ESTUPIDEZ HUMANA Mulher assedia e obriga pavão a posar para selfie

Em 2016, no mesmo zoo, um pavão morreu por estresse após ter sido agarrado por um turista que também queria tirar fotos.

Um mulher foi registada agarrando um pavão agressivamente e o obrigando a posar para uma selfie no Yunnan Safari Park, um zoológico da cidade de Yunnan, na China. Assustado, o animal luta para se desvencilhar e fugir. Segundo informações do Mail Online, um outro visitante do local teria arrancado brutalmente penas do animal para entreter seu filho.

Questionado, o zoo não negou os maus-tratos aos animais e informou que, infelizmente, esses episódios ocorrem com frequências apesar de existir um grande número de sinalizações proibindo a interacção directa com animais. Em 2016, no mesmo zoo, um pavão morreu por stress após ter sido agarrado por um turista que também queria tirar fotos.

As imagens da mulher chinesa assediando a ave foram divulgadas através da rede social Weibo no dia 04 de maio. O usuário que fez o upload do vídeo afirma ter presenciado os maus-tratos. “Os turistas estão torturando um pavão e violentamente arrancando algumas de suas penas! O pavão está chorando” diz a legenda das imagens que rapidamente viralizaram.

A administração do zoo afirma que o pavão passa bem, mas estão faltando algumas penas em seu corpo. Não há informações sobre a identidade da mulher, a data da filmagem ou se há alguma investigação em andamento. Veja o vídeo abaixo:

Fonte: ANDA

CHINA Hong Kong apreende 38,5 mil barbatanas de tubarões ameaçados de extinção

Autoridades alfandegárias de Hong Kong, na China, apreenderam cerca de 38,5 mil barbatanas de tubarões das espécies debulhador e seda, ambas criticamente ameaçadas de extinção. O produto é utilizado como alimento e também para a produção de cosméticos e produtos da medicina tradicional chinesa.

Especialistas afirmam que as populações de tubarões de diversas espécies estão criticamente ameaçadas devido à pesca industrial. Geralmente, quando o alvo é apenas a barbatana, o animal é capturado e a nadadeira dorsal é removida com o tubarão ainda vivo. Em seguida, atiram o animal agonizando de volta ao mar para morrer lentamente e em profundo sofrimento.

As barbatanas são secas e comercializadas para a produção de sopas geralmente servidas em banquetes luxuosos. Devido a uma intensa campanha de conscientização feita por activistas e celebridades, o consumo da nadadeira de turbarão teve o consumo reduzido, mas, infelizmente, ainda é comum entre gerações mais antigas e ligadas às tradições.

Uma pesquisa realizada em 2018 pela World Wildlife Fund (WWF) descobriu que sete cada dez habitantes de Hong Kong comem barbatanas pelo menos um vez ao ano. Ainda existe um forte valor cultural no consumo de barbatana de tubarão, principalmente em casamentos, eventos de negócios e reuniões familiares, como o próximo dia das mães”, disse a conservacionista Gloria Lai Pui-yin.

Muitos hotéis e restaurantes se comprometeram a parar servir pratos com barbatanas de tubarão, mas não mantiveram suas promessas. Além da China, Tailândia, Vietname e Indonésia também têm interesse no consumo da nadadeira, o que significa mais ameaças aos tubarões. Os países asiáticos são os principais responsáveis pelo consumo de animais selvagens e pela extinção de diversas espécies.

Fonte: ANDA

CHINA Vídeo mostra tigre deprimido andando em círculos em zoo

Especialistas chamam essa condição de zoocrosis.

Um vídeo terrível filmado no zoológico de Pequim mostra um tigre preso em um pequeno recinto andando em círculos, claramente sob stress intenso. Imagens de animais aprisionados em zoos apresentando comportamentos repetitivos são, infelizmente, muito comuns. Especialistas chamam essa condição de zoocrosis, termo criado em 1992 por Bill Travers que caracteriza os comportamentos obsessivos exibidos por animais mantidos em cativeiro.

O vídeo foi feito enquanto o zoo ainda estava aberto para exibição e é possível ouvir comentários do público como “o tigre parece deprimido” e “não há espaço suficiente, ele está doente, mentalmente doente”. Após a repercussão das imagens, o zoo não negou a existência do problema, mas se limitou a afirmar que o vídeo foi feito há pelo menos 30 dias, porque desde os primeiros indícios de stress o animal foi retirado de exibição. O vídeo já com mais de 10 milhões de visualizações e activistas em defesa dos direitos exigem a transferência do tigre para um santuário o quanto antes.

