MENSAGEM DIRIGIDA AOS ANTI-TOURADA

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No próximo mês de Outubro, nas urnas, nós temos a hipótese de castigar os partidos que são a favor das touradas, votando somente, no Bloco de Esquerda e no PAN.
Nós, anti-tourada, só temos duas escolhas; Bloco de Esquerda, ou PAN.
Por tanto; aquela pessoa, que é contra as touradas, votar fora destes dois partidos, para votar, no PS; PSD; CDS/PP e PCP, que são a favor da crueldade tauromáquica, para com o touro, o cavalo e para com crianças e jovens, estará a colocar-se do lado da barricada, de quem é a favor das touradas. E estará a dizer sim aos subsídios anuais, para a tauromaquia, de 16 Milhões de €.
Por tanto; se és anti-tourada, em Outubro; vota no Bloco de Esquerda, ou no PAN.
Antes de colocares a cruz, na tua escolha, pensa no touro, no cavalo, nas crianças e jovens, e no subsídios de 16 Milhões de € anuais, para o massacre nas praças de touros!

Mário Amorim

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O TOURO, O CAVALO E OS 16 MILHÕES DE EUROS DE SUBSÍDIOS PARA A TAUROMAQUIA, TAMBÉM ESTARÃO EM CAUSA NAS ELEIÇÕES DE OUTUBRO!

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PS
PSD
CDS-PP
PCP
São partidos que patrocinam a tortura, a crueldade, a violência da tauromaquia.
Estes partidos, impedem o avanço civilizacional em Portugal.
Impedem, ano após ano, que Portugal, respeite o bem-estar, a vida, do touro e do cavalo, por todo o país e na região autónoma dos Açores.

PS
PSD
CDS-PP
PCP
patrocinam o financiamento anual de 16 Milhões de Euros, para a crueldade, para com o touro, o cavalo e para crianças e jovens.

Temos, por tanto; nas nossas mãos, em Outubro, a oportunidade de dizer NÃO a tudo isto, não votando nos partidos que são aliados da dor, do sofrimento, do sangue, dos subsídios para a crueldade tauromáquica, e do prejudicar do bem-estar mental de crianças e jovens.

Em Outubro lembremos-nos de tudo isto, e votemos só no Bloco de Esquerda e no PAN!

Mário Amorim

EM OUTUBRO, ESCOLHER A VIDA, OU ESCOLHER A DOR, O SOFRIMENTO E A MORTE!

Em Outubro; ou escolhemos a defesa da vida.
Ou escolhemos a dor, o sofrimento e a morte.

Quem é. Quem for pela vida, em Outubro, só terá duas escolhas. Bloco de Esquerda, ou PAN.
E quem gostar da dor, do sangue, do sofrimento e da morte. Quem não defender a vida, e sim o maltrato animal e o prejudicar a mente de crianças e jovens, votará no PS, no PSD, no PCP e no CDS/PP.

Preferes a defesa vida, ou preferes defender a dor, o sofrimento, a morte, e o ataque mental a crianças e jovens, em Outubro?

Mário Amorim

«SANTA MARIA DA FEIRA ESTÁ LIVRE DE TOURADAS»

«A Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, uma moção do Bloco de Esquerda que declara o concelho como livre de touradas»

Eis uma medida inteligente, que deveria ser seguida pelos autarcas que ainda mantém a selvajaria activa nos municípios civilizacionalmente ainda muito atrasados.

E se pensam que BANIR a barbárie não dá votos, estão redondamente enganados. O povo está farto de selvajaria tauromáquica.

Existem divertimentos muito mais condizentes com a essência humana.

img_797x448$2017_06_27_13_42_59_238355.jpg  Foto: Rafaela Cadilhe

«A Assembleia Municipal de Santa Maria da Feira aprovou por unanimidade, esta segunda-feira, uma moção do Bloco de Esquerda (BE) que declara o concelho como livre de touradas, garantiu fonte partidária, segundo avançou a agência Lusa.

