PAN AVANÇA COM PROJECTO-LEI PARA ABOLIR O USO E ABUSO DE ANIMAIS NO CIRCO

Por todo o mundo esta gigantesca onda civilizacional já corre a passos velozes…

Em Portugal marca-se passo…

ELEFANTE652db931b03434af33c6ed02458509c9_L.jpgÉ inconcebível que se mantenha enjaulado durante toda uma vida, este magnífico animal, nascido para ser livre na savana ou nas florestas…

No próximo dia 21 de Dezembro será debatido na Assembleia da República o projecto-lei que resulta de vários meses de estudo e reuniões com várias entidades e ONGs nacionais e internacionais, visando a proibição de utilização de animais, de qualquer espécie, em circos.

Segundo comunicado do PAN, «a proposta prevê que após a aprovação da lei seja proibida a aquisição ou reprodução de animais para além dos já previstos na Portaria 1226/2009, de 12 de Outubro. Para os animais actualmente detidos pelos circos estabelecer-se-á uma moratória, por um lado, para que os circos se possam adaptar a uma realidade sem animais e, por outro, para que haja tempo para se reencaminharem os animais para reservas. Os tratadores/ treinadores dos circos que cedam gratuitamente os animais ao Estado terão direito a um apoio para efeitos de reconversão profissional. Será ainda estabelecido um regime contra-ordenacional para o incumprimento da lei e para os casos mais graves será prevista a criminalização de certas condutas.

Apesar de em diversos países já existir legislação que proíbe a utilização de animais nos circos como são os exemplos de Chipre, Malta, Grécia, Holanda, Bélgica, Áustria, Itália entre outros na Europa e no Mundo, Portugal tem agora a oportunidade de dar mais um passo para um relacionamento mais ético com os animais.

Vários circos e promotores culturais têm vindo a abdicar dos espectáculos que utilizam animais das mais diversas formas. Os Coliseus de Lisboa e do Porto já o fizeram, adoptando uma decisão ética e de consciencialização da sociedade ao deixar os números artísticos entregues, exclusivamente, a seres humanos.

Nos últimos anos tem havido uma crescente discussão sobre o uso de animais em circos. Isto reflecte-se em várias alterações legislativas sobre esta matéria sendo que, até agora, 19 países da UE adoptaram limitações ao uso de animais em circos, assentes num amplo consenso académico fundamentado por consistentes argumentos científicos. Esta discussão adquire particular relevância nos períodos festivos com um aumento da oferta de espectáculos de circo um pouco por todo o país. É importante fazermos escolhas informadas sobre o tipo de actividades que escolhemos para nos divertirmos e para entreter e educar as nossas crianças. A declaração do Intergrupo do Bem-Estar e Conservação de Animais sobre os efeitos da vida de circo em animais selvagens, de Setembro de 2015 apresenta as principais implicações para o bem-estar de animais selvagens numa vida de circo, que vão do confinamento extremo de espaço, à impossibilidade de expressão dos seus comportamentos naturais, à separação precoce da progenitora, à restrição forçada das interacções sociais, aos treinos rigorosos e comprovadamente desconfortáveis para os animais e às viagens frequentes que perturbam os seus ritmos naturais entre outros constrangimentos.

É relevante recordar que o ano passado a TripAdvisor anunciou que deixou de ser possível comprar bilhetes para atracções que envolvam animais selvagens. O maior website de viagens do mundo não vai vender mais entradas para centenas de atracções nas quais os turistas estão em contacto directo com animais selvagens ou espécies em vias de extinção que estão em cativeiro e numa iniciativa que coloca a responsabilidade social à frente do lucro e que contribui para uma sociedade civil mais participativa e organizada.

“Os animais explorados nos circos são meras sombras daqueles que se encontram na natureza. Os animais que se encontram nos circos devem ser resgatados e colocados em reservas onde possam recuperar e preservar a sua integridade. As pessoas devem ser sensibilizadas e incentivadas a escolher apenas circos onde não haja animais”, refere André Silva, deputado da Assembleia da Repúblico, pelo PAN.

***

Força PAN, pode ser que desta vez a Lucidez consiga entrar na Assembleia da República.

