Destaques Funcionário de zoológico espanca texugo até a morte na frente de visitantes

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo

Um funcionário de um zoológico na China foi acusado de crueldade com animais após espancar um texugo até a morte.

O incidente foi testemunhado por visitantes horrorizados que filmaram o comportamento do trabalhador antes de postar o clipe nas mídias sociais.

A administração do zoológico alegou que o texugo era ‘feroz’ e não um de seus animais em cativeiro. O funcionário foi penalizado, de acordo com um comunicado.

O trabalhador foi pego atacando o animal no zoológico da floresta de Dalian em 15 de agosto.

As imagens mostram um homem, vestindo uma camiseta azul (uniforme), carregando o que parece ser um texugo morto para fora do mato antes de jogar o animal no chão.

Relatos informam que ele estava trabalhando com dois colegas, vestidos com o mesmo uniforme.

O trabalhador então pegou o texugo sem vida e o arrastou pelo chão até o lixo.

Dizem que os três homens são jardineiros empregados pelo zoológico por meio de uma agência.

O vídeo provocou indignação nas redes sociais chinesas e os usuários da web instaram o zoológico a investigar o assunto.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo

O zoológico da floresta de Dalian descreveu o texugo como “feroz”.

Ele disse que o animal apareceu no mato em uma encosta no zoológico alguns dias antes e representa uma “séria ameaça” aos turistas.

Em um comunicado divulgado na terça-feira no Weibo e no Twitter, o zoológico disse que os trabalhadores decidiram capturar o texugo para impedir que ele “prejudicasse” os visitantes.

Texugos são animais pacíficos, de hábito nocturno e apesar de terem uma mandíbula poderosa, só atacam ao se sentirem ameaçados.

Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo | Foto: YouKu
Texugo atacado e morto pelo funcionário terceirizado do zoo

O zoológico também disse que os trabalhadores decidiram espancar o texugo depois de serem agredidos e feridos pelo mamífero.

No comunicado o zoológico admitiu que os trabalhadores não haviam lidado com o incidente adequadamente.

“Estamos envergonhados pelos comportamento de nossos funcionários”, afirmava o comunicado.

Os homens foram repreendidos pelo zoológico e punidos por sua agência, acrescentou o zoológico. A vida do animal indefeso porém, foi perdida.

Animais “agressivos e ferozes”

Texugo e cachorro bebendo água juntos | Foto: Wery Tom/YouTube
Texugo e cachorro bebendo água juntos

Identificados por listras brancas e pretas em seus rostos, assim como pela pelagem cinza, os texugos podem ser encontrados em todo o mundo e são conhecidos por sua capacidade de cavar buracos no chão.

Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo | Foto: The Guardian/Reprodução
Apresentador Chris Packham tira foto ao lado de texugo

São animais dóceis, de hábitos nocturnos e se alimentam principalmente de vermes e insectos.

Texugo órfão criado por tutores | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão criado por tutores

Os texugos não são listados como espécies protegidas de animais selvagens na China.

Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor | Foto: Great Falls Tribune
Texugo órfão se alimenta ao lado de tutor

Fonte: ANDA

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Destaques Vídeo flagra macaco tentando quebrar o vidro do cativeiro com uma pedra

Foto: Asia Wire

Um macaco preso em um zoológico foi filmado tentando quebrar as paredes do seu cativeiro,  atingindo o vidro repetidas vezes com uma pedra.

Os visitantes se comoveram ao ver o macaco-prego-de-cara-branca (Cebus capucinus) colombiano segurando a pedra com as duas mãos e derrubando-a sobre o vidro.

Quando o macaco bate com a pedra na parede de vidro, toda a vidraça de repente se rompe.

O incidente aconteceu no zoológico de Zhengzhou, na província de Henan, na China Central, em 20 de Agosto.

O vidro quebrado assusta os turistas, mas também assusta o próprio macaco, que rapidamente corre na direcção oposta.

O turista Wang lembrou: “O macaco estava afiando a pedra, então começou a bater no vidro”.

“O macaco se assustou, mas voltou para dar outra olhada e até mesmo tocar os pedaços de vidros.”

Um membro da equipe do zoológico de Zhengzhou, Tian Shuliao, disse à imprensa local: “Esse macaco é diferente dos outros macacos, ele sabe como usar ferramentas para quebrar nozes.”

“Quando nós alimentamos os outros macacos com nozes, eles só sabem mordê-las”.

Foto: Asia Wire

“Mas ele nunca tinha atingido o vidro antes. Esta é a primeira vez. É vidro temperado, então nunca sairia.

