ESPERANÇA Considerado extinto, tigre-da-Tasmânia volta a ser visto na Austrália

Oficialmente extinta há mais de 80 anos na Tasmânia, os registos da espécie nos relatórios do governo apontam oito avistamentos relatados desde Setembro de 2016

Uma série de registos visuais de tigres-da-Tasmânia, também conhecidos como lobos-da-Tasmânia, foram documentados nos últimos três anos, de acordo com relatórios do governo australiano, apesar do animal ser considerado extinto há muito tempo.

A espécie felina, conhecida como (Thylacinus cynocephalus), teria sido extinta há mais de 80 anos na Tasmânia e há cerca de 2 mil anos no continente australiano.

O tigre-da-Tasmânia foi oficialmente extinto na Austrália quando o último membro conhecido da espécie – chamado Benjamin – morreu no zoológico de Hobart em 1936.

Mas pelo menos oito avistamentos foram relatados desde Setembro de 2016, de acordo com documentos do Departamento de Indústrias, Parques, Água e Meio Ambiente da Tasmânia.

O relatório sobre os animais mais recente foi em Agosto, o documento afirmava que uma pessoa pensava ter “visto um tigre-da-Tasmânia em sua terra sete anos atrás”, em Midlands.

Um casal da Austrália Ocidental relatou ter visto um tigre-da-Tasmânia enquanto atravessava a estrada perto do rio Pieman, na região da costa oeste da Tasmânia em Janeiro de 2018.

“O animal tinha uma cauda rígida e firme, grossa na base. Tinha listras nas costas”, dizia o relatório. “Ele era do tamanho de um grande kelpie (raça de cão pastor australiano). O animal estava calmo e não se assustou”.

O casal foi assistiu o animal atravessar a rua por cerca de 15 segundos.

Foto: PB Image

“O animal andou do lado direito da estrada por um bom tempos e depois passou para o outro lado da estrada de cascalho, virou-se e olhou para o veículo algumas vezes e depois voltou na mesma ‘corrida’ em que veio”, dizia o relatório.

Um ciclista disse que viu um animal parecido com um gato com listras nas costas e pêlo marrom escuro cruzando a estrada perto de King William Saddle na estrada Lyell em Fevereiro de 2018.

“O animal era um pouco mais alto nas patas traseiras do que na frente”, dizia o relatório – “Tinha um corpo comprido, do tamanho de um cão labrador, mas mais baixo e mais magro, por isso parecia esticado em certo sentido e tinha uma cauda fina que apontava para trás.

“Não fazia sentido para mim que ele fosse um gato típico, em termos de localização, comportamento e pela forma como andava, era óbvio que não era uma raposa também.”

Um avistamento do animal foi relatado no norte de Waratah em Janeiro de 2017, com um movimento de andar descrito como sendo um “meio trote, meio corrida” pela estrada na frente de um veículo.

“A cauda se destacava como tendo pelo menos um pé ou dois pés de comprimento. Era óbvio que, se fosse um gato, era grande demais”, dizia o relatório.

Não há evidências concretas de nenhum dos avistamentos relatados, segundo o Daily Mail.

Fonte: ANDA

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SEM CRUELDADE Indústria de couro da Austrália perde lugar para o couro sintético

A indústria de couro da Austrália sofreu um impacto depois que muitas pessoas começaram a optar pelas alternativas sintéticas. A imitação começou a ser fabricada com materiais sustentáveis, como folhas de abacaxi e cascas de maçã.

Bois pastando em uma fazenda de criação

“Conversando com pessoas que estão na indústria do couro há 40, 50 anos, elas nunca viram a indústria em uma situação tão ruim quanto essa”, declarou Denis King, diretor executivo da Associação Australiana de Pele e Couro, em entrevista à ABC Austrália.

O país exporta peles de animais para outras nações, onde o processo para a fabricação do couro é realizado. Então as peles são enviadas de volta à Austrália e transformadas em bolsas, sapatos e jaquetas.

