Resumo da vergonhosa, sangrenta e cruel tourada na Arena d’ Évora, oferecida a 200 crianças, vítimas dos seus progenitores

Considero este artigo importantíssimo.
Recomendo vivamente a sua litura, AQUI

Os pais que levas os seus filhos a uma corrida de touros, são a imagem do carrasco para com os seus filhos!

Mário Amorim

Quando os progenitores se transformam em carrascos dos próprios filhos…

… e as autoridades e os governantes não se importam, significa que essas autoridades e esses governantes são cúmplices dos crimes de lesa-infância que se cometem contra estas desventuradas crianças, que não tiveram culpa de nascer no seio de tais carrascos.

E que ninguém diga que isto é um exagero…

Crianças felizes.jpg

Quem estiver interessado na transcrição deste filme de terror cliquem neste link:

https://infocul.pt/criancas-felizes-na-corrida-de-touros-em-evora/?fbclid=IwAR1APHMdH1xURHxjOCbCisCGZ9ukvKU6YQk-hDMfNKOrlXeFs2no8-fcedU

Fonte: Arco de Almedina

O líder do CDS/PP assiste à tortura de seis Touros e dezenas de Cavalos, na Chamusca

Num país a sério, com um governo a sério e evoluído, um líder político ou um deputado da Nação jamais ousaria aplaudir e apoiar a tortura de seres vivos.

Francisco Rodrigues dos Santos, líder da bancada do CDS/PP no Parlamento português, foi à praça de Touros da Chamusca assistir e aplaudir a tortura de seis Touros e dezenas de Cavalos, desconhecendo que os Touros e Cavalos são tão animais como as Tartarugas que se encontram num tanque da Quinta Conde dos Arcos, situada nos Olivais, para as quais recentemente o CDS/PP solicitou protecção à Câmara Municipal de Lisboa. Ou uns são mais animais do que outros?


«É sempre importante saber quem está do lado da civilização e do respeito pelos animais e quem está contra eles, ao lado da violência e da crueldade»
 (Plataforma Basta de Touradas)

Sabemos que a evolução não está ao alcance de todas as mentalidades, mas é inconcebível que não esteja ao alcance de gente que teve a oportunidade de evoluir, frequentando uma Universidade, e não aproveitou essa oportunidade.

Isabel A. Ferreira

Fonte: https://www.facebook.com/Basta.pt/photos/a.472890756075069/4748753401822095/

CDS e a hipocrisia.jpg

Em Portugal é isto que se vê, na imagem.

Em Espanha, encaminha-se para a EVOLUÇÃO.

«A lenta agonia da tauromaquia em Espanha, ajudada pela covid-19 e por decisões políticas»

Eduardo Briones - ERuropa Press - Getty Images.jpg

 

Esta colhida sofrida pelo toureiro Emilio de Justo em Sevilha, em Setembro de 2021, não teve consequências graves. Já o sector tauromáquico vive com dificuldade desde que a pandemia atacou. (Foto: Eduardo Briones/Europa Press/Getty Images)

Governo de Pedro Sánchez exclui as corridas de touros do cheque cultural de 400€ que beneficiará os jovens que façam 18 anos em 2022. Sector queixa-se desta decisão, que agrava os males contraídos desde que a pandemia atacou.

Ler notícia aqui:

https://amp.expresso.pt/internacional/2021-10-27-A-lenta-agonia-da-tauromaquia-em-Espanha-ajudada-pela-covid-19-e-por-decisoes-politicas-cfbdf62a?fbclid=IwAR2ZQtIalhmq-XgyQ5cDU2jUiMC93xB5FgJIh5z8qxvHV3yrmL2noB4r4fU

Fonte: Arco de Almedina

Se vivêssemos num país a sério, com um governo a sério e evoluído, onde as autoridades cumprem e fazem cumprir as Leis, estes cartazes não andariam a circular por aí…

… e mandava-se já reservar celas nas prisões, para quem assim comete um crime por incitação à desobediência das leis vigentes.

A ver vamos se temos autoridades competentes.

