Destaques Filhote de elefante tenta acordar a mãe morta por envenenamento

O filho usa a tromba para cutucar a mãe e tentar fazê-la levantar, mas o corpo sem vida da elefanta permanece imóvel, o que deixa o filhote confuso e sem acção


Foto: News Lions Media/MEGA

Imagens comoventes mostram um filhote de elefante tentando inutilmente acordar sua mãe morta após encontrar o corpo sem vida da elefanta em uma floresta.

O jovem elefante parece estar cutucando sua mãe com a tromba, numa tentativa desesperada de revivê-la.

O elefante foi um dos sete que se acredita ter morrido pelas acções criminosas de residentes locais, suspeitos de envenenar os animais para impedi-los de invadir suas fazendas.

Quatro dos elefantes mortos foram encontrados em uma floresta perto de Sigiriya, uma fortaleza rochosa do século V e também património protegido pela UNESCO no centro do Sri Lanka em 28 de Setembro.

Mais três cadáveres de elefantes foram descobertos depois desses quatro, informou a polícia. Como os cadáveres não tinham marcas de tiros ou ferimentos, acredita-se que os animais tenham sido envenenados.

O porta-voz da polícia Ruwan Gunasekera disse ao Daily Mail: “Encontramos os restos de sete elefantes do sexo feminino, incluindo um tusker (elefantes com presas de marfim imensas), desde sexta-feira”.

Uma elefanta grávida estava entre os quatro corpos encontrados. As autópsias serão realizadas por funcionários e veterinários da vida selvagem, para determinar se os animais foram envenenados.

Foto: News Lions Media/MEGA

Segundo a polícia, uma série de incidentes envolvendo elefantes selvagens invadindo aldeias e destruindo colheitas na área pode ter causado o assassinato.

Estima-se que cerca de 200 elefantes sejam mortos todos os anos no país. Muitos deles são vítimas da ira de fazendeiros cujas fazendas são invadidas pelos rebanhos famintos de elefantes.

Com os habitats invadidos pela presença humana, elefantes acabam indo parar em aldeias próximas ao seu local comum de circulação, fato que ocasiona conflitos entre humanos e os animais selvagem.

Foto: News Lions Media/MEGA

Especialistas consideram a perda de sete elefantes nesta semana um duro golpe para a população de elefantes do país. Todos os sete animais encontrados mortos teriam entre 10 e 15 anos.

Segundo a World Wildlife Foundation, a população de elefantes no Sri Lanka caiu quase 65% desde a virada do século XIX.

Hoje, o elefante do Sri Lanka está protegido pela lei do Sri Lanka e matar um animal da espécie pode levar à pena de morte.

Fonte: ANDA

Destaques Vaquitas marinhas podem estar extintas em menos de um ano

Foto: National Geographic

A vaquita (Phocoena sinus) também conhecida como toninha-do-golfo, boto-do-pacífico é apenas uma das muitas espécies vítimas de “captura acidental”, pelos métodos destrutivos de caça dos cartéis de drogas mexicanos e traficantes chineses, que se juntam para caçar o peixe raro totoaba por sua bexiga natatória.

O documentário da National Geographic, Sea of Shadows (mar de sombras), estreou em Londres, na Inglaterra, nesta semana e revelou as últimas estatísticas sobre a situação da vaquita.

Os números da espécie tem caído drasticamente na última década e agora restam menos de 15 indivíduos no mundo.

As vaquitas podem desaparecer para sempre nos próximos 12 meses devido a inúmeras milhas de redes de captura ilegais submarinas no mar de Cortez que os caçadores usam para prender totoabas.

Foto: Nation of Change

O peixe totoaba é considerado a “cocaína do mar” porque possui uma bexiga natatória que vale mais do que ouro.

As bexigas natatórias desses peixes têm um preço elevado devido as crenças medicinais chinesas que afirmam que elas têm poderes milagrosos de cura.

Algumas pessoas consideram a bexiga natatória da totoaba uma “droga sexual”, porque acredita-se que ajuda na fertilidade.

Outras alegações infundadas por qualquer evidência atribuem ao órgão benefícios medicinais incluem o poder de curar problemas circulatórios, artrite e doenças da pele.

Bexiga de totoaba foi apreendida pela alfândega de Hong Kong, o item vale mais do que ouro no mercado paralelo | Foto: National Geographic
Bexiga de totoaba foi apreendida pela alfândega de Hong Kong, o item vale mais do que ouro no mercado paralelo

Também é considerado uma iguaria na China e é consumido em sopa.

