SOBREVIVÊNCIA Tigre viaja mais de 1000 km em uma odisseia em busca de comida e habitat

Em uma migração de 5 meses, que se iniciou no final de junho de 2019, o animal saiu do Santuário da Vida Selvagem de Tipeshwar e parou na reserva de Dnyanganga, ambos localizados no estado indiano de Maharashtra

O tigre, conhecido como T1-C1, foi rastreado em uma jornada épica de 1300 km | Foto: Maharashtra Forest Department O tigre, conhecido como T1-C1, foi rastreado em uma jornada épica de 1300 km

Um tigre na Índia viajou mais de 1.300 quilómetros em busca alimento, uma companheira e um lar – a maior caminhada já registada por um felino de grande porte na Índia, segundo pesquisadores.

A odisseia de cinco meses do tigre, apelidado de T1-C1 por cientistas, foi feita em meio a diversas florestas e áreas urbanas até que o animal se estabeleceu em uma reserva natural, disse Ravikiran Govekar, diretor do Departamento Florestal do Estado de Maharashtra, na Índia.

Os tigres do sexo masculino migram como parte de um processo natural de marcar seu território, a fim de encontrar um habitat onde possam afirmar seu domínio, afastando-se de seu local de origem, que já é densamente povoado por tigres.

T1-C1, que tem dois anos e meio de idade, foi um dos três filhotes nascidos de uma tigre chamada de TWLS-T1 em 2016. Um colar de rádio por satélite foi colocado nos três em Fevereiro de 2019, como parte de um estudo para monitor-ar o padrão de dispersão dos jovens tigres.

O tigre começou sua migração no final de Junho de 2019 do Santuário de Vida Selvagem de Tipeshwar, no estado ocidental de Maharashtra. Govekar disse que um tigre adulto dominava o santuário e o T1-C1 foi em busca de comida e uma parceira em potencial.

“A principal preocupação é uma próspera base de alimento, no entanto, também é importante encontrar uma companheira e não havia tigres do sexo feminino com quem ele pudesse ter relações sexuais no santuário de Tipeshwar”, disse Govekar.

O tigre atravessou o estado de Telangana, no sul, e voltou a Maharashtra várias vezes, alimentando-se de bois que encontrou pelo caminho e animais selvagens, como antílopes durante o percurso. Em seguida, foi para o Santuário da Vida Selvagem Dnyanganga no estado indiano de Maharashtra, que fica aproximadamente 300 quilómetros a noroeste de onde sua jornada começou.

O colar de rastreamento está ativo há nove meses e será removido do tigre quando a bateria estiver completamente descarregada. Actualmente, o animal está sendo monitorado por funcionários do santuário de Dnyanganga.

Foto: Maharashtra Forest Department
“O comportamento de um tigre é imprevisível, mas estamos monitorando isso”, disse Vishal Mali, um oficial da divisão florestal do santuário. “A região tem recursos naturais e alimento suficientes para o tigre se sustentar e ele pode decidir se estabelecer ali permanentemente se assim desejar”.Números crescentes

Os tigres são uma espécie em extinção e menos de 4 mil deles permanecem na Terra. De acordo com o World Wildlife Fund, milhares de tigres vivem em reservas na Índia, onde matar um felino da espécie pode resultar em prisão.

O departamento florestal espera que o estudo da jornada de T1-C1  ajude a gerenciar melhor as rotas de migração de tigres e evitar conflitos entre pessoas e grandes felinos.

O departamento começou a rastrear rotas de migração em 2016, mas é a primeira vez que mais da metade da jornada de um tigre passa por áreas povoadas – o T1-C1 passou por 11 aldeias.

Foto: WWF
“Uma vez que entrou na região agrícola, não pode sair e, vendo que poderia se sustentar matando bois (dos criadores) e se movendo ao longo de um riacho, ele continuou avançando”, disse Govekar.

O atrito entre um homem e tigre foi claramente ilustrado quando um morador da região tentou se aproximar do tigre e conseguiu escapar por pouco.

