LIBERDADE?

Os Psicopatas Tauromáquicos, enchem a boca com a palavra, liberdade. Deixe-nos ter liberdade de ir ás touradas.

Então pergunto-vos: se fossem vocês que fossem torturados, numa praça de touros, levando com umas farpas no lombo, também achariam que os Psicopatas tauromáquicos, teriam liberdade de gostar e de ir ver?
Pois é. Não façam aos outros; no caso, não façam ao touro, o que não gostariam que fosse feito a vocês.
Não queiram para o touro, o que não quereriam a vocês.

Por tanto; a liberdade, aqui, está inteiramente do lado do touro.
A liberdade de não ser torturado, para vosso gáudio. A liberdade de nascer, viver em paz a sossego, no campo, na natureza, até à sua morte!

Mário Amorim

SE O PRESIDENTE DA CÂMARA DE VIANA DO CASTELO NÃO QUISER, A TOURADA PREVISTA PARA O PRÓXIMO DIA 20 DE AGOSTO NÃO SE REALIZARÁ

É tudo uma questão de coerência.

Quem manda em Viana do Castelo?

Vejamos:

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O actual primeiro-ministro de Portugal, no início do seu mandato, questionado no Parlamento sobre a existência das touradas, como costuma fazer a maioria dos políticos, deu uma no cravo e outra na ferradura, dizendo que nos municípios onde é “tradição” a realização de selvajaria tauromáquica, podem decidir pela sua continuidade ou não, assim como, naqueles que não há “tradição”, e aqui referiu-se mesmo a Viana do Castelo, que se declarou Cidade Anti-Tourada, em 2009, pode optar-se pela sua proibição.

Então de que está à espera o senhor Presidente da Câmara de Viana do Castelo?

Se a cidade se declarou Anti-Tourada, há que respeitar esta vontade dos vianenses. Há que respeitar as decisões camarárias. Ou elas existem apenas para inglês ver?

Dizer uma coisa e fazer outra não é honesto.

O primeiro-ministro disse, está dito.

Viana do Castelo não tem de vergar-se a vontades alheias, só porque existe quem permite touradas ilegais pelo país.

Quem manda em Viana são os Vianenses, e estes não querem o lixo tauromáquico na sua cidade anti-tourada.

Ponto final.

E isto devia bastar para que as outras “autoridades” respeitassem a lei.

A realizar-se, esta tourada será ILEGAL.

BASTA de tanta ilegalidade! De tanta impunidade!

Senhor Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, mostre quem manda em Viana.

Não permita que desautorizem a vontade expressa dos Vianenses, nem as decisões municipais.

O que querem fazer em Viana é uma afronta à soberania do município e à vontade do povo de Viana do Castelo.

Este é o momento certo para acabar com esta vergonhosa subserviência a um lobby decadente e corrupto.

Portugal está com Viana e com o seu Presidente.

E eu também estou.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Costa Rica prohíbe la divulgación de videos y fotos de mascotización y manipulación de animales silvestres

Normativa controla campañas publicitarias, documentales, reportajes, rodajes, filmaciones y otros similares, permitiendo sólo la emisión de imágenes que fortalezcan el respeto a los animales.

Costa Rica prohíbe la divulgación de videos y fotos de mascotización y manipulación de animales silvestres

El nuevo Reglamento a la Ley de Conservación de la Vida Silvestre, que el Presidente de la República y el Ministro de Ambiente firmaron el jueves de agosto de 2017, regulará el uso de la fauna en actividades audiovisuales, permitiendo sólo la emisión de imágenes que fortalezcan el respeto a los animales.

“Entonces, estas imágenes donde se ve a una persona alimentando a un animal silvestre ya no se podrían emitir, tampoco publicidad de personas tocando delfines o turistas alzando perezosos. Eso lo que demuestra es mascotización y tiene multa en la ley. Lo que se persigue es lograr un cambio en el comportamiento de las personas”, explicó Natalia Batista, quien es asesora de la viceministra de Ambiente.

La nueva normativa aplica a campañas publicitarias, documentales, reportajes, rodajes y filmaciones, entre otros. El Sistema Nacional de Áreas de Conservación (Sinac) será el encargado de diseñar el protocolo.

Uno de los requisitos que se pedirá a quienes produzcan materiales audiovisuales es incluir, en los créditos, la siguiente leyenda: “La fauna silvestre debe permanecer en su hábitat y condiciones naturales. Las filmaciones hechas en Costa Rica incentivan el respeto y conservación de la fauna y flora silvestre”.
Asimismo, el uso de imágenes o videos que muestren a personas en contacto directo con la fauna silvestre se permitirá solamente en procedimientos veterinarios o técnico-científicos orientados a la conservación.

