CONTEÚDO ANDA Estado de Nova Jersey (EUA) proíbe exploração de animais em circos

40 países, que não inclui Portugal.
É simplesmente vergonhoso!


O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta

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O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta.

O estado de Nova Jersey (EUA) recentemente aprovou um projeto de lei para proibir a exploração de animais selvagens em circos.

O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta.

A legislação recebeu o nome Lei de Nosy, em homenagem a um elefante explorado por um circo que foi resgatado recentemente e levado para um santuário.

Originalmente ela proibia apenas a exploração de elefantes, mas, ao passar pelo senado, a legislação foi alterada para proteger todos os animais selvagens.

A lei é mais uma evidência de que o público está rejeitando a exploração de animais em circos cada vez mais.

Recentemente, vários dos grandes circos, como Ringling Brothers Barnum & Bailey Circus, fecharam.

Nos EUA, 31 estados já têm restrições contra esta forma de exploração.

Já no resto do mundo, há mais de 40 países que proibiram a exploração de animais desta forma – incluindo a Itália e a Escócia.

Christina Scaringe é Conselheira Geral da Animal Defenders International. (ADI).

Ela trabalhou com ativistas locais na legislação de Nova Jersey e afirmou estar muito satisfeita com o passo histórico dado pelo estado.

Scaringe espera que outros governadores também se juntem à causa para acabar com o sofrimento dos animais em circos.

Uma porta-voz da PETA acrescentou: “Nenhum ser vivo existe para fazer um espetáculo ou para realizar truques para o entretenimento humano, mas todos os circos que usam animais os tratam como meros objetos, negando-lhes a liberdade e um padrão de vida adequado.”

Ela ainda acrescentou que o sofrimentos dos animais só vai acabar quando as pessoas deixarem de comprar ingressos para estas atrações.

PETA agradece o senador Lesniak e os ativistas de Nova Jersey, que provaram que, se trabalharmos juntos, podemos restaurar a liberdade que todos os animais explorados pelos circos merecem”, concluiu a porta-voz.

Fonte: ANDA

Nota: Os sublinhados são minha responsabilidade!

 

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CONTEÚDO ANDA Venda de produtos com pele de animais é proibida em São Francisco (EUA)

 

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia

Crédito: SFWEEKLY

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia.

 

A cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, irá proibir a venda de produtos com pele de animais.

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia, que foi instituída em abril deste ano.

“Muitos associam roupas de pele com a ideia de luxo, mas a realidade está longe de ser luxuosa – milhões de animais ao redor do mundo são criados de forma cruel e mortos todos os anos por suas peles”, afirmou Katy Tang, do Conselho de Supervisores da Califórnia.

Algumas lojas estarão isentas da nova lei, como brechós, a menos que vendam peles de animais ameaçados.

Se aprovada, a legislação entrará em vigor em 1º de julho de 2018, e será mais uma conquista para os direitos animais no país.

Em 2015, uma medida proibindo que animais selvagens fossem forçados a se apresentarem foi aprovada no estado.

No início deste ano, São Francisco também aprovou com sucesso uma legislação que tornava ilegal a venda de animais domésticos em lojas de toda a cidade.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Centenas de bisões serão mortos por caçadores e matadouros nos EUA

Entre 600 e 900 bisões que vivem no Yellowstone National Park, nos Estados Unidos, devem ser mortos neste inverno por caçadores ou em matadouros

Funcionários federais, estaduais e tribais reuniram-se em Montana para elaborar os detalhes de um plano de “controle” de inverno para os grupos de bisões e concordaram que a população deveria ser “reduzida ou estabilizada”, informou o Bozeman Daily Chronicle.

Há cerca de cinco mil bisões nos dois grupos do parque, mostram as estimativas das autoridades do local. Durante pesquisas, a equipe contabilizou cerca de quatro mil indivíduos no grupo do norte, que fica perto de Gardiner. Cerca de 850 foram encontrados no rebanho central, que está próximo a West Yellowstone.

Segundo o USA News, os animais são mortos todos os anos devido a um acordo feito entre agências que exige uma população de cerca de três mil bisões e estabelece limites sobre a área percorrida por eles em Montana. Mais de 1200 bisões foram removidos do local no inverno passado e a maioria foi enviada para o matadouro.

Nativos americanos de cinco tribos e alguns caçadores licenciados de Montana são autorizados a caçar os animais quando eles deixam o parque no inverno. O parque também captura bisões migratórios para enviá-los para a morte.

Os rebanhos estão se misturando com bisões do grupo central, mais propensos a migrar para o Norte do parque, diz PJ White, biólogo de Yellowstone.

