COMPAIXÃO Elefanta pede para cuidadora cantar “canções de ninar” para seu filhote

A ANDA esquece-se permanentemente que nós, seres humanos, também somos animais, somos animais-humanos.


 

A interação de Faa Mai, por mais singela que tenha sido, foi também uma maneira de lembrar a todos do quanto temos em comum com os animais

Era mais um dia comum para a cuidadora e fundadora da Fundação Salve Elefante, Lek Chailert, até que ela foi interrompida de seu trabalho por uma elefantA resgatada. O animal foi tão enfático no pedido de atenção que inclusive enrolou sua tromba em Chailert.

O que a elefantA Faa Mai queria era que Lek cantasse uma cantiga de ninar para seu filhote adotivo, Thong Ae. Como se a cuidadora não tivesse nada mais importante naquele momento para fazer além de agradar o filhotinho.

Parece um acontecimento inusitado, mas é muito mais comum do que imaginamos. Elefantes são animais muito sociáveis e inteligentes, e formam laços muito fortes com os mais novos e até mesmo velam os mortos.

A interação de Faa Mai, por mais singela que tenha sido, foi também uma maneira de lembrar a todos do quanto temos em comum com os animais e o quanto eles precisam viver suas vidas livres de qualquer tipo de exploração – assim como nós, seres humanos.

Todos os anos, centenas de turistas visitam o Parque Natural dos Elefantes, e ajudam a cuidar dos elefantes como voluntários – em vez de montá-los ou assistir alguma performance abusiva apresentada por eles.

Apesar de ser um trabalho voluntário, as recompensas são muito valiosas: a experiência de cuidar dos animais promove compaixão, educa o público e tem criado uma mudança significativa na forma em que os animais são tratados na Tailândia e até mesmo no resto da Ásia.

Fonte: ANDA

ÉTICA E CONSCIÊNCIA Holanda dá um passo para a abolição de testes em animais

O país está diminuindo a exploração de animais em testes de cosméticos há mais de uma década, porém o declínio significativo da prática ocorre há três anos.

Uma pesquisa recentemente revela que o uso de macacos em experimentos diminuiu em 49% em um período de um ano nos Países Baixos. Houve também reduções significativas no uso de outros animais para experimentação, segundo a organização defensora dos direitos animais People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), em tradução livre “Pessoas Para o Tratamento Ético dos Animais.

A pesquisa descobriu números do período entre 2015 e 2016, mostrando instâncias mutáveis ​​do uso de animais em experimentos. Na Holanda, a exploração de macacos em experimentos registrou um declínio de 49%. Da mesma forma, o uso de cães caiu 13%, enquanto cavalos, burros e outras espécies foram usados ​​31% a menos. Além disso, o uso de cabras, ovelhas e vacas para experimentação teve um declínio substancial de 39%.

O declínio significativo no abuso de animais veio depois que a PETA na Holanda coletou mais de 100 mil assinaturas de pessoas compassivas por toda a Europa e as entregou a políticos em Haia.

Animais estão sendo cada vez menos explorados em testes de cosméticos nos Países Baixos.
A Holanda está reduzindo a exploração de animais em testes de cosméticos.

Posteriormente, o governo holandês aprovou uma moção em março de 2016 para eliminar gradualmente os experimentos realizados na maior instalação de macacos da Europa, o Biomedical Primate Research Center, localizado em Rijswijk.

Após essa mudança, o secretário de Estado holandês para Assuntos Econômicos, Martijn van Dam, anunciou planos para abolir o uso de animais em testes de toxicidade para produtos químicos, ingredientes alimentícios, pesticidas, medicamentos veterinários e vacinas até 2025, conforme a PETA.

O público está cada vez mais propenso em rejeitar empresas que utilizam os testes cruéis. Dados anteriores mostraram que 72% dos consumidores holandeses consideraram que os testes são desumanos ou antiéticos, enquanto uma pesquisa recente revelou que 46% dos entrevistados apoiaram um projeto de lei para proibir a venda de cosméticos testados em animais.

A empresa Body Shop lançou recentemente a maior campanha da história contra a exploração animal em indústrias de cosméticos e outros produtos. Como parte do movimento, circulou uma petição que acumulou mais de quatro milhões de assinaturas. Em relação à exploração animal na Holanda, o relatório identificou que o número total de procedimentos caiu quase 40% nos últimos 17 anos. Notavelmente, a mudança mais significativa ocorreu nos últimos três anos.

Esses números surgiram pouco depois que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) anunciou planos para implementar métodos de testes que não envolvam animais.

Fonte: ANDA

CRUELDADE Investigação expõe o uso descontrolado de drogas pela indústria de corridas de galgos

As corridas de galgos são abusivas e historicamente permanecem relativamente sem controle e são pouco estudadas

Diversos ativistas trabalham para conscientizar as pessoas sobre a crueldade da prática e resgatar galgos feridos ou “aposentados”. As campanhas de conscientização pública desses grupos ajudaram a proibir o esporte em 40 estados dos EUA. Porém, as 18 pistas de corrida remanescentes obrigam os cães enfrentarem a exaustão para ganhar as competições. Como cavalos de raça, os galgos recebem drogas para melhorar seus desempenhos.

