Comissão vota PEC das vaquejadas na terça-feira

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9 DE ABR DE 2017 — Por favor continuem assinando e compartilhando: https://www.change.org/p/stf-n%C3%A3o-%C3%A0-pec-das-vaquejadas-e3502102-ab33-4091-a7e8-0bf74ef9e7f7

A comissão especial da câmara vai votar essa PEC terça-feira, e até agora nada de o STF tira-la de tramitação, o STF só demonstra descaso pelos animais, não tiram essa PEC de tramitação e não publicam o acórdão da ADI contra as vaquejadas, agradecemos quem está assinando e divulgando a petição, ao mesmo tempo lamentamos que mesmo com todas visualizações, tantas pessoas compartilhando, pedindo para outras pessoas assinarem, não conseguimos nem 10 mil assinaturas até agora, temos certeza que se fosse petição sobre cachorro teriamos conseguido pelo menos umas 100 mil assinaturas já. Aos cachorreiros lembramos que essa PEC pode resultar nas rinhas de cães sendo legalizadas também.

Aparentemente no STF quem manda é o Fux, Fux decidiu que os animais têm que sofrer, porque ele acha legal, ele se diverte, para ele é “cultura”, e os outros ministros aceitam, Cármen Lúcia não coloca o Mandado de Segurança em pauta, o STF não nos ouve, o change.org sequer nos dá opção de promover esta petição, então estamos contando exclusivamente com a ajuda de cada um para divulgar esta petição e fazer o STF nos ouvir, nós estamos sendo totalmente ignorados como se os animais não tivessem importância alguma para o STF, aqui no Brasil infelizmente precisamos de pressinar tudo, até mesmo o judiciário temos que pressionar para sermos ouvidos, pois eles não se importam, se não lotarmos as caixas de email dos ministros de assinaturas eles não vão nos ouvir, do contrário o STF vai se fazer de cego para o sofrimento dos animais, vai se fazer de surdo para nossas reivindicações, enquanto eles não aguentarem mais a pressão, enquanto não tiver uma pressão tão grande em cima deles que eles se sintam obrigados a fazer algo para “se livrar de tanta pressão” eles não vão fazer nada e vão deixar essa PEC ser aprovada, vão se curvar aos pés de Luiz Fux e dos organizadores de vaquejadas, rodeios, farra do boi, rinhas, caçadores e pessoas que querem touradas no Brasil, que são quem tem interesse que essa PEC seja aprovada, é inadmissível o STF ver o risco que essa PEC representa e deixar o Fux ter a palavra final e não colocarem o mandado de segurança para votação.

Please continue to signing and sharing: https://www.change.org/p/stf-n%C3%A3o-%C3%A0-pec-das-vaquejadas-e3502102-ab33-4091-a7e8-0bf74ef9e7f7

The special committee of the Brazilian House of Representatives is going to vote for the proposal to legalise vaquejadas, cockfighting, farra do boi, bullfighing and to prevent rodeos from being banned on Tuesday, and until now the Brazilian Supreme Court hasn’t taken it out of processing, the Brazilian Supreme Court only shows negligence for the animals, they do not take this proposal of processing and do not publish judgment of the direct action of unconstitutionality against vaquejadas, we thank all those who are signing and sharing the petition, at the same time we regret that even with all views, with so many people sharing, asking other people to sign, we have not gotten even ten thousand signatures so far, we are sure that if it were a petition about dogs we would have at least a 100 thousand signatures by now.

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Não posso calar o que acho que está profundamente errado em Portugal!

Antes de mais nada, vou colocar aqui neste texto um excerto e depois coloco o link do artigo:

“O projeto de lei (PL) 24/2016 que quer instituir a vaquejada como patrimônio cultural brasileiro vem gerando muita polêmica. E não é para menos, já que tanto a vaquejada com o rodeio são práticas que causam maus tratos aos animais.

Para lutar contra isso, ocorrerão neste domingo, 27, em 38 cidades de todo o Brasil, manifestações em protesto ao PL que quer legitimar a prática da vaquejada. Em 19 estados, as entidades de proteção aos animais já estão organizadas para a manifestação.”