Fonte: ANDA

 

 

Família de orcas é atropelada por condutores de jet skis em busca de selfies

Um grupo de orcas que estava na costa do Sul da Califórnia (EUA) se mobilizou para fugir do assédio de pessoas que insistiram em persegui-las para fotografá-las

Alisa Schulman-Janiger, pesquisadora de orcas e afiliada à American Cetacean Society em Los Angeles (EUA), observava o grupo de orcas perto de Huntington Beach, quando percebeu três pessoas em jet skis que queriam se aproximar dos animais.

Orcas são perseguidas por jet skis

Ao invés de se manterem a distância para evitar perturbá-los, conforme exigido pela legislação, Schulman-Janiger viu os indivíduos perseguirem as orcas.

“As baleias emergiam ao redor deles e eles ou as baleias poderiam ter ficado feridos. As baleias estavam viajando a cerca de nove nós, um ritmo muito rápido”, relatou Schulman-Janiger ao The Dodo.

Aparentemente, a razão do comportamento imprudente era a vontade de tirar selfies com as orcas. Em duas ocasiões, Schulman-Janiger escreveu que os condutores dos jet skis chegaram a colidir com as orcas – incluindo um dos filhotes. Preocupada com a segurança dos animais, a bióloga tentou fazer com que o grupo se distanciasse, mas não obteve sucesso.

Jet sky colide com orcas

“Nós os chamamos e conversamos (amigavelmente) com eles. Quinze minutos depois, eles fizeram isso mais uma vez”, frisou.

Parece que postar uma foto com os animais era mais importante. Este incidente preocupante terminou somente quando as orcas mergulharam profundamente, desviando sua rota em uma tentativa de escapar dos perseguidores.

“As baleias ficaram cansadas e saíram, depois de permanecerem em um caminho muito previsível durante horas”, escreveu Schulman-Janiger.

As orcas não foram vistas novamente. De acordo com a Lei de Proteção de Mamíferos Marinhos, assediar orcas é ilegal e a punição estabelece multas de US$ 11 mil ou até um ano de prisão. Schulman-Janiger diz que já denunciou o incidente às autoridades e pede que as pessoas fiquem atentas caso as selfies do grupo sejam postadas online.

Infelizmente, esse comportamento tem se tornado cada vez mais comum na era das mídias sociais e a busca por uma selfie com um animal às vezes pode ser mortal.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Investigação expõe a crueldade de grupo de caçadores responsável pela morte de dezenas de animais

Um urso cai de uma árvore e inúmeros homens correm até o local. Cães são explorados para atacá-los violentamente. “Você pegou isso em vídeo?”, pergunta alguém

Mais de uma dúzia de cenas como esta, gravadas em celulares, são evidências em uma investigação sobre uma rede de caçadores no Sudoeste de Washington (EUA).

Cão ao lado de urso morto

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem de Washington (WDFW) acredita que os vídeos, que foram feitos pelos sujeitos investigados, mostram dezenas de mortes de animais selvagens. Desde Agosto, o promotor do condado de Skamania apresentou 191 acusações criminais contra oito pessoas.

Neste caso, 80 eram relacionadas à caça. O número de acusações é o equivalente ao que os investigadores da WDFW recebem em um ano típico, segundo os dados da agência. As autoridades dizem que nunca viram um caso tão grande e perturbador.”É [um caso] revelador sobre o que está acontecendo nessas florestas”, disse o oficial Denis Budai.

O uso de cães em caças recreativas é ilegal, assim como deixar os cadáveres para apodrecer. Neste caso, ursos e linces foram inicialmente encurralados antes de serem baleados e abandonados.

Evidências coletadas pela polícia mostram que grande parte da caça foi realizada durante o dia na Gifford Pinchot National Forest in Southwest Washington, no Sudoeste de Washington. Os oficiais nunca receberam uma denúncia sobre os criminosos que provavelmente utilizaram vigias e rádios para evitar a detecção.

O que motivou esses suspeitos a matar os animais será debatido no tribunal. Não foi pela carne ou pelas peles, que muitas vezes foram deixadas no local. Os oficiais questionam se a cultura de selfies e das mídias sociais os incentivou. Se isso não ocorreu, o impulso de compartilhar as cenas dos crimes certamente ajudou a desvendá-los.

Durante quase nove meses, os investigadores coletaram centenas de mensagens de texto, vídeos, fotos e postagens nas mídias sociais para construir o caso.

Caçadores posam com animais mortos

Um suspeito, William J. Haynes, supostamente mandou uma mensagem para a mãe com uma selfie de si mesmo coberto pelo sangue de um urso. Outro, Joseph Dills, que se declarou culpado de acusações de caça em 2008, publicou fotos no Facebook que o mostravam posando ao lado de duas cabeças de cervo mortos no Oregon e levados para Washington.

Em outra foto, Dills e Haynes estavam na frente de uma caminhonete com cães explorados para a caça e dois linces mortos no capô. Os membros do grupo também compartilhavam vídeos de cães mastigando ursos em mensagens privadas do Facebook. Eles planejavam as caças por meio de mensagens de texto.

