A MONSTRUOSIDADE DO ANIMAL-HUMANO/ MONSTRUOSIDAD ANIMAL HUMANO/ ANIMAL-HUMAN MONSTROSITY

Os vídeos falam por si.
O animal-humano é um monstro.
Tenho vergonha de ser um animal-humano!


Los videos hablan por sí mismos.
El animal humano es un monstruo.
Me avergüenzo de ser un animal humano!


The videos speak for themselves.
The human-animal is a monster.
I’m ashamed to be an animal-human!

***

Mário Amorim

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VERGONHA: LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO PROMOVE TOURADA NOS AÇORES PARA COMEMORAR ANIVERSÁRIO

É preciso torturar animais não humanos indefesos, inocentes e inofensivos, para ajudar animais humanos, também indefesos, inocentes e inofensivos?

Isto é um INSULTO ao conceito de BENEFICÊNCIA.

Da minha parte a Liga Portuguesa Contra o Cancro não verá nem mais um cêntimo.

BOICOTEMOS A LPCC, ATÉ QUE APRENDA QUE A TORTURA NÃO É UM MODO CIVILIZADO DE ANGARIAR FUNDOS PARA A ONCOLOGIA

Liga contra o cancro promove tourada a 29 de maio
Um cartaz que arrasta na lama Liga Portuguesa Contra o Cancro

Está marcado para o dia 29 de Maio um episódio de selvajaria tauromáquica para fins beneficentes, a favor do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro, que contará com matadores de Touros e montadores de Cavalos, e cobardes forcados amadores, com o intuito de comemorarem os 75 anos da Liga a nível nacional, e os 50 anos que o núcleo completa no arquipélago.

Gonçalo Forjaz, presidente do Núcleo Regional dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro salientou que o objectivo é realizar um evento por ilha.

Calhou que na ilha Terceira, a mais atrasada civilizacionalmente, o gosto pela selvajaria tauromáquica falou mais alto, disse o presidente. Se o gosto fosse atirarem-se a um precipício, esse gosto seria cumprido. É que o desafio que têm no Núcleo, é esse mesmo: é organizar um evento por ilha que caracterize essa ilha.

E o que caracteriza a ilha Terceira é a barbárie, apoiada pela Liga.

E Gonçalo Forjaz acrescentou, como uma sentença: «No caso da Terceira temos este gosto pelos touros, daí este espectáculo de beneficência». Gosto pelos touros? Não, não é gosto pelos touros, é gosto pela tortura. É um sadismo enraizado até à medula. Se fosse gosto pelos touros, deixavam-nos em paz, nos prados.

E a Liga aliou-se à Tertúlia Tauromáquica Terceirense e ao Grupo de Forcados da TTT, para esta iniciativa selvática, com intuitos beneméritos.

Se tivessem vergonha na cara, se fossem um organismo de raiz humanística nunca angariariam fundos manchados de sangue, para a criação de uma bolsa de investigação na área da oncologia.

Isto é insultar a Ciência e o investigador beneficiado, que se for um ser humano racional não aceitará tal bolsa.

Tenha vergonha, Gonçalo Forjaz, e cancele este evento, que só trará desprestígio à Liga Portuguesa Contra o Cancro, e perderá milhares dos donativos que todos nós, conscientes do trabalho da Liga, vos entregamos todos os anos.

Não desçam tão baixo.

Os doentes oncológicos não merecem este INSULTO.

Para que não digam que não sabiam aqui vos deixo

A VERDADE PERVERSA SOBRE A TORTURA DE TOUROS E CAVALOS, ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LIDE

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/484004.html


Ouçam a notícia que envergonha o arquipélago dos Açores, arrasta na lama a Liga Portuguesa Contra o Cancro e INSULTA os doentes oncológicos

Fonte: Arco de Almedina

 

Fiscalização encontra presas de elefantes em Lisboa, Portugal

Foto: Divulgação

Ação do Comando Metropolitano de Lisboa levou à apreensão de 131 peças em marfim, algumas delas trabalhadas

Dois dentes de elefante em bruto estão entre as 131 peças de marfim apreendidas nos últimos dias por agentes da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa.

As apreensões ocorreram durante ações de fiscalização contra o comércio de espécies protegidas, no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES), divulgou a PSP em comunicado.

Os dois dentes de elefante, “sem qualquer marcação ou certificado”, tinham ambos cerca de 120 cm e cada um deles e pesava cerca de 14 quilos.
Além das 131 peças de marfim apreendidas, algumas delas trabalhadas, foram ainda levantadas cinco contraordenações por infrações relativas à CITES.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Diário de Notícias

Fonte: ANDA

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Bandidos!

Fico muito contente com esta apreensão. Mas triste, porque elefantes foram assassinados. É uma vergonha. É muito por causa deste tipo de gente, que o elefante africano, está, infelizmente, em vias de extinção!

FAP, vergonha!

É uma vergonha a FAP não querer perceber, no seu conjunto, que a garraiada, é um espectáculo degradante. É uma vergonha que a FAP, no seu conjunto não queira perceber, que a garraiada, é uma tortura, para com seres sensíveis.