Porque a verdadeira Arte Circense é apanágio exclusivo do Homo Sapiens Sapiens.

Fonte:

https://pan.com.pt/comunicacao/noticias/item/1479-pan-agenda-projeto-lei-abolir-animais-circos.html

(ADVERTÊNCIA: Este Blog rejeita automaticamente a ortografia brasileira, preconizada pelo falso acordo ortográfico de 1990, que foi imposto ilegalmente aos Portugueses. Este Blog adopta a Língua Oficial de Portugal – a Língua Portuguesa, na sua matriz culta e europeia.)

Fonte: Arco de Almedina

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PARABÉNS FUNCHAL!

Como gostaria de poder saudar aqui os 308 Concelhos Portugueses!

Mas Portugal avança muito, muito lentamente, para o Bem, o Bom e o Belo.

Contudo, para o Mal, o Mau e o Feio, Portugal corre como um Falcão Peregrino, o animal mais rápido do mundo.

Isto é triste, mas é a mais pura verdade.

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Origem da imagem: Internet

Fonte: Arco de Almedina

Crueldade Ativistas franceses pedem proibição da caça de raposas

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

Uma coalizão de mais de 20 grupos franceses de direitos animais, incluindo uma liderada pela ex-estrela de cinema Brigitte Bardot, realizaram uma ação para proibir a caça com cães.

“Vários países europeus (incluindo a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Bélgica) já proibiram esse esporte cruel”, escreveram em uma carta ao ministro do meio ambiente, Nicolas Hulot.

“O que a França está esperando para se juntar a esses países que teve a coragem de proibir a caça com cães?”, disse.

A caça de cervos e raposas com cães são legais na França, onde javali e lebres também são tradicionalmente caçados com cães de caça.

A chamada vem depois que Hulot, o ecologista mais famoso de França, indicou no mês passado que queria repensar as leis que regem a caça.

“Algumas práticas como a caça com cães prolongam a agonia e o estresse do animal. Isso me perturba profundamente”, disse Hulot em uma entrevista à revista francesa L’Obs.

“Isso não é o que eu chamo de civilizado”, disse ele, acrescentando que ele queria iniciar um “grande repensar” da maneira como os animais foram tratados com o ministro da agricultura.

Mais de 20 grupos de direito animais apoiaram o pedido de proibição, incluindo PETA, Sea Shepherd e o Fundo Internacional para o Bem-estar dos Animais.

Fonte: ANDA

Entrevista de Nelson Lima presidente da Associação das Tertúlias Tauromáquicas

Resultado de imagem para Nelson Lima presidente da Associação das Tertúlias Tauromáquicas

«Aprendi em criança que nas touradas só se deve aplaudir o que for bem feito»

Entrevista com Nelson Lima, 63 anos, presidente da Associação das Tertúlias Tauromáquicas

«Respeito os anti-taurinos e só quero que me respeitem a mim também. Infelizmente há aficionados que conseguem estragar a festa melhor que os anti-taurinos. Querem mesmo dar cabo da festa mas à maneira deles. Se a festa um dia acabar é por causa desses aficionados.»

A primeira frase do Senhor Nelson Lima, deveria ter sido: Aprendi em criança, nas touradas, a ser Psicopata.
Depois, quero dizer ao Senhor Nelson Lima, que os Anti-Taurinos, são aqueles que gostam de touradas.
Nós, que não gostamos de touradas e que contra elas lutamos, aprenda, senhor Nelson Lima; somos ANTI-TOURADA.
A “festa” da Psicopatia, Sociopatia, da Butalidade, da Crueldade, da Tortura, do Sangue, do Crime, da Máfia, está cada vez mais perto do fim, senhor Nelson Lima. Não é se um dia vai acabar. Ela vai acabar, e bem mais depressa do que julga!
Mário Amorim

“Isto é morrer à fome”. A imagem chocante que mostra o impacto das alterações climáticas

Habituado a ver ursos desde a infância, passada no Canadá, o fotógrafo e biólogo do grupo Sea Legacy Paul Nicklen não conseguia acrediar no que via: durante a sua expedição às ilhas de Baffin, no Ártico do Canadá, deparou-se com um urso polar a morrer à fome.