Violação das leis 1.jpeg

Violação das leis 2.png

Ler mais aqui:
https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/denuncia-as-autoridades-portuguesas-de-1100840?tc=85429298209

Fonte: Arco de Almedina

A tauromaquia assemelha-se à história do Salvador…

Quer eles gostem quer não, gostar de tauromaquia quer dizer que a pessoa padece de problemas psiquiátricos graves. Gostar de tauromaquia é psicopatia!

Mário Amorim


Os aficionados de selvajaria tauromáquica têm muita dificuldade em aceitar o que várias Ciências demonstram ser uma deformação da mente. Vivem com os pés fincados no passado e recusam a evolução. Têm medo da verdade e da mudança.

Preferem viver na ignorância, para não terem de enfrentar a dura realidade de descobrirem qual o grau exacto da patologia que lhes deforma a mente.

Até porque se aceitarem a verdade, acham que podem correr o risco de deixarem de ser o que são… E isso assusta-os.

E isto faz-me lembrar a história do Salvador…

SALVADOR.jpg

Salvador era um homem feito, de barba na cara, mas decidiu que não casaria enquanto a mãe (conhecida pela alcunha “a ruiva” devido à cor dos cabelos) vivesse.

Ela, no conceito dele, sempre fora uma santa de altar, que ficara viúva pouco antes de ele nascer. Criara-o sozinha, com grande sacrifício, e isso, ele nunca poderia esquecer. E lá ia vivendo a sua vidinha, pacata, do trabalho para casa, e da casa para o trabalho, com paragem, por vezes, na Taberna do lugarejo, o seu único “entretenimento”.

Um dia, porém, inesperadamente, um estranho entrou na taberna para se “refrescar”, e depois de beber uns copos, começou a recordar passagens pitorescas da sua vida, que iam fazendo as delícias dos homens que ali se reuniam, para jogar às cartas, beber e conversar. Foi então que veio à baila “a ruiva” que ele conhecera em tempos idos, num bar de alterne, e que um dia engravidou e foi de lá corrida quase a pontapés, por não ter mais serventia. Percebiam, não percebiam?

E as gargalhadas jocosas soaram alto.

Ora juntando isto a mais aquilo, e mais o facto de o indivíduo ter reconhecido “a ruiva”, quando ela, nesse dia, por azar, entrou na taberna, para comprar vinho como era habitual, Salvador descobre, ali mesmo, que a mãe fora uma famosa e bela prostituta, das mais requisitadas, e que nunca soube quem era o pai do seu filho.

De uma só virada, Salvador ficou a saber que era filho de pai incógnito e que a mãe, além de não ser santa, era uma grande mentirosa e hipócrita.

Hipócrita, porque desde que Salvador se conhecia como gente, uma vez por ano, no dia 13 de Agosto, dia do (suposto) aniversário da morte do pai, a quem a mãe chamava o “meu querido Totó” (diminutivo de António), acompanhava-a até ao cemitério local, e diante de uma campa rasa (uma campa de ninguém, abandonada há anos, soube mais tarde) onde ela depositava uma flor que arrancava furtivamente do jardim público (as posses eram poucas), chorava baba e ranho, com ladainhas e orações à mistura, por alma do Totó, ritual que Salvador acompanhava sempre com muita consternação ao ver o enorme sofrimento da mulher que o dera à luz.

E os dois ficavam ali, um tempo sem tempo, a chorar sobre o túmulo de ninguém, apesar de Salvador sempre ter estranhado o facto de a mãe não ter uma fotografia do pai.

Ao ouvir a narrativa do estranho, Salvador sofre um tremendo choque psicológico e instintivamente recusa-se a acreditar nesta verdade, à qual chama repetidamente mentira, até porque a mãe dizia que o indivíduo estava bêbado e devia estar a confundi-la com outra ruiva, que não ela. Mas “ruivas” nunca as houve aos magotes, e ainda mais por aquelas bandas.

Se Salvador decidisse acreditar no que descobriu, a sua vida, a sua realidade, a sua história mudaria por completo. Ele não seria mais ele, nem a mãe seria mais a santa de altar que ele tanto venerava, e aquele ritual do 13 de Agosto nunca mais se repetiria, e ele ficaria definitivamente órfão de pai, e quando saísse à rua sentir-se-ia como se estivesse completamente nu.

