TRADIÇÃO RETRÓGRADA Activistas fazem campanha contra o sacrifício de animais em festivais religiosos no Nepal

Com a chegada de festivais religiosos no Nepal, ativistas visitam templos onde os animais são mortos e penduram faixas denunciando a prática

Defensores dos direitos animais estão realizando uma campanha a favor do fim de sacrifícios de animais em festivais no Nepal.

O festival Dasain, que dura 15 dias e teve início esta semana no país do Himalaia, é marcado pelo sacrifício de dezenas de milhares de cabras, búfalos, galinhas e patos para agradar os deuses e deusas da religião local, oferecendo o sangue desses animais para os deuses.

Os ativistas estão visitando templos onde os animais são mortos e estão pendurando faixas e panfletos denunciando a prática. Ainda, estão falando com os devotos na esperança de persuadi-los a levar os animais que compraram para sacrifícios aos santuários de animais.


Activistas estão tentando impedir que animais sejam mortos em festivais religiosos no Nepal

O movimento a favor do bem-estar animal é novo no Nepal, onde quatro em cada cinco pessoas são hindus e o sacrifício de animais é uma tradição profundamente enraizada.

A campanha deste ano para combater essa prática também servirá para a matança de animais muito maior programada para o ano que vem, no quinquenal festival de Gadhimai.

Números caem, mas ainda preocupam

Ativistas organizaram-se pela primeira vez após o festival de Gadhimai em 2009, quando cerca de 250 mil animais foram mortos em um único templo no sul do Nepal.

Imagens de carcaças empilhadas em campo aberto foram amplamente divulgadas mostrando os rituais. Embora não haja dados oficiais, acredita-se que menos animais tenham sido sacrificados no subsequente festival de Gadhimai em 2014, segundo o grupo Animal Nepal.

De acordo com o ativista Pramada Shah, o número de sacrifícios de búfalos caiu de 20 mil em 2009 para 3 mil em 2014. “Somos muito poucos defensores, mas temos uma voz muito alta. Somos uma minoria barulhenta”, ele afirma.


No festival de Gadhimai em 2009, cerca de 250 mil animais foram mortos

No templo de Bhandrakali, no coração da capital do Nepal, Katmandu, padres e voluntários se prepararam para os cerca de 100 mil devotos esperados durante o festival. O templo é um dos principais locais para sacrifícios de animais.

Caminhões de cabras foram trazidos de outras partes do Nepal e da Índia para o mercado de cabras de Katmandu. Chandra Pokhrel, que tem vendido caprinos nas últimas duas décadas, disse que as vendas para o festival Dasain deste ano caíram em relação aos anos anteriores.

Um dos sacerdotes, Anuj Pujari, disse que embora o número de devotos tenha aumentado, parece haver menos animais trazidos para o sacrifício. “É porque mais e mais pessoas estão agora contra isso”, disse ele.

Fonte: ANDA

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«PORTUGAL SEM TOURADAS VENCE OPP»

O projecto Portugal sem Touradas foi um dos vencedores nacionais do orçamento participativo deste ano.

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O principal objectivo do projecto da autoria de Nuno Alvim Silva é desmistificar os princípios em que a actividade se auto-justifica e contribuir para a construção de um pensamento crítico face à mesma no seio da sociedade portuguesa. O projecto será concretizado através de um conjunto de campanhas e actividades a desenvolver, nomeadamente:

 

  • a constituição e desenvolvimento contínuo de um acervo de informação sobre as múltiplas consequências da actividade tauromáquica, desconhecidas do grande público, centralizado numa website de fácil acesso e utilização;

 

  • um circuito de actividades didácticas junto das escolas em vários municípios do país, dinamizadas por uma equipa pedagógica e multidisciplinar, bem como a criação e disponibilização de materiais pedagógicos para professores sobre a senciência animal e valores de respeito pelas outras espécies animais, sensibilizando para o cumprimento da recomendação feita a Portugal em 2014 pelo Comité da ONU dos Direitos das Crianças;

 

  • promoção de espaços de debate e problematização do fenómeno tauromáquico junto da comunidade académica e científica, tendo em atenção os desenvolvimentos científicos actuais;

 

  • divulgação de informação crítica e actualizada sobre a actividade tauromáquica através de diversos canais de difusão, visuais ou multimédia, abrangendo aspectos variados como as ciências biológicas, bem-estar animal, sensibilização na infância, ética e desenvolvimento civilizacional, etc.

 

Hoje estamos todos de parabéns.

 

Prótouro

Pelos touros em liberdade

 

Fonte:

https://protouro.wordpress.com/2018/10/11/portugal-sem-touradas-vence-opp/

Fonte: Arco de Almedina

 

«SALVEM AS RAPOSAS»

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Fonte da imagem:

«Os caçadores podem ser muitos, mas aqueles que abominam a caça são mais ainda. E são mais novos».

Essa é que é essa!

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Texto de MIGUEL ESTEVES CARDOSO

 SALVEM AS RAPOSAS

Contaram-me esta história numa praia do Algarve, mas não sei se é verdade. Quando está muito calor há raposas que entram dentro de água para se refrescarem. Riem-se aos gritos da excitação e do alívio. Às vezes aproveitam para almoçar uma gaivota. As gaivotas sabem a tripa de peixe, mas as raposas não se importam.

Disse-nos que as raposas dormem nas dunas durante o dia. À noite ouvem-se as raposinhas a rir em voz alta, como se estivessem a acicatar-se umas às outras. Seja verdade ou não, é altura de dignificar as raposas e de proibir a caça delas. Merecem, no mínimo, a mesma protecção que os lobos.

