DESESPERO Elefanta suga a própria tromba para suportar sofrimento em circo

Em virtude de este artigo, do ANDA conter um vídeo do Facebook, o qual não posso ver, por não ter conta no Facebook, vou só postar o link desse artigo com a imagem que ele contem:

 https://www.anda.jor.br/2018/03/elefanta-suga-a-propria-tromba-para-suportar-sofrimento-em-circo/

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PROTEÇÃO JUDICIAL Grupo de filósofos pressiona Suprema Corte de Nova York a reconhecer chimpanzés como pessoas

Os filósofos apoiam os esforços do grupo Nonhuman Rights Project (NhRP) que busca justiça para os chimpanzés

Após o Nonhuman Rights Project (NhRP) apresentar uma moção de permissão para apelar para a Corte de Apelações de Nova York, nos Estados Unidos, nos casos dos chimpanzés cativos Tommy e Kiko, um grupo de filósofos proeminentes apresentou um documento em apoio aos esforços do NhRP para assegurar o reconhecimento dos direitos legais dos animais como pessoas.

O NhRP argumenta no seu Memorando de Direito que a decisão da Suprema Corte de Nova York, Divisão de Apelações, do Primeiro Departamento Judicial em Junho de 2017 requer uma revisão pelo mais alto tribunal do estado. O grupo diz que a decisão está em conflito com o estatuto de habeas corpus do direito comum de Nova York e decisões anteriores da Corte de Apelação, do Primeiro Departamento e de outros Departamentos de Apelação sobre questões relativas ao caráter de direito comum e ao recurso de habeas corpus, e também “com base na inovação dificuldade, importância e efeito dos assuntos legais e de política pública levantados”.

Abordando diretamente na questão central levantada pelo apelo da NhRP sobre quem é uma “pessoa” que pode possuir direitos legais, o memorando dos filósofos afirma que a decisão do Primeiro Departamento “utiliza uma série de concepções incompatíveis de pessoa que, quando apropriadamente compreendidas, são filosoficamente inadequadas ou são compatíveis com a pessoa de Kiko e Tommy”.

“Nós apresentamos esse dossiê em nosso interesse compartilhado de garantir uma coexistência mais justa com outros animais que vivem em nossas comunidades. Urgimos firmemente que este Tribunal, de acordo com os melhores padrões filosóficos de julgamento racional e padrões éticos de justiça, reconheça que, como pessoas não humanas, Kiko e Tommy devem receber um recurso de habeas corpus e seus detentores devem ter o fardo de demonstrar a legítima justificativa de seu atual encarceramento”, escreveram os filósofos.

De acordo com o NhRP, Tommy é um chimpanzé que vive sozinho em uma jaula em um galpão em caminhão usado na Rota 30 em Gloversville, Nova York. Já Kiko é um chimpanzé confinado em uma jaula anexada a uma residência em uma área residencial em Niagara Falls, também em Nova York.

Desde 2013, o NhRP tenta transferi-los para o santuário Save the Chimps, onde eles poderão viver com outros chimpanzés em um ambiente mais natural e ter seu direito fundamental à liberdade corporal respeitado. O NhRP espera que a Corte tome uma decisão sobre a autorização para recorrer em algumas semanas.

Fonte: ANDA

CRUELDADE Investigação expõe o uso descontrolado de drogas pela indústria de corridas de galgos

As corridas de galgos são abusivas e historicamente permanecem relativamente sem controle e são pouco estudadas

Diversos ativistas trabalham para conscientizar as pessoas sobre a crueldade da prática e resgatar galgos feridos ou “aposentados”. As campanhas de conscientização pública desses grupos ajudaram a proibir o esporte em 40 estados dos EUA. Porém, as 18 pistas de corrida remanescentes obrigam os cães enfrentarem a exaustão para ganhar as competições. Como cavalos de raça, os galgos recebem drogas para melhorar seus desempenhos.

Embora os órgãos reguladores nos EUA realizem testes de drogas em cães explorados em corridas desde a década de 1930, um relatório da Grey2K mostra que o uso de drogas ilegais para melhorar o desempenho dos animais, também chamado de “doping”, ocorre em um ritmo alarmante na indústria de corridas de galgos. O documento diz que o doping é “endêmico” na indústria. De 2007 a 2017, ocorreram em torno de 900 testes positivos para medicamentos e mais de 80 violações relacionadas a drogas.

Infelizmente, as associações que defendem as corridas em vários estados conseguiram evitar a exposição da prática antiética. Por exemplo, a indústria desafia as políticas de testes de drogas com meios legais e alguns estados possuem somente testes de drogas subfinanciados.

Os tipos de medicamentos administrados aos cães variam de relaxantes musculares e anestésicos (utilizados para tratar e esconder ferimentos) a estimulantes e drogas ilícitas.