Saiu da taberna, cabisbaixo, atrás da mãe, repetindo não é verdade, não é verdade, é tudo mentira… E a mãe a dizer que sim…

E quando queremos que uma verdade seja mentira, ou uma mentira seja verdade, repetimo-la até à exaustão, e então ela passará a ser o que quisermos que seja.

Foi o que fez Salvador. A mãe continuou a negar. Ele a recusar-se a acreditar, e assim o tempo foi passando, e a vida foi sendo vivida quase como dantes… Quase… porque a dúvida instalara-se na mente de Salvador, e isso flagelava-o.

Naquele ano, o ritual do cemitério realizou-se sem a baba e ranho habitual… E este pormenor foi o princípio de alguma coisa que começou a burburinhar na mente de Salvador.

Um dia, em que a mãe saiu, Salvador virou a casa do avesso, com o intuito de encontrar alguma coisa que aquietasse aquela dúvida que estava a corroê-lo por dentro.

Foi então que, escondido entre a roupa interior da mãe, encontrou um pequeno álbum de fotografias, que ele nunca tinha visto. E entre as fotografias estava uma, aquela que o catapultou para a realidade que ele tanto fazia questão de negar, para defender a vida tal como sempre a vivera: a mãe, uma lindíssima ruiva, ali estava, em trajes de coelhinha da Playboy, numa pose que nada condizia com as das santinhas de altar…

 

Naquele momento o mundo desabou sobre a cabeça de Salvador: ele já não tinha um pai chamado Totó, que estava enterrado numa campa rasa, que a mãe enfeitava com uma flor roubada no jardim público; a mãe já não era a santa de altar que ele sempre tinha venerado; a verdade da vida dele passara a ser uma mentira. Ele já não era ele. Quem seria então?

Agora não tinha mais nada: nem identidade, nem vida, nem pai, nem mãe. O que fazer das ruinas em que esta descoberta transformou a sua vida?

Saiu de casa, deixando-a revirada do avesso.

Nunca mais ninguém soube do Salvador

A “ruiva”, essa, continua a ir ao cemitério, visitar a campa de ninguém, onde agora, em vez de uma, coloca duas flores arrancadas furtivamente do jardim público.

***

É disto que os aficionados têm medo, quando se recusam a acreditar na realidade patológica das práticas selváticas da tauromaquia.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

TERÇA-FEIRA, 5 DE OUTUBRO DE 2021 Vila Franca de Xira: touradas continuam a perder adeptos: touros a mais para público a menos e que nada tem a ver com a pandemia

A maioria dos portugueses gostam de touradas, dizem eles. HAHAHAHA. Provem-no. Mas não com uma sondagem comprada, combinada… e realizada só em Lisboa; Ribatejo e Alentejo.
Eipá; como se pode ver aqui. Nem as moscas gostam de ir ás touradas, pois se gostassem, a praça estaria mais composta.
Mesmo entre eles, são cada vez mais aqueles que se apercebem, de que a tauromaquia é psicopatia, e não querem ser coniventes com ela!

Mário Amorim


Vejamos o que nos conta o Grupo

VilaFranquenses Anti-tauromaquia

Ontem. Praça quase vazia. E continuam a insistir que as praças têm público?

As desculpas…

VFX1.jpg

VFX3.jpg

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Quem perdeu uma grande corrida? Ninguém perdeu, porque não houve uma grande corrida. O que houve foi um grande massacre de Touros apenas para os sádicos e psicopatas satisfazerem os seus mais perversos desejos. Ainda não se aperceberam de que os sádicos e os psicopatas são uma minoria já em extinção?

Posto isto, continuemos a azarar a tauromaquia, para que ela se extinga, e  Portugal possa livrar-se da mais desonrosa, da mais indigna, da mais cruel, da mais violenta, da mais perversa, da mais cobarde, da mais incivilizada, da mais macabra prática que existe à face da Terra: o divertimento à custa do mais atroz sofrimento infligido a seres vivos indefesos, inocentes e inofensivos.