A proposta surgiu depois da polémica referente a um anúncio de uma corrida de touros – prevista para terrenos privados – que não ocorreu devido a um processo judicial da autarquia, que não licenciou o evento.

A moção do Bloco de Esquerda representa uma evolução em relação a um documento idêntico chumbado há cinco anos pelo PSD – também do BE.

O concelho tem que ser firme e declarar-se município livre de touradas, para passar a mensagem clara de que em Santa Maria da Feira não será permitida a realização desses eventos ou outros que explorem a violência e o sofrimento animal“, pode ler-se no documento avançado pela referida fonte.

Este é o momento de escolher a cultura contra a violência, o entretenimento contra o sofrimento. Por isso entendemos que a realização de espectáculos que impliquem o sofrimento físico ou psíquico de animais não pode ser alvo de apoio institucional, ou seja, nenhum recurso ou apoio público pode contribuir para este tipo de práticas“, sublinha a moção do partido.

Moisés Ferreira, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal da Feira, explica que poucas coisas irão mudar em termos práticos, porque “a Lei Portuguesa continua a não proibir as touradas e a Câmara não pode actuar contra a legislação nacional”.

Contudo, o deputado acredita que a medida poderá surtir um efeito desencorajador nos promotores privados. “O reconhecimento público do concelho como município livre de touradas terá um efeito desmotivador, levando os promotores a evitarem a organização de eventos do género no território“, defende o Moisés Ferreira.

Fonte:
(SÁBADO online,,onde se escreve em BOM PORTUGUÊS)

 http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/santa-maria-da-feira-esta-livre-de-touradas

Fonte: Arco de Almedina

Caça: Proposta do PAN e Bloco é “fruto de prepotência e ignorância total”

Enfim.
Este tipo, de mentalidade horrenda, mais uma vez mostra o quão é vazio de sentimentos, como a empatia, e a compaixão.

Todas as pessoas que gostam e defendem a caça, e a tauromaquia, como este tipo, são pessoas que não têm nada no coração. O carácter delas é execrável.

Em cada pessoa que gosta e que defende a caça e a tauromaquia, como este senhor, existe um monstro da pior espécie!

Ninguém, de bom coração, de um coração com empatia e compaixão, defende a caça e a tauromaquia!

***

Miguel Sousa Tavares analisou a proposta do PAN e do Bloco de Esquerda sobre caça, que o Parlamento discutirá amanhã(hoje).

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O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), juntamente com o Bloco de Esquerda, quer reduzir o número de dias de caça e acabar com o uso de matilhas de cães. Propostas que vão ser discutidas esta terça-feira no Parlamento, no debate sobre a alteração do regime jurídico daquela atividade.

Sendo Miguel Sousa Tavares um conhecido amante de caça, o tema foi discutido esta segunda-feira na SIC. Assumindo-se um “caçador com prazer e com a consciência muito sossegada“, o comentador considerou a proposta dos partidos “fruto apenas de prepotência e ignorância total”.

Trata-se de uma proposta de quem “desconhece completamente aquilo de que se está a falar“, vinda de quem quer “proibir a caça, passo a passo”.

Ora, segundo Miguel Sousa Tavares, acabar com uso de matilhas de cães é fazer com que desapareçam as raças. “É preciso que as pessoas entendam que só há cães de caça porque há caçadores. Um cão de caça dá muito trabalho a criar, custa muito dinheiro para manter, e é um cão que nasceu para aquilo”, explicou o escritor.

Desaparecendo os cães matilheiros, prosseguiu, “sobram os javalis, que já temos uma praga em Portugal. E o javali destrói todos os outros animais, é omnívoro“, argumentou Sousa Tavares, lembrando que a caça “é fundamental ao equilíbrio das espécies”.

