que dentro das deslocações necessárias, como no caso da compra de alimentos e remédios, seja autorizada a circulação de pessoas que cuidam da alimentação de colónias de animais, que colaboram com Centros de Recolha Oficial (canis municipais), associações de assistência a animais ou ajudando tutores que se encontrem doentes em quarentena em casa ou hospitalizados.

“A Espanha, face ao estado de calamidade provocado pela covid-19, já implementou medidas neste sentido, permitindo passeios de animais com a duração estritamente necessária e feitos apenas por um tutor, alimentação de colónias de gatos e prestação de cuidados em abrigos que deverão ser feitas em horários de menor circulação de pessoas”, diz o PAN em seu site.

“Estas medidas poderão evitar situações de abandono ou de angústia por parte dos próprios tutores, principalmente aqueles que não consigam sair à rua para passear com seus animais neste momento difícil que todos atravessamos“, diz o comunicado.

Fonte: ANDA

 

 

Audição com carácter de urgência: PAN quer que Governo esclareça o Parlamento sobre dragagens no Sado, um atentado ao ambiente e a toda a biodiversidade do estuário

Isto só é possível num país onde os interesses de uns poucos se sobrepõem aos interesses da maioria, aqui incluídos os golfinhos-roazes, daí que o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) tivesse requerido uma audição com carácter de urgência ao Ministro do Ambiente e Acção Climática (MAAC), João Pedro Matos Fernandes, e ao presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, para que estes venham explicar os procedimentos de pós-avaliação de impacte ambiental das dragagens no rio Sado.

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Cristina Rodrigues, deputada do PAN, eleita pelo círculo de Setúbal, explica: «Segundo a legislação os documentos resultantes do procedimento de pós-avaliação deveriam estar disponíveis no site da APAmas ao arrepio do que está previsto na lei até à data não existe qualquer documento para consulta pública».

De acordo com o Decreto-Lei n.º 151-B/2013, de 31 de Outubro, compete à APA a execução do procedimento de Pós-Avaliação, que inclui a análise dos relatórios de monitorização e de outra documentação relevante, a realização de visitas ao local de implantação do projecto e a realização de auditorias, de forma a avaliar correctamente a eficácia das medidas fixadas para evitar, minimizar ou compensar os impactes negativos, e potenciar os efeitos positivos nas fases de construção, definindo, se necessário, a adopção de novas medidas.

Cristina Rodrigues esclarece que na sequência desta ausência de informação e de diversas denúncias quanto ao incumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) e dos Títulos de Utilização Privativa do Espaço Marítimo Nacional (TUPEM), nomeadamente o facto de a draga ter alegadamente trabalhado por diversas vezes fora do polígono de implantação do canal de dragagem, foram solicitados inúmeros pedidos de esclarecimento ao MAAC”, contudo, quer por parte do Ministro João Pedro Matos Fernandes, quer por parte do presidente da APA, não houve qualquer resposta num completo incumprimento do Regimento da Assembleia da República. Por isso, decidimos avançar para o requerimento desta audição, a fim de tentar obter os esclarecimentos devidos“.

É de recordar que o Projecto de Melhoria das Acessibilidades Marítimas do Porto de Setúbal (Dragagens do Sado) foi sujeito a Avaliação de Impacte Ambiental, tendo sido emitida a DIA em Junho de 2017 e iniciado a sua execução em Dezembro de 2019, não obstante os elevados impactes nomeadamente na comunidade residente de golfinhos-roazes.

Fonte: Arco de Almedina

RISCO DE EXTINÇÃO Portugal rejeita proposta de protecção ao lobo-ibérico apesar de restarem poucas alcateias no país

Absolutamente VERGONHOSO!
Que

Portugal!

Mas que VERGONHA!