Existem restrições de pesca que foram adotadas no mar de Cortez para tentar proteger a vida marinha de métodos destrutivos de caça furtiva.

No entanto, eles são ignorados, apesar de serem aplicados pela marinha mexicana.

O documentário Sea of Shadows alega que alguns oficiais da marinha mexicana estão sendo pagos pela máfia para fechar os olhos à caça aos totoabas e ao comércio com os chineses.

O filme também mostra como uma equipe de especialistas tenta e falha em salvar uma vaquita, colocando-a em um compartimento marinho durante uma missão Vaquita CPR.

Os esforços da Sea Shepherd Conservation Society provam ser um pouco mais bem-sucedidos, pois usam drones para identificar pescadores ilegais e trabalham para remover as letais redes de emalhar subaquáticas.

As observações mais recentes de vaquitas no mar de Cortez foram de apenas seis das pequenas toninhas.

O diretor do comentário, Richard Ladkani, disse a plateia na estreia no Sea of Shadows em Londres: “Precisamos que as pessoas acordem e façam o que puderem para salvar essa espécie”.

“Novas políticas estão sendo colocadas em acção agora e novas leis estão sendo implementadas”.

Foto: Charlotte Edwards

“Siga e apoie, mostre às pessoas que você se importa”.

“Temos uma petição no Change.org também basta apenas pesquisar por vaquita”.

Ele acrescentou: “Todos vocês podem fazer a diferença para o planeta”.

“Esta é uma história simbólica para a vaquita, mas é apenas um símbolo. Isso está acontecendo agora no planeta”.

Ao ser questionado se a marinha mexicana estava fazendo o suficiente para ajudar nos esforços de conservação e derrubar a máfia no mar de Cortez, Ladkani revelou como ele enfrentou um vice-almirante sobre a situação, fora das câmaras.

Ele disse: “Tirei a câmara e ele disse: ‘essas pessoas sabem onde eles moram, essas pessoas sabem os nomes da minha filha, minha esposa, sabem tudo sobre nós’ ”.

“Se nós os ferirmos seriamente, se os derrubarmos para valer, eles virão atrás de nós e nos matarão”.

“Não apenas eu, mas eles matam minha filha e minha esposa, e essa é a razão pela qual não estamos lutando contra eles”, concluiu ele.

Fonte: ANDA

Destaques Zebra faminta é flagrada comendo as próprias fezes em zoo

A ONG Peludos Al Aire En Sintonia Por Los Que No Tienen Voz, gravou o vídeo documentando a cena que se passa no zoológico de de San Juan de Aragon, na Cidade do México

Zebra come as próprias fezes no zoo de San Juan de Aragon, na Cidade do México | Foto: CEN/peludosalairelaguna
Zebra come as próprias fezes no zoo de San Juan de Aragon, na Cidade do México

Imagens chocantes compartilhadas nas redes sociais mostrando uma zebra comendo o que pareciam ser suas próprias fezes, causaram revolta e indignação nas redes sociais

As fotos e o vídeo foram capturados em um zoológico mexicano, suspeita-se que o animal não esteja recebendo o suficiente para comer e por isso estivesse comendo seus excrementos.

Relatos afirmam as cenas perturbadoras foram gravadas no zoológico de San Juan de Aragon, na Cidade do México, que já é acusado de negligencia e maus-tratos e onde muitos dos animais cativos, estavam com problemas de saúde.

Imagens de vídeo flagrando a situação foram divulgadas por uma organização de protecção aos animais mexicana que revelou ainda que os animais do zoológico estão morrendo por falta de comida.

No vídeo, a zebra, chamada Karo, pode ser vista dentro do zoológico, comendo suas próprias fezes do chão.

A ONG escreveu nas mídias sociais: “Esses animais não tem muito tempo, eles estão morrendo de fome. É importante livrar-se desses trabalhadores incompetentes e cuidar dos animais”.

A zebra chamada de Karo com ferimento sem tratamento no pescoço | Foto: CEN/@peludosalairelaguna
A zebra chamada de Karo com ferimento sem tratamento no pescoçoA entidade Peludos Al Aire En Sintonia Por Los Que No Tienen Voz, como são conhecidos, afirmam que muitos dos animais estão em más condições de saúde, dizendo que a zebra no vídeo está sofrendo de uma doença de pele e que um gnu (espécie de antílope) morreu no mesmo zoológico na semana passada.

Os funcionários também se queixaram das mortes de outros 10 animais, segundo a ONG de protecção animal.

