PAN: ÁRVORES SÃO A “ARMA” MAIS PODEROSA DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

Perante a crise climática e a grave ameaça à vida no nosso planeta, o Grupo Municipal do PAN responde ao desafio lançado pela autarquia e apresenta um conjunto de projectos que visa contribuir para valorizar a distinção Lisboa Capital Verde 2020

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Lisboa, 1 de Julho de 2019 – Reconhecendo que as árvores são um elemento fundamental para o combate às alterações climáticas, o Grupo Municipal do PAN apresenta amanhã, na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação para a criação de dois programas municipais, um de apadrinhamento de árvores e outro de plantação de árvores por estudantes, e ainda uma moção para criação do Estatuto da Árvore.

Este é o reconhecimento da importância das árvores e florestas no equilíbrio ambiental do planeta. As propostas do Grupo Municipal do PAN surgem no seguimento de vários estudos que apontam que a floresta urbana tem um papel fundamental na mitigação dos efeitos das alterações climáticas. Entre outras funções essenciais, as árvores têm um efeito positivo e comprovado na conservação dos solos, na qualidade do ar, bem como na protecção da biodiversidade.

Com o agravamento da crise ambiental que vivemos, é urgente reconhecer que temos connosco o recurso natural mais poderoso de combate às alterações climáticas. As árvores têm benefícios únicos para o ambiente, saúde, vida animal e vegetal, contribui para a purificação do ar e para a fixação de carbono. A protecção das árvores nem sempre é garantida, pois o seu abate em contexto urbano continua a ser feito sem rigor ou método. Proteger as árvores e florestas é uma tarefa de superior grandeza e deve ser assegurada por todos e todas nós”, afirma a deputada municipal, Inês de Sousa Real.

A recomendação apresentada visa, assim, promover um programa municipal de apadrinhamento de árvores, desenvolver um programa de plantação de árvores pelos estudantes de Lisboa no final de cada ciclo de ensino e, ainda, criar um programa de troca e doação de sementes. A moção tem como objectivo proteger a árvore enquanto ser vivo, através da criação de um estatuto próprio, da dinamização de campanhas de sensibilização de boas práticas florestais e da reimplementação de conferências florestais.

Fonte: Arco de Almedina

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VITÓRIA PAN LISBOA – CÂMARA MUNICIPAL DESOBRIGA CASA PIA DE REALIZAR TOURADAS NO CAMPO PEQUENO

Cai um importante muro que sustentava a tauromaquia em Portugal.

De acordo com o comunicado do PAN Lisboa, este reclama finalmente a sua primeira conquista no âmbito das actividades tauromáquicas no Campo Pequeno: o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fernando Medina, anuiu ao pedido do PAN e enviou uma carta à Casa Pia (mais abaixo) desobrigando-a da realização de corridas de touros na Praça do Campo Pequeno!

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O Grupo Municipal do PAN (e todos nós com ele) congratula-se com a tomada de posição da Câmara Municipal de Lisboa relativamente ao uso da Praça do Campo Pequeno. Foi hoje dada a conhecer a carta enviada pelo Presidente Fernando Medina na qual se dirige à Presidente da Casa Pia de Lisboa «para deixar claro que a Casa Pia de Lisboa tem a mais ampla liberdade na decisão quanto à actividade a realizar no recinto em causa (…), sendo certo que a realização de espectáculos tauromáquicos nunca será para o Município de Lisboa condição de manutenção da concessão». Mais acrescenta esta comunicação que «os princípios e valores de alta benemerência social que justificaram ao longo do tempo a atribuição de tais direitos pelo Município são os mesmos que hoje exigem que se mantenham, ainda que no exercício dos seus direitos e das suas competências, a Casa Pia de Lisboa decida, por si ou por quem contratar, não vir a realizar naquele local espectáculos tauromáquicos».