“Depois que aconteceu, pegamos todas as pedras do cativeiro e tiramos todas as suas possíveis ‘armas’ “.

Tian disse que o vidro seria substituído e que aumentariam as patrulhas para garantir que nenhum animal tentasse escapar.

Sofrimento e prisão

Macacos são animais sencientes capazes de sentir, sofrer, criar vínculos emocionais profundos e compreender o mundo ao seu redor.

A vida em cativeiro é extremamente nociva para qualquer animal, estudo comprovam que muitos acabam vítimas de sofrimento mental acentuado, chamado de zoocose.

A doença se manifesta por meio de comportamentos compulsivos com alto número de repetições, como a “dança de pernas” comum em elefantes que vivem em zoológicos, o isolamento e alienação que é quando um animal passa os dias olhando para uma parede, automutilação, como no caso dos leões que comem o próprio e golfinhos que batem a cabeça contra as grades de contenção seus tanques.

Nenhum animal é feliz longe da natureza, seu habitat de convivência, onde pode desfrutar de sua liberdade, conviver com os demais animais e prosperar de forma saudável.

Fonte: Anda

China anuncia fim do uso de animais em testes de cosméticos

Após anunciar no final do ano passado que a priorização do desenvolvimento e pesquisa de métodos livres de crueldade eram uma das principais prioridades, agora o governo chinês finalmente efectiva…

A China anunciou que os testes de cosméticos pós-venda no país não vão mais incluir animais

O anúncio – feito pela Associação Nacional de Produtos Médicos da Província de Gansu – encerra o teste de cosméticos com uso de animais para todos os produtos importados e para os produzidos internamente.

A organização internacional de bem-estar animal Cruelty Free International (CFI) aplaude a notícia como um “passo importante” para acabar com os testes em animais em todo o mundo.

No passado, a China era conhecida por testar produtos nacionais e internacionais em animais, depois de terem chegado ao mercado.

“Esta garantia das autoridades chinesas de que testes pós-venda em animais não são agora uma prática aceitável é um enorme passo na direcção certa, além de uma notícia muito muito bem-vinda”, disse Michelle Thew, presidente-executiva da CFI, em um comunicado.

Ela acrescentou que, embora isso não signifique que as empresas de cosméticos possam importar para a China imediatamente e serem declaradas livres de crueldade, a organização está “encantada” com o progresso do país.

“Esperamos que isso abra o caminho para a mudança completa da legislação atual, que irá beneficiar empresas livres de crueldade, o consumidor chinês, além de milhares de animais ”, continuou Thew.

A China tem dado passos em direcção oposta aos testes com animais em cosméticos há algum tempo.

Em outubro de 2018, o Instituto Nacional de Controle de Alimentos e Medicamentos anunciou que estava pesquisando “alternativas viáveis” para testes com animais em cosméticos, observando que o desenvolvimento e a pesquisa de métodos livres de crueldade eram uma das principais prioridades da organização.

Um futuro com cosméticos livres de crueldade parece cada vez mais real na proporção que mais e mais países tomam medidas para proibir essa prática.

No início deste ano, a Austrália aprovou um projecto de lei que proibia completamente os testes com animais em cosméticos.

De acordo com a nova lei, a Austrália não vai mais considerar os resultados de testes em animais como evidência da segurança de um produto.

Isso significa que todas as marcas de cosméticos no país são obrigadas a mostrar a eficácia e segurança de seus produtos sem o uso de animais.

O movimento foi elogiado pela ONG que actua pelo bem-estar animal Humane Society International. Hannah Stuart, gerente de campanha da ONG, disse que “Esta proibição reflecte tanto a tendência global de acabar com a crueldade dos cosméticos quanto a vontade do público australiano, que se opõe ao uso de animais no desenvolvimento de cosméticos”.

Fonte: ANDA


Nota: Erros corrigidos para português correcto!

Boto raro chora ao ser vendido em mercado chinês

Felizmente, ele foi comprado por duas pessoas que o devolveram ao mar em segurança. A espécie rara do animal está extremamente ameaçada de extinção

A ANDA já noticiou diversas vezes sobre o comércio na China de peixes, como o totoaba, e outros animais marinhos ameaçados de extinção.

A espécie do boto resgatado, é encontrada principalmente no leste da Ásia, e é listada como ameaçada pela Lista Vermelha da IUCN. A negociação dos animais é estritamente controlada por convenção internacional e proibida na China.

O animal foi vendido ao preço de 20 yuans por quilo (aproximadamente R$12) na última segunda-feira (18), segundo os dois amantes de animais que o resgataram.