As mortes de dois elefantes, um deles chamado Ely e outro Maggie ambos falecidos em 2016 estão sendo investigadas pelas autoridades da cidade, segundo a mídia local.

Fezes foram vistas espalhadas pelos cativeiros dos animais, especialmente no compartimento da zebra, de acordo com a ONG | Foto: CEN/@peludosalairelaguna
Fezes foram vistas espalhadas pelos cativeiros dos animais, especialmente no compartimento da zebra, de acordo com a ONGA administração do zoológico ainda não comentou o caso, mas a prefeita da Cidade do México, Claudia Sheinbaum, admitiu que a última vez que o governo investiu no zoológico foi durante a primeira metade do governo 2000-2006.

Segundo a prefeita existem especialistas trabalhando no zoológico para evitar que os animais sejam abusados e verificar suas condições de vida.

Sheinbaum disse ainda que está previsto um investimento no zoológico no próximo ano, porém que o governo local anunciou um corte no financiamento para os jardins zoológicos no início deste ano, segundo o Daily Mail.

Relatos dizem que o zoológico de San Juan de Aragon sofreu vários cortes no orçamento este ano seguindo as regras do programa de austeridade do governo local.

Os demais animais que vivem no zoo também passam fome, segundo a ONG | Foto: CEN/@peludosalairelaguna
Os demais animais que vivem no zoo também passam fome, segundo a ONGFonte: ANDA

Destaques Corpos de raposas em decomposição e cães passando fome são encontrados em fazenda de peles

A ONG britânica Open Cages encontrou os animais presos em gaiolas imundas, assustados e famintos, sem qualquer cuidado ou comida.


Foto: Andrew Skowron/Open Cages

Tendo em conta as imagens que ESTE artigo contem, vou apenas posta-lo assim.
Alerto para as imagens muito fortes!

Mário Amorim

Destaques Gato é chutado até a morte por abusador de animais enquanto seus amigos riem e filmam a cena

Foto: City of Kansas City, Missouri

O homem que foi filmado chutando impiedosamente um gatinho em um campo de futebol, que mais tarde foi encontrado morto perto de onde caiu, não foi sequer condenado à prisão. A pena ao abusador se resumiu a uma doação para uma ONG e um período em liberdade condicional.

Johnathan Taylor, de 20 anos, se declarou culpado de crueldade contra animais na quinta-feira em Kansas City nos Estados Unidos, depois de ter negado previamente que estava na Center High School, onde o abuso aconteceu.

Taylor foi condenado a ficar em liberdade condicional (sob vigilância) por dois anos e fazer uma doação de 500 dólares para o Kansas City Pet Project (ONG de protecção animal).

Um juiz também o sentenciou a realizar 80 horas de serviço comunitário em um abrigo de animais.

Testemunhas disseram à polícia que foi Taylor quem foi flagrado no vídeo do Snapchat chutando o minúsculo gato preto enquanto o animal caminhava pela grama.

O vídeo foi divulgado por autoridades municipais em maio de 2018.

No vídeo de 24 segundos, Taylor começa a correr em direcção ao gato antes de chutá-lo pelo ar com seu par de chuteiras Under Armour.

Uma pessoa no fundo pode ser ouvida rindo de forma espalhafatosamente e gritando “GOOOOLLLL, filho da p***”.

O gato não se meche mais depois de cair no chão.

Um mês depois do vídeo, o gato foi encontrado morto no campo de futebol Center High.

Após o ataque, o porta-voz da polícia de Kansas City, John Baccala, disse ao Kansas City Star: “É simplesmente horrível o que houve”.

“Não consigo imaginar ninguém fazendo isso com um animal. É detestável assistir.”

Imagem ilustrativa | Foto: Nicholas Horne

“Fico doente só de olhar para essas imagens. Se alguém trata um animal assim, com certeza tratará um ser humano também”. Ele continuou.

A testemunha que assistiu ao vídeo disse ao WDAF que Taylor e seus amigos estavam jogando futebol quando o gato entrou em campo.

De acordo com a testemunha, Taylor disse: “Cara, tire esse gato daqui, vou chutar o gato”.

Depois, eles continuaram jogando futebol. Taylor foi acusado de abuso de animais em Setembro – o que é apenas uma ofensa de contravenção.

Ele foi condenado a não conviver com animais durante seus dois anos de período probatório (observação condicional).