Veja o vídeo abaixo:

Tocador de vídeo

O zoo disse ainda que o tigre receberá os cuidados de um “terapeuta comportamental de animais”. Um funcionário do zoo que não se identificou denuncia que isso acontece com frequência. “Esse tipo de comportamento é esperado depois que os animais ficam no zoológico por um longo tempo”, disse. Alguns dos comportamentos anormais que foram documentados associados a esta forma profunda de sofrimento mental incluem auto-mutilação, vômito, higiene excessiva, coprofagia (ato de comer fezes), mordidas aleatórias, torcer ou balançar a cabeça e o pescoço, tecendo para frente e para trás, e sim, ritmo irracional.

Outro caso

As denúncias feitas contra o zoo de Pequim incentivaram uma nova revelação de maus-tratos, desta vez no Yunnan Safari Park, no sudeste da China. Imagens feitas no local mostra tigres famintos e stressados sendo alimentados pelo público com varas de pescar em um chamado “programa interactivo” oferecido pelo zoo. O vídeo provocou indignação intensa e após a repercussão negativa, o Yunnan Safari afirmou que a prática será banida permanentemente.

Veja o vídeo abaixo:

Tocador de vídeo

Fonte: ANDA

AVANÇO Mais uma cidade chinesa proíbe o consumo de cães e gatos

A maior expectativa dos activistas é que o país declare oficialmente a proibição do consumo de cães e gatos e dê fim ao famigerado Festival de Yulin

A cidade de Zhuhai anunciou ontem (14) a proibição da morte e consumo de cães e gatos e se torna a segunda localidade chinesa a adoptar a medida. A decisão foi tomada após a repercussão positiva gerada por novas directrizes alimentares no país que excluem cães e gatos da lista de animais indicados para consumo humano.

Além da proibição do consumo de animais de animais domésticos, a cidade também proibirá a venda e consumo de espécies selvagens. Quem infringir a nova lei pagará uma multa de 20 vezes o valor da carne comercializada. Ativistas e ONGs em defesa dos direitos animais comemoram o anúncio.

Wendy Higgins, porta-voz da Humane Society International, acredita que o país está finalmente caminhando para o reconhecimento dos direitos animais. “Notícias emocionantes para todos na China e ao redor do mundo que fazem campanha há tanto tempo para acabar com esse comércio brutal”, disse em entrevista ao MailOnline.

E completa: “Logo após a proibição de Shenzhen e a declaração histórica do governo de classificar cães como animais domésticos, esperamos que este seja o começo de um efeito dominó da legislação progressiva na China, com outras cidades seguindo o exemplo”, afirmou a activista.

Higgins acredita também que proibições regionais comprovam que o consumo de cães e gatos não é uma realidade em todo o país. “A maioria das pessoas na China não come cães e gatos. Então, agora parece que, na ausência de uma proibição nacional, as cidades estão tomando o assunto por conta própria e reflectindo o humor do povo”, conclui.

No final de Fevereiro, legisladores da cidade de Shenzhen elaboraram uma proposta para proibir o consumo de carne de cachorro, cobra, sapo e tartaruga. A medida tem como objectivo melhorar a segurança alimentar e “dar um passo para a construção de uma sociedade mais civilizada e moderna”.

A maior expectativa dos activistas é que o país declare oficialmente a proibição do consumo de cães e gatos e dê fim ao famigerado Festival de Yulin, onde mais de 10 milhões de cães e gatos são brutalmente espancados, esfolados e fervidos ainda vivos.

Fonte: ANDA

CHINA Animais selvagens ainda podem ser vistos nos mercados asiáticos

Nem mesmo a pandemia e restrições dos governos a esse tipo de comércio estão conseguindo conter a captura e venda de diversas espécies animais


O pangolim é uma das maiores vítimas dos mercados asiáticos.

Logo no início do surto da covid-19, pesquisadores apontaram o mercado de animais de Wuhan, na China, como marco zero da doença. O local vendia animais domésticos, silvestres e exóticos, vivos e mortos, sendo alguns cozidos ali mesmo, em enormes caldeirões. A SARS e a gripe aviária surgiram em locais semelhantes.

Segundo matéria do portal Mirror, diante de algumas evidências nesse sentido, a China proibiu a venda e o consumo de animais selvagens como uma forma de proteger a saúde pública, mas apesar da restrição, várias espécies continuam a ser comercializadas em condições deploráveis. Os criminosos retiram animais principalmente da África e da América Latina para vender a países como a Birmânia, Indonésia, Laos, Malásia, Tailândia e Vietnã.