Ele foi encontrado em um mercado marítimo no condado de Xuwen, na província de Guangdong, sul da China, de acordo com a publicação estatal chinesa People’s Daily citando a fonte de notícias local Beijing Headlines.

Cheng Mingyue e Cheng Jianzhuang disseram que o animal media cerca de 1,7 metro de comprimento e pesava mais de 50 quilos.

As imagens divulgadas pelo People’s Daily mostram o animal sendo colocado na parte de trás de um triciclo e uma multidão se reunindo para olhá-lo.

Mingyue disse: “Nós vimos uma pessoa trazendo-a ao mercado e muitas pessoas vieram olhar. Estava chorando durante todo o processo”.

Os dois jovens pagaram ao fornecedor 1.500 yuans (aproximadamente R$850) e compraram o boto inteiro.

“O vendedor de peixe nos emprestou um carrinho que ele usa para transportar mercadorias”, disse Mingyue ao jornal Beijing Youth Daily.

“Por volta das 16h, levamos o” golfinho “para a praia e o libertamos”.

Mingyue disse que quando eles soltaram o animal pela primeira vez, ele não sabia nadar – possivelmente devido ao fato de sua cauda estar ferida.

“Nós o levamos para águas mais profundas e esperamos por duas horas até que não pudemos mais vê-lo.”

Depois de ver as imagens fornecidas por Mingyue e Jianzhuang, especialistas locais em pescaria identificaram o animal como um boto-branco, que é uma espécie animal protegida de segunda classe na China.

Diferentemente dos golfinhos, os botos têm focinhos mais curtos, bocas menores, nadadeiras dorsais menos curvas e corpos mais curtos e robustos.

Os botos são caracterizados pela falta de barbatanas dorsais; em vez disso, eles têm “ranhuras” dorsais mais largas. Eles podem ser encontrados ao longo da costa leste e sul da China, bem como no rio Yangtze.

Cerca de 200 botos vivem na Região do Rio das Pérolas, onde ocorreu o incidente, de acordo com a Ocean Park Conservation Foundation de Hong Kong.

O boto é um tipo de toninha de água doce, é considerado “criticamente ameaçado” pela WWF e é ainda mais raro do que o panda gigante.

Todos os botos são submetidos a controles comerciais pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES).

A caça, a matança e o comércio destes botos são proibidos pela Lei de Conservação de Animais Silvestres. A autoridade pesqueira de Xuwen iniciou uma investigação sobre o incidente. Os oficiais entraram em contato com os dois salvadores e com o vendedor de peixe para coletar informações sobre o pescador que capturou o animal. As informações são do Daily Mail.

A autoridade promete punir pessoas relevantes sobre os resultados da investigação.

Fonte: ANDA

O apetite humano ameaça a megafauna que resta

Para os imperadores chineses da dinastia Song (960-1279 desta era) a sopa de barbatana de tubarão já era uma iguaria. Na qualidade de um prato influía a dificuldade de obter…

Cerca de 150 espécies de grandes animais estão em risco de extinção por sua carne, barbatanas, chifres ou ovos

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Para os imperadores chineses da dinastia Song (960-1279 desta era) a sopa de barbatana de tubarão já era uma iguaria. Na qualidade de um prato influía a dificuldade de obter seus ingredientes, e capturar um esqualo perigoso devia ser uma grande oferenda ao imperador. Além disso, acreditava-se em uma espécie de transmutação, pela qual a força e a ferocidade do animal passavam para quem comia sua carne. Tais activismos transformaram este prato em um símbolo de status. Até recentemente, na China, todos os casamentos, jantares de negócios ou banquetes oficiais que se prezassem deveriam incluir sopa de barbatanas de tubarão. E mesmo considerando que esses adendos têm pouco sabor e o principal ingrediente do caldo é o frango.

Cerca de trinta espécies de tubarões, peixes-serra, tubarões-martelo e outros peixes cartilaginosos estão ameaçados de extinção por causa do desejo de muitos chineses de agradar a seus hóspedes. De acordo com um estudo recente sobre ameaças à megafauna, eles fazem parte do grupo dos grandes vertebrados mais perseguidos. Existem cerca de 200 espécies de animais de grande porte que estão perdendo população e 150 delas estão em risco de extinção por culpa de vários apetites humanos.

“Nosso estudo mostra que, além da perda ou degradação do habitat, a caça directa por humanos é a maior ameaça para os maiores animais do mundo”, diz o professor de ecologia da Universidade do Estado do Oregon (EUA) e principal autor do estudo, William Ripple. “Há muitas causas pelas quais os humanos estão matando a megafauna.” Às vezes, é para subsistência, às vezes para interesses comerciais, em outras, para fins medicinais ou simples hobby, às vezes a morte é intencional e às vezes não intencional, por captura acidental”, acrescenta.