Este desafio foi lançado pelo Grupo Municipal do PAN ao Presidente Fernando Medina há dois meses durante o debate “O Futuro do Campo Pequeno” que decorreu na Assembleia Municipal de Lisboa, uma iniciativa desta força política. Neste debate, marcado por alguma controvérsia, o PAN alertou mais uma vez para os contornos pouco claros que envolvem a gestão do terreno e do edifício do Campo Pequeno, bem como para as questões relacionadas com o sofrimento animal, apelando a que se esclarecesse a não obrigação da realização de corridas de touros naquele espaço. Após o debate, o PAN interpelou novamente a CML para desobrigar a Casa Pia de Lisboa à realização daquele tipo de espectáculos.

A deputada municipal do PAN, Inês de Sousa Real, salientou que «com esta grande conquista, acreditamos que a Casa Pia possa agora prosseguir com a sua actividade reconvertendo este espaço e ali realizar outros eventos e espectáculos que não envolvam actividades que promovam o sofrimento animal. A Casa Pia é uma instituição benemérita que tem por missão proteger os direitos de crianças e jovens, direitos que não estão a ser protegidos com a realização de touradas naquele espaço e esta actividade em nada vai ao encontro dos valores que devem marcar esta instituição”.

Recorde-se que, em Julho do ano passado, o PAN Lisboa tinha já apresentado uma Recomendação que foi reprovada pela Assembleia Municipal e que pedia precisamente que a CML, à luz dos imperativos éticos do nosso tempo, esclarecesse a Casa Pia, I.P. e a sociedade no geral que não há qualquer imposição para que ali decorram obrigatoriamente touradas, devendo as mesmas ser abolidas dos usos afectos àquele espaço.

O terreno do Campo Pequeno foi cedido pela CML à Casa Pia para a realização de espectáculos tauromáquicos, com a condição de o terreno voltar para a posse da CML caso a finalidade do terreno fosse outra ou caso o terreno fosse cedido pela Casa Pia a outra entidade, o que já aconteceu por duas vezes: a Casa Pia cedeu os direitos do terreno à empresa Tauromáquica Lisbonense, e mais tarde à Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno (SRUCP, S.A.), sociedade entretanto já dissolvida e com uma dívida que ascende aos 90 milhões de euros, mas que estranhamente continua a exercer actividade e a organizar corridas de touros.

Tudo isto demonstra um claro incumprimento das condições de cedência impostas pela CML aquando da constituição do direito de superfície, aspecto para o qual o PAN Lisboa tem vindo a alertar a Assembleia Municipal e a Câmara Municipal.

O PAN tem vindo igualmente a alertar para a necessidade de dar cumprimento à recomendação da ONU a Portugal no sentido de afastar as crianças e jovens da violência da tauromaquia.

Inês de sousa Leal, acrescenta ainda que «esta é uma grande vitória da sociedade lisboeta e dos movimentos de protecção animal, que há muito reclamam pelo fim das corridas de touros em pleno coração da nossa cidade. Estamos um passo mais perto desse objectivo e não podemos deixar de felicitar a Câmara Municipal pelo seu posicionamento” .

Carta de Fernando Medina à Dra. Cristina Fangueiro, presidente da Casa Pia de Lisboa:

 

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Fonte: Arco de Almedina

 

PAN LISBOA REPUDIA CELEBRAÇÃO DO “dia da tauromaquia”

O PAN repudia e todas as pessoas, dotadas de Sensibilidade e Bom Senso e, sobretudo, do sentimento maior do ser humano: a EMPATIA, repudiam esta “celebração” que envergonha até as pedras das calçadas da capital portuguesa, que será reduzida a uma localidade terceiro-mundista, no próximo dia 23 de Fevereiro.

CRIANÇAS EXPOSTAS À VIOLÊNCIA DA TAUROMAQUIA COM O APOIO DOS GOVERNANTES?

Isto só num Portugal cada vez mais pequenino e medíocre.

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O Grupo Municipal do PAN reagiu às práticas medievalescas que vão ser promovidas no dia 23 de Fevereiro e que pretendem expor de forma clara as crianças e jovens às práticas violentas da tauromaquia.

O PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa relativamente às licenças para ocupação do espaço público neste dia e reitera que deve ser dado outro uso à praça do “campo pequeno”.

Face a esta loucura, o PAN Lisboa e todos nós reagimos com perplexidade e repúdio perante a intenção dos promotores do evento – a prótoiro – em torná-lo um acontecimento “para toda a família”.

As práticas medievalescas, inerentes à tauromaquia, vão decorrer no recinto do “campo pequeno” (pequeno em absolutamente TUDO) e no espaço público envolvente, pelo que o Grupo Municipal do PAN já questionou a Câmara Municipal de Lisboa sobre que licenças foram concedidas para este dia, para que locais, se houve isenção do pagamento de taxas e qual o tipo de actividades a que concretamente se destinam.

A intenção dos promotores desta vergonhosa iniciativa é levar a incultura tauromáquica a vários públicos, incluindo actividades antipedagógicas para crianças e adultos, nomeadamente “demonstrações e aulas de toureio e pegas”, como se isto interessasse às pessoas dotadas de Empatia, Sensibilidade e Bom senso! Como se isto fosse adequado às crianças!

Onde está a Comissão de Protecção de Menores e Jovens em Risco? Sim, porque estas crianças irão ser expostas à crueldade e violência, que, a exemplo do que já acontece, transformar-se-ão em adultos para os quais a crueldade e a violência farão parte das suas vidas, como sendo coisas normalíssimas?

Tais demonstrações antipedagógicas, ignoram por completo a recomendação da ONU para que as crianças não sejam expostas à violência física e psicológica da tauromaquia.

Numa altura em que várias cidades do país, como Póvoa de Varzim e Viana do Castelo, já se declararam livres de touradas, é incompreensível que a nossa capital permita não só a realização de eventos tauromáquicos como também a celebração deste dia, do qual pouco ou nada se tinha antes ouvido falar”, refere a deputada municipal Inês de Sousa Real.

O terreno onde a Praça de Touros se encontra instalada pertence à Autarquia e a Praça de Touros em si pertence à Casa Pia de Lisboa. Para o PAN e para todos nós, é incompreensível que estas duas entidades públicas não desenvolvam esforços para reconverter o uso que é dado àquele espaço e ignorem a crescente consciencialização da população para a protecção animal.

De referir também a situação jurídica pouco clara em que se encontra a Sociedade de Renovação Urbana do “campo pequeno”, que, apesar de dissolvida, detém ainda o direito de exploração do espaço. Mais grave ainda, quando o sector insiste em menosprezar o superior interesse das crianças e jovens, expondo-os a esta actividade violenta e cruel.

De acordo com o comunicado do PAN Lisboa, este compromete-se a acompanhar de perto as actividades previstas para o dia 23 de Fevereiro bem como, neste sentido, vai continuar a trabalhar por uma cidade livre de violência contra pessoas e animais.

E nós cá estaremos para fazer ECO.

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia e imagem:

http://pan.com.pt/na/amlisboa/2019/01/10/pan-lisboa-repudia-celebracao-do-dia-da-tauromaquia/

Fonte: Arco de Almedina

 

DIA 23 DE FEVEREIRO A prótoiro PRETENDE CELEBRAR EM LISBOA A TORTURA, O SANGUE, O MASSACRE E A HUMILHAÇÃO DE TOUROS

Shame on Lisbon, that Lisbon of the Web Summit.

Dear Paddy Cosgrave, look what they hide from you and from the World.

Mais uma iniciativa para envergonhar Lisboa, Portugal e os Portugueses. E isto acontece naquela Lisboa para estrangeiro ver, uma capital europeia com um atraso civilizacional encapotado por um turismo que só anda por onde passa a procissão, e não por onde resvala o medievalismo marialva lisboeta.

E claro, isto só podia ser uma iniciativa da prótoiro, que não tem a noção do ridículo, ao criar o dia da tortura de Touros, vulgo tauromaquia, e celebrar essa tortura, como algo normal e útil à sociedade.