Isabel A. Ferreira

 

Fonte:

https://www.facebook.com/VFXAnti.tauromaquia/photos/pcb.4735777506452555/4735774289786210

Fonte: Arco de Almedina

«Querido Touro…Eu respeito a tua Vida»

Andu Torres

QUERIDO TORO…YO RESPETO TU VIDA

***

Quem não respeita a Vida dos outros seres vivos, não se respeita a si próprio, como ser vivente, e deambula pelo mundo como um troll.


E quem diz que bicho é bicho desconhece que o único bicho que existe é o bicho-homem.

Ver vídeo aqui:

https://www.facebook.com/andu.torres.5/videos/588238958278153/

 

Isabel A. Ferreira

 

TORO.PNG

 

***

Mas há quem não respeite a vida de um Touro. Vejam estas imagens inacreditáveis!!!!  

 

Conteúdo não suportado.

Loranca de Tajuña (Guadalajara; Castilla La Mancha; SPAIN) 11/septiembre/2021;
ESTO ES LA CULTURA DE LA TAUROMAQUIA???
***
E isto é cá em Portugal:
Malditos tauricidas! Em Monsaraz isto é proibido, mas faz-se. Porquê. Porque asw autoridades não cumprem nem fazem cumprir a LEI.

Em Barrancos, os Touros de morte existem por uma excepção à LEI, graças ao “bom, ao generoso, ao herói” Jorge Sampaio.

Como tudo isto é DESPREZÍVEL! 

MONSARAZ.PNG

Fonte: Arco de Almedina

 

Um recado de Paz Romero, a todos os toureiros do mundo

Esperamos que os governantes dos oito tristes países que ainda mantém esta prática bárbara, entre eles Portugal, comecem a perceber o que Paz Romero quer dizer quando diz o que se segue:

Torero, lo tuyo no es arte ni culturaToureiro o que é teu não é arte nem cultura.
El arte no mata. La tortura no es culturaA arte não mata. Tortura não é cultura.
¡Jamás serán iguales!Jamais [um bailarino e um toureiro] serão iguais!

A tauromaquia é VIOLÊNCIA!

(O que é que os governantes não entendem nesta mensagem?)

Fonte: Arco de Almedina Blog

Um recado de Paz Romero, a todos os toureiros do mundo

Esperamos que os governantes dos oito tristes países que ainda mantém esta prática bárbara, entre eles Portugal, comecem a perceber o que Paz Romero quer dizer quando diz o que se segue:

Torero, lo tuyo no es arte ni culturaToureiro o que é teu não é arte nem cultura.
El arte no mata. La tortura no es culturaA arte não mata. Tortura não é cultura.
¡Jamás serán iguales!Jamais [um bailarino e um toureiro] serão iguais!

A tauromaquia é VIOLÊNCIA!

(O que é que os governantes não entendem nesta mensagem?)

#LaTorturaNoEsCultura #TauromaquiaEsViolencia
#tauromaquianoconmisimpuestos #TauromaquiaAbolicion

 

Torero não es arte.jpg

Fonte: Arco de Almedina

A todas as Mulheres, Meninas e Crianças do Afeganistão

Sejam fortes, sejam corajosas, sejam perseverantes como os cactos dos desertos que, no mais inóspito ambiente, têm a coragem de florir.

O mundo civilizado está convosco.

Os Australopitecos, comparados com os talibã, que ontem (15 de Agosto de 2021) regressaram ao Poder, no Afeganistão, eram muito mais civilizados do que estes que vos querem roubar o direito à VIDA. E porquê? Porque eles sabem que as mulheres afegãs do século XXI d. C. evoluíram. São belas, inteligentes, corajosas. E eles temem-nas.

Além disso, os talibã sentem-se inseguros, na força que não têm, porque só os COBARDES afrontam e esmagam os direitos das Mulheres, das Meninas e das Crianças, para se sentirem homens.

Contudo, um homem cobarde é sempre um cobarde, mas nunca um homem (Monroe John).

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina