Vitória!

Confirmação final recebida a partir do Comandante do Destacamento de Coruche da GNR, passada através do oficial de serviço do Comando Territorial de Santarém da GNR:

Não está autorizada a prática que denunciámos como ilícita, conhecida como “touros de fogo”.

Ainda assim, e expressando preocupação pela vontade que alguns populares estão a demonstrar em levar a cabo a dita actividade, pedimos aos militares uma maior vigilância nesse sentido.

Obrigada uma vez mais por toda a vossa mobilização. Desde ontem que recebemos largos milhares de CC’s na nossa caixa de e-mail.

Pela nossa parte, continuaremos o trabalho de sempre#EmDefesadosDireitosdeTodososAnimais

ANIMAL

Via: Marinhenses Anti-touradas

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CONTEÚDO ANDA Vitória: comércio de marfim é proibido definitivamente na França e Havaí

Reprodução/WorldAnimalNews

O ministro de Ecologia da França, Ségolène Royal anunciou a proibição do comércio de marfim durante uma cerimônia realizada em Nairóbi. O anúncio ocorreu enquanto toneladas de marfim eram queimadas para simbolizar o combate à caça ilegal de elefantes.

A proibição deve entrar em vigor em breve em todo o país e também dará atenção especial a leilões, especialmente de antiguidades. O ministro disse que há planos de expandir essa medida para toda a Europa, informa o World Animal News.

Esta decisão completa uma série de medidas que a França tem feito desde janeiro de 2015 como parte da Lei de Biodiversidade.
Embora o marfim seja regulamentado no país desde 1990, as leis anteriores incluíam itens de antes de 1947, como antiguidades ou marfins em bruto que entraram no país antes de 1990.

O Havaí também acaba de aprovar a lei Senate 2647 que proíbe vendas de marfim, mas alguns grupos são contrários a ela.
A nova lei proíbe quase todas as vendas de produtos feitos de animais ameçados de extinção, como elefantes, baleias, morsas, alguns tubarões e mamutes.

Um elefante é morto a cada 15 minutos para abastecer o comércio marfim, o que significa que entre 25 mil e 35 mil elefantes são mortos a cada ano. Segundo estimativas, uma tonelada de marfim era vendida a cada mês na França.

Fonte: ANDA

Vitória Holandeses proíbem produção de peles e salvam seis milhões de martas por ano

Martas. Foto: Viktor Drachev/AFP/Getty Images
Martas

Na terça-feira (10),a Holanda reintegrou uma lei de 2012 que deve acabar com a indústria de produção de peles. Milhares de martas serão salvas anualmente, de acordo com o Take Part.

A Holanda é o quarto maior produtor mundial de peles de martas. O país tem 160 fazendas de pele que levantam exploram cerca de seis milhões de martas por ano.

Grupos de direitos dos animais têm alertado sobre a crueldade dessa indústria. Segundo relatórios da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), as martas são amontoadas em pequenas jaulas, confinadas, com pouca espaço para se mover. Martas, ou visons, são animais solitários que normalmente têm espaços enormes em estado selvagem. Visons confinados muitas vezes enlouquecem e ficam andando sem parar e se mutilam, de acordo com ativistas. Os animais são muitas vezes envenenados ou eletrocutados, a fim de matá-los sem danificar sua pele.

O senado holandês concordou com grupos dos direitos dos animais e proibiu a indústria em 2012, depois de discutir o assunto há 13 anos. Na época fazendas de visons foram dadas até 2024 para eliminar progressivamente as suas operações. Os exploradores receberam 28 milhões de euros para compensar a transição.

No entanto, eles entraram com um processo e os tribunais revogaram a lei em 2014. A decisão desta semana faz com que a lei volte a valer. A indústria ainda terá até 2024 para acabar completamente.

“Com esta decisão, os Países Baixos proclamaram que o bem-estar e a vida de seis milhões de martas são mais importantes do que os interesses económicos das pessoas que lucram com a exploração cruel desses animais”, afirmou Adam Roberts, presidente executivo da Born Free EUA, uma das mais de 40 organizações que apoiaram o movimento chamado Fur Free Alliance. Para Roberts, outros países produtores de peles, incluindo os Estados Unidos, podem seguir o exemplo Holanda e proibir as indústrias de peles.

Outros grupos também elogiaram a decisão. Nicole van Gemert, diretora de uma organização anti-peles holandesa chamada Bont voor Dieren, disse em um comunicado que a decisão judicial do ano passado tinha sido um grande atraso. Segundo Nicole, 20 novas fazendas foram estabelecidas ou alargadas após essa decisão judicial.