Fonte: https://www.greenme.com.br/informar-se/animais/4553-domingo-27-manifestacoes-no-brasil-contra-rodeios-e-vaquejadas

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Sempre que se realiza algum protesto contra a tauromaquia, em Portugal, é sempre numa só cidade.

E agora pergunto: é isso que o touro e o cavalo querem?
– Não é. Repito; não é!

O que eles querem é que a sua voz seja ouvida, com a máxima força possível. E jamais uma só cidade o permitirá. O que eles querem; por tanto, é que a sua voz seja ouvida de Norte a Sul do país e Ilhas.

Espero que quem habitualmente organiza protestos contra a tauromaquia, em Portugal, olhe para o exemplo, hoje vivido no Brasil, e de uma vez por todas, corrija o erro, de não dar voz ao touro, e ao cavalo, tal como é vontade deles; por todo o país, num ou mais protestos contra a tauromaquia, no maior numero possível de cidades.

Agora; estou decido, a não calar a minha voz, até que isso se faça, em Portugal.
Vou falar disso, as vezes que forem necessárias, até que isso se faça, em Portugal!

Mário Amorim

É JÁ NO PRÓXIMO DOMINGO, DIA 27, QUE ACONTECERÁ NO BRASIL, O QUE TAMBÉM DEVERIA DE ACONTECER EM PORTUGAL

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No próximo Domingo, dia 27 de Novembro, os nossos irmãos brasileiros vão sair à rua, por todo o país, em protesto contra os rodeos, e contra as vaquejadas.

Os nossos irmãos brasileiros querem vencer esta causa. E porque a querem vencer, resolveram fazer como tem de ser feito.

No próximo Domingo, dia 27, estarei de coração, com os nossos irmãos brasileiros.

Força, irmãos brasileiros.
Vençam essa luta.
Erradiquem do Brasil, os rodeos e as vaquejadas!

Já em Portugal, em que existe a tauromaquia, tal como diz uma amiga que muito preso “em Portugal, brincasse ao activismo”. E concordo com ela.
Hoje sei que é preciso lutar por fora. Hoje sei que é preciso ser um activista individual, para se ficar a perceber melhor, que o activismo em colectivo, contra a tauromaquia em Portugal, é uma brincadeira.

Não existe uma plataforma a sério, contra a tauromaquia, em Portugal.
Não existe uma plataforma contra a tauromaquia, que tenha delegações por todo o país, e que em consonância com a sede realize manifestações contra a tauromaquia, nas respectivas cidades.

Este ano, foram discutidos, e votados, na Assembleia da Republica, vários projectos lei contra a tauromaquia. Para qualquer deles, não se mobilizou os portugueses que são contra a tauromaquia, pelo país todo, no fim de semana anterior, para pressionar a Assembleia da Republica, a aprovar esses projectos. Limitou-se a esperar que eles fossem discutidos e votados, na Assembleia da Republica. Resultado; foram chumbados.

E agora pergunto; isto é activismo?
– Isto não é nada!

Ou as coisas mudam em Portugal, e passa a existir um verdadeiro activismo contra a tauromaquia, ou quem continuará a ganhar, será quem defende a tauromaquia.

Ou aprendem com os nossos irmãos brasileiros, e realizam em Portugal, nos próximos meses, um protesto por todo o país, contra a tauromaquia, ou quem continuará a ganhar, será quem a defende!

Mário Amorim

Mais uma vez, de um outro país, vem o ensinamento, de como a luta contra os rodeos, vaquejadas e tauromaquia, deve ser feita!

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Se repararem no vídeo da manifestação de 27 de Novembro, contra os rodeos e contra as vaquejadas, não está assinalado que a manifestação acontece na cidade tal. A manifestação, acontece por tanto, por todo o Brasil.

https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2016/11/09/crueldade-nunca-mais/

E aqui em Portugal. Alguma vez se fez o mesmo, contra a tauromaquia? – Não. E há muitos anos que me bato por isso!

É assim que a luta contra os rodeos e contra as vaquejadas deve ser feita. É assim que se deve lutar em Portugal, contra a tauromaquia!

Por isso, estou plenamente de acordo com a jornada de protesto contra os rodeos e contra as vaquejadas, de 27 de Novembro, em todo o Brasil.