Dos testes positivos para medicamentos, mais de 70 revelaram exposição à cocaína, um narcótico ilegal que “não tem utilização médica geralmente aceita” em animais de corrida. Ainda assim, as penalidades para as violações relacionadas às drogas são mínimas: a maioria dos treinadores e pistas recebe multas tão baixas quanto $ 50 por um teste positivo de cocaína. O uso da cocaína pela indústria da Flórida se alastrou em 2017, quando mais de 30 testes positivos foram registrados, revelou o Faunalytics.

Embora o relatório Grey2K recomende reformas políticas para combater o doping, os ativistas lutam para acabar com a exploração dos animais. Nos EUA, eles devem aumentar a conscientização sobre a crueldade da indústria de corridas de galgos. A divulgação de informações sobre o doping expõe a crueldade do esporte. Incentivar as pessoas a parar de frequentar as corridas é outro modo efetivo que pode ajudar a libertar os animais.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA EUA incentiva a caça de ursos ameaçados de extinção

A caça de “troféus” tem chamado a atenção recentemente e o mundo tem apoiado os esforços para a proteção de elefantes e leões, especialmente desde a controvérsia envolvendo Donald Trump e suas opiniões sobre o problema

Porém, elefantes e leões não são os únicos animais ameaçados pela prática: os ursos pardos também enfrentam a ameaça, particularmente em Wyoming, nos Estados Unidos.

Uma petição no Care2 explica que a região planeja permitir que as pessoas rastreiem e caçem os ursos por uma quantia de US$ 6 mil. Estima-se que existam apenas cerca de 700 ursos pardos na área maior de Yellowstone, por isso este plano é ainda mais grave para os esforços de conservação.

Em 1975, a Lei de Espécies Ameaçadas incluiu os restantes 150 ursos pardos restantes que viviam em 48 estados norte-americanos, reportou o One Green Planet.

Graças aos esforços de proteção, a população dos animais aumentou gradualmente, mas os efeitos das mudanças climáticas prejudicaram significativamente suas fontes de alimentos e o isolamento genético e a perda de habitat também impactaram as populações. Autorizar a caça desses belos animais é cruel e prejudica a continuidade das espécies.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Chimpanzé torturado em laboratório vê o céu pela primeira vez

O chimpanzé Bo nunca havia estado ao ar livre antes. Ele tinha 13 anos e passou a maior parte da vida dentro de uma jaula em um laboratório de pesquisa

Em Maio de 2017, tudo mudou para Bo e 30 outros chimpanzés torturados nos laboratórios do New Iberia Research Center, na Louisiana (EUA). Eles foram transferidos para um santuário gerenciado pelo Project Chimps em Blue Ridge, na Geórgia, passarão o resto da vida.

A equipe do santuário construiu vilas especiais para os chimpanzés, mas o grande plano era oferecer-lhes acesso a um enorme habitat ao ar livre de seis hectares. Após muito trabalho, esse habitat ficou pronto neste mês.

Quando a porta da vila que Bo dividia com outros cinco chimpanzés foi aberta e expôs um largo campo com grama e árvores, Bo não sabia o que fazer. Ele hesitou e outro chimpanzé chamado Lance o empurrou e saltou para fora. Lance girou, parecendo curioso e perplexo.

“Obviamente, não sabemos o que ele está pensando, mas [com base na] percepção de suas expressões faciais e do modo ele postou, ele [Lance] definitivamente estava confuso, provavelmente se perguntando onde estavam as grades. Conseguir ver uma visão desobstruída do céu; foi a primeira vez que eles tiveram a capacidade de fazer isso”,diz Ali Crumpacker, diretora-executiva do Project Chimps, ao The Dodo.

Os outros chimpanzés machos seguiram a liderança de Lance – cada um deles se afastou, sentiu a grama debaixo dos pés pela primeira vez e olhou para as árvores.

Alguns dos machos se abraçaram enquanto exploravam o ambiente. Quanto mais tempo passavam ali, mais corajosos ficavam.

Mais cedo, no mesmo dia, a equipe também deixou nove fêmeas ao ar livre. “Elas se afastaram e retornaram, indo do desconhecido para voltar ao familiar”, disse Crumpacker.

Uma fêmea de 13 anos chamada Emma parecia determinada a ficar sozinha. Inicialmente, ela ficou dentro da vila enquanto as outras saíam. Quando retornaram, ela correu sozinha.

A equipe do santuário ainda precisa oferecer acesso ao exterior para outros chimpanzés, mas o mau tempo atrasou temporariamente os planos.

Antes de irem para o santuário, os chimpanzés provavelmente não tinham muita independência para fazer o que queriam. Embora a equipe de resgate não saiba exatamente como eram suas vidas, ou quais tipos de experimentos eles sofreram, os chimpanzés raramente conseguem expressar todos os seus comportamentos normais em um laboratório.

Em 2015, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA (USFWS) declarou que todos os chimpanzés do país deveriam ser classificados como ameaçados pela Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção (ESA), o que proporcionava aos chimpanzés explorados em laboratórios a mesma proteção oferecida aos chimpanzés selvagens. Por isso, os laboratórios tiveram que parar de usá-los em pesquisa e transferi-los para santuários.