Os grupos de ativistas devem prosseguir com os seus esforços para fechar todas as fazendas. Eles também estão trabalhando em outros países. Uma indústria de pele na Noruega foi invadida por autoridades no mês passado depois de encontrar “ferimentos graves e feridas abertas” entre os 30.000 animais da instalação.

Fonte: ANDA

( • ͜ʖ • ) Mais uma vitória vinda de Espanha! Vitoria se declara “ciudad libre de maltrato animal”

El concejal de Irabazi Oskar Fernández muestra una foto de un toro ensangrentado.

Irabazi logra sacar adelante una moción que reclama “eliminar cualquier subvención pública a actos y eventos que provoquen maltrato” con la abstención del Gobierno del PNV

Vitoria deberá declararse Ciudad Libre de Maltrato Animal. Así lo ha aprobado hoy el pleno municipal, que ha dado su visto bueno mayoritario a una moción de Irabazi Gasteiz en la que se reclama este punto y se especifica, además, que la ciudad no subvencionará actos que impliquen sufrimiento para los animales y que tampoco dejará espacios públicos para que se lleven a cabo. Irabazi ha recibido el apoyo de Sumando (la marca de Podemos) y EH Bildu a su propuesta, que de esta forma ha obtenido 9 votos. La abstención del Gobierno de Gorka Urtaran del PNV y la del PSE han permitido que salga adelante. Solo el PP ha votado en contra, pero sus 8 concejales presentes (el edil Manu Uriarte no estaba en la sala en el momento de la votación) no han podido forzar el empate sobre la iniciativa apoyada por los tres partidos de izquierda. “Está moción pone fin a los actos que, incumpliendo la Ordenanza de Protección Animal, continuaban maltratando animales en nuestra ciudad como la feria taurina de La Blanca”, ha valorado el edil de Irabazi Oskar Fernández.

Queda la duda que siempre existe con todas las mociones que se aprueban en el Ayuntamiento, una institución acostumbrada en Vitoria a debatir cada mes numerosas iniciativas que en un elevado porcentaje exceden de sus competencias o quedan en papel mojado. Es el Gobierno (en este caso del PNV, que se ha abstenido), quien tiene que llevar a la práctica la moción aprobada por la oposición; pero eso no siempre ocurre, porque no está obligado a ello. Las mociones no tienen carácter vinculante para los gobiernos, a pesar de que expresan la voluntad del pleno.

En este caso concreto, la moción de Irabazi tiene tres puntos clave. El primero, que bautiza a Vitoria como “ciudad libre de maltrato animal”. El segundo, que se exige la eliminación de “cualquier subvención, directa o indirecta, a actos y eventos que incumplan la ordenanza” de animales “y que provoquen maltrato animal”. Quedaría por establecer qué tipo de actos están incluidos en este apartado, porque tanto los toros de La Blanca como la carrera de burros de Santiago, dos eventos citados en el pleno, se organizan en la capital alavesa anualmente sin que ello suponga violación de la ordenanza local.

“Se cierra una etapa negra”, dice Irabazi

Y en tercer lugar, la moción de los grupos de izquierdas exige “no autorizar la utilización de espacios públicos municipales para realizar actos o eventos públicos o privados que impliquen maltrato animal”. Este apartado podría referirse directamente a la feria taurina, que se celebra en el coso del Iradier Arena, de propiedad municipal, si se entiende que los toros son una variante del “maltrato animal” citado por los grupos. Los partidos que han apoyado la cuestión reclaman, en una adición al texto redactada por EHBildu, que todo ello quede explicitado en la ordenanza de protección y tenencia de animales, de manera que su cumplimiento no quede al albur de la voluntad de los gobiernos.

“Podemos afirmar que se ha cerrado por fin una etapa negra para la sociedad vitoriana y que esperemos nunca se vuelva a abrir”, ha indicado el edil de Irabazi, Oskar Fernández. “El maltrato animal es un acto que nos avergüenza y que debe ser erradicado en nuestra sociedad”, ha finalizado el concejal. Vitoria fue igualmente una ciudad pionera la pasada legislatura al prohibir la presencia en el municipio de circos con animales salvajes.

Fonte: http://www.elcorreo.com/alava/araba/201509/25/vitoria-declara-ciudad-libre-20150925110836.html