A FAP tem muitas outras formas para celebrar a queima das fitas, sem torturar seres sensíveis.

Espero que os estudantes da FAP acabem por perceber isto, e retirem do seu programa a garraiada!

Não deixem de assinar esta petição, para forçar a FAP a retirar do seu programa a garraiada:

Petição pelo fim das garraiadas académicas na Universidade do Porto

A Federação Académica do Porto (FAP) tem vindo a incluir no seu programa da Queima das Fitas a garraiada académica. Esta é apresentada aos estudantes universitários como um evento de convívio, que promove o espírito de união e a entreajuda entre estudantes, bem como de demonstração de coragem.
O que se chama de demonstração de coragem não é nada mais, nada menos do que um evento tauromáquico em que algumas dezenas de estudantes na arena perseguem, agarram e atormentam um garraio (pequeno touro jovem) indefeso, já com os cornos serrados, para divertimento de estudantes que assistem. Da violência inerente à garraiada resultam frequentemente lesões, fraturas e/ou ataques de ansiedade que podem levar o garraio à morte.
Vários têm sido os estudos científicos publicados que demonstram que, a par dos humanos, os animais, são seres sencientes, com capacidade física e emocional de sentirem dor, angústia, medo e prazer. Os garraios não são exceção não devendo ser, por isso, submetidos a atos de malvadez como o são nas garraiadas.
A garraiada académica teve início, na cidade do Porto, apenas em 1997, não sendo por isso, uma prática transmitida ao longo de gerações, com forte tradição académica.
É com esperança de se encontrar uma alternativa que vá ao encontro de valores morais e éticos lecionados na Universidade do Porto que os/as subscritores/as desta petição apelam à FAP e às Associações de Estudantes para que se acabe na Academia do Porto com a prática cruel da garraiada e que se incite o pensamento crítico e o respeito pelos animais.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N34953

É uma vergonha ainda existir esta abjeta prática em Portugal, em pleno século 21

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Esta imagem fala por si.

É uma vergonha ainda existir esta abjeta prática em Portugal, em pleno século 21.

É uma vergonha que existam deputados em Portugal, que ao invés de quererem que tal prática, que suja o nome do nosso país, que faz com que a imagem de Portugal no exterior seja de um país bárbaro, seja abolida, a apoiam.

É uma vergonha que Portugal, tenha uma lei que criminaliza os maus tratos aos animais não-humanos, não englobe os maus tratos ao touro e ao cavalo, na tauromaquia, e também os circos com animais!

Portugal não pertence, infelizmente, aos países evoluídos, pois nenhum país evoluído permite a existência da tauromaquia e de circos com animais!

Mário Amorim

ONTEM, O MEU PAÍS FOI ATIRADO AO LIXO, PELAS AUTORIDADES, EM VIANA DO CASTELO

É lamentável que no meu País seis magníficos seres vivos tivessem sido torturados para bancadas vazias… (por isso os órgãos de informação foram impedidos de entrar na arena)

É lamentável que no meu País as autoridades façam jantaradas com os fora-da-lei…

É lamentável que no meu País prevaleça a lei dos imbecis sobre a Lei da Razão.

 

Aqui, cheirava a vinho, a suor, a urina, a sangue, a bosta…

Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=810667745644421&set=gm.586475308130203&type=1&theater

MAS SEM QUALQUER DÚVIDA, A VITÓRIA FOI DOS ABOLICIONISTAS!

Se a selvajaria tivesse sido realizada dentro da LEGALIDADE a vitória era deles.

A selvajaria foi realizada na ILEGALIDADE, a vitória é nossa.

E quando temos ministros do Estado a “ajudar à missa” a coisa torna-se mais grave e a vitória mais nossa.

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Ontem, ficou provado que Viana do Castelo não é terra de aficionados. Pelo contrário. Apenas cerca de 200 pessoas foram assistir á tortura das vítimas…

E ofereceram-se bilhetes, à última hora, explicando-se às pessoas que não havia “qualquer problema se entrassem com crianças”.

Pois!

E nós, contribuintes, pagámos do nosso bolso, o prejuízo que a organização desta selvajaria teria tido, se não recorressem, aos dinheiros públicos.

A isto chama-se ROUBAR.

E disseram mais. Disseram que na arena é o Estado Português que está representado no director de corrida, que é acompanhado pelo corneteiro e pelo chefe de polícia…. Enfim…

A IGAC é a ligação umbilical dos tauromafiosos ao Estado Português. E pudemos comprovar como se comporta com imparcialidade, a favor da tortura de seres vivos e da selvajaria para imbecis

Para a IGAC não existem anti-touradas, nem abolicionistas, daí  estarem-se nas tintas para o que dizemos.

E se a IGAC é uma entidade do estado, que está do lado dos corruptos e dos fora-da-lei, será legítimo desobedecermos ao Estado Português, fugir aos impostos, não pagar taxas, etc., etc., etc….