Mário Amorim


Segundo as estimativas mais recentes do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há 75 lobos ibéricos no território português


Lobo-ibérico tem cada vez menos alcateias em Portugal.

 luta pela sobrevivência do lobo-ibérico em Portugal está longe de acabar. O parlamento português rejeitou na última sexta-feira (06/03), uma proposta apresentada pelo PAN (Partidos das Pessoas, Animais e Natureza) que pedia um reforço na proteção do lobo-ibérico – cada vez mais perseguido por agricultores, caçadores e com perda acentuada do habitat natural.

Segundo as estimativas mais recentes do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), há 75 lobos ibéricos no território português. A proposta do PAN pretendia que o governo assegurasse “a concretização dos Objectivos operacionais que se encontram definidos no PACLobo (Plano de Acção para a Conservação do Lobo Ibérico em Portugal), que deveriam ter sido apresentados até Novembro de 2019”.

O documento recomendava ainda que fosse concluído, até final de 2020, o “novo censo nacional do lobo”, a proibição da alteração do uso de solos nas “áreas nas quais ocorre actualmente o lobo-ibérico e nas áreas onde ocorreu historicamente” e a implementação de “uma rede de censos populacionais das presas silvestres do lobo-ibérico (corço, veado, javali, cabra-montês)”.

Outras medidas propostas pelo PAN são: um mapa de risco de mortalidade ilegal, manual de a tuação em casos de suspeita de envenenamento, captura e morte ilegal de lobo e um protocolo de recuperação de lobos acidentados com objectivo de sua devolução à natureza. O PAN pretende continuar com um movimento em defesa do lobo-ibérico convencendo outros partidos políticos a abraçarem a causa.

Fonte: ANDA

Aeroporto do Montijo – PAN pede a demissão do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente

Esta foi a reacção do PAN à declaração de impacte ambiental favorável condicionada ao projecto de construção do aeroporto no Montijo.

E todos nós, que lutamos pela VIDA, qualquer VIDA, e não comemos, nem bebemos, nem respiramos dinheiro, também pedimos a demissão de todos os que estão ao serviço de interesses financeiros acima dos interesses das pessoas, dos animais e do meio ambiente.

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É também esta VIDA que está em causa com a construção do aeroporto no Montijo, e não só a má qualidade de vida que o aeroporto trará ao povo do Montijo.

Origem da imagem: Internet

PAN considera que, no seguimento do anúncio de parecer favorável condicionado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ao Aeroporto Complementar do Montijo, o actual Conselho Directivo da APA não tem condições para continuar no exercício de funções, razão pela qual este partido pede a demissão do presidente e da Direcção.

«A decisão da APA confirma aquilo para o qual o PAN tem há muito vindo a alertar: que não existe em Portugal uma entidade verdadeiramente independente capaz de assegurar a salvaguarda dos valores ambientais. Na verdade, a APA tem funcionado como a ‘lavandaria da imagem dos sucessivos governos’ e uma ‘debulhadora’ dos ecossistemas e dos valores naturais.

De resto, afirma o PANque esta decisão só pode mesmo surpreender quem já não se lembra do facto do memorando entre o Governo e a ANA ter sido assinado sem estar concluído o Estudo de Impacte Ambiental ou quem considere normal que o Governo, perante as evidências científicas que dão conta da subida do nível do mar, opte por construir um aeroporto em pleno estuário do Tejo.

É justamente por discordar da opção do Governo e por ter fundadas reservas sobre as conclusões que possibilitaram a Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada, que o PAN dará entrada de duas iniciativas legislativas.

Com isto o PAN pretende apresentar uma iniciativa, que tenderá a alterar o diploma que estabelece o Regime Jurídico de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA), para que sejam revistas as condições em que os procedimentos de AIA são apreciados.

Não faz sentido para o PAN, por exemplo, que sejam os proponentes dos próprios projectos a desenvolver os Estudos de Impacte Ambiental.  O PAN também quer ver ainda revistos os actuais critérios de nomeação e de exercício de mandatos de altos cargos públicos, de forma a que, entre outros aspectos, fiquem devidamente ressalvados o exercício transparente e independente dos mandatos e a sua não perpetuação no tempo.