E de quem é a culpa? Dos trogloditas que se negam a evoluir e a abolir esta prática medievalesca, de broncos, para broncos.

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Massacre ilegal de Touro em Monsaraz, com crianças envolvidas, permitido pelas autoridades portuguesas. É isto que a protóiro quer celebrar no dia 23 de Fevereiro… em LISBOA…

Illegal massacre of a Bull in Monsaraz, with children involved, allowed by the Portuguese authorities. This is what the prótoiro want to celebrate on February 23 … in LISBON …

Another initiative to humiliate Lisbon, Portugal and the Portuguese. And this happens in that Lisbon for foreigner to see, a European capital with a civilizational backwardness hidden behind a tourism that only walks wherever the parade passes, and not where the medieval dandies from Lisbon crawls.

And of course, this could only be an initiative of the prótoiro, who does not have the notion of ridicule, in creating the day of bull torture, that is, bullfighting, and celebrate this torture, as something normal and useful to society.

And who’s to blame? Of course, the troglodytes who refuse to evolve and abolish this medieval practice of uncivilized people.

Isabel A. Ferreira

Assembleia Municipal de Lisboa rejeita recomendação para acabar touradas no Campo Pequeno

Simplesmente vergonhoso.
Lisboa continuará a fazer parte do rol das cidades coniventes com a psicopatia, assassinato, crime e com a máfia!

Mário Amorim


A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) rejeitou hoje uma recomendação do Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que pedia o fim das touradas na Praça de Touros do Campo Pequeno, numa votação que gerou agitação entre os deputados.

Assembleia Municipal de Lisboa rejeita recomendação para acabar touradas no Campo Pequeno

O documento do PAN recomendava que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) esclarecesse “a Casa Pia e a sociedade no seu geral que não há qualquer imposição” para que ali “decorram obrigatoriamente touradas, devendo as mesmas ser abolidas dos usos afetos àquele espaço”.

A recomendação previa, também, que Lisboa se declarasse “cidade livre de espetáculos com sofrimento animal” e que o município assegurasse “não existir qualquer tipo de apoio institucional, nomeadamente de cariz financeiro ou cedência de quaisquer outros benefícios ou isenções, a atividades” deste foro.

O documento foi rejeitado na totalidade, com os votos contra do PCP, PS, CDS-PP e PSD, e os votos a favor da totalidade dos deputados independentes (oito), BE, MPT, PEV, PAN e oito deputados do PS. Ou seja, “49 deputados votaram contra e 26 a favor”, anunciou a mesa da AML. A deputada do PPM não participou na deliberação, alegando estar impedida de votar esta questão.

Na altura das votações, criou-se uma agitação na sala porque a bancada do PS, a maior da AML, teve liberdade de voto e algumas bancadas não concordaram em que o voto dos deputados ausentes fosse considerado contra, uma vez que foi esse o sentido de voto da maioria dos socialistas. Após esta discussão, foi posta à consideração dos deputados uma votação nominal, o que acabou por não acontecer.

Intervindo na sessão, o deputado Rui Costa, do BE, aplaudiu o facto de o PAN querer “que o município de Lisboa deixe, diretamente ou indiretamente, através do fundo de turismo e, já agora, do financiamento dos turistas que cá vêm, de financiar este tipo de atividades tauromáquicas”.

No mesmo sentido, o deputado José Inácio, do MPT, questionou se fará sentido a CML (…) manter o apoio a esta atividade, “na qual claramente a vasta maioria dos lisboetas não se revê”.

Relativamente a esta questão, o presidente do executivo municipal lisboeta, Fernando Medina, garantiu que “não há nenhum apoio direto ou indireto à realização de touradas” na capital.

Para a deputada do PAN Inês Sousa Real, “em pleno século XXI torturar animais não é mais aceitável”.

“As tradições formam-se, perdem-se, recuperam-se, banem-se, como fenómenos culturais e temporários que são”, vincou, acrescentando que “todos os dados apontam para o declínio da atividade tauromáquica”.

