Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

As fotos horríveis servem como um alerta para turistas que montam elefantes na Tailândia. A Autoridade de Turismo da Tailânida já reagiu e deixou um aviso aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

Os turistas que planeiam montar elefantes na Tailândia estão a ser encorajados a não o fazer, depois de várias fotos do suposto abuso contra os animais se terem tornado virais no Twitter esta semana. As fotos foram publicadas pela primeira vez em Abril, mas só agora ganharam a atenção de um elevado número de pessoas. As imagens mostram os elefantes com ferimentos na cabeça e corpo, supostamente infligidos por tratadores, que os controlam com um metal afiado.

As imagens chocaram turistas e autoridades de viagens tailandesas, que agora pedem que os turistas boicotem este tipo de passeios e não montem em elefantes. “Nós nunca incentivamos os turistas a montarem os elefantes”, disse um porta-voz da Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) ao Yahoo News Austrália. O porta-voz deixou um pedido aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

As agências governamentais do país têm tentado combater o problema através de várias iniciativas, como a formulação de políticas, o apoio à pesquisa sobre a vida selvagem, a reabilitação de animais feridos e a erradicação do comércio ilegal de animais selvagens.

Reconhecendo o elefante como o símbolo nacional do país, o responsável do TAT, Yuthasak Supasorn, disse que os animais também apresentam um “significado espiritual especial” com suas profundas associações com o budismo e o hinduísmo. “Então, devem ser sempre respeitados e bem cuidados”, escreveu numa publicação recente no site do conselho de turismo.

De acordo com a World Animal Protection (WAP), existem mais de 3 mil elefantes em cativeiro em atracções turísticas em toda a Ásia e a maioria deles é forçada a viver em condições cruéis e inaceitáveis. O relatório do WAP inclui uma lista de locais que não oferecem atracções cruéis aos elefantes.

Fonte: SAPO VIAGENS

Anúncios

Bebé elefante tenta desesperadamente acordar a sua mãe morta

Foto: Newslions Media

As imagens flagram o momento comovente em que um bebé elefante é visto tentando acordar a sua mãe, que desmaiou e morreu depois de vagar por uma aldeia na Índia.

filhote acariciou com sua tromba a cabeça da sua mãe enquanto ela se deitava imóvel no chão na aldeia de Hiran, no estado de Odisha (Índia).

A mãe doente, com o bebê ao seu lado, entrou na comunidade que fica perto da selva de Khalasuni, no distrito de Deogarh.

Inicialmente, os aldeões cuidaram do elefante e do filhote, fornecendo-lhes comida, água e aplicando ervas medicinais nas feridas de sua perna direita e da testa.

Eles informaram os guardas florestais sobre a presença da mãe e do seu filho na sua aldeia.

Segundo os aldeões, a elefanta aparentemente quebrou a perna direita, provavelmente por cair em um buraco. Ela também tinha uma ferida na testa.

Nos primeiros dias, a elefanta mesmo mancando era capaz de se movimentar por conta própria.

Foto: Newslions Media

Mas quando a ferida piorou, ela desabou no chão e não conseguiu ficar em pé novamente.

Nas últimas seis semanas, o animal foi submetido a tratamento na aldeia por veterinários e especialistas designados por guardas florestais.

Mas, embora tenham tentado ao máximo curar o elefante, não conseguiram salvar a vida da mãe.

bebé elefante, inconsciente do facto da sua mãe ter morrido, podia ser visto inocentemente tentando acordá-la numa cena comovente e triste.

Ameaçados de extinção

Uma avaliação actualizada de um tratado administrado pela ONU Meio Ambiente confirmou que a caça continua ameaçando a sobrevivência de elefantes africanos, cuja população caiu de estimados 12 milhões há um século para 400 mil, de acordo com o Relatório sobre a Situação de Elefantes Africanos 2016.