En esos casos, la manipulación del animal solo podrá ser realizada por personal capacitado del centro de rescate, zoológico o zoocriadero. En este sentido, se prohíbe que el personal administrativo o de apoyo, los voluntarios y turistas toquen a los animales.

“Ahora, si la persona visita un zoológico y quiere tomar una foto sin fines comerciales y como recuerdo de su visita, lo podrá hacer, siempre y cuando no manipule al animal y cumpla con las normas del sitio de manejo”, aclaró Batista.
Bajo la nueva normativa, las personas no pueden alimentar a los animales del todo, está prohibido en centros de rescate, zoológicos o zoocriaderos, como ocurre en la actualidad en algunos sitios de este tipo.

El transporte de animales al set de televisión o filmación requerirá permiso del Sinac y la manipulación de los mismos estará a cargo del personal técnico del sitio de manejo (centro de rescate, zoológico o zoocriadero).

La nueva normativa entrará a regir una vez sea publicada en el diario oficial La Gaceta y con ella se hará operativa la Ley de Conservación de la Vida Silvestre (N° 7317), la cual fue reformada en el 2012 mediante un proyecto de ley presentado por iniciativa popular.

Fonte: ANIMANATURALIS

Cruz Vermelha e Touradas / Red Cross and Bullfighting

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EN | PT

Está a ser anunciada, para 19/08, uma tourada a favor da Cruz Vermelha Portuguesa de Safara e Sobral da Adiça!

A bullfight is being advertised for 19th August in support of the Safara and Sobral da Adiça branch of the Portuguese Red Cross.

Por favor, envie a mensagem abaixo sugerida, ou outra, para os endereços indicados (Cruz Vermelha local, nacional e internacional). Basta enviar uma só mensagem, mas convém colocar o seu nome no final do texto em inglês e no final do texto em português.

Please act now.

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To/Para:
pmaurer@icrc.org, mgirodblanc@icrc.org, mliard@icrc.org,
sede@cruzvermelha.org.pt,pimentaraujo@cruzvermelha.org.pt,
cvpsafarasobral@gmail.com,marinhenses.antitouradas@gmail.com

[EN]

Dear All,

I am writing this e-mail on the issue of the association between the Portuguese Red Cross (PRC) and bullfighting.

Unfortunately, in Portugal bullfighting is still a common practice. In each of these sad events about six or seven bulls are humiliated and tortured almost to death (and often horses perish as well). Spears with barbs are thrusted forcefully into their backs, causing severe bleeding and internal damage. A very high level of physical and psychological pain is caused to the bulls. Hours later these innocent animals are then butchered, after a long period of painful agony.

Although it is still legal in some countries, bullfighting has become the target of huge and growing social protests. For ethical reasons, more and more organizations choose to distance themselves as much as possible from this cruel activity.

It is quite difficult to understand how a prestigious institution such as the Red Cross can be associated to such cruel activities practiced upon the animals. As a matter of fact, aside from the regular provision of ambulances and human means to eventually assist people actively involved in bullfighting, there are some branches of the PRC who advertise, sell tickets for and/or accept money from the bullfighting events – red blood-stained money from innocent animals. Presently a bullfight is being advertised for 19th August in support of the Safara and Sobral da Adiça branch of the PRC.

The PRC admits there are branches that receive money from bullfights but states they are not the organizers, and thus undervalues the regular protests, from members and sympathizers, it receives.

In face of what has been said I would like to appeal to the Red Cross to dissociate itself as much as possible from performances based on animal abuse, namely by not allowing its denomination/logo to be used in bullfighting posters; by not advertising bullfights; and by not accepting blood-tainted money from bullfights.

Thanking you in advance for the kind attention devoted to this letter, I look forward to your kind reply, which I hope will be a positive one.

Best regards,
(Name, city, country)

[PT]

Exmos./as. Srs./Sras.,

Escrevo-lhes a propósito da associação da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) à tauromaquia.

Infelizmente, em Portugal ainda se realizam touradas. Em cada uma delas, seis ou sete bovinos são humilhados e torturados quase até à morte (havendo também, frequentemente, cavalos que ficam feridos ou morrem). São-lhes cravados ferros que lhes provocam severas hemorragias. É-lhes provocado um elevado nível de sofrimento físico e psicológico. Horas depois, os inocentes animais são, na sua quase totalidade, abatidos, após um longo período de agonia.

