Zimbabue renuncia a enjuiciar al dentista estadounidense que mató al león Cecil

Según señaló la ministra del Medio Ambiente, el dentista Walter Palmer, tenía “sus papeles en regla” e ignoraba que cometía una infracción.

Zimbabue anunció este lunes que renunció a procesar judicialmente al dentista y cazador estadounidense que mató en julio pasado al emblemático león Cecil, puesto que “sus papeles estaban en regla” e  ignoraba que cometía una infracción. 

“Está probado que (el dentista Walter) Palmer estuvo en Zimbabue porque  todos sus papeles estaban en regla”, afirmó la ministra del Medio Ambiente  Oppah Muchinguri ante la prensa en Harare, añadiendo que el dentista siempre será bienvenido a Zimbabue, “pero no para cazar”. 

En realidad, explicó la ministra, el propietario del terreno en el cual se realizó la cacería no tenía derecho a proponer matar al león en ese lugar, puesto que no le había sido atribuido ninguna cuota de caza.

Palmer, que seguía a su guía, ignoraba en qué lugar se encontraba  exactamente cuando disparó con su arco una flecha contra Cecil. Pero el  dentista estadounidense había pagado de manera legal 55.000 dólares (uno 50.000  euros) por el permiso de caza y el safari.

“¿Cómo podríamos enjuiciarlo, preguntó Muchinguri, añadiendo: “el problema  es ahora interno (de Zimbabue). Vamos a revisar nuestra política de atribución de cuotas (de caza)”.

De esta manera, quien quedaría ahora en la mira de la justicia es el organizador del safari, el cazador profesional zimbabuense Theo Bronkhorst.

Éste debe comparecer nuevamente el 15 de octubre ante un tribunal, tras  postergarse su proceso a fines de setiembre.

La muerte de Cecil, macho dominante del parque (Nacional de Hwange), famoso  por su melena negra, provocó protestas en todo el mundo de parte de los defensores de los animales. El león, de 13 años, portaba un collar con GPS puesto que era seguido en el marco de un programa de estudios científicos.

Cuando se pospuso el juicio, el cazador aseguró a la AFP que no creía estar  haciedo algo “ilegal”, y que su cliente estadounidense era “por completo inocente”.  

Bronkhorst se encuentra en régimen de libertad provisional tras haber pagado una fianza de 1.000 dólares. Después fue acusado de tráfico ilegal de antílopes, causa por la que será juzgado aparte.

Amenazado a través de las redes sociales internautas por defensores de los  animales, el dentista Palmer, un rico cazador de “trofeos”, se refugió durante dos meses en silencio, para reaparecer en septiembre en su consultorio en Estados Unidos.

Entonces, se excusó por la muerte de Cecil y cargó todas las culpas sobre Bronkhorst quien, según él, le había escondido la verdad.

Fonte: http://www.latercera.com/noticia/mundo/2015/10/678-651075-9-zimbabue-renuncia-a-enjuiciar-al-dentista-estadounidense-que-mato-al-leon-cecil.shtml

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A culpa morre solteira! Dentista que matou leão Cecil não vai ser processado

“Os papéis estavam em ordem”, explicam as autoridades do Zimbabué para justificar que o norte-americano que se transformou, em julho, no homem mais odiado da Internet, não tenha de nfrentar a justiça

Dentista que matou leão Cecil não vai ser processado

Walter Palmer, dentista do Minnesota, admitiu ter matado o leão-celebridade de um parque nacional no Zimbabué, mas sempre insistiu que agiu dentro da legalidade.

“Confiei nos meus guias profissionais locais para garantir uma caçada legal”, afirmou, em comunicado, no final de julho, quando se soube ter sido o norte-americano o responsável pela morte de Cecil.

Apesar da forte condenação internacional, que incluiu várias ameças a Walter Palmer, forçando-o a encerrar a clínica, a justiça do Zimbabué concorda que não pode ser acusado, uma vez que “todos os papéis estavam em ordem” conforme anunciou agora a ministra do Ambiente, Oppah Muchinguri, que tinha, inicialmente, pedido a extradição do dentista.

Já o julgamento do guia contratado por Palmer deverá prosseguir esta semana.

Fonte: Visão

O MONSTRO Walter Palmer deu a sua primeira entrevista! A PRIMEIRA ENTREVISTA DO CAÇADOR DO LEÃO CECIL

O dentista Walter Palmer, responsável pela morte do leão Cecil, numa área fora do Parque Nacional de Hwange, deu a sua primeira entrevista desde que, no início de Agosto, a opinião pública mundial noticiou o assunto.

À Associated Press (AP) e Minneapolis Star Tribune, Palmer garantiu ter agido legalmente e que ficou espantado ao descobrir que tinha caçado um dos mais amados e conhecidos animais do Zimbabué.

