Gucci prohibirá las pieles en sus colecciones

El gigante del lujo italiano Gucci anunció el miércoles que prohibirá las pieles en sus nuevas colecciones a partir del próximo año y que subastará las prendas de piel que le queden. La famosa casa de modas aseguró además que subastará las prendas de este tipo que le queden, y los recursos serán donados a fundaciones que luchan por los animales.

Gucci prohibirá las pieles en sus colecciones

La famosa casa de modas aseguró además que subastará las prendas de este tipo que le queden, y los recursos serán donados a fundaciones que luchan por los animales.

El gigante del lujo italiano Gucci anunció el miércoles que prohibirá las pieles en sus nuevas colecciones a partir del próximo año y que subastará las prendas de piel que le queden.

Esta medida entrará en vigor a partir de la colección primavera-verano 2018, declaró su presidente, Marco Bizzarri, en el London College of Fashion de la capital británica.

Esta evolución “demuestra nuestro compromiso absoluto en hacer del desarrollo sostenible un elemento inseparable de nuestra actividad”, agregó.

Bizzarri aseguró que los ingresos conseguidos con las subastas de las últimas prendas de piel serán entregados a las organizaciones de defensa de los derechos de los animales Human Society International (HSI) y LAV (Italia).

Este gesto de Gucci “cambia el panorama” y “tendrá un efecto contagio enorme en el mundo de la moda”, reaccionó la presidenta de HSI, Kitty Block, en un comunicado.

Otra famosa marca del lujo italiana, Armani, ya anunció en 2016 que no incluiría más pieles en sus colecciones.

Fonte: ANIMANTURALIS

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RESPOSTA DO PROVEDOR DO TELESPECTADOR À CARTA ABERTA QUE DIRIGI AO PRESIDENTE DO CA DA RTP

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Na sequência da CARTA ABERTA A GONÇALO REIS, PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP a propósito das lamentáveis declarações públicas que este fez, referentes à intenção de continuar a parceria com o campo pequeno, para transmissão de touradas na estação pública de televisão, recebi do Provedor do Telespectador a seguinte mensagem:

(Nota: os erros ortográficos são da responsabilidade de quem escreveu a mensagem)

RTP – Provedor do Telespectador                                                16:35 (há 1 hora)

para mim

Exmo(a) Senhor(a) Encarrega-me o Senhor Provedor do Telespetador de lhe transmitir a seguinte resposta: Agradeço a sua mensagem. O Presidente do Conselho de Administração da RTP, Gonçalo Reis, exprimiu a sua opinião favorável às touradas, congratulou-se com a sua transmissão televisiva e sublinhou que a parceria Campo Pequeno-RTP “é para continuar”. Mas também referiu com clareza que a decisão de transmitir touradas é da responsabilidade do Diretor de Programas. Este já exprimiu publicamente que, pessoalmente, é contra as touradas. A intervenção do presidente da RTP não é decisiva, mas vem colocar mais pressão sobre o Diretor de Programas da RTP1 para que continue a transmitir touradas. Darei conhecimento da sua queixa a quem de direito e penso tratar esta questão em próximo programa Voz do Cidadão.

m/ cumprimentos,

Jorge Wemans

Provedor do telespetador”

Susana de Faria

Gabinete de Apoio aos Provedores

***

Eu agradeço a gentileza da resposta.

Contudo quero acrescentar o seguinte: este jogo de pingue-pongue, este empurrar a responsabilidade para o DireCtor de Programas, que já disse ser contra a transmissão de touradas, é algo que não fica bem a um administrador.

Se existe na RTP um DireCtor de Programas, em princípio, ao DireCtor de Programas deveria ser dada a liberdade de seleCcionar os programas de acordo com os interesses dos telespeCtadores, e sabemos como é esmagador o número de telespeCtadores que se indignam com a transmissão se selvajaria tauromáquica na estação pública de televisão, até porque torturar seres vivos e transmitir essa tortura em direCto não é do interesse público, nem no mais remoto e atrasado país do mundo, quanto mais num país integrado numa Europa culta.

Ora se o senhor Gonçalo Reis referiu com clareza que a decisão de transmitir touradas é da responsabilidade do DireCtor de Programas, e se o DireCtor de Programas já exprimiu publicamente que, pessoalmente, é contra as touradas, e se a intervenção do presidente da RTP não é decisiva, qual o motivo desta pressão sobre o DireCtor de Programas da RTP 1 para que continue a transmitir touradas, senão o da subserviência ao lobby tauromáquico instalado no poder?

Sabemos que o anterior Provedor do TelespeCtador, Jaime Fernandes, que era assumidamente contra as touradas, já havia recomendado à RTP a não transmissão de touradas (não é para isso que servem os provedores dos telespeCtadores?) devido ao elevado número de queixas contra a transmissão dessa selvajaria numa televisão pública, paga com os impostos dos portugueses que, maioritariamente (mas muito maioritariamente), abominam a selvática prática de torturar bovinos, para divertir sádicos, algo que nada tem a ver com cultura, nem com arte, nem com tradição, nem com coisa nenhuma que pertença à condição e aos valores humanos.

Um destes dias, estive a ouvir a Voz do Cidadão (suponho que no sábado passado, em “repescagem”, porque não vejo, nem verei a RTP, enquanto esta não evoluir), porque me chamaram a atenção para o assunto da não transmissão dos Mundiais de Atletismo de Londres, nos quais estavam a participar atletas portugueses de alto nível, e seria do interesse público transmiti-los, até porque a lei recomenda, por limitações de carácter financeiro.

Bem sei que transmitir os Mundiais de Atletismo de Londres, que interessava a todo o país, não é a mesma coisa que transmitir a selvajaria do campo pequeno, que só interessa a uma minoria, muito minorca, sádica, inculta e encruada. Não é. Mas será que transmitir touradas para essa minoria sádica, “coisa” que até baixa significativamente as audiências da RTP, dá mais lucro do que os Mundiais de Atletismo?

Senhor Provedor do TelespeCtador, fico a aguardar com bastante curiosidade, a abordagem desta questão num próximo programa Voz do Cidadão.

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

CONTEÚDO ANDA Investigação expõe a crueldade de grupo de caçadores responsável pela morte de dezenas de animais

Um urso cai de uma árvore e inúmeros homens correm até o local. Cães são explorados para atacá-los violentamente. “Você pegou isso em vídeo?”, pergunta alguém

Mais de uma dúzia de cenas como esta, gravadas em celulares, são evidências em uma investigação sobre uma rede de caçadores no Sudoeste de Washington (EUA).

Cão ao lado de urso morto

O Departamento de Pesca e Vida Selvagem de Washington (WDFW) acredita que os vídeos, que foram feitos pelos sujeitos investigados, mostram dezenas de mortes de animais selvagens. Desde Agosto, o promotor do condado de Skamania apresentou 191 acusações criminais contra oito pessoas.

Neste caso, 80 eram relacionadas à caça. O número de acusações é o equivalente ao que os investigadores da WDFW recebem em um ano típico, segundo os dados da agência. As autoridades dizem que nunca viram um caso tão grande e perturbador.”É [um caso] revelador sobre o que está acontecendo nessas florestas”, disse o oficial Denis Budai.

O uso de cães em caças recreativas é ilegal, assim como deixar os cadáveres para apodrecer. Neste caso, ursos e linces foram inicialmente encurralados antes de serem baleados e abandonados.

Evidências coletadas pela polícia mostram que grande parte da caça foi realizada durante o dia na Gifford Pinchot National Forest in Southwest Washington, no Sudoeste de Washington. Os oficiais nunca receberam uma denúncia sobre os criminosos que provavelmente utilizaram vigias e rádios para evitar a detecção.