Fonte: ANDA

Destaques Leões desnutridos e esqueléticos são flagrados em zoo Chinês

O casal de animais foi fotografado por visitantes que postaram as fotos nas redes sociais causando revolta. Ossos à mostra, prostração e maus-tratos causaram uma denúncia e posterior inspecção das autoridades

Foto: Asia Wire

Dois leões mantidos em condições deploráveis, ambos famintos e fragilizados, mal conseguindo se mover, foram flagrados em um zoológico chinês esquecidos em seus cativeiros.

Acredita-se que o casal de animais vítimas de maus-tratos no zoológico de Liaoyang, na província de Liaoning, nordeste da China, foram comprados de um fornecedor de circo.

Os visitantes ficaram preocupados com as condições em que os animais estavam, ambos pareciam desnutridos e seus ossos estavam a mostra, consequência do descaso dos detentores dos animais.

Foto: Asia Wire

As fotos tiradas do cativeiro dos felinos, mostram os leões com aparência doentia, caídos na grama do recinto ao ar livre, enquanto outras imagens mostram o macho apático, extremamente magro com a caixa torácica claramente visível sob a pele.

Um dos animais estava tão magro que sua omoplata estava saltada sobre a parte superior do corpo, enquanto ele permanecia deitado no chão.

As imagens comoventes foram publicadas nas redes sociais e tiveram mais de 25 milhões de visualizações.

Um porta-voz do zoológico negou que eles estivessem maltratando os grandes felinos, acrescentou que o casal havia sido comprado recentemente de uma empresa que fornece animais de circo e entretenimento.

A Companhia de Turismo e Desempenho Sanya Guqianqing, sediada na província de Hainan, no sul da China, enviou os leões em 7 de Setembro após a aprovação da venda.

Foto: Asia Wire

Os felinos chegaram após uma longa jornada em 11 de Setembro, disse o porta-voz do Zoológico de Liaoyang.

Os animais idosos, com cerca de 15 ou 16 anos de idade, foram mantidos em recintos fechados nos últimos seis meses e diagnosticados pelos veterinários do zoológico como altamente desnutridos.

O zoológico disse que estava em processo de iniciar o tratamento de ambos os leões até que recuperassem completamente a saúde.

Respondendo às preocupações do público, o departamento de Liaoyang da Administração Estadual de Florestas e Pastagens disse na terça-feira última (17) que havia enviado funcionários para inspeccionar os leões.

Os veterinários da instituição afirmaram que os animais estavam se movendo e comendo “normalmente”, apesar de sua estruturas óssea aparente e magreza extrema.

Os responsáveis pela inspecção alegaram que os leões não estavam doentes e não foram encontradas evidências de maus-tratos ou abusos.

Foto: Our Planet/Reprodução

Adorados como deuses na cultura egípcia por sua força, poder e ferocidade, os leões são animais inteligente, que vivem em grupos, constroem vínculos familiares, são caçadores natos, ocupam o topo da cadeia alimentar, capazes de alcançar grandes velocidades, são acostumados a correr pelas savanas, de onde são originários e percorrer enormes distâncias.

Condenar um animal dessa magnitude a uma vida de enclausuramento em um cativeiro insalubre e solitário é um ataque fatal à sua dignidade e vontade de viver. Não há palavras para descrever a crueldade em podar a liberdade de um animal, é quase o mesmo que tirar sua vida, só que lentamente não com um tiro, como nas caçadas por troféus.

As imagens são claras, o estados dos animais é explícito e revoltante. Sem energia até para se movimentar, os leões se mantinham deitados, inertes, resignados ao destino de cativeiro a que foram submetidos.

Fonte: ANDA

Destaques Golfinhos encurralados por caçadores se unem antes de serem mortos no Japão

Perseguidos e levados até uma enseada de onde não têm como escapar, os golfinhos se aproximam uns dos outros até se tocarem, como forma de se confortarem perante o destino iminente

Foto: The Dolphin Project

Um vídeo feito pela ONG americana de protecção aos cetáceos, The Dolphin Project, em Taiji, no Japão, mostra um grupo de golfinhos (espécie também conhecida como baleias-piloto ou golfinhos-piloto) muito próximos uns dos outros, reunidos, assustados e encurralados em uma enseada por caçadores japoneses.

As imagens comoventes mostram a família se aglomerando como forma de se proteger pouco antes de ser cruelmente morta.

A filmagem, descrita pela ONG, como uma das cenas mais difíceis de assistir já presenciada por eles, se desenrolou nas águas da enseada. Na quarta-feira última (11) o grupo de golfinhos foi cruelmente perseguido por horas e depois conduzido por barcos de caça até águas rasas. Exausta e traumatizada, a família veio à tona para espiar ao redor e recuperar o fôlego.