“Qualquer pessoa que perceba o mínimo de natureza, sabe que quando uma espécie é predominante, vão extinguir-se outras”, realçou. Sousa Tavares desmitificou ainda o caso das coelhos e rolas bravas, espécies que pouco se encontram no seu habitat.

“Diz o PAN que não existem coelhos porque os caçadores caçaram demais. Mentira, eu caçei um coelho nos últimos dois anos. Não há coelhos porque há uma epidemia que os está a matar. Em vez de se investir para saber qual é a doença dos coelhos, acham que o mais simples é proibir”, referiu.

Quanto às rolas bravas, o problema, explicou, é que “importaram rolas turcas que não se podem caçar, é uma ave que não tem nada a ver connosco. Como são maiores, comem as sementeiras que se fazem para as rolas bravas”.

Acho perfeitamente legitimo que as pessoas sejam contra a caça, como eu sou a favor. O que eu não acho legitimo é que se leve ao Parlamento uma proposta que é fruto de um preconceito e de uma profunda ignorância sobre aquilo que se está a legislar“, rematou o comentador.

Fonte: Observador

Touradas vão continuar a receber dinheiro nos Açores

Socialistas lembram que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do arquipélago.

A Assembleia Legislativa dos Açores chumbou uma proposta do Bloco de Esquerda que pretendia acabar com os apoios públicos às touradas realizadas no arquipélago.

A proposta, apresentada pela deputada Zuraida Soares, suscitou dúvidas aos restantes partidos, uma vez que o diploma falava apenas em “condicionar o apoio institucional à realização de espectáculos que infrinjam sofrimento físico ou psíquico ou provoquem a morte de animais”.

Nuno Menezes, da bancada socialista, lembrou que as touradas à corda e de praça são uma tradição secular em algumas ilhas do Açores, como é o caso da Terceira, de São Jorge e da Graciosa.

“Pergunto, por isso, senhora deputada, o que acha que nós não devemos então apoiar, se as touradas de praça, se as touradas à corda, se os bolos de leite, se as cavalhadas”, questionou o parlamentar socialista.

Artur Lima, líder parlamentar do CDS, considerou a proposta do BE “eleitoralista” e “populista” e de pretender “acabar” com as tradições de tourada à corda nos Açores.

“O que fica claro é que o Bloco de Esquerda é contra a tourada à corda e é contra as tradições populares e a cultura de um povo”, apontou o parlamentar centrista em tom exaltado.

Perante as insistências, Zuraida Soares acabou por esclarecer que a intenção do seu partido não é “acabar com as touradas” mas apenas com os apoios públicos a espectáculos “com fins comerciais”, fazendo-se acompanhar de fotografias, em tamanho A3, com touros a sangrar, utilizados em espectáculos tauromáquicos.

A proponente garantiu que as touradas à corda estão excluídas deste diploma, mas Aníbal Pires, do PCP, considerou que esse objectivo não está claro no articulado.

“Se, de facto, aquilo que pretende é excluir as touradas à corda do âmbito deste diploma, devia ser mais explícita”, sugeriu o deputado comunista.

Mas Judite Parreira, da bancada do PSD, lembrou que acabar com os apoios às touradas, como propõe o BE, não significa acabar com as touradas.

“A senhora vem aqui, como Pilatos, lavar as mãos, como se o problema fosse os apoios institucionais, ou seja, se não há apoios, não faz mal haver touradas. Faz mal é se houver apoios”, ironizou a deputada social-democrata.

Paulo Estevão, do PPM, acusou, por seu lado, a proposta do Bloco de ser “eleitoralista” e “absolutamente hipócrita”, e de estar a tentar fazer um aproveitamento de uma matéria considerada “sensível” para muita gente no arquipélago.

O secretário regional da Educação e Cultura, Avelino Meneses, garantiu em plenário, que o executivo socialista não atribuiu apoios públicos a espectáculos tauromáquicos nos últimos anos, concluindo que a proposta acaba por não fazer sentido.