Embora ainda legalmente permitida em alguns países, a tauromaquia tem vindo a ser alvo de uma enorme e crescente contestação social e, cada vez mais, a generalidade das organizações optam por se distanciar ao máximo desta cruel actvidade por razões de ordem ética.

É incompreensível que uma Instituição como a Cruz Vermelha se associe a estas práticas de crueldade sobre animais. Com efeito, além do frequente envio de ambulâncias e meios humanos para eventual socorro de pessoas envolvidas nos espectáculos tauromáquicos, há delegações da CVP que publicitam touradas, vendem bilhetes para touradas, e/ou aceitam dinheiro proveniente de touradas – dinheiro manchado de sangue de animais inocentes. De momento, está a ser anunciada, para 19 de Agosto, uma tourada a favor da Delegação da CVP de Safara e Sobral da Adiça.

A CVP reconhece que há delegações que recebem verbas provenientes de touradas, mas salienta que não é organizadora, e vai assim desvalorizando os protestos que, neste âmbito, lhe vão sendo dirigidos por sócios e simpatizantes.

Face ao exposto, apelo a V. Exas. para que a Cruz Vermelha se dissocie o mais possível de espectáculos de maus-tratos aos animais, nomeadamente não permitindo que a respectiva denominação/logótipo conste em cartazes de touradas, não publicitando touradas, nem recebendo verbas delas provenientes.

Agradecendo antecipadamente a atenção dispensada e ficando na expectativa de uma resposta a esta mensagem que espero que seja positiva,
Com os melhores cumprimentos,
(Nome, cidade, país)

Via: Marinhenses Anti-touradas

GLORIFICAR OS COBARDOLAS DOS FORCADOS?

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Ontem, num artigo, no sapo, glorificava-se os forcados.
Ao que o sapo chegou. Enfim, que tristeza.

Todos nós sabemos, que o mundo que gira em redor da tauromaquia, é feito por mafiosos, criminosos, assassinos e psicopatas. E no caso dos forcados; criminosos, cobardes e psicopatas.

Alguma vez vimos os forcados enfrentar um touro, que não esteja desgastado, física e psicologicamente, que não esteja em sofrimento, que não esteja mais morto do que vivo, e que não tenha os chifres embolados? – Não. Nunca vimos. E nunca vimos, por uma simples razão, cobardia.

Passei os olhos ao de leve, nesse artigo, no sapo, e vi que apelidava os forcados de corajosos.
Não me façam rir.
Os forcados corajosos?
– Os forcados, não passam de uns cobardolas.
Não enfrentarem o touro, logo a abrir, numa corrida de touros, também diz bem, da cobardia, desses criminosos e psicopatas.

O touro, tem de estar com os chifres embolados, tem de estar cravado de bandarilhas, a sofrer, mais morto do que vivo. Só assim, é que os forcados, do alto da sua cobardia, o enfrentam.

Os forcados, são, na realidade, não um exemplo de coragem, mas um exemplo de cobardia.
Eles, borraram-se de medo, só de pensar em enfrentar um touro, que não tenha os chifres embolados, que não esteja desgastado, física e psicologicamente, que não esteja mais morto do que vivo. E isso que nome tem? – Chama-se cobardia!

Mário Amorim

NA SENHORA D’AGONIA QUEREMOS TOUROS SEM AGONIA

Chegou-nos a notícia de que deu entrada na Câmara Municipal de Viana do Castelo, um pedido da associação “vianenses pela liberdade” de instalação de uma praça de touros amovível para realização de uma tourada a 20 de Agosto, último dia da Romaria da Senhora d’Agonia.

O que esses falsos vianenses não sabem é que os verdadeiros Vianenses querem Touros sem agonia, na Senhora d’Agonia.

E é o que teremos.

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 TODOS A VIANA DO CASTELO PARA VARRER O LIXO TAUROMÁQUICO

Fonte da imagem.

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O requerimento já se encontra na autarquia para “apreciação”.

José Maria Costa, o seu presidente, dirá de sua justiça.

Bem, já se sabe que Viana do Castelo declarou-se Cidade Anti-Tourada, em 2009, a partir de uma proposta do então presidente da Câmara Municipal, Defensor Moura, dando um passo gigantesco para a modernidade, catapultando Viana para o rol dos municípios civilizacionalmente evoluídos, e que rejeitam esta barbárie, ainda mais para celebrar Senhoras d’Agonia ou outras.