Após as redes terem sido jogadas, seu destino foi selado, e eles nadavam em um círculo apertado, sempre se tocando. A matriarca do grupo também podia ser vista nadando ao redor dos demais, sempre se esfregando contra os demais membros de sua família. Sem comida ou abrigo, os caçadores deixaram a família sozinha da noite para o dia.

Os golfinhos foram levados pelos barcos de caça para uma enseada (um beco sem saída no mar) perto de Taiji, no Japão, enquanto esperavam seu destino cruel.

No dia seguinte, logo após o nascer do sol, os caçadores chegaram à enseada para começar o dia de trabalho. Os golfinhos ainda estavam nadando juntas, tentando entender o que estava acontecendo. Os barcos começaram a separar a família, a fim de iniciar a selecção dos animais em cativeiro.

Os golfinhos estavam desesperados para fugir dos caçadores, mas também para ficarem juntos. Os observadores da ONG contam que o som da luta dos cetáceos no mar ecoou na direcção deles, que estavam na colina assistindo às tentativas desesperadas dos animais que lutavam pela liberdade e pela vida. Alguns golfinhos desta família foram levados para passar o resto da vida em cativeiro. Eles provavelmente nunca mais conhecerão a liberdade do oceano aberto e agora terão que implorar e ganhar suas refeições, fazendo truques anti-naturais para uma plateia.

Observadores dizem que oito dos animais foram capturados para serem levados para cativeiros, enquanto o restante foi morto.

Foto: The Dolphin Project

Relatos da ONG contam que último grupo de golfinhos ficou esperando na margem da enseada até que um barco veio para levá-los embora. Enquanto os cetáceos estavam presos e esperando, os caçadores começaram a matá-los. Aqueles que tinham sido capturados ficaram ali mesmo presos, assistindo e ouvindo enquanto sua família era morta bem ao lado deles.

“Foi comovente testemunhar isso e saber como essa família estava emocionalmente ligada”, diz o The Dolphin Project em um post no Facebook.

Foto: The Dolphin Project

Os animais cativos que foram levados para as baias marítimas no porto também tiveram que assistir a família morta sendo arrastada por eles no caminho para o porto. Os barcos eram carregados com mais cadáveres antes de seguir em direção ao porto. Outros golfinhos e baleias que estão em cativeiro nas baias do porto ouvem e observam massacres semelhantes todos os dias.

“Eu imagino que eles possam reviver esse trauma e nunca esquecer o que aconteceu com eles”, escreve a ONG.

O processo de morte dos animais foi longo, sangrento e barulhento. Os golfinhos se debatiam muito contra a água enquanto estavam morrendo. A ONG transmitiu ao vivo todo o horror do massacre. A entidade conta que os caçadores mataram essa família em fases, provavelmente por causa de seu tamanho.

Foto: The Dolphin Project

“Eles pareciam matar três a quatro indivíduos de cada vez; portanto, aqueles que esperavam sua vez na morte precisavam nadar em águas ensanguentadas e testemunhar sua família morrendo lentamente. A matriarca foi morta sozinha, ela foi levada para o açougue. Pudemos ver o corpo dela flutuando na superfície enquanto o barco se preparava para levá-la embora”.

Os observadores responsáveis pelas imagens contam que ver seu corpo flutuando na água foi uma das imagens mais comoventes que eles presenciaram. Apenas 24 horas antes, ela estava guiando sua família através do oceano, enquanto o grupo cuidava dos filhotes e uns dos outros.

Foto: The Dolphin Project

“No final, parecia que os membros do grupo que foram mortos por último também para de lutar e resistir. Os sons de suas batidas não eram tão altos quanto os membros da família mortos antes deles e isso nos fez pensar se eles tinham acabado de ceder ao seu destino. Eles haviam visto toda a família e sua líder corajosa e bela morta diante de seus olhos e os membros da família que não foram mortos foram levados à força para nunca mais serem vistos”, dizia o texto da ONG em seu site.

Os eventos que acontecem em Taiji são massacres de crueldade indescritível contra a vida de seres indefesos, inteligentes e capazes de sentir, amar e sofrer.

Foto: The Dolphin Project

As caças realizadas em Taiji são legalizadas no Japão, os golfinhos e baleias são perseguidos e mortos por pescadores que recebem uma permissão (licença) do governo japonês.

Postes de metal, que criam uma parede de som, confundem os animais e os direccionam para a enseada (cove), onde são presas fáceis.