A investigação, publicada na Conservation Letters, catalogou como megafauna os mamíferos e peixes de mais de 100 quilogramas e os anfíbios, répteis e pássaros que excedem 40 quilos. Encontraram um total de 292 espécies com dados suficientes sobre o seu estado de conservação e seus riscos principais. Seus resultados mostram que 70% das espécies de megafauna estão perdendo população e 59% estão ameaçadas de extinção, com algumas em risco crítico. Dois dados confirmam que os seres humanos se nutrem dos maiores animais: entre as espécies de todos os tamanhos, metade perde população e um quinto está ameaçada.

Entre a dezena de ameaças, além da perda de habitat, os pesquisadores analisaram o impacto de espécies invasoras, poluição, desmatamento, avanço da agricultura, mudanças climáticas … Embora muitas espécies sofram impactos de várias frentes, a caça está presente em 98% das ameaçadas. O item caça também inclui pesca.

“O consumo é muito grave. Inclui um enorme tráfico ilegal de subsistência e comercial para os mercados legais e ilegais”, diz o pesquisador Gerardo Ceballos, do Instituto de Ecologia da Universidade Nacional Autónoma do México e coautor do estudo. “É parte do que chamamos de ‘aniquilação da natureza’. A maior parte deste consumo se deve a dois factores: a miséria em que vive um grande número de pessoas no planeta e a ganância das máfias, principalmente asiáticas (chinesas), que dominam o mercado negro.”

Há espécies caçadas por sua carne, pele, penas e até mesmo os ovos, como o avestruz somali, colocado em extremo perigo pela caça de subsistência. Em outras, a condenação está em seus ornamentos, e isso vem de longe, como acontece com elefantes e rinocerontes. Mas é a comida, geralmente de pratos supostamente requintados, que está matando muitos dos poucos animais de grande porte que restam. Entre essas iguarias está a carne da salamandra-gigante-da-China, o único anfíbio da lista, o único grande anfíbio que resta.

“A situação das populações da salamandra-gigante-da-China é absolutamente crítica”, diz Samuel Turvey, pesquisador do Instituto de Zoologia da Sociedade Zoológica de Londres. Autor de vários livros sobre extinções causados por humanos, Turvey participou entre 2013 e 2016 de uma extensa campanha para conhecer o status desse anfíbio. Foram realizados estudos de campo em 97 condados da China e entrevistados cerca de 3.000 moradores. “Não encontramos nenhuma salamandra gigante na natureza”, diz o zoólogo britânico, que não tomou parte do estudo da megafauna. As únicas que eles viram foram espécimes fugidos de fazendas onde são criadas como gado.

Embora este animal esteja há muito tempo sob risco de extinção, de acordo com a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza, as autoridades chinesas ainda não proibiram sua captura (fora das áreas protegidas) e seu consumo. Talvez o caso dos tubarões possa servir como referência: com eles a pressão sobre a oferta parece não funcionar, mas, sim, as acções para reduzir sua demanda.

Na maioria dos países, e também na China, a pesca de algumas espécies é proibida, mas não a de outras, e as barbatanas dos tubarões são muito parecidas com as de outros animais. Uma pesquisa recente da Universidade de Hong Kong, principal porto e mercado desses apêndices, mostrou que pelo menos um terço das barbatanas pertencia a espécies que aparecem ameaçadas na Lista Vermelha.

“Os dados apontam que as capturas mundiais de tubarões superaram um milhão de toneladas por ano, mais do que o dobro de seis décadas atrás. Esta superexploração ameaça hoje quase 60% das espécies de tubarões, a maior proporção entre todos os vertebrados”, disse em uma nota a bióloga Yvonne Sadovy, da universidade da ex-colônia britânica.

“A exclusividade de um produto natural combinada com a sua reduzida disponibilidade em liberdade aumenta seu preço e o torna um produto atraente para as redes de negócios, incluindo o extenso tráfego ilegal, que se mostrou muito difícil de ser controlado pelas autoridades”, acrescentou.

