A ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA, NÃO CAI DO CÉU. É NECESSÁRIO LUTAR. CORRER ATRÁS!

Vou começar neste texto, por finalmente, dizer, qual foi primeira razão, que me fez abandonar o facebook e a luta anti-tourada, em grupo, em 2013.
Foi a inercia.
Foi o ter chegado, na altura à conclusão, que o movimento anti-tourada, em grupo, pensa que a abolição da tauromaquia em Portugal, cai do céu. Que não é preciso fazer o que for necessário para que a ABOLIÇÃO aconteça. Que não é preciso traçar uma meta, e agir para a atingir.
Foi criada uma petição, para um referendo nacional para a ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal. E acho que as atenções do movimento anti-tourada, devem centrar-se nela. Apoia-la. Fazer o possível e o impossível, para que ela atinja as 75.000 assinaturas e para ir a bom a porto. Para vencermos, e abolirmos a tauromaquia, de Portugal. Para não perdermos mais tempo rumo à ABOLIÇÃO da tauromaquia.
Tirando a Assembleia da Republica, que já deu provas suficientes que é impossível, nada mais é impossível. Tirando a Assembleia da Republica, o que parece impossível, podemos tornar possível, com a nossa luta, com a nossa garra, sem inercia.

O movimento anti-tourada em Portugal, em grupo, deveria ter traçado uma meta. Em X anos, conseguiremos a ABOLIÇÃO de Tauromaquia. E teria posto mãos à obra, rumo a esse objectivo. Lutaria, fazendo o que fosse necessário para o atingir. Mas isso não foi feito.
E agora, alguém, com a petição para referendo nacional, dá, ao Movimento Anti-tourada, a chance de corrigir o erro que cometeu.
Mas há mais!
Em 2012, o México realizou uma manifestação contra a tauromaquia, por todo o país. E em Portugal, não se fez o mesmo, na mesma altura. Foi um erro.
Há poucos anos, devido à acção do governo da altura, um movimento realizou as maiores manifestações em Portugal, depois do 25 de Abril. E o movimento anti-tourada, em Portugal, deixou escapar mais uma grande oportunidade, para fazer o mesmo, logo a seguir. Mais um erro. Estes, foram tiros nos seus próprios pés, que o Movimento anti-tourada, deu.

Mas o Movimento anti-tourada, tem agora a oportunidade de corrigir todos os erros que cometeu, com a petição para referendo nacional.

Se queremos a ABOLIÇÃO da tauromaquia, sem mais demoras, devemos agir em conformidade, e não esperar que ela nos caia no colo, vinda do céu.

Apoiemos todos a petição.
Nos unamos todos em volta dela, para com ela, ABOLIRMOS a tauromaquia!

Mário Amorim

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O que está a acontecer

Montagem 1º

O que é ser Anti-tourada

Todos aqueles que lutam contra a tauromaquia, estão a assistir ao crescimento, cada vez maior, do movimento anti-tourada, não apenas nos países que ainda têm tauromaquia, mas ao redor do mundo.

E quem defende a tauromaquia, sabe muito bem disso. E isso atrapalha-os, pois sentem que a pequena minoria que são, cada vez é mais pequena.

Mesmo entre quem defende a tauromaquia, assistimos a um crescimento, cada vez maior, do numero de pessoas que passam a lutar contra a tauromaquia.

A consciência da crueldade, da barbaridade da tauromaquia, está num claro crescimento, pelos quatro cantos do mundo.

Depois, as pessoas vão tendo cada vez mais consciência, de que a tauromaquia, revela Psicopatia, revela Sociopatia. Essa tomada de consciência, ajuda, também, cada vez mais, ao crescimento, cada vez maior do numero de pessoas, que antes defendiam a tauromaquia, e que agora, são contra a tauromaquia.

Tudo isto está a acontecer. Tudo isto é uma realidade, cada vez mais evidente.

Depois, há a questão das crianças.

Cada vez mais a ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam para o perigo que as crianças que são envolvidas na tauromaquia correm. A ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam cada vez mais, que envolver crianças no maltrato a animais não-humanos, é prejudicar gravemente as próprias crianças. É torna-las pessoas violentas. É prejudicar gravemente o seu crescimento.

A ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam cada vez mais, que crianças que maltratam animais não-humanos, a não ser que desde o inicio sejam travadas, vão ser, futuramente pessoas muito problemáticas. Vão ser, também, violentas, para com outros animais-humanos. É que a ciência forense, e a psiquiatria forense, não se cansam de alertar, para a correlação directa entre o maltrato a animais não-humanos, e o maltrato a animais-humanos.

Por tudo isto, o crescimento do movimento anti-tourada, é cada vez mais crescente.

Apelo, por tanto a pessoas que ainda defendem a tauromaquia, e que possam vir a ler este meu texto, que pensem muito bem, depois de o lerem. E que se perguntem se querem continuar a ser coniventes com uma prática vil, cruel e bárbara, não apenas contra o touro e contra o cavalo, mas também contra crianças!?

 

Mário Amorim