Quase 16 mil golfinhos e baleias são mortos em todo o Japão durante as caçadas, que ocorrem de Setembro a Fevereiro.

Foto: The Dolphin Project

Fonte: ANDA

Destaques Milhares de macacos são mortos pela indústria do tráfico de carne de animais selvagens

Embora o comércio da carne de animais selvagens seja ilegal, uma mistura de penalidades mínimas e fronteiras com vigilância frouxa permitem que a atividade cresça cada vez mais

Foto: Mirror Reprodução

Mantido atrás das grades em uma minúscula gaiola pelo primeiro ano de sua vida, desde que sua mãe e sua família foram baleados e mortos, esse chimpanzé é uma das vítimas trágicas de um comércio intenso de carne de animais silvestres que é alimentado pela demanda do Reino Unido, Europa e EUA.

Animais selvagens têm sido caçados por comunidades rurais na África há milhares de anos como fonte de alimento.

Mas agora milhares de macacos estão sendo mortos a sangue frio e depois contrabandeados para cidades na Grã-Bretanha, Europa e EUA – como parte de uma lucrativa rede internacional de crimes que coloca os chimpanzés da África Ocidental em perigo de extinção.

O principal cientista especializado em primatas, Dr. Ben Garrod, alertou: “Eu quase posso garantir que a carne africana de animais selvagens foi ilegalmente contrabandeada para uma das grandes metrópoles mundiais”.

Seja servida como iguaria fina em casamentos britânicos ou vendida como “carne seca” em barracas de mercado, ele acrescentou: “Esse comércio não é apenas devastador para a vida selvagem afetada por ele, mas também tem o potencial de ser inimaginavelmente perigoso para nós também através da disseminação de doenças graves como o ebola, na medida em que a carne é insalubre e os chimpanzés são muito semelhantes geneticamente aos seres humanos”.

Foto: Mirror Reprodução

A quantidade de carne de caça ilegal também conhecida como “bushmeat” apreendida pelas Forças de Fronteira dobrou nos últimos cinco anos.

Um total de 1.149kg de carne de animais silvestres foi apreendido em portos e aeroportos e em pacotes divulgados em 2018-19, acima dos 946kg no ano anterior e 544kg em 2014-15, segundo dados divulgados pelo Ministério da Fazenda Inglês sob a Liberdade de Lei de Informação.

Mas essa quantidade é apenas a ponta do iceberg, disse o professor Garrod, porque grande parte da carne confiscada não é registada antes de ser incinerada.

Ele pediu testes de DNA em carne confiscada pela Força de Fronteira para estabelecer as espécies e a origem para atacar o problema na fonte.

O professor de Biologia Evolutiva e Engajamento Científico da Universidade de East Anglia, Norwich e autor de The Chimpanzee and Me (O Chimpanzé e Eu), explicou: “A carne de animais selvagens é considerado um grande negócio pelos traficantes”.

“Mas agora existe um lado diferente do problema que constitui a base de um lucrativo fenómeno criminal”.

Foto: Mirror Reprodução

O macaquinho de quatro anos, na foto, baptizado de Winner, é a mesma que dos inúmeros órfãos desse “desastre da conservação de espécies”.

Encontrado perto da fronteira da Libéria com a Guiné no verão de 2017, ele havia sido trancado em uma caixa minúscula tão pequena que mal conseguia caber dentro dela e era libertado apenas uma vez por semana – e depois preso por um ano inteiro.

Ele agora reside ao lado de outros 45 chimpanzés resgatados em um santuário na Libéria, mas o trauma de ter vivido preso por tampo tempo, o marcou severamente e agora ele acha difícil se misturar.

“A história de Winner é trágica, mas se você acha que ele é o único, tem muito mais coisa por vir”, disse o Dr. Ben Garrod.

“Você não pode simplesmente entrar em uma floresta e pegar um bebê chimpanzé. Você tem que matar a mãe deles e outros no grupo por sua carne. Os bebês mal valem a pena comer, mas valem milhares de libras no comércio de animais domésticos”.

“É por isso que vemos tantos órfãos – o subproduto trágico do comércio de carne de animais selvagens”.

Embora cerca de 500 espécies de animais sejam caçadas, os gorilas, os bonobos e os chimpanzés são alvejados devido ao tempo gasto nas árvores, tornando mais fácil sua morte.

Porém, devido à infância prolongada e aos longos períodos entre os nascimentos, as populações demoram muito tempo a se recuperar, deixando os chimpanzés da África Ocidental agora em risco de extinção.