O que motivou esses suspeitos a matar os animais será debatido no tribunal. Não foi pela carne ou pelas peles, que muitas vezes foram deixadas no local. Os oficiais questionam se a cultura de selfies e das mídias sociais os incentivou. Se isso não ocorreu, o impulso de compartilhar as cenas dos crimes certamente ajudou a desvendá-los.

Durante quase nove meses, os investigadores coletaram centenas de mensagens de texto, vídeos, fotos e postagens nas mídias sociais para construir o caso.

Caçadores posam com animais mortos

Um suspeito, William J. Haynes, supostamente mandou uma mensagem para a mãe com uma selfie de si mesmo coberto pelo sangue de um urso. Outro, Joseph Dills, que se declarou culpado de acusações de caça em 2008, publicou fotos no Facebook que o mostravam posando ao lado de duas cabeças de cervo mortos no Oregon e levados para Washington.

Em outra foto, Dills e Haynes estavam na frente de uma caminhonete com cães explorados para a caça e dois linces mortos no capô. Os membros do grupo também compartilhavam vídeos de cães mastigando ursos em mensagens privadas do Facebook. Eles planejavam as caças por meio de mensagens de texto.

Coordenadas de GPS e as fotos e vídeos encontrados nos telefones revelaram dezenas de locais de caça que devem ter evidências físicas para corroborar as acusações, segundo a polícia. As mensagens de texto também expuseram uma rede mais ampla de caçadores. Os telefones de quatro novos suspeitos mostraram mais de 50 casos de caça, de acordo com os registros.

Os oficiais comparecerem a cerca de 20 locais de matança na Gifford Pinchot National Forest. A caça é uma prática bárbara e antiga. Atualmente, caçadores matam por “uma variedade de razões”, diz Steve Eliason, professor de sociologia da Montana State University.

Cães explorados por caçadores

Trata-se de uma oportunidade para cometer um crime. “Um grande cervo corre e um caçador não consegue resistir”, ressaltou Eliason.

Alguns fazem isso em nome do lucro. Bahrenburg disse que uma vesícula de urso pode valer centenas no mercado negro.

Neste caso, as mensagens de texto descrevem o planejamento e não há provas de que quaisquer partes dos animais foram vendidas, de acordo com investigadores da WDFW.

Segundo o The Seattle Times, em muitas ocasiões, os caçadores deixaram animais inteiros para apodrecer e nem sempre buscavam a carne ou um “troféu” físico. Na era digital, porém, os troféus não são sempre físicos. Para esses suspeitos, as fotos e vídeos bárbaros podem ter sido o prêmio final.

Fonte: ANDA

CARTA ABERTA A GONÇALO REIS, PRESIDENTE DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA RTP

TORTURA.jpg
ESTA É UMA ENORME COVARDIA DO ANIMAL-HUMANO QUE EXIBE A SUA INVIRILIDADE DIANTE DO ANIMAL NÃO-HUMANO EXAURIDO, NO CHÃO… QUEM PODERÁ APLAUDIR TAL IGNOMÍNIA SENÃO SÁDICOS E PSICOPATAS?…

Senhor Gonçalo Reis,

Estando o senhor comprometido com a falta de excelência, não o tratarei por “Excelentíssimo Senhor”, como é da praxe, porque de “excelência” não tem nada.

Tem esta Carta Aberta o objectivo de esmiuçar as suas lamentáveis e obtusas declarações públicas relativas à transmissão de selvajaria tauromáquica, ao vivo e a cores, na passada quinta-feira, dia 12 de Outubro, na RTP 1, estação pública, que vive à custa dos impostos dos portugueses, e que o senhor administra segundo a vontade de um lobby que, ao que parece, serve servilmente.

Disse o senhor:

«Faço questão de ir à corrida de toiros da Casa do Pessoal da RTP no campo pequeno. Antes de estar à frente da RTP não ia a touradas, não sou aficionado e confesso que passo metade do tempo a fazer perguntas básicas para o lado sobre o que se passa na arena.»