“Houve apenas um incidente em que o animal deu uma patada em um humano que se aproximou dele para tirar uma selfie ou algo assim. O morador ferido se recuperou completamente”, disse Govekar.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento Florestal da Índia, do Ministério do Meio Ambiente, Florestas e Mudanças Climáticas, o país ganhou 6.778 quilómetros quadrados de cobertura florestal entre 2015 e 2017, quando ocorreu a última avaliação florestal.

Enquanto isso, a população de tigres da Índia aumentou quase um terço nos últimos quatro anos, para quase 3 mil animais, de acordo com uma pesquisa nacional divulgada em Julho.

Havia 2.967 tigres no país em 2018, de acordo com a Autoridade Nacional de Conservação de Tigres (NTCA), que realiza a pesquisa.

Isso representa um aumento de 33% em comparação com a última pesquisa de 2014, de acordo com uma declaração da NTCA, e continua o crescimento da população que vem sendo observado desde 2006. As informações são do Daily Mail.

Fonte: ANDA

Quanta dignidade encontro neste Tigre, uma dignidade que não existe no animal homem-predador

Tigre de Bengala

«Os tigres são os maiores membros da família dos felinos.

Nos últimos 100 anos, três das oito espécies de tigres foram extintas, a caça e a destruição de florestas reduziram a população de tigres de centenas de milhares de animais para talvez menos de 2.500.

Os tigres de Bengala, o tigre mais comum, vivem na Índia, e representam cerca de metade dos tigres selvagens.»

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Imagem: © Offset

Fonte:

https://www.msn.com/pt-pt/noticias/imagens/factos-fascinantes-sobre-animais/ss-AAJ3gUE?ocid=ems.msn.dl.TigerMadhvaPradeshIndia#image=26

Fonte: Arco de Almedina

SUSTENTABILIDADE Governo Indiano está utilizando plástico descartado para construir rodovias

Para resolver o problema do excesso de lixo, o governo começou a colocá-lo nas estradas para torná-las mais duráveis.

Foto : Ridham Nagralawala/Unsplash

O governo indiano está usando plástico descartado na construção de estradas. O país tornou a medida obrigatória em 2015 e dezenas de milhares de quilómetros de estradas no sul da Índia foram criadas usando subprodutos de plástico e concreto. Os relatórios o acto de chamam de “ecologicamente correto”. Mas existem cépticos.

O lixo plástico é um problema significativo na Índia e em todo o mundo. Para resolver o problema do excesso de lixo, o governo começou a colocá-lo nas estradas para torná-las mais duráveis. E até agora, desde de 2016, eles estão se saindo bem. Sem buracos e sem rachaduras após anos de uso excessivo.

A teoria da “rodovia plástica” na Índia foi desenvolvida por um professor de química, Dr. R Vasudevan. Ele patenteou esse processo em 2006. O Dr. Vasudevan usa sucata e plástico descartado em seus desenvolvimentos. Ele testou todos os tipos de plástico para descobrir qual seria o melhor para a estrada e para o preenchimento de buracos. O tipo de plástico que é constantemente descartado e desperdiçado tem a química perfeita para as estradas.

Até o governo intervir para tornar a realização dessas estradas oficial em 2015, elas eram caras e pouco frequentes. Agora, com o apoio do governo, eles se tornaram mais comuns e acessíveis (construção). A segurança rodoviária na Índia é vigiada pela Organização Mundial da Saúde. Eles relataram 231 mil mortes por “acidentes de trânsito” em 2013. O governo espera que novas estradas eliminem algumas das mortes e perigos.

Mas e os plásticos? Partículas de plástico podem penetrar nas águas. As pequenas partículas plásticas que se decompõem, chamadas microplásticos, atraem poluentes e podem entrar no solo. Estudos recentes descobriram microplásticos na neve do Árctico.

Os críticos das “rodovias de plástico” temem que esta seja uma solução de curto prazo focada na parte errada da cadeia de suprimentos de plástico. Em um artigo escrito por Nityanand Jayaraman, o autor argumenta que o plástico deve ser parado na fonte e ter sua produção diminuída, em vez de colocar o excesso do material na oferta de plástico, nas estradas e em outros locais onde ele continuará poluindo o planeta.