No ano passado, os bárbaros fizeram uma tentativa de invadir Viana com a sua “tropa” medievalesca, mas foram corridos pelo bom senso da autarquia e pela vontade dos Vianenses, e não por terem desistido da tortura, como pretendem, alegando que «não encontraram enquadramento no programa das festas». Como poderiam encontrar tal enquadramento, se a tortura não se enquadra em nada que diga respeito a festas, muito menos de Santas, e ainda menos numa cidade luminosa e iluminada pela luz da civilização?

Pois este ano, irão ser corridos novamente, até porque a Senhora d’Agonia merece ser celebrada com alegria e sem agonia de Touros, e não se conspurca um município anti-tourada, apenas para uns poucos e sempre os mesmos sádicos forasteiros, provenientes de municípios civilizacionalmente atrasados, ali transportados em camionetas pagas com dinheiros públicos, irem dar aso à sua mórbida sede de sangue.

Haja racionalidade.

Mahatma Gandhi encorajava: «Quando uma lei é injusta, o correcto é desobedecer“. E não há lei mais injusta e estúpida do que aquela que permite a tortura de um ser vivo, para diversão de sádicos.

Os verdadeiros Vianenses e todos os seus apoiantes estão mobilizados, e em Viana, touradas, nunca mais.

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Fonte da imagem

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Fonte: Arco de Almedina

 

«BARRANCOS E A VERGONHOSA “TRADIÇÃO”»

A selvajaria tauromáquica continua em Barrancos, com o apoio da igreja católica e do governo socialista.

Não esquecer que os touros de morte foram introduzidos em Barrancos, em 2002, por Jorge Sampaio (socialista) na qualidade de presidente da República.

E pensar que andaram a cometer um regicídio para implantar em Portugal uma República das (e dos) Bananas!!!!! (***)

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Esta imagem diz tudo sobre o atraso mental de todos os envolvidos nesta prática, desde os que matam, aos que apoiam, aos que aplaudem e aos que dão o seu aval. E veja-se o sofrimento atroz do touro, estampado naquele olhar desesperado… Apenas os desalmados, desprovidos de essência humana, pactuam com este horror.

O texto que se segue é da autoria de Rui Palmela

 «Mais uma vez se realiza na vila alentejana de Barrancos, em finais de Agosto, a festa religiosa que culmina sempre num espectáculo sangrento, frente à capela, com a morte de 3 toiros numa arena improvisada onde o povo vibra de satisfação aplaudindo a barbárie que ali se realiza em “honra de Nª Srª da Conceição”. E a Igreja não reprova ou fica em silêncio cometendo seu “pecado de omissão” …

O espectáculo violento dura 3 dias onde se cumpre um ritual demoníaco de matar um touro por cada dia, “estoqueando” o animal que acaba caindo no chão mergulhado numa poça de sangue. Depois de morto, ou sofrendo horrivelmente sem se poder mexer, os ‘heróis’ da festa cortam-lhe as orelhas, o rabo e as patas como ‘troféus’, enquanto o toiro é arrastado pelo chão, já cadáver, acabando finalmente por ser esquartejado e distribuído pela população como manda a ‘tradição’.

Toda esta selvajaria é possível ainda em pleno século XXI com a aprovação do governo português que em 2002 criou uma famigerada “lei de excepção” que garante esse ‘direito’ do povo barranquenho realizar um espectáculo abominável apesar da forte contestação por parte das organizações de Protecção Animal e uma Lei que vigora desde Maio/2017 que reconhece os animais como seres sencientes dotados de sensibilidade e não ‘coisas’ como eram considerados antigamente.

Entretanto o PAN (Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza) deverá apresentar na AR uma proposta de lei para proibição destes espectáculos de morte no país, tal como as touradas deviam ser proibidas e transmitidas pela televisão. E já agora cortar todos os subsídios de apoio à Tauromaquia que deve ser suportada apenas pelos seus aficionados e não por todo o povo português que na sua maioria condena toda esta situação.

Pausa para reflexão!

Rui Palmela»   

Fonte:

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(***) Denomina-se República das Bananas um país ou região em que há corrupção e desrespeito pela legalidade e interesse público, expressão originalmente aplicada a países latino-americanos ou terceiro-mundistas, mas que se encaixa na perfeição a um Portugal que, fisicamente, é europeu, mas cerebralmente é latino-americano e terceiro-mundista, nestes detalhes grosseiros, até na língua que os actuais republicanos bananas (= gente sem atitude e sem coragem) decidiram importar e impingir aos portugueses.

Fonte: Arco de Almedina