E agora resta-nos fazer QUEIXA das autoridades que NÃO SÃO COMPETENTES, mas sim cúmplices da ilegalidade.

É que alguém no meu país há-de ser HONESTO.

 

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/ontem-o-meu-pais-foi-atirado-ao-lixo-464738

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Tudo aquilo que é mau no mundo, nos próximos anos, vai ser totalmente limpo, por o maior vento de mudança que o mundo já vio. E já começou e nada nos impedirá. E não somos e nem seremos milhares, seremos milhões, muitos milhões. A corrente já está formada e forma-se cada vez mais no mundo a cada dia que passa mais. A mudança total do mundo, está a aí, já e vai ser absolutamente imparável!

Touradas com novo regulamento a meio da época

Touradas com novo regulamento a meio da época

Conheça as atualizações, mudanças de pormenor e as reações ao novo diploma, que atualiza o anterior, com mais de 20 anos, mas que continua a dividir os movimentos pró e antitouradas.

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo / António Pedro Ferreira

Que as touradas são um assunto que divide a opinião pública toda a gente sabe. A discussão sobre a regulamentação desses eventos também é antiga. A novidade recente é o novo Regulamento do Espetáculo Tauromáquico (RET), que entra em vigor esta terça-feira mas, na verdade, não introduz grandes alterações ao diploma anterior, com mais de 20 anos.

O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.

O novo regulamento prevê pequenas alterações na legislação, que são de carácter prático. Entre as alterações mais significativas está o facto de as reses que tenham como destino o consumo humano terem de ser abatidas num período máximo de cinco horas após o final de cada evento. Uma questão importante e que não estava considerada na regulamentação anterior.

A frase “o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espectadores” vai passar também a compor o cartaz publicitário das touradas, a par de “outras informações obrigatórias previstas no regime de funcionamento dos espetáculos de natureza artística”. Os proprietários de praças ambulantes devem proceder à introdução de curros (compartimentos onde se guardam os touros na praça) num prazo de dois anos a parir de hoje.

A maioria das alterações são atualizações ou pormenorizações da regulamentação anterior.

O novo diploma está em vigor desde esta terça-feira, depois de ter sido aprovado em Conselho de Ministros de 27 de fevereiro e publicado em “Diário da República” no dia 11 de junho.

Pró-tauromáquicos criticam mau timing e excessiva pormenorização

A entrada em vigor do RET é contestada pela Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida, aos quais também foram impostas novas regras no que respeita às cores dos lenços a exibir para a autorização da volta à arena (branco aos toureiros, castanho aos forcados e azul aos ganadeiros).

Aquele organismo tentou atrasar, sem sucesso, a entrada em vigor do diploma para fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada. Para Hélder Milheiro, dirigente da Federação Portuguesa das Associações Taurinas – Prótoiro, esta recusa superior configura uma falta de “bom senso prático”, uma vez que a mudança de regras ocorre a meio de uma temporada que se encontra por estes dias no seu “pico máximo” de atividade.

A excessiva regulamentação é outro dos pontos criticados pelos amantes da festa brava. Para a Prótoiro, o documento “espelha uma ânsia regulatória do Estado que se traduz num exagero legislativo”. Hélder Milheiro usa, a título de exemplo, o tamanho das letras que compõem a informação do toiro a lidar. “Não seria mais simples decidir apenas que a informação deve ser claramente visível aos espectadores da praça?”, questiona.

A Prótoiro considera ainda um “atentado ao sector” o facto dos decisores terem ouvido movimentos antitaurinos durante a elaboração da legislação. “Uma irresponsabilidade completa e inadmissível, que ofende milhões de portugueses”, acusa Hélder Milheiro.

“Uma tentativa de nos calar”, contestam os antitaurinos

Do lado oposto, a Associação Animal diz que as “alterações foram feitas numa tentativa de calar os antitauromáquicos”. A presidente da Animal, Rita Silva, considera a prática das touradas “igualmente má, independentemente da regulamentação”.

A dirigente acrescenta que “em rigor, os animais continuam a ser torturados”, apesar de o diploma referir que o interesse público passa pela “defesa do bem-estar animal”.

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“O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.” – ” …número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos…??? – Que falácia monumental. As corridas de touros em Portugal, cada vez têm menos gente. As praças de touros estão cada vez mais vazias, em Portugal, mesmo com entradas de borla.

Mas quanto ao resto deste parágrafo, vou deixar duas perguntas: Desde quando a dor, o sofrimento, o sangue, e a morte, de seres sensíveis é cultura?
Será que pela mesma lógica a guerra, também é cultura?

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Somos Anti-tourada

Os Anti-taurinos são...

Para terminar, direi que este novo regulamento tauromáquico é como disse a Rita Silva e muito bem, uma tentativa de nos calar. Mas enganam-se. Não nos calaremos, até que a BARBARIDADE da Tauromaquia seja abolida para sempre, de Portugal!

Este novo novo regulamento tauromáquico é uma aberração, por continuar a permitir que uma actividade Criminosa e Assassina persista em existir em Portugal!

Mário Amorim