O senhor fez questão de ir aos “toiros” porque o senhor não passa de um servo da plebe, e isso ficou bem claro. Antes de estar à frente da RTP, não ia a touradas. Agora, que está à frente da RTP, tem não só de ir às touradas, como de transmiti-las e dizer bem dessa aberração moral e cultural, desse cancro social, porque é pago para isso. Infelizmente, com os impostos de milhares de Portugueses, que não se revêem nesse divertimento medievalesco e bruto.

E disse mais:

«Mas também sei que há que valorizar o património e as tradições; que há que dar espaço à diversidade das preferências dos públicos; que há que promover o país descentralizado e os ambientes não urbanos; que devemos ter presentes as posições sucessivas da ERC e da Assembleia da República no sentido de assegurar graus de liberdade na programação e divulgação das várias manifestações da sociedade; que, como diz o Sérgio Sousa Pinto, os bilhetes das touradas são caros e os cidadãos têm o direito de as ver na TV em aberto.»

Há que valorizar que património? Que tradição? Que diversidade de preferências? Que promoção? Que ERC? Que Assembleia da República? Que assegurar graus de liberdade? Que direito de quais cidadãos? A tortura de bovinos indefesos numa arena, para divertir sádicos e exorcizar a invirilidade e os maus instintos dos envolvidos nestas práticas medievalescas e selváticas, não cabem nisso que considera ser património, tradição, liberdade, direitos. Não sei se já reparou que a Idade Média ficou lá muito para trás, e que o que era, já não é, o mundo evoluiu e apenas oito tristes países entre 193, existentes em todo o mundo, ficaram plantados na Idade das Trevas, e infelizmente Portugal é um deles. E o que sabem a ERC e a Assembleia da República de Ética, Evolução e Civilização?

E disse ainda mais:

«De facto, as minhas preferências pessoais são outras, mas assim como defendo que os amantes de artes plásticas merecem tê-las na RTP, também acho que cabe à RTP ser plural na programação, agindo com tolerância e cobrindo os interesses dos vários públicos.»

As suas preferências ficaram aqui bem vincadas: está-se nas tintas para a qualidade da programação da RTP, e é lamentável que ponha no mesmo saco uma prática selvática assente na mais profunda ignorância, e artes plásticas, que é puro saber. Não tem a mínima noção do que são as artes plásticas. A pluralidade de uma programação jamais passou pela tortura de seres vivos, em directo, em estações televisivas livres. Ao transmitir touradas na RTP, o senhor está apenas a cobrir os interesses de uma minoria constituída por psicopatas e sádicos, incluindo nessa minoria aquelas duas dezenas de famílias que exploram este “negócio carniceiro” que causa repulsa ao mundo civilizado. Ser plural e tolerante não passa por dar cobertura a práticas cruéis e repulsivas, que as sociedades modernas rejeitam.

Com estas declarações, o senhor demonstrou estar tão-só a cobrir os interesses do lobby tauromáquico, que é poderoso porque os fracos obedecem-lhe cegamente, sem o mínimo sentido crítico; o senhor revelou falta de lucidez e não ter personalidade própria, uma vez que ao dizer que a tortura é um “bom espectáculo” ou um “espectáculo familiar”, como declarou numa entrevista, é de alguém que não sabe o significado de bom e de familiar, e é manifestamente servil.

Deixar-lhe-ei aqui DEZ RAZÕES PARA NÃO TRANSMITIR MAIS TOURADAS NA RTP porque nunca é demais fornecer argumentos para chamar a atenção de pessoas como o senhor, que demonstrou não ter a mínima Cultura Crítica.

1 – Porque é desumano usar animais para entretenimento humano, especialmente quando o “espectáculo” é conseguido à custa do sofrimento cruel e desnecessário dos animais. Os Touros são seres vivos pacíficos e dóceis e não merecem o tratamento cruel que o “homem” lhes dá, para se divertir e divertir os sádicos.