Embora os órgãos reguladores nos EUA realizem testes de drogas em cães explorados em corridas desde a década de 1930, um relatório da Grey2K mostra que o uso de drogas ilegais para melhorar o desempenho dos animais, também chamado de “doping”, ocorre em um ritmo alarmante na indústria de corridas de galgos. O documento diz que o doping é “endêmico” na indústria. De 2007 a 2017, ocorreram em torno de 900 testes positivos para medicamentos e mais de 80 violações relacionadas a drogas.

Infelizmente, as associações que defendem as corridas em vários estados conseguiram evitar a exposição da prática antiética. Por exemplo, a indústria desafia as políticas de testes de drogas com meios legais e alguns estados possuem somente testes de drogas subfinanciados.

Os tipos de medicamentos administrados aos cães variam de relaxantes musculares e anestésicos (utilizados para tratar e esconder ferimentos) a estimulantes e drogas ilícitas.

Dos testes positivos para medicamentos, mais de 70 revelaram exposição à cocaína, um narcótico ilegal que “não tem utilização médica geralmente aceita” em animais de corrida. Ainda assim, as penalidades para as violações relacionadas às drogas são mínimas: a maioria dos treinadores e pistas recebe multas tão baixas quanto $ 50 por um teste positivo de cocaína. O uso da cocaína pela indústria da Flórida se alastrou em 2017, quando mais de 30 testes positivos foram registrados, revelou o Faunalytics.

Embora o relatório Grey2K recomende reformas políticas para combater o doping, os ativistas lutam para acabar com a exploração dos animais. Nos EUA, eles devem aumentar a conscientização sobre a crueldade da indústria de corridas de galgos. A divulgação de informações sobre o doping expõe a crueldade do esporte. Incentivar as pessoas a parar de frequentar as corridas é outro modo efetivo que pode ajudar a libertar os animais.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA BBC explora elefantes acorrentados e espancados na Índia

Os chefes da BBC se recusam a pedir desculpas depois que o apresentador Monty Don montou em um elefante em uma região  indiana onde adestradores acorrentam e espancam os animais

A emissora e o apresentador foram criticados depois que o programa Paradise Gardens retratou uma visita ao Amer Fort e as filmagens mostraram os maus-tratos sofridos pelos animais.

A BBC se recusou a comentar o assunto quando o episódio foi exibido, mas, desde então, alegou que sua equipe de produção não encontrou provas de maus-tratos durante uma inspeção.

Porém, as cenas mostraram elefantes em grilhões e uma imagem revelou um elefante sendo agredido com varas e bullhooks – uma ferramenta afiada usada para bater nos animais – por oito homens.

Um guia disse às pessoas que flagraram a violência que isso aconteceu porque os elefantes “não se comportam bem” no clima quente.

Os animais são forçados a transportar turistas na área, localizada no norte de Jaipur. A BBC respondeu a um pedido de comentário de Audrey Gaffney, membro da organização Action for Elephants, revelou o Mirror Online.

Audrey disse que os adestradores não mostrariam a crueldade imposta aos elefantes abertamente para uma equipe de TV.

Ela acusou a BBC de falhar “no seu objetivo de reportagem equilibrada” e de promover a crueldade. O presidente da Free Free Foundation, Will Travers, alertou que Monty incentivou outras pessoas a montarem nos elefantes maltratados.

Quando estava nas costas do elefante, Monty disse: “É a maneira apropriada, porque é assim que o Raja chegaria”.

Os adestradores domam os elefantes selvagens, mantendo-os enjaulados e espancando-os em um processo conhecido como “esmagamento”, revela o Daily Mail.

Nicky Campbell, que também é um apresentador da BBC, descreveu o passeio como “absolutamente espantoso”. O ativista pelos direitos animais declarou: “Estávamos progredindo em informar as pessoas sobre abusos. Totalmente revoltante com todo o bem que a BBC também está fazendo”.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Holanda anuncia plano para eliminar testes em animais até 2025


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O National Committee for the Protection of Animals Used in Scientific Research da Holanda (NCad) publicou o seu parecer consultivo para alcançar o objetivo histórico de adotar uma ciência livre de animais.

Ativistas pelos direitos animais participaram de uma reunião em Haia na semana passada, na qual o secretário de Estado holandês para Assuntos Econômicos, Martijn van Dam, anunciou a decisão de suspender a utilização de animais em testes para a indústria alimentícia, produtos químicos, vacinas etc até 2025.

Isso significa que inúmeros camundongos, ratos, coelhos e outros animais não serão mais torturados devido aos métodos cruéis que causam doenças, convulsões, diarreia, hemorragia.

Em setembro, cientistas enviaram um extenso dossiê sobre métodos substitutivos ao uso de animais, que incluiu um guia de aconselhamento chamado “Transition to Non-Animal Research”.

À medida que as mudanças a favor dos direitos animais ocorrem, outros países podem e devem seguir o exemplo, afastando-se de práticas arcaicas que matam tantos seres inocentes, informou a PETA.