Mas a depurada do BE fez entregar na Mesa da Assembleia, uma listagem de portarias, publicadas entre 2004 e 2014 no Jornal Oficial da Região, com “dezenas e dezenas de milhares de euros” de subsídios atribuídos a entidades ligadas à tauromaquia nos Açores.

A proposta do BE acabou chumbada por quase todos os partidos com assento parlamentar, à excepção de cinco deputados do PS, que votaram a favor (quebrando a disciplina de voto) e dois que se abstiveram.

Só na ilha Terceira, realizam-se anualmente, cerca de uma dezena de touradas de praça e perto de 250 touradas à corda” em todas as freguesias.

Fonte: Renascença

***

Simplesmente uma vergonha!
A tauromaquia só existe em Portugal, graças aos 16.20.000.000 de € anuais que recebe, do Estado, das Câmaras Municipais e da União Europeia.
No dia que a torneira dos subsídios fechar, a tauromaquia termina, pois ela, sem esses subsídios, não se aguenta. Aliás; a tauromaquia ainda existe, em Portugal, em pleno século 21, para isso mesmo. Para anualmente sacar muitos milhões de € subsídios, para encher as contas bancárias de Psicopatas!

Mário Amorim

A ALA DECENTE DA GERINGONÇA

(Um excelente texto de Ana Martins, para reflectirmos sobre o que se passou na Assembleia da República, no Dia Internacional da Criança)

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Texto de Ana Martins

Facto #1: A ONU, através do Comité dos Direitos das Crianças, a 31.01.2014, exortou Portugal a limitar a participação de crianças portuguesas em touradas.

Facto #2: A delimitação do que é ou não uma criança e a sua balização etária pode dar azo a discussões muito interessantes, mas o limite, por razões práticas, teve de ser convencionado e é por isso que a maioridade formal é de 18 anos em Portugal (no seguimento, mais uma vez, de uma recomendação da ONU, que o Estado Português acatou);

Facto #3: na legislação actual, existe já uma limitação em função da idade: 6 anos para a presença da criança em espectáculos tauromáquicos e 12 anos para a sua presença em actividades de toureio;

Facto #4: Seja na baliza etária 16 ou 18 anos, a presença de toureiros menores de idade é recorrente nas inspecções feitas pela Autoridade para as Condições do Trabalho, que constataram “de forma pessoal, directa e imediata a participação de menores na referida corrida de touros”, o que é ilegal.

Facto #5: Outras recomendações da ONU incluíram o aumento do Salário Mínimo Nacional (check para a geringonça), o aumento progressivo do RSI de modo a “garantir o aumento do número de beneficiários elegíveis” (guess whatcheck para a geringonça), implementação de medidas para a diminuição do desemprego jovem (acertaram: check para a geringonça).

Ou seja: as recomendações da ONU são frequentemente vertidas para projectos de lei ou projectos de resolução. Desta feita, não foi isso que aconteceu. Talvez porque a aprovação destes PdL’s estava comprometida, à partida, pelo facto do PEV e do BE se terem revelado incapazes de chegar a acordo com o PAN para criar um projecto que pudesse criar maior agregação nas bancadas do PS. Porque, como já sabemos, nestas matérias de avanço civilizacional, a ortodoxia do PCP rima muito bem com a moral bafienta da direita, por isso não se poderia contar com os comunistas.

Então como poderia a geringonça fazer aprovar uma lei destas? Se o PS se tivesse lembrado que a chamada “agenda de costumes” é também uma das razões de ser da geringonça. O argumento de falta de consenso na população sobre este tema não colhe, porque isso não foi óbice à aprovação, por exemplo, das mais recentes alterações à Procriação Medicamente Assistida. Ou será que me querem convencer que há maior consenso na população em relação ao facto de uma mulher solteira ou lésbica poder ter um filho sozinha do que a tourada ser uma actividade explicitamente violenta, que vive da glorificação da tortura de animais e da morte? Aliás, de tal modo isso é consensual que mesmo a RTP, que perdendo audiência ano após ano e contrariando o parecer do seu Provedor continua a emitir touradas, mas opta pelo horário das 22h. Porque será?