“Se eu soubesse que este leão tinha um nome e era importante para um país e para um estudo claro que não o teria feito”, explicou. “Ninguém, no nosso grupo de caça, sabia o nome do leão, antes ou depois do sucedido”.

O caçador admitiu ter atingido Cecil com um arco-e-flecha e que, ainda que o animal não tenha morrido imediatamente, ele não terá demorado 48 horas a sucumbir, como dizem os conservacionistas.

O norte-americano criticou ainda a animosidade dirigida às pessoas ligadas a si – desde funcionários da sua clínica dentária ou familiares – e garantiu que irá em breve voltar ao trabalho. De acordo com a AP e o Minneapolis Star Tribune, a clínica dentária foi vandalizada, assim como a sua casa de férias, na Flórida.

“Tenho vários funcionários na clínica e estou preocupado com a forma como isto tem afectado as suas vidas”, revelou. “Não percebo tal nível de humanidade para pessoas que não estão envolvidas em nada”.

Segundo Joe Friedberg, advogado que está a representar Walter Palmer gratuitamente, explicou que não tem conhecimento de nenhum inquérito ou pedido de extradição por parte das autoridades – norte-americanas ou internacionais.

Recorde-se que Theo Bronkhorts, caçador profissional que ajudou Palmer, foi acusado de “falha ao tentar evitar a caça ilegal”. E Honest Ndlovu, cuja propriedade se encontra perto do Parque Nacional de Hwange e na qual Cecil morreu, está a ser investigado por ter deixado entrar o leão na sua quinta.

Quando questionado sobre um possível regresso ao Zimbabué e futuras caçadas, Palmer disse que desconhecia o futuro. “Já lá estive algumas vezes e o Zimbabué tem sido um magnífico país para caçar. Mas sempre segui as leis”.

Fonte: Greensavers

Conscientização Necessária Humane Society pede o fim das “caças ao troféu” como a de Walter Palmer

Foto: Brent Stapelkamp

Há poucos dias, foi divulgado que as autoridades do Zimbábue irão pedir a extradição do dentista norte-americano Walter Palmer, envolvido no assassinado do leão Cecil, que foi atraído para fora de uma reserva zimbabuana e ferido com um arco e flecha em uma área onde a prática é proibida. Palmer matou o animal depois de 40 horas de perseguição, segundo informações do site da Humane Society.

A Humane Society exige que os Estados Unidos cooperem com os esforços de extradição de Walter Palmer, para que ele possa responder perante a justiça. As autoridades já denunciaram o guia envolvido no incidente e pretendem processar também o dono do terreno onde o assassinato aconteceu.

Palmer, um ativo praticante de “caça esportiva”, possui todo um museu repleto de carcaças de animais que assassinou, desde leões a ursos polares. A maior parte dos animais foi morta com arco e flechas. Ao longo de sua vida, Palmer vem intencionalmente procurando os maiores espécimes de animais selvagens para fazer sua fama como um “caçador de troféus.” Cecil era um dos maiores leões da reserva onde vivia, o que certamente despertou a cobiça de Palmer.

Para os defensores de animais, a indignação generalizada diante do caso de Walter Palmer é um sinal positivo. O assunto está sendo discutido por jornalistas e pessoas “comuns” (não familiarizadas com a causa animal) ao redor do mundo. Porém, se a indignação se esgotar em Walter Palmer, será difícil abordar o problema em toda sua amplitude.

Felizmente, uma iniciativa de parlamentares norte-americanos do Partido Democrata pode ajudar nesse quesito. Em carta recente destinada ao Serviço de Pesca e Vida Selvagem, 50 parlamentares democratas exigiram que a agência passe a classificar o leão africano como espécie ameaçada, o que colocaria esses animais sob a proteção da Lei de Espécies Ameaçadas dos Estados Unidos.

A Assembleia Geral da ONU também agiu nesse sentido, ao aprovar uma resolução que condena a caça “ilegal” e o tráfico de animais selvagens, num apelo aos governos de todo o mundo para que tomem atitudes contra essas práticas.

Além disso, o senador democrata Robert Menendez apresentou nessa segunda-feira (3) um projeto para banir toda e qualquer importação de “troféus” e partes do corpo de leões africanos e de outras espécies ameaçadas. O projeto de lei recebeu o nome de CECIL (Conserving Ecosystems by Ceasing the Importation of Large Animal Trophies Act). Se aprovada, a nova lei impedirá que esses artigos sejam levados aos Estados Unidos.

A Humane Society assinala que Walter Palmer é só um dentre milhares de norte-americanos abastados que têm como hobby tais “caçadas esportivas”. Indivíduos de diversas nacionalidades percorrem o mundo atrás dos maiores espécimes de animais selvagens raros, para assassiná-los em parques cercados (as famosas “canned hunts”) e se valendo de diversas artimanhas, como iscas, ou mesmo drogando os animais para que o assassinato seja mais fácil.