Muitos optam pelas alternativas sintéticas por razões éticas, se recusando a usar produtos feitos através da exploração dos animais. Mas além da morte dos animais, a indústria de couro também tem impacto negativo no meio ambiente. Além das emissões de gás carbónico, as peles são tratadas com produtos químicos que evitam a podridão, mas prejudicam a natureza.

As sobras das substâncias são despejadas em regiões com pouca regulamentação (como Índia, China e Bangladesh). O cromo, um dos produtos utilizados no tratamento do couro, muitas vezes contamina a água e apresenta um grave risco para a saúde daqueles que a ingerirem.

Os couros veganos mais sustentáveis ascenderam nos últimos anos. “Os consumidores querem opções que sejam melhores para o meio ambiente, melhores para o futuro”, afirmou Jocelyn Thornton, vice-presidente da área de serviços criativos da consultoria de moda Doneger Group.

Fonte: ANDA

China anuncia fim do uso de animais em testes de cosméticos

Após anunciar no final do ano passado que a priorização do desenvolvimento e pesquisa de métodos livres de crueldade eram uma das principais prioridades, agora o governo chinês finalmente efectiva…

A China anunciou que os testes de cosméticos pós-venda no país não vão mais incluir animais

O anúncio – feito pela Associação Nacional de Produtos Médicos da Província de Gansu – encerra o teste de cosméticos com uso de animais para todos os produtos importados e para os produzidos internamente.

A organização internacional de bem-estar animal Cruelty Free International (CFI) aplaude a notícia como um “passo importante” para acabar com os testes em animais em todo o mundo.

No passado, a China era conhecida por testar produtos nacionais e internacionais em animais, depois de terem chegado ao mercado.

“Esta garantia das autoridades chinesas de que testes pós-venda em animais não são agora uma prática aceitável é um enorme passo na direcção certa, além de uma notícia muito muito bem-vinda”, disse Michelle Thew, presidente-executiva da CFI, em um comunicado.

Ela acrescentou que, embora isso não signifique que as empresas de cosméticos possam importar para a China imediatamente e serem declaradas livres de crueldade, a organização está “encantada” com o progresso do país.

“Esperamos que isso abra o caminho para a mudança completa da legislação atual, que irá beneficiar empresas livres de crueldade, o consumidor chinês, além de milhares de animais ”, continuou Thew.

A China tem dado passos em direcção oposta aos testes com animais em cosméticos há algum tempo.

Em outubro de 2018, o Instituto Nacional de Controle de Alimentos e Medicamentos anunciou que estava pesquisando “alternativas viáveis” para testes com animais em cosméticos, observando que o desenvolvimento e a pesquisa de métodos livres de crueldade eram uma das principais prioridades da organização.

Um futuro com cosméticos livres de crueldade parece cada vez mais real na proporção que mais e mais países tomam medidas para proibir essa prática.

No início deste ano, a Austrália aprovou um projecto de lei que proibia completamente os testes com animais em cosméticos.

De acordo com a nova lei, a Austrália não vai mais considerar os resultados de testes em animais como evidência da segurança de um produto.

Isso significa que todas as marcas de cosméticos no país são obrigadas a mostrar a eficácia e segurança de seus produtos sem o uso de animais.

O movimento foi elogiado pela ONG que actua pelo bem-estar animal Humane Society International. Hannah Stuart, gerente de campanha da ONG, disse que “Esta proibição reflecte tanto a tendência global de acabar com a crueldade dos cosméticos quanto a vontade do público australiano, que se opõe ao uso de animais no desenvolvimento de cosméticos”.

Fonte: ANDA


Nota: Erros corrigidos para português correcto!