Até agora, Project Chimps conseguiu salvar e realocar 31 chimpanzés para o santuário e visa resgatar os 180 chimpanzés que ainda permanecem no laboratório New Iberia.

“Estamos fazendo planos para trazer o resto em grupos. Faremos construções constantemente pelos próximos cinco anos, buscando patrocínios e doações para apoiar essa construção. Mas se pudermos ficar no caminho certo, serão precisos cerca de cinco anos para construir recintos suficientes para trazer todos os chimpanzés aqui”, finalizou Crumpacker.

Enquanto a equipe trabalha para que isso aconteça, eles estão fazendo tudo o que podem para ajudar Bo, Lance, Emma e os outros a ficarem confortáveis em liberdade.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA São Francisco pode ser a 1ª grande cidade do mundo a proibir a venda de pele animal

A cidade de São Francisco, nos EUA, tem o potencial de fazer história. Um decreto sobre crueldade contra animais, patrocinada pela Supervisor Katy Tang da cidade, será dirigido ao Comitê de Segurança Pública e Serviços de Vizinhança para a primeira aprovação

O decreto visa proibir a venda de pele animal em toda a cidade, estabelecendo um exemplo a ser seguido por outras cidades e países.

O decreto cita os 50 milhões de animais mortos anualmente, suas existências em gaiolas imundas e rígidas, as grandes contribuições da indústria de pele para a poluição do ar e da água e a quantidade 15 vezes maior de energia necessária para produzir roupas de pele como motivos para a proibição.

Wayne Hsiung, co-fundador da Direct Action Everywhere (DxE), disse que o avanço não seria possível sem o trabalho de centenas de ativistas. Ele acrescentou que os primeiros passos não eram foram a exposição de uma fazenda de pele, mas de uma fazenda que explorava porcos, revela o Livekindly.

“Curiosamente, um dos fatos que realmente tocou o patrocinador do projeto de lei nem sequer estava relacionado a peles, mas à exposição da criação de porcos que Glenn Greenwald publicou em outubro de 2017. Após a publicação do artigo, recebi um e-mail do Supervisor Tang dizendo que queria avançar na legislação sobre direitos animais. Isso apenas mostra: todos esses problemas estão conectados”, disse.

A indústria de pele, assim como a agropecuária, trata os animais como mercadorias e eles são aprisionados por toda a vida, privados de tudo o que lhes é natural para e mortos para que alguém possa utilize um material que pode ser facilmente substituído por uma alternativa vegana.

Priya Sawhney, uma organizadora da DxE falou sobre os muitos ativistas que possibilitaram o progresso: “Não só a iniciativa #SFFurBan mostra que estamos fazendo progressos em relação aos direitos animais, mas também é ilustrativa de algo que sonhei: pessoas negras, como Wayne Hsiung e Supervisor Katy Tang, incentivando-nos a promover essa mudança”.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Estado de Nova Jersey (EUA) proíbe exploração de animais em circos

40 países, que não inclui Portugal.
É simplesmente vergonhoso!


O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta

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O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta.

O estado de Nova Jersey (EUA) recentemente aprovou um projeto de lei para proibir a exploração de animais selvagens em circos.

O projeto de lei foi aprovado na câmara e no Senado com uma maioria absoluta.

A legislação recebeu o nome Lei de Nosy, em homenagem a um elefante explorado por um circo que foi resgatado recentemente e levado para um santuário.

Originalmente ela proibia apenas a exploração de elefantes, mas, ao passar pelo senado, a legislação foi alterada para proteger todos os animais selvagens.

A lei é mais uma evidência de que o público está rejeitando a exploração de animais em circos cada vez mais.

Recentemente, vários dos grandes circos, como Ringling Brothers Barnum & Bailey Circus, fecharam.

Nos EUA, 31 estados já têm restrições contra esta forma de exploração.

Já no resto do mundo, há mais de 40 países que proibiram a exploração de animais desta forma – incluindo a Itália e a Escócia.

Christina Scaringe é Conselheira Geral da Animal Defenders International. (ADI).

Ela trabalhou com ativistas locais na legislação de Nova Jersey e afirmou estar muito satisfeita com o passo histórico dado pelo estado.

Scaringe espera que outros governadores também se juntem à causa para acabar com o sofrimento dos animais em circos.

Uma porta-voz da PETA acrescentou: “Nenhum ser vivo existe para fazer um espetáculo ou para realizar truques para o entretenimento humano, mas todos os circos que usam animais os tratam como meros objetos, negando-lhes a liberdade e um padrão de vida adequado.”

Ela ainda acrescentou que o sofrimentos dos animais só vai acabar quando as pessoas deixarem de comprar ingressos para estas atrações.

PETA agradece o senador Lesniak e os ativistas de Nova Jersey, que provaram que, se trabalharmos juntos, podemos restaurar a liberdade que todos os animais explorados pelos circos merecem”, concluiu a porta-voz.

Fonte: ANDA

Nota: Os sublinhados são minha responsabilidade!