CORAGEM Greta Thunberg acusa governo brasileiro de alimentar a destruição da Amazónia

A activista sueca Greta Thunberg, 18, atribui ao governo brasileiro a devastação da Amazónia. Em audiência pública realizada no Senado, ela mencionou o aumento do desmatamento e das queimadas na região à política ambiental adoptada no país.

Sem expor o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Greta categorizou como vergonhosas as atitudes dos líderes do Brasil em relação à natureza e aos povos indígenas.

“O Brasil não começou essa crise, mas acrescentou muito combustível nesse incêndio. O Brasil não tem desculpas para não assumir sua responsabilidade. A Amazónia, os pulmões do mundo, agora está no limite e emitindo mais carbono do que consumindo por causa do desmatamento e das queimadas. Isso está acontecendo enquanto nós assistimos, isso está sendo directamente alimentado pelo governo. O mundo não pode arcar com o custo de perder a Amazónia”, disse.

A Amazónia ajuda a estabelecer o clima global, mas a expressão “pulmão do mundo” frequentemente utilizada, não está correta.

O desmatamento vem crescendo em toda a região. Em Agosto, a Amazónia registou mais de 28 mil focos de queimadas o terceiro pior resultado para o período nos últimos 11 anos. Os números, divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), só ficaram atrás dos registados em 2019 e 2020, os dois primeiros anos do governo Bolsonaro.

Greta Thunberg também defende as causas dos povos indígenas e diz que muitos estão sendo ameaçados e mortos no Brasil e em outros países.

“Esses acontecimentos no Brasil têm colocado em risco essa população e a própria Floresta Amazónica”, relatou.

A activista falou por cinco minutos durante a sessão promovida pela Comissão de Meio Ambiente para debater o último relatório do IPCC (sigla em inglês para Painel Inter-governamental de Mudança do Clima da ONU).

O estudo avaliou pela primeira vez o aumento da frequência e da intensidade dos eventos extremos ligados às mudanças climáticas.

Já era previsto através da ciência climática o aumento de eventos extremos, como tempestades, enchentes, furacões, ciclones, secas prolongadas e ondas de calor. E com os modelos computacionais mais modernos, passou a ser possível atribuir o grau de influência das alterações do clima nesses eventos, calculando-se quantas vezes mais frequentes e mais intensos eles se tornam em função do aquecimento global.

Para o Brasil, o relatório projeta aumento das chuvas fortes no Centro-Sul, com grandes volumes de água concentrados em até cinco dias de chuva, enquanto o Nordeste e a Amazônia devem sofrer com
períodos secos mais prolongados.

Num cenário de aquecimento global de 4ºC, o país também deve ver diversas alterações marcantes no volume de precipitação anual, que fica mais escasso na região Norte e mais volumoso no Sul e Sudeste.

Na região que engloba o Norte, Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste, estimasse um aumento de secas agrícolas e ecológicas para meados do século, em um cenário de aquecimento global de 2°C. Com a improdutividade, também se espera o aumento de climas propícios para incêndios, com impactos para os ecossistemas, a saúde humana, a agricultura e a silvicultura.

Na Amazónia, o número de dias por ano com temperaturas máximas superiores a 35°C aumentaria em mais de 150 dias até o final do século no cenário de aquecimento global superior a 4°C, enquanto se espera que aumente em menos de 60 dias no cenário de aquecimento limitado a 2°C.

Fonte: ANDA

A Anda persiste em publicar textos carregados de erros. E este é mais um caso. Pois o texto na Anda está cheio de erros. E claro, que os corrigi. Não iria postar, aqui no blog um texto em tão mau estado. Está mais do que na hora, da Anda, repensar o seu habitual mau português, nos textos que posta!

Mário Amorim

 

COBRANÇA Greta Thunberg diz que o plano de recuperação da UE falha em combater a crise climática

Jovem diz que o fundo de €750 biliões mostra que os líderes não tratam o aquecimento global como uma emergência

Greta Thunberg acusou os políticos da União Europeia de falhar em reconhecer a escala da crise climática e disse que o plano de recuperação de €750 biliões para a Covid-19 não é o suficiente para enfrentar a questão.

A ativista climática disse que o pacote de medidas acordado pelos líderes da União Europeia provou que os políticos ainda não estão tratando as mudanças climáticas como uma emergência.