Vitória Austrália aprova lei que proíbe testes em animais para produtos cosméticos

O projeto foi apresentado pela Câmara dos Representantes em junho de 2017 e teve o apoio da ONG Humane Society International (HSI)

Empresas livres de crueldade abandonaram os testes em animais, mas ainda são capazes de oferecer produtos de beleza, seguros e de qualidade. Com o uso de ingredientes e testes livres de crueldade animal, ela atendem a enorme e consciente demanda do mercado.

Após quase dois anos de discussões sobre o assunto, o Senado australiano aprovou a proibição de testes em animais na indústria cosmética.

A decisão foi tomada na última quinta-feira (14) e o governo se comprometeu com 11 medidas substanciais para assegurar que todos os ingredientes cosméticos fossem abrangidos pela proibição, junto com financiamento para apoiar o desenvolvimento e aceitação de produtos e métodos de testes alternativos. As informações são do World Animal News.

“Esta é uma grande vitória para os animais, consumidores e ciência. No mundo todo, a legislação recente tornou mais difícil que as empresas que continuem testando em animais para venderem seus produtos”, destaca a Humane Society International.

A campanha #BeCrueltyFree global da HSI é o maior esforço mundial da história para acabar com os testes em animais para o comércio de cosméticos. A HSI e seus parceiros têm sido instrumentais em muitas das quase 40 proibições nacionais promulgadas até agora, e na condução de medidas similares em discussão política ativa no Brasil, Canadá, Chile, México, África do Sul, Sri Lanka, Taiwan, Estados Unidos e Região ASEAN do sudeste da Ásia.

A Humane Society International estima que cerca de 500.000 animais – principalmente coelhos, cobaias, hamsters, ratos e camundongos – sofrem e morrem em testes cruéis e antiquados de ingredientes ou produtos cosméticos a cada ano em todo o mundo. Coelhos, porquinhos-da-índia, ratos e camundongos são os animais mais comuns usados ​​para testar cosméticos, submetidos a produtos químicos cosméticos em seus olhos, espalhados em sua pele raspada, ou forçados à alimentação oral em doses massivas, até mesmo letais.

Fonte: ANDA

AUSTRÁLIA Coala morre afogada em piscina ao procurar abrigo do calor escaldante

Ao tentar se aliviar do calor e sem meios de sair da água, mesmo conseguindo nadar, o animal acabou sucumbindo

Foto: Wildcare Autralia Inc.

A coala foi encontrada morta no fundo da piscina pelos moradores da residência que fica em Gold Coast, Austrália, na manhã de domingo. Consternados pela situação, eles ligaram para a ONG Wildcare Australia Inc. que atendeu à emergência prontamente.

A equipe da ONG concluiu que o animal estava tentando se refrescar na piscina em função do calor excruciante provocado pelas altas temperaturas na região, como não encontrou meios de sair da água, acabou morrendo afogada.

“Mesmo que os coalas saibam nadar, se não encontrarem uma forma de sair da piscina, eles vão acabar se afogando”, postou no Facebook a ONG Wildcare Australia Inc.

A vida do animal poderia ter sido salva pela adoção de medidas simples, como um dispositivo que permitisse à coala sair da piscina com segurança.

Os moradores que têm piscina em casa e vivem em áreas habitadas por coalas foram aconselhados a ter um dispositivo de flutuação (boia de borracha, pneu) na água, amarrado com uma corda grossa e preso a uma árvore, cerca ou muro, para ajudar na segurança. Recomenda-se que a boia seja feita de material resistente, pois os coalas têm garras afiadas.

Já as piscinas que não estiverem em uso devem ser cobertas para evitar acidentes, conforme orientação da ONG.

Existem diversos equipamentos de segurança disponíveis feitos para piscinas, como rampas móveis, escadas submersas e cordas de apoio laterais.

Foto: Wildcare Australia Inc. / Facebook

Com o verão de temperaturas altas, calor excruciante e nenhuma chuva que vêm assolando o país, a colaboração de todos é necessária para garantir a segurança da vida selvagem. “São pequenas atitudes que devem ser tomadas, e que podem fazer a diferença entre a vida e a morte”, alerta a Wildcare Australia.