Foto: Mirror Reprodução

Jenny Desmond, fundadora do Liberia Chimpanzee Rescue and Protection, criado há quatro anos, explicou como, embora a carne de animais selvagens seja ilegal, uma mistura de penalidades mínimas, fronteiras e cultura frouxas permitem que o comércio floresça cada vez mais.

“Bushmeat (carne de animais selvagens) é um comércio desenfreado por aqui. A carne é vendida abertamente nos mercados, mas também sabemos que está sendo contrabandeada para fora de fronteiras em portos e aeroportos maiores para chegar ao Reino Unido e aos EUA.

“Aqui na Libéria, essa é a maior ameaça à nossa população de chimpanzés.

“Os órfãos chegam literalmente chocados com dedos faltando por se agarrarem desesperadamente às mães e, muitas vezes, com pedaços de estilhaços na carne como resultado dos disparos de armas nos outros membros do grupo”.

Ela contou que agora seu trabalho, ao lado do marido veterinário Jimmy, é feito em duas bases: a aplicação da lei e o bem-estar dos animais.

“Não queremos conhecer esses bebes. Eles deveriam viver na natureza com suas mães, não em nosso santuário.

“Se nos sentarmos e permitirmos que esse comércio continue no futuro próximo, essa espécie majestosa poderá ser exterminada. Protegê-los significa proteger a biodiversidade de toda a floresta”.

A Autoridade de Desenvolvimento Florestal da Libéria disse: “Os chimpanzés da África Ocidental são uma espécie criticamente ameaçada, esse comércio esta colocando-os em risco de extinção”.

“É extremamente importante observar que para cada chimpanzé vendido, estima-se que cinco a dez foram mortos”.

“Esta actividade criminosa está dizimando as populações selvagens da Libéria a um ritmo alarmante.

Conhecidos como “Jardineiros da Floresta”, os chimpanzés protegem nossa sobrevivência e são uma espécie fundamental para toda a vida selvagem”.

Fonte: ANDA

Destaques Bezerros são torturados até a morte por adolescentes em escolas de touradas

As crianças e adolescentes, nas escolas tauromáquicas, são ensinadas a serem psicopatas.
O objectivo das escolas tauromáquicas, é que aquelas crianças e jovens, se tornem o mais violentos possível. Fazem-lhes uma lavagem cerebral, para garantir que isso acontece.
A forma como as crianças e jovens são ensinadas/dos, sobre isso é claro.
E este artigo da Anda é mais uma prova clarissima disso!

Mário Amorim


Uma menina de 15 anos é filmada treinando golpes no touro jovem que recebe sete golpes de lança antes de desfalecer agonizante no chão

Foto: Pen News

Além de serem torturados cruelmente nas arenas, com sua morte servindo de entretenimento para a plateia, os touros mais jovens, muitos bezerros ainda, são usados para ensinar adolescentes a matar em escolas de touradas.

As escolas de touradas na Espanha são verdadeiros palcos de tortura onde jovens, mal saídos da infância, são ensinados a matar touros. As imagens flagram o momento em que uma menina de 15 anos fere com sete golpes de “banderilla” (espécie de lança comprida e afiada e enfeitada usada por toureiros) um filhote de touro até matá-lo

Imagens do cruel evento que ocorreu em Esquivias, na Espanha, foram divulgadas por activistas do grupo de defesa animal Animal Guardians com o objectivo de conscientizar o público e expor o sofrimento a que são submetidos os touros.

No vídeo, o jovem touro exausto já está perfurado por quatro bandarilhas quando a garota tenta espetá-lo com uma espada.

Mas sua inexperiência a impede de dar um golpe mortal, forçando o animal a suportar pelo menos mais sete facadas antes que ele desmaie.

A filmagem também mostra crianças recebendo troféus grotescos – orelhas arrancadas dos filhotes de touro agonizantes, cada um com menos de dois anos de idade.

No passado, os activistas só podiam especular a idade dos jovens participantes, mas desta vez eles conseguiram confirmar que a menina tinha 15 anos e que um outro garoto que participava tinha 17 anos.

Foto: Pen News

Marta Esteban, do Animal Guardians, disse que esses eventos podem distorcer a maneira como os jovens entendem a violência.

Ela disse ao Daily Mail: “Consideraríamos uma forma de entretenimento ver meninos e meninas torturando cães e gatos ou até ovelhas? Por que é diferente com touros? Claramente não é”.

