RTP2 NO SEU PIOR, NAS COMEMORAÇÕES DOS 50 ANOS DAQUELE CANAL TELEVISIVO

Em Portugal não se vive em estado de graça…

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Texto de Prótouro – Pelos Touros em Liberdade

https://protouro.wordpress.com/2018/12/13/ministra-da-cultura-continua-a-ser-alvo-a-abater/

Ministra da Cultura Continua a ser Alvo a Abater

Na comemoração dos 50 anos da RTP 2 Graça Fonseca foi recebida no átrio do Cine-Teatro Capitólio com um paso doble.

 

Perante tal facto Graça Fonseca afirmou e citamos:

 

“Quando entrei até me assustei porque receei que me estivessem a levar para uma tourada.”

Tal foi o bastante para que o aficionado Joaquim Letria ripostasse afirmando:

“Quero acreditar que a senhora ministra disse o que disse por graça ou terá de aprender o que é um Paso Doble.”

Joaquim Letria afirmou ainda e citamos: “Quem a escolheu deve ter-lhe dito que a linha política do Governo é anti-tourada, senão ela não pensaria como pensa.”

Tocar um estilo musical espanhol na comemoração dos 50 anos de uma televisão portuguesa é de mau gosto e fazê-lo no preciso momento em que a ministra entrava no Cine-Teatro cheira a provocação, portanto, não é de espantar a inteligente e irónica afirmação da ministra.

E não, a ministra não cometeu nenhuma gafe já que embora o paso doble seja usado em marchas militares, hoje em dia é usado sobretudo em touradas e é conhecido pela sua associação à tauromaquia e não a marchas militares.

Portanto o aficionado jornalista Joaquim Letria perdeu uma boa ocasião para ficar calado primeiro porque demonstrou que o inculto é ele e segundo porque só mesmo um arrogante convencido poderia afirmar que a ministra faz o que lhe mandam e não tem cabeça para pensar por si própria.

Prótouro
Pelos touros em liberdade»

Fonte: Arco de Almedina

MINISTRA DA CULTURA RESPONDE AOS JORNALISTAS PORTUGUESES EM GUADALAJARA O QUE QUALQUER OUTRA PESSOA LÚCIDA RESPONDERIA

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Graça Fonseca, Ministra da Cultura de Portugal, deslocou-se a Guadalajara (México) para inaugurar a já famosa Feira do Livro, em que Portugal foi o convidado de honra.

Pois não é que ali mesmo, aos jornalistas portugueses, mais preocupados em dar visibilidade aos trogloditas socialistas, do que à Cultura Literária, em Guadalajara, deram-lhes para perguntar à Ministra o que pensava sobre a proposta, ainda a ser (ainda a ser) dos socialistas, para mudar a selvajaria tauromáquica de cruelmente bárbara, para simplesmente bárbara, com a introdução do tal de velcro, como se isso resolvesse o problema da tortura dos desditosos Touros. Ao que a Ministra respondeu lucidamente que «uma coisa óptima de estar em Guadalajara é não ver jornais portugueses».

Grande resposta. Merecida resposta. Um bom jornalista não vai a Guadalajara falar de propostas trogloditas, num evento Cultural, que nada tem a ver com barbárie. Um bom jornalista, iria à Feira do Livro de Guadalajara, perguntar à senhora Ministra se a Literatura Portuguesa está no bom caminho, quando se sabe que a Língua Portuguesa está um caos, com a aplicação ilegal da grafia brasileira; ou se existe alguma política para a ajuda da tradução e divulgação de autores portugueses, para línguas estrangeiras; enfim, algo que condissesse com o que ali estava a passar-se. Porém, ir para ali falar das propostas de trogloditas foi a coisa mais a despropósito e parva que se possa imaginar. E a resposta só dia ser aquela.

E veja-se a tinta que corre por aí a este propósito, distorcendo o que Graça Fonseca quis dizer.

Só s de má-fé interpretariam o que se interpretou da declaração da senhora Ministra.

Na realidade, não ter de ver os jornais portugueses quando se está fora do País, é a melhor coisa do mundo, para quem, por ossos do ofício, diariamente tem de ler os jornais portugueses e de ver os noticiários televisivos.

Mas isto que a Ministra disse, qualquer pessoa diz quando vai para o estrangeiro. É o que eu digo quando vou para Espanha, para as minhas tertúlias literárias e artísticas, que alívio, estar longe dos noticiários televisivos e dos jornais portugueses, com as suas polemicazinhas alienantes, que têm como objectivo afastar o povinho dos grandes problemas que afectam o País.

E quando Graça Fonseca disse o que disse, compreendia-a perfeitamente. E o que entendi da declaração dela, foi que ela estava em Guadalajara numa missão CULTURAL, e como era bom estar, por uns dias, longe da INCULTURA, difundida exaustivamente pelos jornais e canais televisivos portugueses, aliás, quase todos descaradamente defensores da barbárie tauromáquica e mortinhos por ajudar os aficionados na sua cruzada de atirar a Ministra para a fogueira, visando a sua demissão.

