CONTEÚDO ANDA Bebês focas são golpeados até a morte enquanto lutam em desespero para sobreviver

Bebês focas foram golpeados até a morte enquanto tentavam fugir desesperadamente para o oceano. É o que mostram imagens brutais divulgadas por ativistas pelos direitos animais

Filmagens divulgadas por ativistas registram o momento em que focas são cercadas e agredidas por caçadores que matam seus filhotes por causa de suas peles. Algumas também são atingidas com ganchos gigantes e têm o sangue drenado.

Focas são golpeadas até a morte

Os filhotes desesperados – alguns ainda muito dependentes das mães e em fase de amamentação – tentam escapar para o oceano, mas não conseguem ser rápidos o suficiente. É o que revelou a reportagem do Mirror.

As cenas foram capturadas na Namíbia, na África, onde as colônias de focas são muitas vezes caçadas em nome do lucro, de acordo com a PETA. A organização afirma que mais de oito mil focas de pelo do Cabo são massacradas na Namíbia todos os anos.

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“A maioria das vítimas é apenas bebê – ainda mamando em suas mães e desamparada para se defender sozinha ou fugir da morte bárbara. As colônias de focas são cercadas nas praias da Namíbia e contidas em grupos enquanto alguns filhotes são liberados de cada vez e violentamente atingidos quando tentam fugir para o oceano”, ressaltam os ativistas.

“Os caçadores usam tacos e ‘hakapiks’ (bastões longos com um gancho de metal na extremidade) para bater nos animais antes de esfaqueá-los ou cortá-los para drenar o sangue. Esse tormento é tão violento e aterrorizante que os filhotes de focas muitas vezes vomitam o leite de suas mães na areia”, acrescentam.

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A Namíbia é o único país do Hemisfério Sul aonde o massacre de focas é permitido. A África do Sul proibiu a horrível prática há quase 30 anos e a PETA quer que a Namíbia faça o mesmo.

O grupo afirma que “a força motriz por trás de toda essa carnificina é a ganância, já que um punhado de pessoas se beneficia massivamente com a exportação das peles das focas. Milhares de focas machos adultas também são mortas todos os anos para que suas genitais sejam comercializadas como afrodisíacos em partes da Ásia”.

A PETA incentiva as pessoas a se posicionarem contra esse horror enviando um e-mail ao Alto Comissário da Namíbia para o Reino Unido condenando a prática.

Fonte

CONTEÚDO ANDA Namíbia permite captura e exploração de bebês elefantes em passeios turísticos

O governo da Namíbia deu permissão para um proprietário de uma fazenda sueca capturar e exportar cinco bebês elefantes para Dubai

 

A notícia despertou a indignação de organizações de proteção animal em todo o mundo.

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Uma carta aberta foi enviada a Johan Hansen, da Eden Wildlife, exigindo que ele “suspenda imediatamente e permanentemente os planos” para enviar os elefantes para o Dubai Safari Park nos Emirados Árabes Unidos.

A Humane Society International (HSI) escreveu a carta que foi assinada por 35 outras organizações de proteção animal.

Há preocupações de que os bebês elefantes seriam explorados em passeios na atração turística, que frequentemente usa práticas cruéis e desumanas para adestrá-los, incluindo restrições físicas e a limitação de alimentos e água.

“Se eles nasceram em cativeiro ou foram sequestrados da natureza, os elefantes devem estar emocional e mentalmente quebrados antes que as pessoas possam escalar em suas costas”, explicou a PETA em seu site.

De acordo com o World Animal News, o grupo descreveu como os bebês elefantes são dolorosamente arrancados de suas mães protetoras com o objetivo de quebrar seus espíritos.

Embora o comércio de elefantes selvagens para fins comerciais também seja ilegal segundo os termos das especificações da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora (CITES), o Ministério do Meio Ambiente e Turismo rejeitou as alegações de que a exportação não atendia a esses critérios e declarou que a “transação” era estritamente para gerenciamento de população.

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“Cientistas de elefantes e responsáveis pela preservação eticamente responsáveis sabem que capturar e vender filhotes de elefantes não é uma medida humana ou eficaz de gestão da população, como afirma o governo namibiano”, afirmou Audrey Delsink, diretor executivo da HSI na Africa.

“Em vez disso, é uma falsa pretensão de obter ganhos financeiros que que não têm benefícios para a preservação”, completou.

Ativistas questionam a abordagem do país referente à “gestão sustentável da vida selvagem” e ao policiamento da caça, principalmente depois que a Namíbia se absteve do Great Elephant Count (GEC) e tentou remover as restrições comerciais na recente reunião da CITES CoP17.

O grupo independente e sem fins lucrativos de proteção Earth Organization chegou a declarar que o país estava “tornando-se rapidamente o próximo foco de crimes contra animais selvagens”.

O Conservation Action Trust informou que ainda não se sabe se os bebês elefantes já foram capturados e enviados para Dubai. O Ministério do Meio Ambiente não respondeu à solicitação por informações.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Leopardo é morto a machadadas e vídeo do assassinato choca internautas

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Um vídeo chocante mostra um jovem leopardo sendo brutalmente atacado por quatro cães na Namíbia antes de ser atacado até a morte por um homem segurando um machado.