Por seu turno, o deputado do PSD António Prôa advogou que “o que está aqui em causa é a imposição de uma ideologia”, reforçando que isso é “incompatível com a democracia”.

O eleito do CDS-PP Diogo Moura, referindo-se a um estudo da Universidade Católica que dá conta que 89% dos lisboetas nunca assistiu a uma tourada no Campo Pequeno e que é citado na recomendação do PAN, disse que “nenhum desses números serve para concluir que os lisboetas querem proibir a tourada”.

“Os intolerantes têm o direito de não gostar, mas não podem proibir” a realização de touradas, “uma atividade económica que dá emprego a muitas pessoas”, concluiu.

Já o deputado independente Paulo Muacho salientou que “a tourada é hoje uma prática anacrónica e em declínio”, defendendo que a capital lisboeta devia “declarar-se livre de espetáculos de sofrimento animal”.

Fonte: SAPO24

COMO SE ESPERAVA, O BULLFEST FOI UM BULLFIASCO

Uma vez mais, os tauricidas deram-se mal. Quiseram esticar, até ao limite, uma corda podre, e estatelaram-se no chão.

O tal BullFest, aquele evento realizado no passado sábado, no campo pequeno, na cidade de Lisboa, com a intenção de mostrar ao povinho a “coltura” tauromáquica, foi o maior fiasco de sempre.

Ficou demonstrado que a selvajaria tauromáquica não passa disso mesmo: de uma “coltura”, que é como quem diz, a incultura tauromáquica,  que só interessa a uma insignificante facção da população portuguesa, que tem ainda a ilusão de manter de pé algo que só está de pé, porque, inacreditavelmente, o governo português, utilizando os impostos dos portugueses, injecta dinheiro nessa “incoltura”, em detrimento da Cultura Culta.

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Foi assim, para uma fraca (em quantidade e moralmente) plateia, mais borlas do que bilhetes vendidos, que o BullFiasco se realizou. Quantos mais fiascos terão de acontecer para que o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o governo português entendam que a selvajaria tauromáquica está moribunda, e que não vale a pena esbanjar dinheiros públicos numa “coisa” que envergonha a cidade, os Portugueses, Portugal e a Humanidade?

Não foi por acaso que o Porto, cidade limpa da selvajaria tauromáquica, foi eleito como o melhor destino europeu de 2017, sendo distinguido pela terceira vez consecutiva.

Para mim, e para muito votantes, este detalhe contou.

Pensem nisto.

Fonte: Arco de Almedina

 

Quem respeita o touro e o cavalo, não vai ao Campo Pequeno!

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No principal antro da crueldade, em Portugal, o Campo Pequeno, realizam-se concertos; festa do lego; festas das televisões, e outros espectáculos, para além do espectáculo bárbaro e cruel, chamado tourada.

E quem lá vai ver um desses espectáculos, não quer saber que lá acontece barbaridade, crueldade, tortura. Não quer saber que o Campo Pequeno, está impregnado de sangue e de sofrimento de seres sensíveis.

No que me diz respeito, jamais entrei no Campo Pequeno, e jamais lá entrarei.
Aliás; seja do Campo Pequeno, ou não. Não quero, se quer aproximar-me de uma praça de touros, ainda em actividade tauromáquica. Não sou e não serei, jamais, capaz disso.

Por isso; até me arrepia, só em pensar, que existem pessoas que no Campo Pequeno, aplaudem, num qualquer espectáculo de musica, ou com musica. Pois essas pessoas, ao aplaudirem, num desses espectáculos, sem pensar nisso, não estão a aplaudir o espectáculo que estão a ver. Mas sim a crueldade, a tortura, física e psicológica que lá acontece, para com o touro e o cavalo.

BASTA DE CRUELDADE, DE TORTURA, DE SOFRIMENTO, NAS PRAÇAS DE TOUROS PORTUGUESAS!
BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!

Mário Amorim