Com base em dados da Proporção de Elefantes Mortos Ilegalmente (PIKE, na sigla em inglês), a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (CITES) avaliou os níveis de mortes ilegais por meio do programa de monitoramento de elefantes mortos. O monitoramento calculou que a caça ilegal é a principal causa de mortes de elefantes.

De acordo com evidências, níveis da PIKE alcançaram um pico em 2011, quando alarmantes 10% dos elefantes africanos foram caçados, antes de caírem até 2017. O nível permaneceu relativamente sem mudanças ao longo de 2018.

Níveis altos da proporção são preocupantes porque até mesmo populações estabelecidas e protegidas de elefantes sofrem perdas anuais para caças ilegais e outra formas de mortalidade, que não são compensadas por taxas de natalidade.

Muitas populações de elefantes africanos são pequenas, fragmentadas e não são protegidas, o que as tornam mais vulneráveis à caça.

“Mortes ilegais de elefantes africanos por conta do marfim continuam uma ameaça significativa às populações de elefantes na maioria dos Estados”, disse a secretária-geral da Convenção, Ivonne Higuero. “Ao mesmo tempo, a população humana da África cresceu dez vezes, de 125 milhões para 1,225 bilião, criando competição com elefantes por terra”.

Embora o comércio internacional de marfim de elefantes esteja banido pela Convenção desde 1990, opiniões são divergentes entre países sobre a continuação, ou não, da proibição.

O elefante africano e o debate sobre comércio de marfim será um item da agenda da próxima Conferência das Partes da CITES, realizada a cada três anos. A Conferência estava marcada originalmente para maio deste ano em Colombo, no Sri Lanka, mas será remarcada para uma data posterior.

“Precisamos continuar reduzindo caça e comércio ilegal de marfim e encontrar soluções para garantir a coexistência de elefantes com populações locais”, destacou Higuero. “A comunidade internacional deve expandir ainda mais seu trabalho com Estados africanos para encontrar soluções que funcionem tanto para os elefantes quanto para comunidades locais”.

Fonte: ANDA

O Governo de Botsuana voltou a permitir a caça de elefantes no país, levantando a suspensão anteriormente imposta, anunciou hoje o Ministério do Meio Ambiente.

Botsuana volta a permitir caça de elefantes no país

A proibição de caça que vigorava até agora foi introduzida no país em 2014, pelo anterior Presidente, Ian Khama, um grande defensor da conservação dos elefantes.

O actual Presidente, Mokgweetsi Masisi, foi eleito em Abril do ano passado e começou a rever a lei que proibia a caça de elefantes cinco meses depois, o que causou atritos com o seu antecessor Khama.

Um comunicado do Ministério do Meio Ambiente, Conservação de Recursos Naturais e Turismo do Botsuana, justifica que com a suspensão da caça “o número e os altos níveis de conflitos entre humanos e elefantes e o consequente impacto sobre os meios de subsistência estava a aumentar”.

O documento acrescenta que a caça passará a ser permitida de acordo com as leis e regulamentos que regem a conservação da vida selvagem, a caça e o licenciamento.

O ministro do Meio Ambiente do Botsuana, Onkokame Kitso Mokaila, anunciou para comprometeu-se a dar mais informações sobre os novos desenvolvimentos na quinta-feira.

O Governo do Botsuana – que apresentou hoje, oficialmente, o levantamento da suspensão – defende que a população rural é a favor desta medida, por se confrontarem regularmente com a destruição de campos agrícolas por manadas de elefantes.

O Botsuana tem a maior população de elefantes da África, estimada em 160.000. O número de elefantes no país quase triplicou nos últimos 30 anos, segundo especialistas.

Fonte: Sapo24

RETROCESSO Tailândia vai permitir o comércio de elefantes para países estrangeiros

Foto: WWF-Malaysia

O governo tailandês acaba de anunciar que permitirá o comércio de elefantes para outros países, segundo Lek Chailert, fundador da Save Elephant Foundation.