Esse “hobby” é praticado diariamente ao redor do mundo, com a assistência de guias profissionais e fiscais de conservação coniventes com a prática, quando não diretamente beneficiados pelas inclinações sádicas de certos turistas endinheirados.

Sobre o Zimbábue, a Humane Society afirma que se trata de um país “atormentado por lideranças terríveis na era pós-colonial, profundamente corrupto, autocrático e brutal no que concerne ao tratamento da vida selvagem.” A entidade atesta que Palmer foi ao Zimbábue porque existem muitos fiscais corruptos no país, dispostos a “vender” os animais selvagens a quem esteja disposto a pagar. Por exemplo, o Zimbábue permite que estrangeiros matem elefantes para recolher “troféus”. A prática é tão comum, que o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos Estados Unidos suspendeu a importação de partes do corpo de elefantes (ou “troféus”) para o país em duas ocasiões, em 2014 e 2015.

Segundo a Humane Society, o Zimbábue deveria seguir o exemplo de Botswana, que aboliu completamente esse tipo de caça, substituindo o modelo anterior pelo eco-turismo, que possui grande potencial econômico e de conservação. Países como Quênia, Ruanda e Uganda já vêm trilhando esse caminho, segundo a entidade.

Fonte: ANDA

Dentista que matou o leão Cecil poderá ser extraditado para o Zimbábue

Foto: Renee Jones Schneider/Minneapolis Star Tribune/TNS/Getty Images

Um abaixo-assinado destinado à Casa Branca conseguiu reunir mais de 40 mil assinaturas, num apelo pela extradição do dentista Walter Palmer, de Minnesota, segundo informações do site Huffington Post. Os signatários exigem que Palmer seja extraditado ao Zimbábue, para responder pelo assassinado do conhecido leão Cecil.

Palmer teria pago 55 mil dólares a dois homens zimbabuanos para poder assassinar o famoso leão de juba preta. “Investigações sugerem que o assassinato do leão foi ilegal, já que o proprietário do terreno não foi autorizado a fazer caças de leões em 2015. Assim, todas as pessoas envolvidas no caso devem comparecer em juízo para responder por caça ilegal,” consta de um pronunciamento das autoridades de conservação e turismo do Zimbábue.

O proprietário e um caçador profissional teriam atraído Cecil para fora do Parque Nacional Hwange, para que Palmer pudesse feri-lo com um arco e flecha, antes de perseguir o animal por mais de 40 horas até atirar nele com uma arma. Os dois indivíduos compareceram em juízo na quarta-feira e podem ser condenados a até 15 anos de prisão, segundo a rede BBC.

As autoridades zimbabuanas estariam agora atrás de Palmer. Parece ainda não ter havido um pedido oficial de extradição, mas especialistas afirmam que, se tal pedido for feito, pode ser que seja concedido.

Os Estados Unidos e o Zimbábue possuem um tratado bilateral de extradição que está em vigor desde abril de 2000 e se aplica a qualquer pessoa acusada ou condenada por alguma “violação extraditável”, que é definida como aquela “punível sob as leis de ambos os países pela pena de privação de liberdade por um período superior a um ano, ou por uma pena mais grave.”

Essa ideia de punibilidade em ambos os países se chama “dupla incriminação”. Em outras palavras, o que Palmer fez no Zimbábue seria ilegal também nos Estados Unidos, de acordo com o professor Jens David Ohlin, especialista em direito penal e internacional do curso de direito da Universidade de Cornell. Ohlin acredita que os critérios para extradição estão presentes no caso em questão.

Eric Freyfogle também é professor de direito, na Universidade de Illinois, e especializado em leis de preservação. Freyfogle concorda com o colega de Cornell: “O tipo de conduta envolvida, um caso grave de caça ilegal, certamente é crime nos Estados Unidos.”

Foto: brentsinclair.blogspot.com

Freyfogle acrescenta que a conduta de Palmer poderia sujeitá-lo a diversas outras previsões legais federais e estaduais, dentre elas, as leis de crueldade animal e a Lei Lacey, que “torna crime federal o ato de ‘comprar em comércio interestadual ou internacional’ qualquer item de vida selvagem obtido em violação a leis estrangeiras.”

Também se afirma que Palmer pode ter violado leis norte-americanas de combate a suborno.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem se pronunciou recentemente. A agência estaria “profundamente abalada com o assassinato recente do leão Cecil. Estamos analisando a questão e vamos ajudar as autoridades do Zimbábue de todas as formas que requisitarem.”

Palmer já havia sido multado em 3 mil dólares e condenado a um ano em liberdade condicional depois de confessar ter ilegalmente matado um urso negro em 2006. O dentista de Minnesota disse em pronunciamento que “não tinha ideia que o leão era um favorito local.”