Coordenadas de GPS e as fotos e vídeos encontrados nos telefones revelaram dezenas de locais de caça que devem ter evidências físicas para corroborar as acusações, segundo a polícia. As mensagens de texto também expuseram uma rede mais ampla de caçadores. Os telefones de quatro novos suspeitos mostraram mais de 50 casos de caça, de acordo com os registros.

Os oficiais comparecerem a cerca de 20 locais de matança na Gifford Pinchot National Forest. A caça é uma prática bárbara e antiga. Atualmente, caçadores matam por “uma variedade de razões”, diz Steve Eliason, professor de sociologia da Montana State University.

Cães explorados por caçadores

Trata-se de uma oportunidade para cometer um crime. “Um grande cervo corre e um caçador não consegue resistir”, ressaltou Eliason.

Alguns fazem isso em nome do lucro. Bahrenburg disse que uma vesícula de urso pode valer centenas no mercado negro.

Neste caso, as mensagens de texto descrevem o planejamento e não há provas de que quaisquer partes dos animais foram vendidas, de acordo com investigadores da WDFW.

Segundo o The Seattle Times, em muitas ocasiões, os caçadores deixaram animais inteiros para apodrecer e nem sempre buscavam a carne ou um “troféu” físico. Na era digital, porém, os troféus não são sempre físicos. Para esses suspeitos, as fotos e vídeos bárbaros podem ter sido o prêmio final.

Fonte: ANDA

Risco de extinção Trump retira proteção legal a espécies ameaçadas nos EUA

Quer dizer; os cientistas e activistas, trabalham incansavelmente para conseguirem a protecção de espécies ameaçadas, um pouco por todo mundo. E o Trump faz isto! Enfim. Este sujeito é louco, insensível, e completamente irresponsável!


Crédito: Tamar

O governo de Donald Trump retirou discretamente dezenas de ações pendentes para proteger espécies ameaçadas de extinção, da tartaruga-verde às plantas de Florida Everglades, algo que, segundo os conservacionistas, poderia violar a lei federal que exige que o governo atue.

As regras pendentes foram retiradas principalmente em março e abril. Mas grupos ambientalistas e outros não ficaram sabendo porque o governo só mencionou o assunto brevemente em uma publicação mais ampla da Casa Branca sobre o estado das regulamentações.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, que supervisiona a política americana para plantas e animais em perigo de extinção, retirou pelo menos 42 ações regulatórias pendentes sobre espécies ameaçadas, muitas das quais explicavam em detalhe como proteger animais ou plantas já considerados em perigo, de acordo com dados do Escritório de Administração e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) compilados pela Bloomberg.

O Centro de Diversidade Biológica, que já entrou com várias ações contra o governo em busca de maior proteção para espécies ameaçadas, só ficou sabendo que as regras tinham sido retiradas quando foi consultado pela Bloomberg, disse Noah Greenwald, que dirige as iniciativas do grupo para este assunto.

“Eles são obrigados por lei a emiti-las”, disse Greenwald. “Se eles as estão retirando do cronograma, eles estão infringindo a lei e também estão colocando espécies em perigo de extinção. Eu considero isso totalmente inaceitável.”

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem tomou a medida porque ela “reflete nosso fluxo de trabalho previsto neste momento”, segundo um comunicado enviado por e-mail do órgão do qual depende, o Departamento do Interior. O departamento está avaliando possíveis ações adicionais sobre a lista das espécies ameaçadas, de acordo com o comunicado.

“Retirar uma regra significa apenas que a agência está concentrando seus recursos em outras prioridades para os próximos 12 meses”, afirmou o comunicado.

Desregulamentação

Em comentários em julho, o diretor da OMB, Mick Mulvaney, caracterizou as mais de 400 regras retiradas pelo governo como o começo das iniciativas do presidente Trump para eliminar regulamentações, que ele vê como um fardo para os negócios, que desacelera as contratações e impõe custos econômicos para o país. Ele disse que elas faziam parte de um conjunto “que nós jogamos fora”.

As regulamentações sobre as espécies ameaçadas de extinção do Serviço de Pesca e Vida Selvagem, juntamente com outras centenas de outras centenas de outras regras, foram incluídas na chamada Agenda Unificada da OMB, a listagem de todas as ações regulatórias pendentes divulgada em julho e que é publicada duas vezes por ano. O Serviço de Pesca e Vida Selvagem não emitiu um comunicado de imprensa sobre sua decisão nem notificou os grupos que tinham interesse nessas questões.

Essa notificação não é necessária se o trabalho interrompido for um regulamento pendente, disse o órgão.