De acordo com Chailert, a decisão também incluirá o envio de partes de corpos de elefantes, como marfim, com permissão concedida a partir de 23 de junho deste ano.

Ela descreveu o movimento como uma “tragédia muito grave”, dizendo que essa medida coloca em risco o “bem-estar dos elefantes selvagens e cativos”.

Regulamento estrito

De acordo com reportagens locais, o Departamento Nacional de Parques Naturais, Vida Selvagem e Conservação de Plantas da Tailândia (DNP) acredita que a nova regulamentação será rigorosa o suficiente para evitar o abuso potencial de traficantes de animais selvagens.

“Elefantes e produtos relacionados a elefantes só podem ser exportados para pesquisa, fins diplomáticos ou para intercâmbio entre institutos acadêmicos e museus”, disse Adul Chotinisakorn, diretor-geral do Departamento de Comércio Exterior.

“Elaboramos cuidadosamente este regulamento em estreita consulta com agências relacionadas e podemos assegurar que os elefantes tailandeses exportados serão bem cuidados por especialistas em um bom ambiente quando estiverem no exterior.

“Estamos conscientes de que o envio de elefantes tailandeses ou produtos de elefantes para outros países é uma questão muito sensível, por isso vamos garantir que as decisões nesta matéria serão cuidadosamente consideradas, sendo o interesse nacional a principal prioridade”.

Tomada de atitude

Mas Chailert está pedindo às pessoas que tomem medidas e se movimentem contra a decisão, que ela diz que coloca os animais em risco. “Eu estou pedindo a todos aqueles ao redor do mundo que amam os elefantes, que por favor, fiquem ao meu lado, e escrevam para o consulado tailandês em seu país, e para o link abaixo, pedindo ao governo para rever esta decisão, segundo o aconselhamento daqueles que trabalham para a conservação das espécies”, disse ela na mídia social.

“Esta visão míope não é defensável. Peço a todos que ajudem-me a lutar pelos direitos do elefante tailandês. Devemos parar o tráfico. Na Tailândia há cerca de 4 mil elefantes trabalhando em cativeiro, e apenas pouco mais de mil permanecem na natureza. Em 1986, o elefante asiático tornou-se uma espécie em extinção A passagem do tempo não lhes fez nenhum favor”.

“O risco de extinção é crítico. Qualquer decisão tomada em relação ao seu futuro deve ser considerada com total escrutínio público e científico. Devemos estar vigilantes em seu nome, até que permaneçam salvaguardados ou até que não haja mais nenhum”.

Fonte: ANDA

Bajo la presión de la caza furtiva, los elefantes están evolucionando para perder sus colmillos.

En Mozambique, los investigadores están trabajando para comprender la genética de los elefantes nacidos sin colmillos, y las consecuencias del rasgo.

Bajo la presión de la caza furtiva, los elefantes están evolucionando para perder sus colmillos.

Los elefantes más viejos que deambulan por el Parque Nacional Gorongosa de Mozambique llevan las marcas indelebles de la guerra civil que se apoderó del país durante 15 años: muchos no tienen colmillos. Son los únicos sobrevivientes de un conflicto que mató a alrededor del 90 por ciento de estos animales asediados, sacrificados por marfil para financiar armas y por la carne para alimentar a los combatientes.

La caza le dio a los elefantes que no crecían colmillos una ventaja biológica en Gorongosa. Las cifras recientes sugieren que aproximadamente un tercio de las hembras más jóvenes, la generación nacida después de la guerra que terminó en 1992, nunca desarrollaron colmillos. Normalmente, la falta de colmillos ocurrirá solo en alrededor del 2 al 4 por ciento de las elefantes africanas.