Informa ainda o PAN que contrariará também qualquer norma inscrita na proposta de Orçamento do Estado de 2020 que se destine à viabilização deste projecto.

Fonte: Arco de Almedina

 

Francisco Guerreiro (PAN) a propósito de uma exposição tauromáquica no Parlamento Europeu: «Demore o tempo que demorar a não violência vencerá»

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«🐂  Hoje, no Parlamento Europeu, o decrépito lobby tauromáquico Português, Espanhol e Francês, através da União de Criadores de Touros de Lide, tentou mascarar a crueldade e a violência da indústria com uma exposição sobre a relevância destes seres sencientes e sensíveis na preservação da biodiversidade. Desespero? 

 

️ Para nós, PAN, o único caminho é a abolição da tauromaquia. ️ ️ Demore o tempo que demorar a não violência vencerá.» (Francisco Guerreiro – Deputado pelo PAN)

***

Uma tal exposição só demonstra a gigantesca ignorância de quem a elaborou. E se da parte dos visitantes houve alguém que acreditou no que a exposição exibiu, também demonstrou uma fenomenal ignorância. E se o Parlamento Europeu pactuar com essa ignorância, teremos um PE também muito ignorante.

Porque tudo na tauromaquia assenta na maior ignorância e na mentira, que geram a monumental estupidez que a caracteriza.

Caro Francisco Guerreiro, deixo-lhe aqui o texto de um Biólogo, que pode ajudar o Parlamento Europeu a não acreditar nas mentiras dos tauromafiosos:

«A tourada, razão da existência do Touro bravo?» Ou a queda de um mito…

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

MENSAGEM DIRIGIDA AOS ANTI-TOURADA

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No próximo mês de Outubro, nas urnas, nós temos a hipótese de castigar os partidos que são a favor das touradas, votando somente, no Bloco de Esquerda e no PAN.
Nós, anti-tourada, só temos duas escolhas; Bloco de Esquerda, ou PAN.
Por tanto; aquela pessoa, que é contra as touradas, votar fora destes dois partidos, para votar, no PS; PSD; CDS/PP e PCP, que são a favor da crueldade tauromáquica, para com o touro, o cavalo e para com crianças e jovens, estará a colocar-se do lado da barricada, de quem é a favor das touradas. E estará a dizer sim aos subsídios anuais, para a tauromaquia, de 16 Milhões de €.
Por tanto; se és anti-tourada, em Outubro; vota no Bloco de Esquerda, ou no PAN.
Antes de colocares a cruz, na tua escolha, pensa no touro, no cavalo, nas crianças e jovens, e no subsídios de 16 Milhões de € anuais, para o massacre nas praças de touros!

Mário Amorim

O TOURO, O CAVALO E OS 16 MILHÕES DE EUROS DE SUBSÍDIOS PARA A TAUROMAQUIA, TAMBÉM ESTARÃO EM CAUSA NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO!

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PS
PSD
CDS-PP
PCP
São partidos que patrocinam a tortura, a crueldade, a violência da tauromaquia.
Estes partidos, impedem o avanço civilizacional em Portugal.
Impedem, ano após ano, que Portugal, respeite o bem-estar, a vida, do touro e do cavalo, por todo o país e na região autónoma dos Açores.

PS
PSD
CDS-PP
PCP
patrocinam o financiamento anual de 16 Milhões de Euros, para a crueldade, para com o touro, o cavalo e para crianças e jovens.

Temos, por tanto; nas nossas mãos, em Outubro, a oportunidade de dizer NÃO a tudo isto, não votando nos partidos que são aliados da dor, do sofrimento, do sangue, dos subsídios para a crueldade tauromáquica, e do prejudicar do bem-estar mental de crianças e jovens.

Em Outubro lembremos-nos de tudo isto, e votemos só no Bloco de Esquerda e no PAN!

Mário Amorim