Arquivar as medidas relativas a espécies ameaçadas de extinção é uma reversão dos planos da agência para este ano. Em um “plano de trabalho” publicado em seu site, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem disse que concluiria muitos dos regulamentos pendentes que cancelou.

Fonte: ANDA

Fiona, o ‘hipopótamo-estrela’ do zoo de Cincinnati. Mas será isto positivo?

Bei Bei, o panda de Washington. April, a girafa de Nova Iorque. Fiona, o hipopótamo de Cincinnati. Um atrás do outro, os zoológicos americanos transformam animais em estrelas, uma estratégia emocional bem-sucedida que pode ter consequências.

Fiona, a mais nova favorita dos internautas, nasceu prematura há sete meses e desde o mês passado é a estrela de uma série de vídeos no Facebook, onde agora tem sua própria página. Para o primeiro episódio do “Fiona show”, o zoológico de Cincinnati, que partilha o seu crescimento nas redes sociais, prometeu divulgar um vídeo de seu nascimento.

 

Desde janeiro, os Estados Unidos apaixonaram-se por este mamífero adorável e um tanto desajeitado, cujos primeiros passos foram acompanhados como uma novela, com um ritmo regular de altos e baixos.

Num vídeo publicado pelo zoológico, o animal é visto a tomar um biberão ao colo de um tratador quando pesava apenas 13 quilos, enquanto se aninhava com um enorme ‘bichinho’ de pelúcia.

 

Com o passar dos dias e com o mundo a assistir, Fiona descobriu o gosto pela brincadeira e, finalmente, mergulhou na piscina para se reconciliar com a sua mãe, que a havia rejeitado ao nascer.

Agora Fiona tem 200 kg, um peso mais condizente com os seus sete meses de vida.

“Não planeámos transformá-la numa celebridade, simplesmente aconteceu”, disse à AFP Michelle Curley, funcionária do jardim zoológico, explicando que simplesmente tentaram mostrar “transparência” e em pouco tempo o público já se tinha “apaixonado pelo pequeno hipopótamo”.

Mais visitas ao zoo

A ideia de transformá-la quase numa estrela de “reality show” também não veio da instituição, afirmou.

“O Facebook procurou-nos com o propósito de fazer um programa sobre a Fiona na sua nova plataforma Watch”, acrescentou Curley, que diz estar “louca” pelo hipopótamo.

Ela reconhece que o “fator Fiona” vendeu e que as visitas ao zoológico foram “ótimas” este verão, sem ter que gastar nem um dólar com publicidade.

“Os zoológicos utilizam cada vez mais os animais-estrelas para atrair o público. Este ‘estrelato’ graças às redes sociais (…) é uma forma de atrair diretamente os visitantes potenciais”, considerou Ivy Collier, uma responsável do instituto Animals and Society.

Nos últimos anos nos Estados Unidos, os nascimentos de animais que vão dos pandas às águias-carecas vem sendo regularmente seguidos por centenas de milhares de internautas graças a câmaras no recinto ou ninho, que transmitem 24 horas por dia.

Collier diz-se “otimista porque, além da sensibilização, isto se traduzirá num interesse mais profundo pela proteção e o bem-estar animal”. “É terrivelmente difícil conhecer um urso polar bebé, lindo e esponjoso, e depois vê-lo a ser maltratado”, aponta.

“Para mim é como uma lavagem ecológica”, indicou Lisa Moore, socióloga e professora da Universidade de Nova Iorque, ao referir-se a uma técnica de mercado que consiste em dar uma imagem a favor do meio ambiente, geralmente superficial.

Será pior? 

“É totalmente artificial e, paradoxalmente, ‘desconecta-nos’ dos animais, visto que já não precisamos de sair de casa” para estar em contacto com eles, afirma.

Segundo a especialista em animais, esta prática pode piorar no futuro porque não vai parar nos zoológicos. Em breve, indica, “equiparemos os animais com câmaras” no seu habitat natural para estar mais perto deles.

“É preocupante de muitas formas”, diz Elizabeth Grauerholz, socióloga da Universidade da Flórida Central. Sobretudo, são “esforços para gerar rendimentos e vender produtos derivados”, lamenta.

Elizabeth Hogan, gerente da organização World Animal Protection, com sede em Nova Iorque, opina, no entanto, que nem tudo segue esta tendência. Mas lamenta que estes “vídeos de animais cativos sem contexto deem uma percepção pouco realista dos comportamentos selvagens”.

Este “entretenimento”, disse, poderia levar ao esquecimento de que “o público nunca deve interagir diretamente com os animais selvagens”.

Esta prática, no entanto, não é de hoje nem veio com a internet. Nos anos 1960 e 1970, o gorila Guy transformou-se na estrela do zoológico de Londres e da televisão inglesa.

Décadas depois do preto e branco e na era das redes sociais, Fiona tem seguidores em 70 países.

Fonte: SAPO24