Hace décadas, unos 4.000 elefantes vivían en Gorongosa, dice Joyce Poole, una experta en comportamiento de elefantes y National Geographic Explorer que estudia los paquidermos del parque. Pero esos números se redujeron a tres dígitos después de la guerra civil. Una investigación nueva, aún no publicada, que ha compilado indica que de las 200 hembras adultas conocidas, el 51 por ciento de las que sobrevivieron a la guerra (animales de 25 años o más) no tienen colmillos. Y el 32 por ciento de las elefantes nacidas desde la guerra no tienen colmillos.

Los colmillos de un elefante macho son más grandes y pesados ​​que los de una hembra de la misma edad, dice Poole, quien se desempeña como director científico de una organización sin fines de lucro llamada ElephantVoices. “Pero una vez que ha habido una fuerte presión de caza furtiva sobre una población, entonces los cazadores furtivos también comienzan a concentrarse en las hembras mayores“, explica. “Con el tiempo, con la población de mayor edad, comienzas a obtener esta proporción realmente más alta de hembras que no tienen colmillos“.

Esta tendencia sin colmillos tampoco se limita a Mozambique. Otros países con un historial importante de caza furtiva de marfil también experimentan cambios similares entre las mujeres sobrevivientes y sus hijas. En Sudáfrica, el efecto ha sido particularmente extremo: el 98 por ciento de las 174 hembras en el Parque Nacional Addo Elephant presuntamente no tenían colmillos a principios de la década de 2000.

La falta de colmillos en Addo es verdaderamente notable y subraya el hecho de que los altos niveles de presión por la caza furtiva pueden hacer más que simplemente eliminar a los individuos de una población“, dice Ryan Long, ecologista del comportamiento en la Universidad de Idaho y Explorador de National Geographic. Las “consecuencias de cambios tan dramáticos en las poblaciones de elefantes apenas están comenzando a ser exploradas“.

Josephine Smit, que estudia el comportamiento de los elefantes como investigadora en el Programa de Elefantes del Sur de Tanzania, dice que entre las elefantes hembra que rastrea en el Parque Nacional Ruaha, un área que fue saqueada en los años 70 y 80, el 21 por ciento de las mujeres mayores de cinco años son sin colmillos Como en Gorongosa, los números son más altos entre las hembras mayores. Aproximadamente el 35 por ciento de las mujeres mayores de 25 años no tienen colmillos, dice ella. Y entre los elefantes de cinco a 25 años, el 13 por ciento de las hembras no tienen colmillos. (Smit, una candidata doctoral en la Universidad de Stirling, en Escocia, dice que los datos aún no se han publicado, aunque presentó los hallazgos en una conferencia científica sobre la vida silvestre en diciembre pasado).

La caza furtiva también ha reducido el tamaño de los colmillos en algunas áreas de gran caza, como el sur de Kenia. Un estudio realizado en 2015 por la Universidad de Duke y el Servicio de Vida Silvestre de Kenia comparó los colmillos de elefantes capturados allí entre 2005 y 2013 con los de elefantes sacrificados entre 1966 y 1968 (es decir, antes de que ocurriera la caza furtiva a fines de los años 70 y principios de los 80) y Encontré diferencias significativas. Los sobrevivientes de ese período de caza furtiva intensa tenían colmillos mucho más pequeños: eran alrededor de una quinta parte más pequeños en los machos y más de un tercio más pequeños en las hembras.

El patrón repetido en su descendencia. En promedio, los elefantes machos nacidos después de 1995 tenían colmillos un 21 por ciento más pequeños que los machos desde la década de 1960 y un 27 por ciento más pequeños que las hembras de ese período. Según los autores del estudio, “aunque nuestra evidencia del papel de la genética en el tamaño del colmillo es indirecta, los estudios en ratones, babuinos y humanos han establecido de manera similar que el tamaño del incisivo, homólogo al colmillo en elefantes, es hereditario y tiene influencia genética“.