“Toda a minha equipa do Sea Legacy estava a conter as lágrimas e as emoções enquanto filmávamos este urso polar moribundo. É uma cena que ainda me atormenta mas sei que precisamos de partilhar tanto o bonito como o doloroso se queremos quebrar as barreiras da apatia”, escreveu na legenda do vídeo que publicou no Instagram.

“Isto é morrer à fome. A atrofia dos músculos. Sem energia. É uma morte lenta e dolorosa. Quando os cientistas dizem que os ursos polares vão estar extintos nos próximos 100 anos, eu penso nos 25 mil ursos que morrem desta forma”, acrescentou.

Nicklen aproveitou estas imagens para deixar um alerta: “A simples verdade é esta – se a Terra continuar a aquecer, vamos perder ursos e todo o ecossistema polar. Este urso não era velho e certamente morreu nas seguintes horas ou dias depois deste momento. Mas há soluções. Temos que reduzir a nossa pegada de carbono, comer a comida certa, parar de cortar as nossas florestas e começar a colocar a Terra – a nossa casa – em primeiro lugar”.

Fonte: Ionline (contém video)

CONTEÚDO ANDA Número recorde de mortes de cavalos revela a crueldade da indústria de corridas

O Cheltenham Racecourse, um curso de inglês famoso por promover um festival de corridas de cavalos de Cheltenham, que ocorre em Março, foi criticado após quatro cavalos morrerem em apenas…

As mortes despertaram a indignação do público e foi informado que as condições da pista de corrida fizeram com que cavalos escorregassem ou caíssem.

De acordo com o The Holidog Times, os quatro cavalos, que faleceram entre 17 e 19 de Novembro, tinham entre quatro e nove anos. A égua Glenmona, morreu devido a lesões causadas na competição enquanto os outros três foram mortos após serem examinados por veterinários.

O primeiro cavalo que faleceu, Counter Shy, foi explorado em uma corrida de obstáculos e o segundo, Need-To-Know, escorregou ao ter contato com o solo e lesionou a perna traseira. Já a égua Glenmona tropeçou e o cavalo London Pride, de seis anos, sofreu uma queda grave após saltar obstáculos em uma descida, caindo sobre a cabeça e torcendo o pescoço.

Os acidentes aumentaram o número de animais mortos em Cheltenham para 11 neste ano, o que supera as 10 mortes registradas na pista em 2016. Os jockeys alegaram que a pista era instável e pantanosa e culpam essas condições pelo trágico destino dos animais.

Embora os organizadores da corrida reconheçam que o clima alterou a qualidade da pista, eles negam qualquer responsabilidade pelos acidentes.

Para Dene Stansall, consultora da organização Right Animal Aid, o verdadeiro problema é evidente: “Depois de cenas impossíveis de ver de cavalos caindo e ficando feridos e quatro jovens cavalos inocentes mortos no final de três dias de corrida, as perguntas devem ser respondidas e as pessoas são responsáveis por esse notório abuso dos animais. A British Horseracing Authority e Jockey Club Racecourses não podem mais justificar a morte de cavalos como ‘acidentes’ ou se esconder atrás de estatísticas fracas e patéticas como eles costumam fazem”.

A Animal Aid tem pressionado para que a pista de corrida seja fechada. A investigação da organização sobre corridas de cavalos afirma que cerca de 200 animais morrem na pista anualmente enquanto aqueles que não são mais explorados nas competições são enviados para o matadouro porque perdem seu “valor”.

Há muitos anos, grupos direitos animais denunciam os horrores que sofridos por cavalos forçados a competir. Um artigo publicado no New York Times em 2012 estimou que cerca de 20 cavalos morrem semanalmente em corridas nos EUA, principalmente devido a overdoses de drogas, usadas para aumentar a performance.

As incidências de crueldade envolvendo esses animais são generalizadas. Uma investigação realizada pela Peta em 2014 acusou famosos jockeys norte-americanos de, entre outros abusos, usar choques elétricos para forçar os animais a correr mais rápido.

Fonte: ANDA