2 – Porque a tourada é um costume bárbaro e cruel (não é uma tradição, porque as tradições dignificam o Homem, e a selvajaria tauromáquica coloca o “homem” abaixo da escala animal) o qual (costume) tem como objectivo provocar dor e sofrimento a um animal não-humano, para exorcizar a invirilidade dos animais-humanos que nela intervêm, e com isso encher os bolsos a uns tantos energúmenos.

3 – Porque a tourada é um “jogocobarde e injusto, em que os únicos intervenientes sujeitos ao perigo são os Cavalos e os Touros, e nunca os animais-humanos. A tourada não é desporto nem arte. É um confronto desleal e cobarde entre os sádicos “humanos” armados de bandarilhas e espadas e um animal senciente, indefeso, inocente e inofensivo.

4 – Porque o sofrimento dos animais não se resume à arena. Os jovens Touros e Vacas são repetidamente torturados em treinos. Durante toda a sua vida, estes animais não conhecem mais do que a dor e a agonia lancinantes.

5 – Porque no mundo da tauromaquia nenhum animal é tratado com respeito e dignidade. Os próprios Cavalos sofrem as investidas desesperadas dos Touros. Para os sádicos tauromáquicos, os animais não têm direitos nem sentimentos: significam apenas um sujo lucro.

6 – Porque horas antes da entrada na arena, os Touros são enclausurados num lugar escuro, espicaçados, drogados, espancados, os seus chifres são cortados a sangue-frio, por isso quando os soltam na arena eles correm esbaforidos, parecem “bravos”, mas estão apenas angustiados, assustados, acossados, a tentar, desesperadamente, fugir dali. Mas os Touros não têm qualquer hipótese de fuga e protecção, ficam à merce de psicopatas, por vezes, lá reúnem as derradeiras forças para defenderem o que lhes resta de vida, e ferem e matam os seus carrascos. Legitimamente.

7 – Porque os Touros sofrem lesões gravíssimas provocadas pelos ferros espetados no dorso. Quando são reencaminhados para os curros, os ferros são-lhes arrancados da carne com o auxílio de facas, sem qualquer tipo de anestesia, sem qualquer compaixão, como se não fossem feitos de carne e osso, como os seus carrascos.

8 – Porque depois de ser “lidado”, o animal permanece na maioria das vezes, dois a três dias em sofrimento angustiante e atroz, à espera que o matadouro mais próximo reabra para que possa finalmente ser abatido.

9 – Porque a tourada deseduca e insensibiliza o público. A tourada não é cultura, é pura crueldade e maldade e apela aos maus instintos, aos maus-tratos dos animais. Levar crianças a ver tourada seja na televisão ou na arena, contribui para a sua deformação mental, e continuidade desta actividade degradante, cruel e medievalesca.

10 – Porque os Seres verdadeiramente Humanos não alimentam a crueldade e ganância de indivíduos que vivem da tauromaquia e à custa dos nossos impostos, e que ao torturar seres inocentes, inofensivos e indefesos, envergonham Portugal e toda a Humanidade.

Para terminar, senhor Gonçalo Reis, recomendo-lhe que leia estes dois textos, para que tenha a noção daquilo que aqui pus em causa:

 

CULTURA E CIVILIZAÇÃO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/22410.html

A CARTA DO GRANDE CHEFE SEATTLE

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/15806.html

 

E agora despeço-me com fé e esperança no triunfo da lucidez,

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Crianças educadas na violência

Aparte

Basta só procurarem aqui no meu blog, inúmeros artigos sobre crianças educadas na violência, e os perigos que existem, ao se educar crianças desta maneira.

Educar crianças na violência, como é o caso da tauromaquia, prejudica gravemente o bem-estar psicológico das crianças.

Ao serem educadas desta maneira, elas vão aprender, como se tornarem psicopatas.

Ou seja; as crianças educadas na violência, como é o caso da tauromaquia, são futuros psicopatas. Vão, por isso, mais tarde, representar um perigo para a sociedade.