Como a compreendi. Para mim, que não sou ministra, mas que também, por ossos do meu ofício, tenho de ver, ouvir e ler o que dizem os jornalistas portugueses, quando saio do país, é um alívio, não ter de os ver, ouvir e ler. É um alívio poder FUGIR à mediocridade instalada na comunicação social, que nos entra casa dentro diariamente. E isto é tão óbvio! E se os jornalistas enfiaram carapuças, o problema é deles, não é da senhora Ministra.

Uma vez mais, a senhora Ministra da Cultura, Graça Fonseca, esteve à altura do seu cargo, respondendo à letra, o que os jornalistas portugueses mereceram ouvir.

Isabel A. Ferreira

LÊ-SE NO JORNAL i: «OS SOCIALISTAS DISTANCIAM-SE DA MINISTRA DA CULTURA»

Os socialistas distanciam-se da Ministra da Cultura? E daí? A esmagadora maioria dos Portugueses aproximaram-se da Ministra da Cultura.

E a quem interessa ser próximo de trogloditas?

Antes só do que mal-acompanhada.

E a direita está muito caladinha, mais o PCP, com medo de perderem mais votos do que aqueles que sabem que vão perder. Estão todos caladinhos também para que o PS se enterre cada vez mais e perca votos, que todos sabemos que vai perder. E isso só ajuda o PAN a subir. Porque os Portugueses já estão demasiado fartos de políticas carniceiras, e de ver o nome de Portugal enxovalhado no mundo civilizado, à conta da barbárie (e não só).

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Graça Fonseca (Manuel de Almeida/Lusa)

Fonte da notícia:

https://ionline.sapo.pt/632623?source=social&fbclid=IwAR188HKSXUqU6jo6EsXcRnNJkMDLu8sDXFyPGQepUzXGqGPk4DgK34mEtuc

Fonte: Arco de Almedina

IVA dos espectáculos tauromáquicos. Ministra da Cultura diz que “Há valores civilizacionais que diferenciam políticas” (Corrigido para português correcto)

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, afirmou hoje, no parlamento, que tenciona manter a taxa de IVA de 13% para os espectáculos tauromáquicos e sublinhou que “há valores civilizacionais que diferenciam políticas”.

IVA dos espetáculos tauromáquicos. Ministra da Cultura diz que

“Não há uma cultura de gosto. Isto não é individual. Todas as políticas públicas têm na sua base valores civilizacionais que partilhamos e perfilhamos e as civilizações evoluem”, afirmou a ministra da Cultura no âmbito da apreciação parlamentar, na especialidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2019.

Ao longo da discussão, a ministra da Cultura foi várias vezes questionada sobre a diferenciação de critérios na proposta de redução da taxa de IVA de 13% para 6% em espectáculos artísticos e acabou por ser confrontada com as declarações que tinha prestado no passado dia 30 de Outubro sobre as touradas, quando disse que “a tauromaquia não é uma questão de gosto, é uma questão de civilização”

No debate de hoje, a deputada Teresa Caeiro, do CDS-PP, acusou Graça Fonseca de censura à tauromaquia e de “usar o fisco como forma de discriminação de uma forma cultural legítima”.

“Tem todo o direito a ter sua opinião pessoal e gosto, mas o Governo não pode definir o que são actos de civilização. Usar o fisco como forma de discriminação de uma forma cultural legitima, tem um nome: é censura a uma actividade que é apoiada e mobiliza muitas pessoas”, disse a deputada.

Ainda sobre a proposta de descida do IVA de 13% para 6% para os espectáculos de natureza artística, a ministra da Cultura manifestou abertura ao diálogo sobre a especificidade dos recintos onde aqueles decorrerão, e explicou porque é que se exclui o cinema desta equação.

“O Governo está a ser prudente na forma como trabalha o IVA no cinema. Prende-se com o desequilíbrio entre cinema independente e os grandes distribuidores. Há um desequilíbrio enorme na dedução do IVA. (…) O que pode ser entendido como uma medida benéfica pode ter um impacto prejudicial para os cinemas independentes”, disse, em resposta a questões do PSD, do PCP e do Bloco de Esquerda.

A deputada social-democrata Ana Sofia Bettencourt afirmou que o PSD irá apresentar medidas concretas em sede de discussão na especialidade sobre a diferenciação de imposto consoante o recinto que acolhe espectáculos de natureza artística.

A proposta de Orçamento do Estado para 2019 prevê uma descida do IVA de 13% para 6% de espectáculos de “canto, dança, música, teatro e circo”.

No entanto, esses espectáculos têm de acontecer em “recintos fixos de espectáculo de natureza artística ou em circos ambulantes”, excluindo espaços que não são de natureza artística.

Fonte: SAPO24