“Eles ainda estão negando e ignorando o fato de que nós estamos enfrentando uma emergência climática, e a crise climática até agora não foi tratada nem uma vez como uma crise”, disse Thunberg ao The Guardian. “Enquanto a crise climática não for tratada como uma crise, as mudanças necessárias não irão acontecer.”

Os líderes europeus chegaram a um acordo sobre o fundo de recuperação nas primeiras horas de terça, 21, e se comprometeram a destinar 30% do pacote às políticas climáticas, porém poucos detalhes foram dados.

Thunberg, 17, e outros líderes do movimento grevista estudantil de toda a Europa disseram que o pacote era inadequado.

Luisa Neubauer, 24, uma figura central no movimento grevista estudantil na Alemanha, disse que os jovens estão se frustrando cada vez mais com os políticos.

“Nós estamos pedindo aos nossos líderes para tomar conta da coisa mais fundamental: a nossa segurança, a segurança das pessoas no mundo, a segurança dos nossos futuros”, disse Neubauer. “É preocupante, em um nível democrático, quando você pede coisas substanciais, que parecem tão óbvias, e ainda assim vê como os líderes estão as ignorando amplamente ou não estão as considerando tão importante como outras coisas.”

Outra proeminente grevista escolar, Adélaïde Charlier, 19, da Bélgica, disse que os políticos que adoptaram uma linguagem da acção climática sem dar prosseguimento com as medidas políticas urgentes são piores do que os negadores climáticos.

“Quando os líderes minimizam a crise climática, eu sinto que isso é mais perigoso do que os líderes que a negam completamente… porque então nós sentimos que podemos confiar naqueles políticos e que estamos realmente no caminho certo, e isso é perigoso e errado.”

O grupo escreveu uma carta aberta aos líderes da União Europeia demandando que eles ajam imediatamente para evitar os piores efeitos da crise climática.

A carta, assinada por 80 mil pessoas, incluindo alguns dos maiores cientistas, argumenta que a pandemia do Covid-19 mostrou que a maior parte dos líderes é capaz de agir rápida e decisivamente quando eles julgam ser necessário, mas que falta a mesma urgência na resposta à mudança climática.

“Agora está mais claro do que nunca que a crise climática não foi nem uma vez tratada como uma crise, nem pelos políticos, mídia, negócios ou finanças. E quanto mais a gente fingir que nós estamos em um caminho confiável para a redução das emissões e que as acções necessárias para evitar um desastre climático estão disponíveis no sistema actual… mais tempo precioso nós perderemos”, dizia a carta.

A carta argumenta que a emergência climática e ecológica só pode ser enfrentada com o combate às “injustiças e opressões sociais e raciais que lançaram as bases do nosso mundo moderno” de forma implícita.

No início deste ano, a União Europeia divulgou suas novas propostas de negócios verdes, que disse visar transformar o bloco de uma economia de alta emissão de carbono para uma de baixa emissão sem reduzir a prosperidade e, ao mesmo tempo, melhorando a qualidade de vida das pessoas. Os grevistas climáticos descartam o objectivo da União Europeia de zero emissão líquida até 2050 como perigosamente pouco ambicioso.

Thunberg, que no último dia 20, ganhou o Prêmio Gulbekian para a Humanidade, de Portugal, e prometeu o prémio de €1 milhão ($1.15 milhão) para grupos que trabalham para proteger o meio ambiente e parar a mudança climática, dizendo que cabe às pessoas comuns se levantar e exigir que os políticos se elevem ao desafio.

“Vejo esperança na democracia e nas pessoas”, disse. “Se as pessoas se tornam cientes do que está acontecendo então nós podemos conquistar tudo, podemos colocar pressão nas pessoas no poder… se nós apenas decidirmos que já chega, isso mudará tudo.”

Fonte: ANDA

CONSCIÊNCIA Activista Greta Thunberg elogia protestos anti-racistas

Quem é racista é um muito mau ser-humano no coração.
Uma das coisas mais lindas que existe em Gaia, é a diversidade. Diversidade de raças, diversidade de credos.
Quem é racista, recusa-se a perceber que somos todos seres-humanos. Somos Todos UM, independentemente das raças, da cor da pele!

Mário Amorim


“As pessoas estão percebendo que não podemos continuar olhando as coisas da mesma maneira”, diz a activista

Imagem tirada do protesto Vidas Negras Importam

Greta Thunberg disse que os protestos do movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam) mostram para a sociedade que atingimos um ponto onde a injustiça não pode ser simplesmente ignorada, mas ela acredita que um “plano de recuperação verde” da pandemia do novo coronavírus não será o suficiente para resolver a crise climática.