Steve Galster, fundador do Freeland, um grupo de combate ao tráfico de Bangkok, falou ao Mirror sobre a possibilidade de novos surtos e a necessidade de tomar medidas permanentes: “Wuhan é um grande alerta, é a vingança da mãe natureza. A maneira de evitar novos surtos é parar o comércio. A China proibiu, mas precisa ser uma medida permanente, uma vez que é o maior importador de animais selvagens do mundo”.

Segundo o activista, na cidade de Mong-La (Birmânia), perto da fronteira com a China, a cidade é conhecida pelo tráfico de mulheres, armas, drogas e animais selvagens. O mercado vende inclusive uma variedade de partes do corpo de espécies ameaçadas, como peles de tigre, patas de urso e escamas de pangolim. Estima-se que foram fechados 20 mil mercados na China, mas os comerciantes parecem estar dando um jeito de continuar suas actividades de forma ilícita.

Fonte: ANDA

ABUSO E CRUELDADE Chimpanzé é filmado fumando cigarro jogado por visitante em sua jaula em zoo

O vídeo gravado no Hefei Wildlife Park causou revolta nas redes sociais chinesas
Foto: AsiaWire

Um chimpanzé foi flagrado fumando um cigarro em um zoológico chinês depois que um visitante o jogou no recinto do animal.

O clipe, publicado nas mídias sociais chinesas, foi gravado no Hefei Wildlife Park, na província de Anhui, leste da China.

Imagens do primata de 15 anos pegando o cigarro e fumando criaram polémica e revolta online.

O animal pode ser visto segurando o cigarro antes de dar uma tragada depois que turistas o jogaram no recinto.

Um funcionário do zoológico disse ao jornal chinês The Paper que “turistas não civilizados” costumavam jogar cigarros no cativeiro do animal.

O funcionário que não quis se identificar também disse que a saúde do animal não seria afectada por um cigarro: “Era apenas um cigarro. Nada de ruim virá disso. Os seres humanos fumam por dezenas de anos”.

O trabalhador acrescentou que é difícil para o zoológico acompanhar e vigiar o grande número de visitantes.

Foto: AsiaWire

Milhares de turistas visitam o parque todos os dias, mas existem apenas cerca de 100 trabalhadores.

Zhan, diretor do zoológico, disse ao Daily Mail que o chimpanzé fumante é do sexo feminino, tem 15 anos e se chama Wan Xing e que, embora o vídeo tenha viralizado nas redes sociais, ele não é tão recente.

O director disse que a primata nasceu no zoológico em 2004 e agora vive lá com o pai e o parceiro.

Em julho, o parceiro de Wan Xing, Yang Yang, causou o caos no zoológico depois de escapar de seu recinto usando um bambu de uma árvore.

O animal foi subjugado após ser baleado com tranquilizantes pela polícia e agora vive no zoológico, segundo Zhan.

Foto: AsiaWire
Foto: AsiaWire

Os visitantes do Hefei Park podem alimentar os animais, além de assistir a shows e apresentações com eles. Uma exploração clara, cruel e diária.

Zoos, prisões silenciosas

Animais presos em zoológicos, estão afastados de seu habitat natural, da companhia de outros da mesma espécie e espécies diferente, do convívio que só a natureza pode proporcionar. Nascidos para ser livres esses seres sencientes sofrem severamente o efeito de seu cativeiro.

Muitos desenvolvem doenças de fundo mental, causadas pelo extremo sofrimento, chamadas de zoocoses. Essas doenças se caracterizam por comportamentos compulsivos, incontroláveis e repetitivos por parte dos animais, tais como, bater a cabeça contra árvores, grades ou paredes no cativeiro, auto-mutilação, comendo pedaços do rabo ou patas, apatia extrema e abandono da alimentação.

Como não podem falar, esses animais confinados demonstram por meio de seu corpo o tamanho e a gravidade do sofrimento porque passam, muitas vezes tentando escapar de sua prisão, como no caso no chimpanzé da matéria, Yang Yang, que foi capturado e novamente aprisionado.

Muitos ainda são obrigados a realizar truques e performances para entretenimento humano, onde são subjugados por treinamentos cruéis para que obedeçam aos seus algozes, além de ficarem  sujeitos à fome e ao espancamento.

Frequentar zoológicos é colaborar com essa exploração.