Herbert V. Larson Jr., professor de direito internacional na Universidade Tulane, acredita que Palmer poderá ser extraditado, mas não está claro se o Zimbábue dará andamento ao procedimento, que tende a ser bastante caro e demorado. Seu conselho para Palmer seria contratar o melhor advogado zimbabuano que puder, voltar para o país por conta própria para “se declarar culpado, pagar uma enorme multa e fazer uma restituição, e um pedido público de desculpas.”

No momento, acredita-se que o assassino de Cecil esteja se escondendo, pois muitos ativistas e alguns repórteres estão de plantão em frente à casa e ao consultório do dentista.

Daniel Rohlf é professor de direito e especialista em leis de conservação e proteção animal e afirma que entende a reação do público, mas espera que o acontecimento com Cecil ajude as pessoas a refletir de que maneira podem defender a vida selvagem de uma forma mais ampla. “Eu sei que as pessoas estão muito indignadas a respeito de Cecil, mas a caça ilegal e o mercado negro prejudicam muito, muito mais do que os animais selvagens da África. E os congressistas republicanos estão tentando vetar novas restrições ao comércio de marfim nos Estados Unidos,” pondera Rohlf.

Uma petição online já ultrapassou mais de 180 mil assinaturas.

Fonte: ANDA

Dentista acusado de matar leão no Zimbábue já foi condenado por caça ilegal nos EUA

Paula French

Uma ONG do Zimbábue afirma que Cecil foi alvejado por arco e flecha e depois, por tiros.

 

Dois homens acusados de participar da caçada e da morte de Cecil, o leão mais famoso do Zimbábue, compareceram a um tribunal do país africano nesta quarta-feira, onde responderão por caça ilegal.

O caçador profissional Theo Bronkhorst e o fazendeiro Honest Ndlovuum podem pegar até 15 anos de prisão no Zimbábue caso sejam condenados.

O dentista norte-americano, Walter Palmer, também acusado de estar envolvido na morte de Cecil, poderá responder pelo mesmo crime.

Leia mais: Dentista americano é acusado de matar leão mais famoso do Zimbábue

Apesar de declarar ‘desconhecimento’ sobre a área de caça ilegal, o dentista já respondeu por crimes similares nos Estados Unidos.

Em 2006, ele foi condenado a pagar uma multa de US$ 3 mil após ter matado um urso-negro no Estado de Wisconsin.

Palmer havia caçado o animal fora de uma região autorizada e chegou a alegar que tinha matado o urso em outra região.

Outros registros no Conselho de Odontologia de Minnesota dão conta de que Palmer já foi acusado de assédio sexual no passado. Sua recepcionista alegou que ele fez ‘comentários indecentes’ para ela em 2006. O dentista não admitiu o crime, mas concordou em pagar a ela mais de US$ 127 mil.

Walter Palmer também tinha um histórico de caça a grandes animais e costumava publicar fotos deles mortos no Facebook, exibindo-os como troféus. Em uma delas, ele posa ao lado de um colega com um leão morto após um dia de caça.

Caso

Segundo ambientalistas do Zimbábue, o dentista pagou US$ 50 mil (cerca de R$ 170 mil) para matar o leão mais famoso do país.

De acordo com a Força de Preservação do Zimbábue (ZCTF, na sigla em inglês), Palmer alvejou o animal com flechas lançadas por uma besta e um rifle.

Leia mais: Quem matou o leão símbolo do Zimbábue?

Em declaração divulgada na terça, Palmer admitiu participação na caçada, mas disse que pensava que tudo estava legalizado.

O leão, chamado Cecil, foi depois degolado e teve a pele arrancada, segundo a ZCTF.

Palmer afirma ter pensado que “tudo estava legal e devidamente gerenciado” e disse que confiou na experiência de guias profissionais para “garantir uma caça legal”.

“Eu não tinha ideia até o final da caçada que o leão que abati era conhecido e estimado localmente e que usava um colar como parte de um estudo”, afirma.

“Eu me arrependo profundamente que minha busca por uma atividade que amo e pratico de forma responsável e legal tenha resultado no abate desse leão.”

Reação furiosa

O consultório de Palmer estava fechado na terça-feira, e um aviso na porta direcionava os visitantes a uma empresa de relações públicas, segundo a imprensa local. A página do dentista no Facebook foi apagada após ser alvo de comentários raivosos, e o site do consultório também saiu do ar.

Ainda assim, outras páginas surgiram nas redes sociais para condenar a atitude do dentista. Um grupo público no Facebook com mais de 500 membros foi criado com o nome “Walter Palmer deveria ser processado” e tem comentários de pessoas indignadas com o ocorrido.

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150729_cecil_leao_zimbabue_dentista_rm