Mas o que também me indigna, é o facto, da protecção de crianças e jovens em Portugal, ignorar isto, e não proibir que crianças e jovens, sejam educadas na tauromaquia, como de resto a UNESCO já recomendou!

Mário Amorim

Animais de estimação passam a poder ser levados para restaurantes

O Parlamento aprovou os projectos-de-lei do PAN, no BE e do PEV. Até agora, só podiam estar em restaurantes fechados os cães de assistência.

Ir comer fora e levar o animal de estimação vai passar a ser possível. A Assembleia da República aprovou esta sexta-feira os projectos do PAN, do Bloco de Esquerda e do PEV, que permitem animais de companhia em estabelecimentos fechados de restauração.

Os projectos mereceram votações distintas e tiveram, em várias bancadas, votos de deputados desalinhados da posição oficial do seu partido.

O diploma do PAN nasceu de uma petição remetida ao Parlamento pelo deputado único André Silva e visa alterar legislação de 2015, que não permite a entrada de animais em espaços fechados de restauração e bebidas, mesmo que o proprietário do estabelecimento o autorize.

A iniciativa pretende passar a decisão de autorização para os proprietários dos estabelecimentos comerciais, salvaguardando que os animais não tenham acesso a áreas de maneio e confecção de alimentos.

Este diploma contou com os votos favoráveis de PS, CDS-PP, BE, PCP e PEV, além do partido proponente.

Votaram contra uma deputada do CDS-PP, Ilda Araújo, e duas deputadas do PS, Maria da Luz Rosinha e Wanda Guimarães. Abstiveram-se o PSD, bem como três deputados do PS e outros quatro do CDS-PP.

O projeto do BE, que defende a possibilidade de os estabelecimentos criarem uma área específica para acolher animais de companhia, devidamente sinalizada, teve uma votação quase idêntica: as mesmas bancadas votaram favoravelmente, o PSD absteve-se, bem como deputados do PS e do CDS-PP. Apenas teve o voto contra da deputada do CDS-PP Ilda Araújo.

Já o projecto do Partido Ecologista “Os Verdes”, que salvaguarda aspectos como o porte e comportamento dos animais, que não pode causar transtorno para os restantes clientes do espaço, teve uma votação mais abrangente: todas as bancadas votaram a favor, registando-se o voto contra da mesma deputada do CDS-PP e três abstenções de deputados socialistas.

Os três projetos foram aprovados na generalidade baixando agora à discussão na especialidade.

Fonte: Renascença

ENVIAR QUEIXA | Atitude Inqualificável do Presidente do Conselho de Administração da RTP

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Presidente do Conselho de Administração da RTP assiste a uma tourada televisionada, tece grandes elogios à tauromaquia e fala numa “parceria para continuar”. Por favor, apresente a sua queixa quanto ao sucedido em  https://goo.gl/uW7NQH.

—– Mensagem sugerida —–

Exmo. Sr. Provedor,

Acabei de saber, via redes sociais, que o Presidente do Conselho de Administração da RTP tomou partido a favor da tauromaquia, durante uma entrevista no decorrer da tourada emitida pelo canal 1 em 12/10/2017. Referindo-se às touradas, não só proferiu afirmações como é um “bom espectáculo” e é “um espectáculo familiar”, como deu a entender que a RTP as vai continuar a emitir, dizendo que “é uma parceria para continuar”.

Considero inadmissível que, perante um tema tão fracturante como a tauromaquia, e num contexto em que o processo mais volumoso de queixas que existe na RTP é o que respeita à emissão de touradas, um membro do conselho de administração tenha a atitude que acabei de descrever.

Manifestada que está a minha indignação, peço a V. Exa. que faça o que for possível para que, enquanto a RTP não deixar de emitir touradas, representantes dessa estação de televisão não aproveitem a emissão das mesmas para se mostrarem e para tentarem beneficiar a indústria tauromáquica. Parece-me que é o mínimo que se deve exigir.

Com os melhores cumprimentos,

Via Marinhenses Anti-touradas