O plástico é reconhecidamente um grande problema no planeta. Além de não ser biodegradável, as sacolas e sacos de plástico são onipresentes, mas não temos uma estratégia para nos livrar deles. Produzimos mais plástico a cada ano do que no ano anterior, de acordo com o Fórum Económico Mundial.

Fonte: ANDA

TORTURA E ABUSO Elefante é acorrentado por três meses por ser considerado “agressivo”

Foto: Mathrubhumi

Um elefante tem sido torturado por três meses na Índia, mantido acorrentado em uma plantação, exposto ao sol e à chuva, mal conseguindo se mover, o animal chora o dia todo, segundo os vizinhos da propriedade onde o abuso acontece.

O elefante, conhecido pelos nomes Kochu Ganeshan e Bharathi Balanarayanan, foi acorrentado em uma plantação de coco em Mundakkara, na cidade de Balussery, na Índia desde Abril, segundo relatos do jornal Mathrubhumi.

De acordo com o responsável pelo elefante, Dileep Kumar, ele estaria passando pelo período de “musth” (alta dos níveis de hormonios reprodutivos em elefantes do sexo masculino, que causa agressividade) e por isso teria sido acorrentado e torturado.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Priya Davidar

Infelizmente na Índia é permitido manter elefantes em cativeiro porém, existem normas para esse tipo de procedimento. De acordo com o regulamento vigente, para se manter um elefante – no período de “musth” – cativo no país, ele deve ser colocado em acampamentos cobertos, protegido e ser alimentado ter acesso a água.

Lembrando que cativeiros, sejam eles em alojamentos cobertos, zoos ou qualquer tipo de privação da liberdade, causam sempre sofrimento a qualquer espécie, além de ser uma crueldade com animais selvagens, acostumados a viver livremente na natureza e em grupos ao invés de cerceados por interesses humanos.

A forma como Kochu Ganeshan vem sendo mantido viola todas as regras relativas aos cuidados com elefantes durante o período do “musth”. Segundo os especialistas nesta fase os níveis hormonais de testosterona se elevem tanto nos animais que cheguem a ficar 60 vezes mais altos que o normal. Para animais que vivem livres, o período é utilizado para reprodução e eles passam por essa fase de forma natural em seus habitats. Já os cativos se tornam agressivos e violentos por não poderem manifestar sua natureza ou seguir seus instintos.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia

Estar afastado de seu grupo e de seu ambiente natural é uma agressão anti-natural e cruel para com os elefantes por si só.

Ainda segundo relatos do jornal Mathrubhumi foram identificadas feridas profundas na pele do elefante causadas pelas de correntes que prendem suas pernas.

Vítima da humanidade

O elefante de 25 anos foi acorrentado a um coqueiro. O animal havia sido trazido para a terra de Vadakkedathu Sankaran (fazendeiro) para ficar por 10 dias. Ao final desse tempo, quando ele pediu para que os responsáveis levassem o elefante embora, Dileep Kumar disse que o animal estava em “musth” e não poderia ser transportado por três meses.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation

Quando um grupo de homens começou a acampar e se embebedar nas terras do fazendeiro alegando estar ali para cuidar do elefante, o proprietário demoliu o galpão construído no local.

O grupo entrou com uma queixa policial contra o proprietário da terra por destruir o galpão. Com isso, Sivasankaran teve que pedir ajuda da polícia para lidar com a situação.

Segundo relatos de moradores vizinhos da propriedade onde Kochu Ganeshan esta preso, o elefante chora sem parar, dia e noite, “num murmúrio de cortar coração”, devido às feridas profundas nas pernas e ao sofrimento de ficar amarrado o tempo todo.

Elefantes na Índia (imagem ilustrativa) | Foto: Nature Conservation Fundation
Elefantes na Índia

Sivasankaran e sua família disseram que apesar de terem feito uma queixa à polícia e ao DFO denunciando que o elefante está sendo torturado, nenhuma ação foi tomada.