Implicaciones

Según Poole, a pesar de la ola de colmillos influidos por el hombre en las últimas décadas, los elefantes que faltan en sus colmillos sobreviven y parecen sanos. Los científicos dicen que la proporción significativa de elefantes con esta desventaja puede estar alterando el comportamiento de los individuos y sus comunidades más amplias, y quieren saber si, por ejemplo, estos animales tienen rangos de hogar más grandes que otros elefantes porque es posible que necesiten cubrir más terreno Para encontrar alimentos recuperables.

Colmillos son esencialmente dientes demasiado crecidos. Sin embargo, normalmente se usan para la mayoría de las tareas de la vida diaria: cavar en busca de agua o minerales vitales en el suelo, descortezar los árboles para asegurar los alimentos fibrosos y ayudar a los machos a competir por las hembras.

El trabajo que hacen los elefantes con sus colmillos es vital para otros animales también. El “papel de los elefantes como una especie clave para derribar árboles y cavar hoyos para acceder al agua es importante para una variedad de especies inferiores que dependen de ellos“, dice Long. La acción del colmillo también ayuda a crear hábitats. Ciertos lagartos, por ejemplo, prefieren hacer sus hogares en los árboles maltratados o derribados por los elefantes de navegación.

Si los elefantes están cambiando en el lugar donde viven, la rapidez con la que se mueven o hacia dónde van, podría tener mayores implicaciones para los ecosistemas que los rodean. “Cualquiera o todos estos cambios en el comportamiento podrían dar como resultado cambios en la distribución de los elefantes en todo el paisaje, y son los cambios a gran escala los que tienen más probabilidades de tener consecuencias para el resto del ecosistema”, dice Long.

Ahora, Long y un equipo de investigadores en ecología y genética están empezando a estudiar cómo los elefantes sin colmillos están navegando por sus vidas. En junio, el equipo comenzó a rastrear a seis hembras adultas en Gorongosa, la mitad con colmillos, la mitad no, de tres hatos de cría diferentes. Los colocaron con collares de GPS, tomaron muestras de sangre y excrementos y planearon monitorearlos durante un par de años, o hasta que la batería se agote en cada uno de los collares, tomando periódicamente muestras fecales para analizar la dieta de los elefantes.

Su objetivo es descubrir más información sobre cómo se mueven, comen estos animales y cómo se ven sus genomas. Largas esperanzas de detallar cómo los elefantes sin el beneficio de los colmillos como herramientas pueden alterar su comportamiento para acceder a los nutrientes. Rob Pringle, de la Universidad de Princeton, planea examinar muestras de excrementos para conocer mejor la dieta y el ejército de microbios y parásitos que viven dentro del intestino de cada elefante. Otro colaborador, Shane Campbell-Staton, un biólogo evolutivo de la Universidad de California en Los Ángeles, estudiará la sangre y buscará respuestas sobre cómo la genética influye en el fenómeno de la insensibilidad.

Exactamente cómo se hereda este rasgo es “desconcertante”, dice Campbell-Staton. La falta de colmillos parece ocurrir desproporcionadamente entre las mujeres. Tiene sentido que los machos sin colmillos no puedan competir por el acceso a la cría de elefantes hembras, dice. Pero si este rasgo estuviera tradicionalmente ligado a X (transmitido a lo largo del cromosoma X, que ayuda a determinar el sexo y transmite genes para varios rasgos heredados), pensaríamos que debido a que los hombres siempre obtienen su cromosoma X de sus madres, usted tendría una Gran población de machos que no tienen colmillos. “Pero no vemos eso. Los machos sin colmillos son extremadamente raros en los elefantes africanos ”, dice.

Joyce Poole lo corrobora. Ella dice que en toda su carrera solo ha visto tres o cuatro hombres sin colmillos, ninguno de ellos en Gorongosa.

Estudios en terreno

Si bien las características nutricionales y de comportamiento de los elefantes sin colmillos todavía no se han comparado formalmente con las de los elefantes con colmillos en ningún hato, Smit dice anecdóticamente que en su investigación ha visto que los elefantes sin colmillos parecen haber encontrado una solución alternativa.