Está mais do que na hora de em Portugal, se perceba como deve ser feito!
Espero que esta manifestação de 27 de Novembro, por todo o Brasil, faça com que em Portugal, se venha a fazer o mesmo, em 2017, contra a tauromaquia!

Mário Amorim

Crueldade nunca mais

Nós, cá em Portugal, temos a luta contra a tauromaquia e a sua abolição.
E no nosso país irmão, o Brasil, há a luta contra as vaquejadas,  e contra os rodeos.

⇒Crueldade nunca mais!
⇒NÃO ás vaquejadas, e aos rodeos no Brasil!
⇒NÃO à tauromaquia em Portugal!

Esclarecimento Mesmo após decisão do senado, vaquejadas seguem sendo ilegais

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Mesmo após o STF (Supremo Tribunal Federal) tornar ilegal a vaquejada, o Senado aprovou na última terça-feira (1) uma proposta que torna a prática patrimônio e manifestação cultural. O projeto também coloca os rodeios neste patamar.

A aprovação da proposta não significa a liberação da prática. Para isso, seria necessária a aprovação de uma PEC que transforme a vaquejada em modalidade esportiva. Isso já chegou a ser discutido na Câmara, contudo, a discussão pode ser alvo de questionamentos ainda assim.

O texto que torna a atividade em manifestação cultural, de autoria do deputado Capitão Augusto (PR-SP), foi apresentado em 2015 e aprovado na Câmara em maio deste ano. No início de outubro, o Supremo julgou uma ação movida pela PGR (Procuradoria-geral da República) e proibiu a realização das vaquejadas.

A proposta segue agora para sanção do presidente Michel Temer (PMDB). O texto foi ao plenário do Senado em regime de urgência após aprovação de um requerimento, na manhã desta terça, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte.

Vaquejadas são competições em que peões montam cavalos e perseguem um boi até emparelhá-lo e derrubá-lo, puxando o animal pela cauda. A decisão do STF tratou de um caso específico, uma lei estadual cearense que regulamentava a prática, mas cria uma jurisprudência e abre caminho para a proibição da festa em outros Estados.

Fonte: ANDA

«OS DEPUTADOS DAS VAQUEJADAS»

Mais um magnífico texto de Teresa Botelho que nos fala da estupidez das chamadas vaquejadas, que estão para o Brasil, como as touradas estão para Portugal: um “divertimento” de e para trogloditas que descontam nestes indefesos seres vivos, de um modo brutal e irracional, a falta de virilidade que lhes retorce e mirra as entranhas

Eles bem que queriam ser HOMENS… mas falta-lhes o principal… (se é que me entendem…)

VAQUEJADA.jpg

Texto de Teresa Botelho

«Apetece-me aqui falar de um país que não é o meu, mas cujas retóricas são comuns.

Perdi o meu tempo assistindo a uma comédia humorística   em directo que não me fez sequer sorrir, porque assistir a qualquer discussão acalorada entre os políticos brasileiros, é pior que estar enjoada e não conseguir vomitar.

O tema eram as Vaquejadas, espectáculos degradantes, com bovinos e cavalos, lidados e torturados por gente rude e mal formada que vive nos confins da ignorância.

Contudo, hoje em vez de falar dos bois, prefiro descrever os Deputados, porque esses sim, merecem ser “vaquejados” e depenados dos seus fracos, ou mesmo inexistentes valores mínimos morais e de racionalidade.

O vídeo do debate que pretendeu desautorizar a decisão do Supremo Tribunal que declarou recentemente inconstitucionais estes espectáculos bárbaros, decorria animadamente, com uma coluna lateral para críticas e comentários do povo e como sempre, não resisti à opinião despojada, porque mesmo considerando-me bem educada, dei comigo a escrever por lá umas certas coisas que normalmente só digo em privado, ou entre os amigos mais fiéis e condescendentes a linguagens de palavreado impróprio, por isso, ao cabo de umas 2 horas, decidi sair, até porque o que vi, chegou para me inspirar neste comentário…

A maior parte dos oradores era fazendeiros do Nordeste que não conseguiram desmentir as acusações de que as suas campanhas eleitorais tinham sido financiadas pelos “Coronéis do gado”.

O próprio presidente da mesa, manifestou claramente a sua vocação anti- animalista e geriu o tempo dos discursos, conforme as suas próprias preferências, em relação aos previsíveis conteúdos que iriam ser apresentados.