Reflectindo sobre os protestos que aconteceram ao redor do mundo nas últimas semanas, a activista sueca contou à “BBC”: “Parece que passamos por um ponto crítico em que as pessoas estão percebendo que não podemos continuar olhando as coisas da mesma forma. Não podemos continuar varrendo essas injustiças para debaixo do tapete”.

“As pessoas estão começando a encontrar suas vozes, realmente entendendo que elas têm impacto.”

“A pandemia do coronavírus lhes deu esperança, mostrando que os que estão no poder precisam agir com emergência, mas a crise climática deveria ser tratada com a mesma importância, disse ela. “Isso mostra que, em uma crise, você age com a força necessária”, completou Greta. “De repente as pessoas que estão no poder estão dizendo que vão fazer o preciso, já que a vida humana não tem preço.”

“A principal mensagem nas entrelinhas de tudo o que nós (activistas climáticos) fazemos é: ‘Ouça a ciência, ouça os especialistas’, e, de um dia para o outro, você ouve todos dizendo isso. É como se a crise do Coronavírus tivesse mudado o papel da ciência na nossa sociedade.”

A jovem de 17 anos está usando o seu tempo durante o “lockdown” para se dedicar aos estudos, mesmo tendo tirado um ano sabático da escola para viajar e fazer campanhas sobre as mudanças climáticas. Thunberg atravessou o Atlântico no ano passado para participar da Cúpula de Acção Climática das Nações Unidas, terminando em Madri para discutir as negociações originalmente realizadas no Chile.

“Eu pensei que estava em casa de qualquer maneira, então eu poderia participar das aulas no meu tempo livre, como um bónus. Isso não conta, mas eu amo muito estudar”, completou Greta. “Sou realmente a última a reclamar, porque não fui afetada por isso.”

Ela também tem usado o seu tempo para produzir um programa de rádio chamado “Humanity has not yet failed” (A humanidade ainda não falhou), em que aborda reflexões de algumas de suas experiências no último ano e analisa alguns desafios que o mundo enfrenta com a crise climática. “A crise climática e ecológica não poderá ser resolvida com o sistema político e económico actual”, diz. “Isso não é uma opinião. É um facto”.

Fonte: ANDA

DISCURSO DE GRETA THUNBERG NA ONU ESMAGA OS HOMINÍDEOS PREDADORES DO PLANETA

Como ousaram roubar os sonhos e a infância de GRETA THUNBERG (e de todas as crianças do mundo?)

Como ousaram?

O discurso de Greta Thunberg, na Assembleia Geral da ONU, sobre as alterações climáticas, esmaga os hominídeos predadores que, só pensando em dinheiro, estão a destruir o futuro das novas gerações.

Obrigada, Greta, pela tua coragem. Tu és maior do que todos os hominídeos predadores, que estão a destruir o Planeta que nós partilhamos com todos os outros animais e plantas.

Os hominídeos predadores bem podem estrebuchar. O caos que se vive actualmente, por todo o mundo, faz parte da MUDANÇA que aí vem. A MÃE NATUREZA está viva. Nós morreremos. Mas ela, não. É eterna, e renova-se, queiram ou não queiram os hominídeos.

E essa renovação já começou, pela voz da jovem Greta Thunberg.

Thank you, Greta, for your courage. You are GREATER than all predatory hominids who are destroying the Planet that we share with all other animals and plants.

Fonte: Arco de Almedina

Activista pelo clima Greta Thunberg vai levar luta para os Estados Unidos

A activista pelo clima Greta Thunberg, que incentivou milhares de estudantes na Europa a lutar pelo clima, anunciou hoje que vai levar a sua mensagem até à América, viajando de uma forma ecológica.

Ativista pelo clima Greta Thunberg vai levar luta para os Estados Unidos

A jovem sueca, de 16 anos, anunciou no Twitter que vai atravessar o Atlântico a bordo de uma embarcação de alta tecnologia para participar nas Conferências das Nações Unidas sobre as alterações climáticas, que se realizam em Nova Iorque, em Setembro, e em Santiago do Chile, no Chile, em Dezembro.

O objetivo da ativista é sair do Reino Unido, no próximo mês, rumo aos Estados Unidos e continuar na América.