“He observado a elefantes sin colmillos que se alimentan de la corteza, y son capaces de pelar la corteza con sus troncos, ya veces usan sus dientes”. También pueden confiar en la ayuda involuntaria de otros elefantes, dice. Tal vez los elefantes estén apuntando a diferentes tipos de árboles que son más fáciles de desmontar, o árboles que ya han sido despojados por otros elefantes, dándoles un punto de palanca preparado para arrancar la corteza.

Las recientes prohibiciones sobre el comercio de marfil en China y los Estados Unidos pueden ayudar a reducir la demanda de colmillos, pero el tiempo exacto que puede tomar una población con una alta proporción de colmillos para recuperar parte de sus números, y su colmillo, varía. Entre los elefantes asiáticos, por ejemplo, una larga historia de caza de marfil, así como la eliminación de elefantes con colmillos en el medio natural para el trabajo, probablemente contribuyó a un mayor número de colmillos allí.

Si miras a los elefantes asiáticos, las hembras no tienen colmillos, y dependiendo de la población que mires en qué país, la mayoría de los machos también suelen tener colmillos“, explica Poole. Exactamente por qué las poblaciones de elefantes asiáticos y africanos tienen tasas tan diferentes de falta de colmillos que quedan sin explicación.

Sin embargo, Poole y otros señalan que en las áreas de Asia que históricamente han sido objeto de caza de marfil, los niveles sin colmillos son altos, al igual que en África, lo que subraya que los humanos están dejando una marca duradera en el mamífero terrestre más grande de la Tierra.

Fonte: ANIMANATURALIS

26 elefantes mortos em três meses em reserva natural no Quénia

Pelo menos 26 elefantes morreram, nos últimos três meses, na reserva natural de Masai Mara, no sudoeste do Quénia, com suspeitas de que alguns tenham sido envenenados, segundo a imprensa local.

26 elefantes mortos em três meses em reserva natural no Quénia

Cinco elefantes terão morrido de causas naturais e, ainda que as causas da morte dos restantes 21 sejam ainda desconhecidas, investigações preliminares apontam para que pelo menos 11 possam ter sido envenenados, segundo a organização não-governamental Projeto de Elefantes de Mara (MEP), citada pela imprensa queniana.

Estima-se que os envenenamentos sejam um ato de vingança cometido por agricultores das imediações, uma vez que os animais invadem com frequência as quintas, destruindo as plantações.

“Existem algumas provas relacionadas com a localização dos cadáveres e as circunstâncias destas mortes que apontam para um possível envenenamento por retaliação”, refere a ONG.

A organização, centrada na conservação dos elefantes, mostra-se alarmada com os crescentes conflitos entre humanos e espécies animais sobretudo nas áreas de conservação dos condados de Narok, cujo governo administra a reserva Masai Mara, e de Laikipia.

Alguns agricultores, especialmente os localizados nas margens do rio Enkare Narok, tiveram de abandonar as atividades agrícolas após a destruição repetida das plantações, segundo o diário local Daily Nation.

“Numa área onde suspeitamos que se estava a usar um pesticida forte nas culturas de tomate, a MEP estabeleceu uma unidade de resposta rápida para monitorizar a situação, manter os elefantes fora das quintas, dialogar com os membros das comunidades sobre os pesticidas e supervisionar as fontes de água”, explicou a organização.

Fundada em 2011, a organização Projeto Elefantes de Mara tem no terreno cerca de 30 guardas florestais, cuja ação conjugada com o uso de tecnologia como o Google Earth, permite obter informação quase em tempo real sobre a localização e os movimentos dos animais, que estão identificados com um colar.

Em 2018, guardas florestais da MEP detiveram 36 caçadores furtivos e apreenderam quase 300 quilos de marfim.

Fonte: SAPO24

 

TRÁFICO DE ANIMAIS Camboja realiza apreensão recorde de marfim

Descoberto como ponto chave na rota do tráfico de presas de elefante, o país aumentou o número de operações de confisco de marfim nos últimos 5 anos.