Quando algum orador não agradava, era vaiado e ofendido com palavrões e gritos, interrompendo o discurso, como aconteceu a uma veterinária que teve a ousadia de mencionar as diversas consequências físicas provocadas aos animais durante estas vaquejadas, como a sujeição dos bois pela cauda que muitas vezes acaba por ser arrancada, as fracturas nas patas e coluna, bem como as hemorragias internas que provocam aos animais, mortes lentas, em dolorosa agonia.

Quando a activista vegan e apresentadora da TV Luísa Mell que fora convidada para fazer parte do debate por um deputado animalista e a quem foram “generosamente” concedidos 5 minutos de prosa, se preparou para falar, a indignação da assistência foi de tal forma ruidosa que as sucessivas interrupções, apenas lhe permitiram expressar com dificuldade os seus altos valores compassivos e a emoção de reconhecer o atraso civilizacional do seu pobre país…  

 

De repente, com agressões à vista, os insultos e a barulheira, obrigaram a interromper a sessão por 2 minutos.

Afinal, quem viu um excerto da discussão pelo afastamento da Presidente Dilma, já conhece o ambiente acalorado de Brasília, mas o que mais me entusiasmou, foram os argumentos tirados de letra aos que oiço por cá, das bocas sujas dos defensores da “tradição” tauromáquica…

E não é que as touradas também foram por lá faladas, como pertencendo a países civilizados da Europa?

Só não sei em que escalão de civilidade, colocam eles o Brasil, mas não interessa …

O problema foi o meu desnorte e o “doce” vernáculo que me foi saindo, lá na coluna dos comentários, ao lado do tal vídeo da discórdia…

Mas após umas explicações cheias de “ética e sabedoria”, dadas por uns mercenários, digo, veterinários, bem pagos para a defesa do indefensável, como alguns que conhecemos por cá, eis que subiu à mesa um cowboy de enorme chapéu branco, com abas retorcidas e cuja obesidade mórbida lhe fazia pendurar as flácidas bochechas gordurosas sobre o colarinho branco, encobrindo o nó da gravata de tal forma apertada que lhe deixava a face roxa!

O cowboy, mesmo sem pistola, disparou os seus impropérios a torto e a direito, terminando com aquele argumento tão batido também por cá, sobre a crise laboral que as proibições de torturar bovinos causariam entre os peões mal pagos que lhes engraxam as botas.

Antes disto, tinham havido uns momentos empolgantes, mas que acabaram em paz, após um convite de um animalista a um adepto das “tradições”, para um ajuste de contas lá fora, mas que não deu em nada, porque quando o primeiro gritou “seja homem”, o segundo encolheu-se e só fingiu que o era…

Esgotados de tanta intelectualidade, os fazendeiros, os corruptos e os leiloeiros de animais, após mais de 4 horas de humor negro e de machismo exacerbado, decidiram o seguinte:

VAQUEIRO.jpg

Alguns parlamentares prometeram que vão se empenhar para mudar a Constituição por meio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) para que as vaquejadas e os rodeios sejam definitivamente reconhecidos como “patrimônio cultural do país”.

Onde é que eu já ouvi esta de “patrimônio cultural”, apesar da diferença geográfica e de acentuação?

Aguardemos então que o PEC não chegue a PEC, apesar de neste momento estar já a ser afincadamente preparado por lá, até porque só o nome me lembra outros PECs que não nos sugerem por cá, nada de bom…

Entretanto, hoje mesmo, as manifestações e a luta dos indignados vaqueiros continuavam, transformando os bois em reaccionárias exigências políticas e cujas críticas visam até o vigente Estatuto de Desarmamento que segundo um dos cowboys direitistas, aspirante a presidente e bastante ovacionado, a proibição feita aos “cabras machos” de usarem armas, o que é criar “uma geração de maricas”…

E mais não digo, porque apenas me parece que bovinos e cavalos torturados, são sempre um bom ponto de partida para o atraso, a xenofobia, a escravatura e a porca miséria de países de pantanas…»

Fonte:

https://retalhosdeoutono.blogspot.pt/2016/10/vaquejadas.htm

l?showComment=1477646863289#c8821845885340707185

Fonte: Arco de Almedina