Em declarações à Associated Press (AP), Greta Thunberg revelou que passou meses à procura de uma alternativa aos aviões para viajar para os Estados Unidos, uma vez que tem evitado este meio de transporte devido às emissões de gases de efeito de estufa.

O eleito foi o ‘Malizia II’, uma embarcação de 18 metros, totalmente ecológico, uma vez que está equipado com painéis solares e turbinas submersas que geram electricidade sem dióxido de carbono, refere a AP.

Com esta iniciativa, Greta não pretende que as pessoas deixem de utilizar os aviões, apenas que seja mais fácil “ser neutro climaticamente”.

A activista disse não ter a certeza de como a sua mensagem será recebida nos Estados Unidos, país onde há uma grande oposição a medidas para limitar o aquecimento global, mas afirmou que vai tentar e que tudo se resume à ciência.

Greta não descarta um encontro com o Presidente Donald Trump, que quer que os EUA saiam do acordo de Paris, mas acredita que este seria “apenas uma perda de tempo”.

“Ele obviamente não ouve a ciência e os cientistas. Então porque eu, uma criança sem educação adequada, seria capaz de convencê-lo?”, afirmou à AP.

Na viagem, a jovem vai estar acompanhada pelo pai, por um cineasta e por Pierre Casiraghi, neto do falecido rei do Mónaco, Rainer III.

Durante o próximo ano, Greta Thunberg vai fazer uma pausa nos seus estudos para continuar a consciencialização sobre as mudanças climáticas e pressionar os líderes mundiais a intensificar os esforços para conter o aquecimento global.

Fonte: SAPO24

ACTIVISMO Meghan Markle pede aos fãs que se juntem à Greta Thunberg no combate às mudanças climáticas

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Meghan Markle e o príncipe Harry pediram aos seus seguidores nas mídias sociais que apóiem a activista vegana sueca de 16 anos, indicada ao Prémio Nobel da Paz, Greta Thunberg.

A organização da juventude activista contra a mudança climática, This is Zero Hour, a primatologista e ambientalista Dra. Jane Goodall, a organização focada na mudança climática da Fundação Leonardo DiCaprio, e a organização de conservação da vida selvagem Elefantes Sem Fronteiras estavam entre outras contas do Instagram que Markle e o príncipe Harry estimularam os fãs a seguir e acessar para aprender mais sobre a situação do planeta.

“Há um relógio correndo e o tempo esta acabando para protegermos nosso planeta”, escreveram em sua página no Instagram, Sussex Royal.

“Com a mudança climática, a deterioração de nossos recursos naturais, a ameaça à vida selvagem, o impacto dos plásticos e microplásticos e as emissões de combustíveis fósseis, estamos colocando em risco esse belo planeta que chamamos de lar – para nós mesmos e para as gerações futuras. Vamos salvá-lo. Vamos fazer a nossa parte”.

A influência de Greta Thunberg

Nos últimos meses, Thunberg tornou-se a voz e o rosto dos jovens ambientalistas em todo o mundo. Ela liderou greves e protestos nas escolas, fez discursos poderosos e chamou os líderes mundiais à responsabilidade.

“Esse comportamento irresponsável contínuo será, sem dúvida, lembrado na história como um dos maiores fracassos da humanidade”, disse ela aos parlamentares do Reino Unido em Westminster no início deste ano, informa o jornal The Guardian. Ela estava se referindo ao fracasso das autoridades em tomar uma acção significativa e efectiva em relação à actual crise climática.

“O actual apoio do Reino Unido à nova exploração de combustíveis fósseis, como por exemplo a indústria de extracção de gás de xisto do Reino Unido, a expansão dos campos de petróleo e gás do Mar do Norte, a expansão dos aeroportos e a permissão de planejamento para uma nova mina de carvão, é absurdo ”, disse ela.

O príncipe Harry parece concordar com o sentimento da jovem activista. Ele disse em uma declaração no Instagram, “danos ambientais têm sido tratados como um subproduto necessário do crescimento económico. Esse pensamento esta tão profundamente arraigado que foi considerado parte da ordem natural que o desenvolvimento da humanidade venha às custas do nosso planeta”.

Ele continuou: “Só agora estamos começando a perceber e entender o dano que estamos causando. Com quase 7,7 bilhões de pessoas habitando a Terra, cada escolha, cada pegada e cada ação faz a diferença”.

Fonte: ANDA