As raposas são animais encantadores, engraçados e afectuosos, com um lugar central no nosso imaginário. Em Portugal podem ser caçadas entre Outubro e Janeiro com matilhas de até 50 cães. Oscar Wilde descrevia esta caça como “the unspeakable in pursuit of the inedible”. É um acto de grande coragem uma data de seres humanos a ver 50 cães a despedaçar uma raposa até à morte.

O Bloco, o PEV e o PAN apresentaram projectos de lei para acabar com esta barbaridade, mas os outros partidos vão chumbá-los, claro. Têm medo de perder os votos dos caçadores. Demonizam a raposa como se estivéssemos na Idade Média.

Os caçadores podem ser muitos, mas aqueles que abominam a caça são mais ainda. E são mais novos. Muitos ainda não votam. Quando votarem terão morrido um número maior de defensores da caça.

Tal como acontece em quase todas as fábulas, a raposa acabará por ganhar. E havemos de nos rir com ela.»

Fonte:

https://www.publico.pt/2018/10/06/sociedade/cronica/salvem-as-raposas-1846398#comments

***

Na verdade, os partidos que servem os lobbies que pugnam pela crueldade, pela violência, pela matança brutal de animais indefesos, em nome do divertimento, ou de práticas economicistas, chumbaram a proposta do PAN.

 

Mas não se pense que o PAN perdeu prestígio com esta aparente derrota. De cada vez que um projecto de evolução, apresentado pelo PAN,  ou por outro qualquer partido político, é chumbado no Parlamento Português, são os partidos trogloditas, que ficam do lado da incultura e da involução, que perdem prestígio e credibilidade.

Portanto, ó caçadores desnaturados, o vosso riso de escárnio, não se compara ao riso límpido das Raposas, animais muito mais dignos e racionais do que qualquer um dos que as matam por mero instinto assassino.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

E PENSAR QUE AS CAÇAM DESALMADAMENTE!

Magníficas criaturas!

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fnaturesrichpalette%2Fvideos%2F1879328899042565%2F&show_text=0&width=476

Fonte: Arco de Almedina

«TOURADA – TRADIÇÃO MARIALVA, PRIMÁRIA E SOEZ»

«Num tempo em que se pugna pela igualdade de direitos entre géneros, vemos o poder político a dar a precedência a uma tradição marialva, primária e soez. A questão não reside apenas em matar o touro – esse sim! Debate-se com galhardia ante o “mais forte” que se respalda num pobre e escravizado cavalo – mas na cobardia de fazer espectáculo para colocar hordas ululantes de imbecis sanguinários a aplaudir um gládio em que é suposto ganhar “o mais forte”, ou seja, o marialva narcisista que substitui a chupeta de que ainda precisa para se afirmar e sentir-se apreciado, pela bandarilha. Abjectamente narcisista! Desonrosamente primevo! Um atentado à civilidade.»

(Conceição Lopes da Silva)

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Selvajaria tauromáquica em Albufeira: repare-se na ENCHENTE de GENTE… E torturam touros para inglês ver, e o inglês nem sequer lá põe os pés, porque em Albufeira, dizem os Ingleses, «bullfight is bullshit», e quem é que tem pachorra para bullshit, quando se tem praias lindas onde podem banhar-se nas águas límpidas do oceano?

Só mesmo mentes deformadas e doentias acham que bullfight é coisa que alguém do Bem e de Bem possa assistir!

Fonte: Arco de Almedina

DE FRACASSO EM FRACASSO AS TOURADAS VÃO-SE FINANDO…

… em Espanha, tal como em Portugal.

Nem de borla o povo lá vai!

Fracasso em Las Rozas (Madrid).

Era o dia das famílias e as crianças entravam de graça. O preço da entrada para adultos: 15 Euros.

Ontem, em Las Rozas (Madrid) realizou-se uma corrida de Touros, com os matadores Garrido Lorenzo e Galbós.

Resultado: assistência média, não mais do que 1.600 pessoas, das quais pelo menos 225 foram convidadas pelo município, que subsidia a parte tauromáquica das festas com 165.000 Euros. (José Henrique Zaldívar)

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Veja-se como se “educa” as crianças também em Espanha: com tortura, violência, crueldade…

Fracaso en Las Rozas (Madrid). Era el día de las familias y los niños entraban gratis. Precio de la entrada para adultos: 15 euros.

Ayer, en Las Rozas (Madrid), se celebró una corrida de toros con los matatoros, Garrido, Lorenzo y Galdós.

El resultado: media entrada, es decir, no más de 1.600 personas, de las que por lo menos 225 fueron invitadas por el ayuntamiento, que subvenciona la parte taurina de las fiestas con 165.000 euros. (José Enrique Zaldívar)

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10215099854001089&set=a.1051496819012&type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina

AINDA MONSARAZ E A PSICOPATIA DE UM POVO ENCRUADO QUE SE RECUSA A EVOLUIR

Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é insultar as feras» (Fiodor Dostoievski), porque não há maior fera à face da Terra, do que a fera humana.

As crianças assinaladas na foto estarão protegidas pelo Estado português?

O RISO dos adultos, que seguram a criança que vemos a olhar impavidamente para o Touro estraçalhado e ensanguentado no chão, é o que mais me incomoda e assusta nesta foto. Porque o desventurado Touro, na posição em que está, já está LIVRE das criaturas demoníacas, ferozes, monstruosas, que o torturaram barbaramente e ILEGALMENTE , com o aval da IGAC e governo português, até à morte, diante de crianças, que o Estado português lança às feras humanas.

PSICOPATIA.png Descrição da foto: Morte em Monsaraz. O touro e os demónios.

Fonte da imagem e legenda.

Vamos lá BOICOTAR todos estes patrocinadores da BARBÁRIE em Monsaraz

MARCAS A BOICOTAR.jpg

Fonte: Arco de Almedina