Para evitar acidentes com animais domésticos é importante que casas com piscina tenham uma opção segura de saída acessível que permita aos peludos deixar a água quando estiverem devidamente “refrescados”.

Fonte: ANDA

EXPLORAÇÃO NÃO É ENTRETENIMENTO Dois touros são assassinados no mesmo dia durante o maior rodeio da Austrália

Organizadores trabalham duro para convencer os espectadores de que os animais estão se divertindo, que eles são “atletas”, quando a verdade é que eles sofrem silenciosamente

Rodeios e touradas são tradicionais em muitos países. Na Austrália, a organização Professional Bull Riders Association é responsável por muitos destes eventos e, devido ao histórico e, principalmente, aos últimos acontecimentos, parece não se preocupar com a situação dos animais explorados para entretenimento humano.

No ano passado, um touro foi assassinado porque quebrou a perna enquanto tentava se levantar de uma posição desconfortável. Mas recentemente, o que chocou ativistas foi a morte de dois animais no mesmo dia no Mount Isa Mines Rodeo, em Queensland – o maior rodeio do país.

Poucas horas de diversão de pessoas, custam vidas de sofrimento e tortura – e até mesmo a morte – de muitos animais anualmente. E o que torna toda a situação ainda pior é que o governo australiano realmente financia e apoia a justificativa de que este tipo de evento é meramente entretenimento.

Rodeios são um dos “esportes” mais cruéis que já existiram, que torna a morte muitas vezes o caminho menos cruel, considerando os sofrimentos por que eles passam todos os dias. Dispositivos como bastões elétricos são usados para fazer os touros se erguerem, esporões de metal nas botas dos cavaleiros cravam nos lados sensíveis dos animais para provocar uma reação, chicotes são usados em cavalos, muitas vezes causando ferimentos e correias de flanco são amarradas firmemente ao redor da barriga dos animais, causando extremo desconforto e dor.

Organizadores e associações de rodeios trabalham duro para convencer os espectadores de que os animais estão se divertindo, que eles são “atletas”, quando a verdade é que eles sofrem silenciosamente. E é por isso que ativistas e grupos de defesa dos direitos animais têm movido ações e campanhas para acabar com este tipo de evento, ainda tão comum ao redor do globo.

Todas as formas de exploração animal para entretenimento humano são cruéis. Ele arranca animais inocentes de seus ambientes naturais e os força a uma vida de servidão, abuso, negligência e sofrimento. Todos os animais merecem uma vida livre da ganância humana que coloca os lucros antes de vidas inocentes.

Fonte: ANDA

Nota: O Sublinhado, negrito e itálico é da minha responsabilidade!

Cão australiano surdo e parcialmente cego recebe honras policiais por salvar uma menina perdida

Um cão surdo e parcialmente cego que manteve a salvo uma menina de três anos perdida no mato na Austrália recebeu honras policiais este sábado por permitir o resgate até à criança.

Cão australiano surdo e parcialmente cego recebe honras policiais por salvar uma menina perdida

Os serviços de emergência começaram as buscas por Aurora na sexta-feira, depois de a menina se ter perdido no mato junto a uma quinta do estado de Queensland.

Max, pastor australiano de 17 anos, ficou com a menina durante a noite toda, até que na manhã deste sábado, depois de mais de 15 horas, levou a família até a pequena Aurora.

A avó da menina, Leisa, encontrou Max e ele levou-a até a menina, contou o avô, Kelly Benston, explicando que o cão é surdo e parcialmente cego.

“Bom menino, Max!”, escreveu a polícia de Queensland no Facebook.

“Por manter Aurora a salvo até que fosse encontrada, agora és um cão honorário da polícia”, anunciaram.

A menina encontra-se bem de saúde e sofreu apenas alguns arranhões.

Fonte: SAPO24