Os responsáveis pelo elefante só levaram mahouts (cuidadores de elefante) até o local depois que ele apresentou uma queixa no tribunal de Koyilandi e uma comissão veio para inspecionar o animal e as condições em que ele tem sido mantido.

O tutor do elefante, Dileep Kumar, respondeu que o animal é tratado de acordo com as instruções do “Madangaleela” (livro indiano sobre elefantes que tem mais de 200 anos) e será deslocado do local quando o certificado de aptidão (fim do “musth”) for emitido.

Fonte: ANDA

AMOR MATERNO Mãe elefante tenta proteger seu bebé de retroescavadeira

Um filhote de elefante caiu em um tanque de água em Alipurduar, na Índia. Habitantes locais tentaram resgatá-lo com uma retroescavadeira, mas sua mãe estranhou a máquina e tentou protegê-lo, lutando com equipamento. Um vídeo foi gravado por algumas pessoas e viralizou na internet.

O bebé quase se afogou e não havia muito que sua mãe pudesse fazer, mas ela se recusou a deixar o seu lado e parecia aflita com a situação. Quando os moradores ouviram os gritos do filhote, rapidamente pegaram a retroescavadeira para socorrê-lo, já que seria impossível tirá-lo de lá com as próprias mãos.

Um elefante saindo da água coberto de lama

A mãe não entendeu que as pessoas queriam ajudar seu filhote e se apressou em defendê-lo, dando cabeçadas na máquina, tentando fazê-la recuar.

Depois de muita luta, ela finalmente se afastou e o resgate do bebê foi feito com sucesso. O motorista da retroescavadeira quebrou a parede lateral do tanque de água e o filhote finalmente conseguiu sair.

A mãe e seu bebê se reuniram e foram levados para a floresta novamente.

Fonte: ANDA

Bebé elefante tenta desesperadamente acordar a sua mãe morta

Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebé elefante é visto tentando acordar a sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

filhote acariciou com sua tromba a cabeça da sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e do seu filho na sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

bebé elefante, inconsciente do facto da sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la numa cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação actualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilião, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Fonte: ANDA

Amor incondicional Dálmata morre para salvar seu tutor do ataque de uma cobra

Ameen Sharif, de Bhubaneswar, na Índia, acordou com os latidos do cão e ao investigar, encontrou “Tyson” lutando com uma cobra

A fidelidade dos cães a seus tutores é algo extraordinário e ensina o verdadeiro significado de amor incondicional. Eles dão a vida se preciso para proteger quem está ao seu lado e, muitas vezes, defendem pessoas desconhecidas, apenas por sentirem que elas precisam de ajuda.

O valente dálmata é um exemplo disso – ele morreu para salvar sua família. “Tyson” matou a cobra, mas imediatamente adoeceu.

Ameen examinou seu cão em busca de picadas de cobra e encontrou sangue no lado esquerdo do rosto do animal. Ao ligar para a linha de apoio da cobra e enviar um vídeo do réptil para o especialista Subhendu Mallik, ele descobriu que se travava de uma cobra indiana e que Tyson precisava ser levado imediatamente ao veterinário.

Fonte: ANDA

Infelizmente, Ameen não conseguiu contato com nenhum veterinário já que o ataque que aconteceu às 2 da manhã da última segunda-feira (4) e Tyson morreu em meia hora.

“Encontramos Tyson brigando com a cobra a apenas um metro de distância de nossa porta. A cobra morreu, mas mordeu nosso amado cão”.

“Tentamos ligar para os médicos veterinários para conseguir uma dose de antiveneno para Tyson, mas nenhum deles atendeu a essa hora. Ele salvou nossas vidas, mas infelizmente não conseguimos salvar a dele”, disse Ameen.

Ele acrescentou: “O tipo de lealdade demonstrado por ele e seu sacrifício não pode ser esquecido por nossa família. É desanimador que haja tantos hospitais para atender humanos 24 horas por dia, 7 dias por semana, mas quando um animal é ferido, não há hospitais de emergência”.