Fonte: ANDA

conteúdo anda Leoa morta em safári é mais uma vítima da ignorância humana

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Saskia, uma leoa de 20 anos mantida em cativeiro no Blair Drummond Safari Park da Escócia, é mais uma vítima da ignorância e irresponsabilidade humanas.

Quando Zulu, um leão macho mais jovem, chegou a Blair Drummond do Zoológico de Emmen, na Holanda, os funcionários do zoológico não pareceram perceber que poderia haver um conflito entre Saskia e o recém-chegado, relata o The Dodo.

No dia 6 de junho, ocorreu uma briga entre os dois e Zulu mordeu Saskia, cortando parte de sua coluna vertebral. Devido à extensão da sua lesão, os veterinários decidiram provocar a morte induzida de Saskia.

Ativistas pelos direitos animais  já demonstram indignação e denunciam que a morte de Saskia poderia ter sido evitada.

Susan Bass, representante de relações públicas do santuário Resgate de Felinos Grandes, na Flórida, apontou que Zulu era um recém-chegado, e isso poderia causar tensões sociais entre os leões em cativeiro.

“É muito perigoso introduzir grandes felinos adultos em cativeiro. Os leões são forçados a ficar em cativeiro e a viver juntos, totalmente fora de sua dinâmica social natural. Este foi um desastre previsível.”

As condições em cativeiro podem levar os leões ao limite, de acordo com Adam M. Roberts, CEO da Born Free dos Estados Unidos.

“O confinamento de grandes predadores em condições não naturais pode levar ao estresse e à violência, com consequências mortais”.
Para ele, a morte de Saskia é emblemática e mostra o grande problema de confinar animais selvagens para que os humanos possam chegar perto deles.

“Isso põe em xeque a mentira da indústria de zoológicos de que manter animais selvagens em cativeiro é seguro e vantajoso, pois diminui os perigos e as pressões do mundo natural”, diz Roberts.

“A recente onda de fugas de animais, ferimentos e mortes em zoos em todo o mundo mostra que a vida selvagem deve ficar livre na natureza, não em prisões de concreto”, completa.

Neste ano, dois leões foram mortos por funcionários de um zoológico quando um homem entrou em seu recinto em uma tentativa de suicídio.

Em outro caso, o gorila Harambe foi baleado ao tentar proteger uma criança que entrou em seu recinto.

Nota da Redação: A morte de Saskia reforça a necessidade urgente de lutar pelo fim dos zoológicos e safáris, que confinam animais em nome do lucro, os condenam a uma vida atrás das grades e os expõem a diversos riscos que ameaçam sua vida e integridade. Quando não são mortos por culpa de humanos que invadiram seu espaço, acabam expostos a condições miseráveis que os fazem atacar uns aos outros em um comportamento de intenso estresse e desespero.

Fonte: ANDA


Nota: Não coloquei a imagem do artigo da ANDA. A imagem do artigo da ANDA, é um leão, quando o artigo é sobre uma leoa!

CONTEÚDO ANDA Vídeo mostra golfinho sendo abusado sexualmente por funcionário de parque aquático‏

Foto: Facebook/Ramban

Um funcionário de um parque marinho da Holanda foi flagrado realizando um ato sexual com um golfinho. Porém, as autoridades julgaram que ele não estava fazendo “nada de ilegal”.

Ativistas de direitos animais reportaram o incidente após as imagens terem sido capturadas por um repórter que trabalhava sob disfarce no parque Dolphinarium, em Hardewijk, na Holanda.

O vídeo mostra o homem sentado na beira de uma piscina, manipulando o órgão genital do animal.

Uma organização ativista afirmou que o ato constitui abuso, de acordo com o artigo 254 do Código Penal, que trata de crimes de sexo com animais.

No entanto, promotores holandeses arbitraram: “O ato sexual com o golfinho foi realizado em contexto de treinamento, para a liberação do esperma como parte do programa de reprodução em cativeiro. O ato foi conduzido por um cientista no contexto de pesquisa científica, focada no programa reprodutivo”.

Foto: Facebook/Ramban

As imagens foram gravadas por um repórter a serviço do programa da rede de TV holandesa Ramban, no parque onde os golfinhos são explorados para realizar performances em frente a uma audiência.

Em um comunicado, o Dolphinarium contestou as alegações expostas na reportagem sobre o assunto, onde o local foi chamado de “circo”.

“A gerência e os funcionários do aquário consideram incrivelmente lamentável que não tenha havido uma abordagem direta nos bastidores do golfinário, onde não há nada a esconder”.

“A alegação de que o golfinário é um circo e não um zoológico carece de qualquer fundamento”.

“A interação entre o homem e o golfinho, em todos os aspectos, se encaixa dentro dos esquemas legais que a empresa deve obedecer”, acrescentou o golfinário no documento.

Tentando reverter a situação, a empresa ainda afirmou que os funcionários têm sido afetados pelas alegações, e que eles cuidam dos animais “com amor, paixão e respeito”.

Fonte: ANDA