Oficiais da alfândega cambojana em frente as presas de elefante apreendidas no posto | Foto: Ban Chork/AFP/Getty
Oficiais da alfândega cambojana em frente às presas de elefante apreendidas no posto

Resultado do especismo voraz – definição de comportamento discriminatório em que somente uma espécie habitante do planeta, no caso a humana, tem o direito de prevalecer sobre todas as demais, explorando e matando indiscriminadamente – que consome a humanidade há séculos, o tráfico de animais selvagens se mostra acima das leis criadas para contê-lo e encontra caminhos obscuros para sobreviver e levar diversas espécies de animais à extinção.

Maior prova disso é a apreensão de mais de três toneladas de marfim ocorrida no Camboja domingo último (16) no porto de Phnom Penh, capital do país. Considerada a maior do país até o momento, as presas de elefante estavam escondidas em um contêiner de armazenamento enviado de Moçambique (África do Sul, conforme informações de autoridades alfandegárias do país.

A descoberta das 1.026 presas se deu graças a uma dica da embaixada dos EUA, de acordo com os funcionários da alfândega, e reforça o papel do Camboja como um ponto chave no trânsito regional do comércio multibilionário e ilícito de animais selvagens. “As presas de elefante estavam escondidas entre peças de mármore em um contêiner que foi abandonado”, afirma Sun Chhay, diretor do escritório da alfândega e impostos especiais do porto.

O diretor afirmou ainda que o marfim foi enviado diretamente de Moçambique e chegou ao porto no ano passado.

O proprietário do carregamento ainda não foi identificado e também não apareceu para retirar a carga. Fotos do enorme montante, mostram longas filas de presas confiscadas espalhadas pelo chão no porto.

Sun Chhay disse também não ter informações se o carregamento era destinado a mercados em outros países.

A alta demanda proveniente principalmente da China e do Vietnã tem alimentado o crescimento do tráfico de animais (ou partes: ossos, presas, pele, afins) através do Camboja. Policiamento insuficiente e corrupção atraem esse tipo de contrabandista, ainda mais agora que a vizinha Tailândia está reprimindo a proibição do comércio.

Ao contrário dos chifres de rinoceronte e escamas de pangolins que são traficados com destino ao mercado de medicina tradicional chinesa (maior mercado consumidor de marfim do mundo), o contrabando do marfim é direcionado ao mercado de joias e antiguidades.

Embora o Camboja tenha uma população minúscula de elefantes, sua emergência como um novo ponto de tráfico resultou em várias apreensões nos últimos cinco anos.

A maior delas, sem contar esta última, ocorreu em 2014, quando funcionários da alfândega apreenderam cerca de três toneladas de marfim escondidas em um contêiner de grãos no porto de Sihanoukville, no sudoeste do país.

Ano passado, autoridades cambojanas também apreenderam quase uma tonelada de marfim escondida em troncos ocos que descobertos dentro de um contêiner abandonado de propriedade de uma empresa com sede em Moçambique.

Consideradas os “dentes dos elefantes” suas presas são utilizadas para ajudar na manipulação de alimentos (colher e transportar ervas, brotos dos galhos, arbustos, frutas e vegetais), como fonte de equilíbrio e também de defesa. São congênitas, únicas e direito inalienável e congênito desses animais, que têm sido mortos, dizimados e levados à extinção apenas por possuí-las em um mundo onde outra espécie se acha no direito de se apropriar delas.

Nota da redação: De acordo com os resultados do Great Elephant Census entre os anos de 2007 a 2014 o número de elefantes diminuiu 30%, ou seja, desapareceram mais de 140 mil espécimes, numa taxa de 8% ao ano. No ritmo atual é estimado, de acordo com o estudo, que em 2025 os elefantes estejam extintos.

Fonte: ANDA