O horrível assassinato dura vários minutos e os homens podem ser ouvidos rindo enquanto observam a cena bárbara.

Enquanto o leopardo enfrenta um extremo sofrimento no chão, um dos homens mexe em sua boca com uma vara antes do outro atacá-lo com o machado.

Audrey Delsink, diretora da Humane Society International, disse: “Este ataque causará ondas de choque em toda a Namíbia e no mundo”.

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Embora a exploração de cães para caça de “troféus” de leopardos seja ilegal no país, existe uma disposição que permite que um proprietário de terras mate um animal protegido (que inclui leopardos) por meio de uma autorização especial para “defender” a vida humana ou animal.

Mais grave ainda é o fato de a disposição deixar um espaço aberto para abusos e sofrimento, disseram ativistas.

“O animal está incapacitado, está em uma armadilha e nunca representa um perigo. No entanto, é ameaçado por cães e, em seguida, atacado até a morte”, declarou Masha Kalinina, especialista em política de comércio internacional da Humane Society International.

“Pela lei, não há nada que faça os proprietários de terras mostrarem que já tentaram outras medidas não letais antes. Achamos que esse leopardo foi atacado porque vacas foram mortas na fazenda”, acrescentou.

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A organização iniciou uma petição pedindo reformas que protejam os animais. Kalinina ressaltou que a brecha que os proprietários exploram exige uma mudança urgente para impedir que os leopardos sejam mortos com esta brutalidade.

“Estamos pressionando o governo da Namíbia, o Ministério da Agricultura, Água e Florestas, que acreditamos operar a fazenda no vídeo, bem como o Ministério do Turismo, que administra a área de vida selvagem nas proximidades, para alterar a Portaria de 1975”, explicou.

“Esses tipos de causas de morte são comuns, mas raramente investigadas. Queremos uma investigação adequada sobre o que aconteceu e estamos tentando reunir o máximo de informações possível. A matança também deve ser denunciada dentro de 10 dias [por lei]”, acrescentou.

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O assassinato bárbaro ocorre em um momento em que os leopardos estão classificados como “vulneráveis” na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Isso significa que os animais correm alto risco de perigo na natureza.

A população de leopardos na África subsaariana, que inclui a Namíbia, diminuiu mais de 30% nos últimos 20 anos.
Em resposta às imagens horríveis, Delsink, destacou: “O assassinato deste leopardo é um dos exemplos mais hediondos de crueldade animal que já vi. Esta pobre criatura sofreu um ataque prolongado. O que é particularmente chocante é o absoluto desrespeito mostrado pelos homens envolvidos, que riem conforme o animal é repetidamente atacado pelos cães e espancado”.

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“É imperativo que os homens que fizeram parte deste ataque sejam responsabilizados e que a morte trágica deste leopardo provoque uma mudança urgente na lei da Namíbia. Nenhum animal deve ser tratado desta maneira e a brecha que fornece carta branca para essa matança cruel e bárbara deve ser fechada”, adicionou.

Os ativistas acreditam que o ataque foi filmado em uma fazenda comercial de propriedade do governo sob a administração do Ministério da Agricultura, localizada no leste do Waterberg Plateau National Park, que é gerenciada pelo Ministério do Meio Ambiente e Turismo.

“Este é um ato insensato e brutal que não é justificável sob nenhuma circunstância”, afirmou Joseph Okori, diretor regional da África Austral do Internacional Fund for Animal Welfare (IFAW).

“O governo da Namíbia deve considerar a revisão de suas políticas no que diz respeito às espécies protegidas como um todo e alinhar-se às melhores práticas internacionais que não permitem essa crueldade terrível”, finalizou.

Fonte: ANDA

É preciso erradicar essa outra prática, abjecta e psicopata, chamada CAÇA, do mundo! Namíbia – EUA Caçador mata rinoceronte raro e processa Delta Air Lines por se recusar a transportar o “troféu”

O caçador Corey Knowlton, e o rinoceronte Ronnie, morto por ele em Maio deste ano. Foto: The Dodo O caçador Corey Knowlton e o rinoceronte Ronnie, morto por ele em Maio deste ano.

Um homem que pagou 350 mil dólares para atirar em um rinoceronte negro está processando uma companhia aérea que se recusou transportar o seu “troféu”.

Corey Knowlton, que obteve uma permissão para a caça no Dallas Safari Club em 2014 e fez a viagem em maio deste ano, ficou conhecido quando a CNN decidiu acompanhar a sua caça por um rinoceronte ameaçado de extinção na Namíbia.

Foto: Facebook

“Eu senti desde o primeiro dia que estavam beneficiando o rinoceronte”, disse Knowlton à CNN após ter atirado no rinoceronte, que se chamava Ronnie. “E eu acharei isso até o dia em que eu morrer”.