No entanto, de acordo com estatísticas oficiais, o consumo de barbatanas de tubarão na China caiu 80% nos últimos anos. De acordo com um relatório da organização ambientalista e activista WildAid, a importação dessas partes do animal teve redução similar. Em um contexto em que tanto a Europa quanto os Estados Unidos perseguem esse comércio, a pressão das organizações conservacionistas levou o Governo chinês a retirar a sopa de tubarão de seus banquetes oficiais. As campanhas contra este prato por parte de organizações como a WildAid decolaram com os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. Hoje as principais redes hoteleiras o tiraram de seus cardápios e começa a ser malvisto festejar o casamento com este caldo.

A solução, portanto, poderia estar no combate à demanda com a arma da educação. Peter Knights, CEO da WildAid, explica: “Nossas campanhas, apoiadas pelas mídias governamentais e lideradas por ícones como Yao Ming [ex-jogador da NBA] e outras celebridades chinesas mudaram as atitudes do público em relação às barbatanas de tubarão. Quando as pessoas estão informadas sobre o declínio das populações de tubarões e seu impacto sobre a saúde dos ecossistemas marinhos, e descobrem a crueldade na forma de capturá-los, a sopa dá mais vergonha do que prestígio.”

Fonte: ANDA

Nota: Corrigi erros, que considero graves!

TRÁFICO DE ANIMAIS China continuará a proibir o comércio de partes rinocerontes e tigres

Depois de um período de revogação, a lei que proíbe a exploração e o comércio de rinocerontes e tigres para qualquer fim é restaurada, conforme declaração do Departamento Nacional de Gestão Ambiental.

A exploração de rinocerontes e tigres continua sendo ilegal na China, após o governo chinês acabar com a revogação da lei que proíbe a exploração, comércio, transporte e exibição desses animais. Esta lei existe há vinte e cinco anos.

Um rinoceronte no meio de um campo verde. Ele está comendo mato do chão.

A lei foi revogada em outubro deste ano, abrindo uma exceção que permitia o uso de partes de rinocerontes e tigres para fins medicinais. A decisão causou revolta a grupos de ativistas, como a fundação WWF e a Humane Society International.

De acordo com Huang Caiyi, porta-voz do Departamento Nacional de Gestão Ambiental, a repressão ao comércio ilegal de rinocerontes e tigres, assim como suas partes, ocorre em todo o país desde 13 de novembro e permanecerá até dia 31 de dezembro deste ano.

“Nosso país é um país signatário na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção [mais conhecida como Convenção de Washington]. Nós não poupamos esforços em aplicar duras medidas contra o contrabando de animais selvagens”, disse Huang.

Em resposta ao discurso de Huang, hoje os defensores dos direitos animais instam a Pequim para que proíba definitivamente a exploração de tigres e rinocerontes. “Agora a China tem uma oportunidade única de mostrar o quão comprometidos estão com a conservação e bem-estar da vida silvestre”, disse Gilbert M. Sape, da World Animal Protection.

Iris Ho, da Humane Society International, disse: “A China deve restabelecer totalmente a proibição de 1993 sobre a venda, importação e exportação de chifre de rinoceronte e osso de tigre para evitar mais perdas desses animais para a caça e tráfico. Não podemos permitir nenhum deslize quando a sobrevivência da espécie está em jogo.”

Por trás da medicina tradicional chinesa, há um mercado negro que ameaça gravemente a vida dos rinocerontes e tigres, cujas partes são frequentemente utilizadas para a fabricação de produtos farmacêuticos e na cura de doenças críticas.

O chifre de rinoceronte é feito a partir de queratina – uma proteína encontrada nas unhas e cabelo – e acredita-se ser capaz de ajudar a tratar tudo, desde o câncer até a ressaca quando consumido.

Por outro lado, o osso do tigre, que é esmagado e transformado em pasta, tem sido usado para tratar uma variedade de doenças, incluindo reumatismo e dor nas costas.

As fazendas comerciais de criação de tigres ainda são legais na China e, segundo grupos de ativistas, embora o uso de ossos de tigre na medicina tenha sido proibido, partes de tigres de fazendas geralmente acabam em tônicos ou outros medicamentos. Não há benefícios medicinais comprovados de qualquer dos produtos em humanos, de acordo com a National Geographic.

Fonte: ANDA

VISITA DE XI JIPING A PORTUGAL: TAMBÉM OS VI EXACTAMENTE ASSIM…

Uma vergonha. Uma subserviência ao mais alto grau.

É bem certo que temos de ser cordiais, com quem nos visita, mas moderadamente, como convém. Pois para eles, somos apenas o instrumento das suas ambições. Nada mais.

Só faltou arrastar a língua pelo chão, que o futuro dono de Portugal pisou…

Quero ver quando o Celinho das Selfies for à China, se fecham as ruas para ele poder passar…

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Fonte: Arco de Almedina