Fonte: ANDA

ABUSO E CRUELDADE Porcos são usados como cobaias em simulações de colisão de veículos em alta velocidade

Dos quinzes animais que tinham entre 70 e 80 dias de idade e não receberam comida ou água por 24 horas antes do experimento, sete morreram na hora do impacto

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Ativistas pelos direitos animais descobriram e denunciaram o abuso extremo e a crueldade absurda que pesquisadores chineses estão praticando ao usar porcos vivos como manequins em testes de colisão.

Quinze porcos jovens foram presos a bancos de carros em simulações de impacto de alta velocidade em um teste que matou sete deles imediatamente.

Os animais não receberam comida e água por horas antes dos testes e sofreram uma série de lesões, incluindo sangramento, laceração e hematomas internos.

Porcos e outros animais já foram usados anteriormente em testes de colisão nos Estados Unidos, mas a prática foi encerrada na década de 1990.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Na quinta-feira última (31), Zachary Toliver, da ONG PETA, condenou a prática que chamou de atitude “cruel” e “injustificável” de desrespeito à vida.

“Apesar da existência de modelos para teste sofisticados e livres de animais, os pesquisadores continuam a prender animais indefesos e assustados em assentos de carro para colidir com muros de concreto até que seus corpos estejam sangrando, machucados e mutilados”, disse ele.

“Os porcos que saem vivos das colisões são severamente prejudicados nesses testes, que os deixam com ossos quebrados e ferimentos internos graves antes de serem mortos e dissecados posteriormente”.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Toliver revela que os porcos não se sentam naturalmente em assentos de carro. Sua anatomia também é muito diferente da dos seres humanos, portanto, os dados obtidos nessas horríveis experiências com animais não são aplicáveis a vítimas de acidentes de carro em humanos.

“As empresas de automóveis descobriram, anos atrás, que esse tipo de experimento é inútil e não nos diz nada sobre uma experiência humana em um acidente de carro”, afirma o activista. “O uso de animais sencientes nos testes de batidas de carro é cruel, arcaico e injustificável”.

A PETA informou ter escrito ao Instituto de Medicina de Trânsito da China para pedir que parem de usar animais em seus testes.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Os pesquisadores justificaram o uso de porcos dizendo que sua estrutura anatómica era “semelhante” à de crianças humanas.

Os porcos eram usados com a intenção de “imitar crianças de seis anos”, explicaram os pesquisadores em seu artigo no International Journal of Crashworthiness.

Os cientistas insistiram em seguir as diretrizes dos EUA para o uso de animais de laboratório e disseram que o estudo havia sido aprovado por um comitê de ética.

No experimento, quinze porcos no total foram amarrados a vários tipos de cintos de segurança em banco de carros e submetidos a testes de alta velocidade até 50 km/h.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Os animais foram posicionados e amarrados em um assento montado em mecanismo tipo um trenó de arranque, feito para bater com toda violência em uma parede.

Os porcos tinham entre 70 e 80 dias de idade e não receberam comida por 24 horas antes do experimento.

Eles também tiveram água negada por seis horas antes, mas receberam anestesia para reduzir a “excitação e o stress”.

“Dos animais testados, sete morreram imediatamente após o impacto e o restante sobreviveu seis horas após o teste”, disseram os cientistas.

Em seguida, os especialistas realizaram “necropsias” detalhadas para determinar exactamente como os porcos foram feridos e mortos.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

“Os tipos comuns de lesões incluem abrasão, contusão, laceração, sangramento e fractura”, acrescentaram os cientistas no estudo que foi publicado online no início deste ano.

A PETA promove protestos contra esses experimentos nos Estados Unidos há muitos anos, o que levou a General Motors a anunciar o fim dos testes em animais em 1993.

“É horrível olhar para trás agora e imaginar que os animais foram deliberadamente atirados nas paredes em alta velocidade nos testes de colisão de carros”, disse o grupo que atua em defesa dos direitos animais.

A empresa admitiu ter usado milhares de cães, coelhos, porcos, furões, ratos e camundongos em seus laboratórios nos últimos 10 anos.

Os manequins modernos de teste de colisão são altamente avançados e podem custar centenas de milhares de dólares.

Equipados com gravadores de dados que medem o impacto de um acidente, os manequins também foram adaptados a formas e tamanhos maiores para refletir com maior precisão a população moderna.

Foto: Qiaolin Wang, Hongyi Xiang, Sishu Guan, et al.

Fonte: ANDA