Agora ele está movendo uma ação contra a Delta Air Lines, que anunciou que iria parar de transportar troféus de caça em agosto, tornando mais difícil para caçadores levarem para as suas casas partes de corpos de animais. “O embargo da Delta ameaça toda a indústria de turismo de caça, que tem base em um paradigma de preservação sustentável”, diz o texto da ação:

“Seria catastrófico para as pessoas e para a vida selvagem eliminar a caça e o que ela traz de equilíbrio no ecossistema, bem como a receita operacional e incentivos à comunidade que ela promove. Os números de animais selvagens irão se desequilibrar. Mas isso irá ocorrer se a Delta continuar a discriminar os caçadores norte-americanos. Ao invés de celebrar a contribuição dos caçadores à indústria do turismo, a empresa está difamando-os ao se recusar a transportar os frutos da caça: os troféus dos premiados ‘Big Five’. A Delta está tratando esses troféus legalmente adquiridos como se fossem contrabando”.

Foto: Facebook

“Não posso pensar em alguém menos simpático para desafiar a política da Delta Air Lines que Corey Knowlton – o texano que pagou para matar um dos rinocerontes negros mais raros da África”, disse Chris Green, da Harvard Law School, ao The Dodo. “Nenhuma companhia aérea racional desejaria ter seu nome associado ao transporte do corpo assassinado desse animal ameaçado apenas para que ele possa ser pendurado na parede de algum rico americano”.

Knowlton afirma que a nova política da Delta sugere que “negócios americanos, profissionais, feitos por pessoas civilizadas” estejam relacionados ao tráfico. Os caçadores “legalizados”, ou seja, com permissão para matar, dizem que é o dinheiro que justifica as suas matanças, em comparação com traficantes de vida selvagem e caçadores clandestinos. O argumento de que o dinheiro que é pago para se atirar em animais ameaçados é comumente usado pelos caçadores para justificar a morte de animais que já estão sendo mortos a taxas incrivelmente alarmantes.

Foto: Facebook

Mas esse argumento ignora os efeitos devastadores que a morte de um indivíduo pode ter sobre a linhagem e sobre os membros da família do animal. Além disso, com as populações animais despencando devido a fatores desde a perda do habitat até a caça, os caçadores de troféus ainda matam cerca de 105 mil animais na África a cada ano, quando cada indivíduo é crucial para a sobrevivência da espécie.

“Contendas como estas somente atraem ainda mais atenção negativa para uma causa já controversa. A resposta pública à ação de Knowlton irá confirmar que a Delta Air Lines fez exatamente a coisa certa ao ouvir a maioria de seus clientes e se recusar a participar da matança recreativa dos preciosos animais selvagens da África”, disse Green.

Foto: Facebook

Ele acrescentou: “Um número sem fim de pessoas podem viajar para visitar um raro animal africano durante o seu tempo de vida – criando uma fonte renovável de dólares que circularão na economia local continuamente. Por outro lado, não importa quão alto o preço, apenas uma pessoa pode matar um rinoceronte negro e então ele se vai para sempre, exatamente como o leão Cecil”.

Em 40 anos, a população de rinocerontes negros foi dizimada por causa da caça. Atualmente, de acordo com a cobertura da CNN da caçada de Knowlton, há exatos 5.000 rinocerontes restantes no mundo. No entanto, segundo outras estimativas, há menos da metade: restam somente 2.500 rinocerontes negros sobre a Terra.

Fonte: ANDA

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Tal como a tauromaquia, e os circos com animais, a caça, é também uma prática PSICOPATA. Por tanto, todos aqueles, que fomentam, que realizam e que as praticam, são PSICOPATAS!

Namibia: Stop ALL Hunting of Rare Desert Elephants!

Namibia: Stop ALL Hunting of Rare Desert Elephants!

Why this is important

Namibia is home to one of only TWO groups of Desert Elephants in the World.

An estimated number of only 100 of these Desert Elephant are left in the Damaraland / Kaokoveld part of Kunene Region of the Namib, of which approximately 18 are Young Bulls.

The Tourism Value of these magnificent Desert Adapted Elephants should not be underestimated.
The Namibian Government has admitted to issuing NINE hunting permits for these Elephants – the specific locations (in which Conservancies) have not been disclosed despite several requests.
With the killing of Delta, on 14 June in Sorris-Sorris, concerns have been highlighted as to the extent of control that the MET has over the specific location as to which these hunts will take place.
Although Echo was killed outside of the specific area of concern, after trampling a trophy hunter, there are no guarantees that Echo’s replacement tag will not be taken from the true Desert Elephant population.
WE URGE YOU, HONOURABLE MINISTER HERUNGA AND THE NAMIBIAN MET, to strongly consider establishing the following:
1. Proclaim a Complete MORATORIUM on the hunting of any Desert (‘Adapted’) Elephants
2. Order and Immediate EXTREME FORENSIC AUDIT of the Desert Elephant Population and all the associated bull elephants
3. Immediate Declaration of the Desert Elephants as a NATIONAL TREASURE, enjoying SPECIAL PROTECTION under the President of Namibia.

These Elephants are one of the main tourist attractions for this lovely country.

Desert Elephants are beautiful, majestic, unique and very resourceful – they absolutely deserve to be saved from man’s greed!
Picture credit – Johan Swanepoel
The Desert Elephants Of Namibia Thank you for your Compassion and your Voice!

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