“Permitir que crianças torturem e matem animais, causando um sofrimento imenso a esses seres, especialmente como um espectáculo público, é um atentado à sua integridade física e mental.

Foto: Pen News

“Esse tipo de ‘treinamento’ acaba com a empatia deles com o sofrimento alheio e abre a porta para mais violência – mesmo que seja apenas para entretenimento”.

“Isso também anula os direitos da criança de viver em um ambiente livre de violência.”

A mais recente indignação com esses episódios sádicos ocorreu nas redes sociais com a onda de revolta pelo uso de matadores crianças, em que o comediante e activista pelos direitos animais, Ricky Gervais, classificou a academia de touradas como uma escola de m**** em um post na internet.

Foto: Pen News

O sangrento espetáculo em Esquivias, a cerca de 34 quilômetros ao sul de Madri, foi realizado para “homenagear” as mulheres da cidade, mas teve pouca participação do público.

Carmen Ibarlucea, presidente do movimento contra touradas La Tortura No Es Cultura (Tortura não é Cultura), rejeitou publicamente a homenagem.

“Homenagens às mulheres – desse tipo, como as touradas – são uma tradição a ser extinta”, disse ela.

“Exibir menores de idade exercendo violência contra animais não é uma maneira de promover a igualdade, e isso contraria a protecção das crianças que a Espanha assumiu o compromisso de defender”.

Foto: Pen News

Esteban disse que o programa foi realizado com o apoio do estado, acusando o governo da região e o conselho da cidade de apoiá-lo.

Ela continuou: “Como estamos sendo ignorados, pedimos aos cidadãos de todo o mundo que nos ajudem e escrevam para embaixada da Espanha de seus países e exijam o fim dessas práticas”.

“Do nosso lado, continuaremos a expor esses eventos cruéis e denunciá-los a instâncias mais elevadas até sermos ouvidos”.

O governo regional de Castilla-La Mancha e o conselho da cidade de Esquivias foram contactados para comentar pelo Daily Mail porém não se posicionaram até o fechamento da matéria.

Foto: Pen News

Fonte: ANDA

Destaques Tigre é morto após fugir de circo onde era explorado para entretenimento

Foto: Rebecca Shepperd

Um tigre escapou da jaula em que era mantido preso durante uma apresentação no circo onde era explorado para entretenimento, na China, e fugiu para liberdade  .

As imagens mostram os espectadores do “show” fugindo apavorados, deixando o recinto às pressas, com medo de serem vítimas do animal selvagem. O incidente ocorreu na sexta-feira última (6).

O animal é visto saltando para o topo do picadeiro, que estava descoberto, antes de saltar para fora do circo, que se apresentava na província central de Henan, na China.

O animal, considerado um tigre jovem, foi atropelado por carros depois de fugir dos funcionários do circo e morreu, segundo informações do zoológico local que atendeu o felino.

O tigre iniciou a fuga desesperada por volta das 9h da sexta-feira, durante um show no condado de Yuanyang, em Xinxiang, segundo o Daily Mail.

O animal teria fugido para um milharal próximo depois de escapar da jaula, disse o departamento de propaganda do comité do partido comunista de Yuanyang.

O tigre foi encontrado após uma busca que levou mais de 12 horas realizada pela polícia e pelas autoridades locais.

Os policiais usaram drones e câmeras termográficas para ajudar a localizar o animal.

Foto: Weibo

O tigre recebeu anestesia geral após ser encontrado deitado no milharal e depois levado ao zoológico de Xinxiang para atendimento.

Nenhuma lesão foi relatada como resultado do incidente.

O espctáculo de circo, realizado em uma vila, não havia sido aprovado pelas autoridades, informou o jornal local The Paper.

Um porta-voz do zoológico de Xinxiang disse ao Dahe Daily local que o tigre já estava morto quando foi levado ao zoológico.

O porta-voz suspeitou que o animal havia sido morto ao ser atropelado por algum carro enquanto corria na estrada.

O incidente ainda está sendo investigado pelas autoridades locais.

Foto: Thepaper.cn

Os dois diretores do grupo de circo foram detidos e estão aguardando a conclusão investigação policial.

Milhares de usuários das mídias sociais expressaram apoio ao tigre e revolta contra o circo, escrevendo que o animal deve ter sofrido muito, com muitos comentários de pessoas pedindo a proibição de circos com animais na China.

“Os tigres não pertencem a gaiolas ou jaulas, eles pertencem a natureza”, escreveu uma pessoa no Weibo

Fonte: ANDA