Que outros argumentos? Bom, há outro quase divertido se não fosse ele certificado de indigência mental a quem o ouve: é “proibido proibir”. Que por muito condenável que seja a actividade tauromáquica, estamos a falar de liberdade individual. Deve ser a mesma liberdade individual de que falávamos como base da censura à “criminalização do piropo”, alteração ao Código Penal que todos os grupos parlamentares votaram a favor, ainda no tempo da caranguejola. Voto a favor que inclui, claro está, muitos dos deputados do PS que o eram na anterior legislatura. E, portanto, quanto a coerência, estamos conversados.

Para memória futura, a ala decente da geringonça, no dia 1.06.2016, limitou-se ao grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, ao PEV e a 11 deputados do PS:

Rosa Albernaz, @tbribeiro, @pdelgadoalves, Fernando Jesus, Luis Graça, @Isabelsantos47, @ivan_goncalves, @diogo_leao, @jvstorres, Carla Sousa e Luís Soares (sendo que estes dois últimos não votaram a favor do PdL do PEV).

Ou seja, em 86 deputados do PS, 64 votaram contra* (ou estiveram ausentes da votação). Isto é, a bancada do PS votou contra, levando um Sérgio Sousa Pinto, quiçá acordado do verdadeiro coma em que se tornou a sua carreira política, a ufanar vitória, orgulhosamente sublinhando perante o Presidente da AR “Senhor Presidente da Assembleia, a bancada do PS votou contra!”. Não é novidade: o PS tem uma quota de deputados assumidamente aficionados da tauromaquia e do lobbie dos caçadores. Oscilam entre i) a impaciência que estes temas lhe causam, como se fosse temas de somenos importância, ii) o discurso sobranceiro sobre a liberdade de escolha e iii) o tom paternalista de quem acredita na dicotomia pessoas vs. animais, como se a humanidade estivesse perdida por ter uma visão cada vez menos obscurantista do mundo. Nada disto, no âmbito do PS, é novidade. A única novidade – talvez a mais lamentável de todas – é a nova era inaugurada pela geringonça se revelar selectiva nos avanços civilizacionais que escolhe, ao ritmo das conveniências bolorentas da direita e do PCP.

Que fique escrito para memória futura: no dia em que se votaram estes projectos de lei, a geringonça só teve uma ala decente – foi a constituída pelos grupos parlamentares do Bloco de Esquerda, do PEV e de 11 deputados do PS. Foram os únicos que não adiaram a marcha inexorável do tempo e das conquistas civilizacionais. Sim, anotem aí: um dia a tourada acaba, é apenas uma questão de tempo.

Podem vir com as lantejoulas, os collants e os berloques, enquanto descem a Avenida da Liberdade, agitando o bicho-papão da “polícia dos costumes” e rasgando as vestes pela liberdade individual como valor supremo. Até lá, até ao dia em que nos livrarmos desta actividade anacrónica e criminosa, os deputados do PS e do PCP que votaram contra podem ir deitando a cabecinha no travesseiro e tentar lidar com o facto de terem ficado do lado errado da História – a que se irá fazer inevitavelmente, como o fim do financiamento europeu e a queda sustentada do número de espectadores facilmente fazem adivinhar.

(*) 11 deputados abstiveram-se no PdL do BE: @filipenb, Sónia Fertuzinhos, António Sales, Paulo Trigo Pereira, @DiasEjbd, Elza Pais, Alexandre Quintanilha, @SusanaAmador, António Cardoso, Vitalino Canas e Joana Lima

Para quem quiser ler ciência sobre o impacto das touradas nas crianças, pode estudar um bocadinho aqui.

Fonte:

http://geringonca.com/2016/06/06/ala-decente-da-geringonca/

Fonte: Arco de Almedina