Conteúdo anda Tigres são abusados em organização em Indiana, nos EUA

Tim Stark, dono da Wildlife in Need/Foto: Courier-Journal
im Stark, dono da Wildlife in Need

Uma inspeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revelou abuso de animais e condições inseguras para visitantes no Wildlife in Need, uma suposta unidade de conservação.

Segundo o site Indy Star, duas inspeções recentes revelam situações potencialmente fatais para visitantes, condições anti-higiênicas para os animais e repetidas violações das inspeções passadas.

A instalação em Charlestown, Indiana, é conhecida por seu programa para levantar fundos batizado de “Tiger Baby Playtime” (brincadeiras com tigres bebês), onde pessoas pagam para interagir com filhotes de tigres. A Wildlife in need diz que usa o dinheiro para ajudar a reabilitar os animais como parte de seu programa não-lucrativo.

A PETA divulgou um comunicado, juntamente com o relatório da inspeção de rotina da USDA feita na instalação em setembro e disse que “a agência confirmou todas as alegações da PETA e citou o local por múltiplas violações da Lei de Bem-Estar Animal Federal. A inspeção da USDA à qual a PETA se refere foi realizada no dia 13 de setembro, mas outra inspeção, no dia 8 de outubro, cita problemas contínuos na instalação.

Algumas conclusões da inspeção de setembro: “O uso de chicotes para impedir esses filhotes grandes e agressivos de morder é considerado abuso físico e podem causar desconforto desnecessário, dor e sofrimento para o animal.” O oficial da USDA acrescentou que os filhotes são exibidos quase diariamente – frequentemente várias vezes ao dia – com um intervalo de uma hora. No dia da inspeção, os animais haviam sido exibidos por 5 horas num total de 11 sessões. A falta de descanso e estimulações constantes podem “causar stress e possíveis doenças” ao animal, segundo o relato. De acordo com o site da Wildlife in Need, a organização já realizou mais de 150 eventos incluindo a “Tiger Baby Playtime” e encontros com animais exóticos desde junho desse ano.

A inspeção de outubro constatou que “o acúmulo de ossos, fezes e detritos podem ser uma fonte de doenças ou ferimentos.” A oficial da PETA Brittany Peet solicitou uma inspeção do local no dia 9 de setembro, citando o que a organização acreditava ser violações da Lei de Bem-Estar Animal. “Essa operação cruel e perigosa deve ser fechada e os animais retirados para santuários de reputação onde não serão usadas como brinquedos,” disse Peet.

Fonte: ANDA

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