Risco de extinção Trump retira proteção legal a espécies ameaçadas nos EUA

Quer dizer; os cientistas e activistas, trabalham incansavelmente para conseguirem a protecção de espécies ameaçadas, um pouco por todo mundo. E o Trump faz isto! Enfim. Este sujeito é louco, insensível, e completamente irresponsável!


Crédito: Tamar

O governo de Donald Trump retirou discretamente dezenas de ações pendentes para proteger espécies ameaçadas de extinção, da tartaruga-verde às plantas de Florida Everglades, algo que, segundo os conservacionistas, poderia violar a lei federal que exige que o governo atue.

As regras pendentes foram retiradas principalmente em março e abril. Mas grupos ambientalistas e outros não ficaram sabendo porque o governo só mencionou o assunto brevemente em uma publicação mais ampla da Casa Branca sobre o estado das regulamentações.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, que supervisiona a política americana para plantas e animais em perigo de extinção, retirou pelo menos 42 ações regulatórias pendentes sobre espécies ameaçadas, muitas das quais explicavam em detalhe como proteger animais ou plantas já considerados em perigo, de acordo com dados do Escritório de Administração e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) compilados pela Bloomberg.

O Centro de Diversidade Biológica, que já entrou com várias ações contra o governo em busca de maior proteção para espécies ameaçadas, só ficou sabendo que as regras tinham sido retiradas quando foi consultado pela Bloomberg, disse Noah Greenwald, que dirige as iniciativas do grupo para este assunto.

“Eles são obrigados por lei a emiti-las”, disse Greenwald. “Se eles as estão retirando do cronograma, eles estão infringindo a lei e também estão colocando espécies em perigo de extinção. Eu considero isso totalmente inaceitável.”

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem tomou a medida porque ela “reflete nosso fluxo de trabalho previsto neste momento”, segundo um comunicado enviado por e-mail do órgão do qual depende, o Departamento do Interior. O departamento está avaliando possíveis ações adicionais sobre a lista das espécies ameaçadas, de acordo com o comunicado.

“Retirar uma regra significa apenas que a agência está concentrando seus recursos em outras prioridades para os próximos 12 meses”, afirmou o comunicado.

Desregulamentação

Em comentários em julho, o diretor da OMB, Mick Mulvaney, caracterizou as mais de 400 regras retiradas pelo governo como o começo das iniciativas do presidente Trump para eliminar regulamentações, que ele vê como um fardo para os negócios, que desacelera as contratações e impõe custos econômicos para o país. Ele disse que elas faziam parte de um conjunto “que nós jogamos fora”.

As regulamentações sobre as espécies ameaçadas de extinção do Serviço de Pesca e Vida Selvagem, juntamente com outras centenas de outras centenas de outras regras, foram incluídas na chamada Agenda Unificada da OMB, a listagem de todas as ações regulatórias pendentes divulgada em julho e que é publicada duas vezes por ano. O Serviço de Pesca e Vida Selvagem não emitiu um comunicado de imprensa sobre sua decisão nem notificou os grupos que tinham interesse nessas questões.

Essa notificação não é necessária se o trabalho interrompido for um regulamento pendente, disse o órgão.

Arquivar as medidas relativas a espécies ameaçadas de extinção é uma reversão dos planos da agência para este ano. Em um “plano de trabalho” publicado em seu site, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem disse que concluiria muitos dos regulamentos pendentes que cancelou.

Fonte: ANDA

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Boas notícias EUA não usará chimpanzés em pesquisas médicas e animais serão libertados

(Foto: Divulgação)

A decisão, adotada pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), ocorre dois anos e meio após o órgão anunciar o fim da maioria das pesquisas biomédicas envolvendo chimpanzés, que são a espécie geneticamente mais próxima dos seres humanos, compartilhando 98% dos nossos genes.

Em 2013, os NIH deixaram de aprovar novos pedidos de testes envolvendo chimpanzés, e no ano passado os animais cativos foram declarados espécie ameaçada pelo Serviço de Peixes e Vida Silvestre dos EUA, segundo informações da France Presse / G1.

Os NIH declararam que o caráter de espécie em risco exigia dos pesquisadores permissões adicionais para qualquer experiência, e desde então não ocorreu qualquer solicitação neste sentido.

Os chimpanzés dos NIHs serão enviados ao Sistema Federal de Santuários, que administra o centro de retiro de animais Chimp Haven, em Keithville, Louisiana.

A partir de agora, as únicas pesquisas com chimpanzés em cativeiro realizadas em território americano são de caráter psicosossial, para estudar o comportamento dos animais, sem uso dos macacos para testar fármacos ou procedimentos médicos.
Chimp Haven foi fundada em 1995, a fim de responder à necessidade de cuidados a longo prazo dos chimpanzés. A necessidade de cuidados estendido para esses chimpanzés que deixaram de ser usadas na investigação biomédica, a indústria de entretenimento ou o comércio de animais.

Geneticamente, os chimpanzés estão mais estreitamente relacionados aos seres humanos do que qualquer outra espécie.

Por causa de suas semelhanças fisiológicas e comportamentais, os chimpanzés têm sido um modelo animal atraente para muitos pesquisadores.

Na década de 1980 o governo dos EUA lançou um programa de criação intensiva. Resultando em investigações para hepatite e HIV; no entanto, com novos modelos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, o uso de chimpanzés em pesquisas doença humana declinou na década de 1990.

Nota do Camaleão: Resta saber agora quando que outros países vão abolir o uso “científico” desses chimpanzés também e quando que as outras espécies de animais também serão colocadas na consideração moral da sociedade, independente de proximidade ou não com os primatas humanos.

(Foto: Divulgação)

Fonte: ANDA

Salvo Papagaio negligenciado é resgatado após sofrer maus-tratos nos USA

Papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse causado por maus-tratos que sofreu. (Foto: Divulgação)
Papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse causado por maus-tratos que sofreu.

Um papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse.

O pássaro, inicialmente chamado como Hobby, chegou a um santuário de animais no Kansas, Texas, EUA, com cheiro de cigarros impregnado em seu corpo.

Equipes de resgate no Santuário Tallgrass Parrot decidiram mudar o nome do papagaio, uma fêmea, para Javi.

No Facebook o santuário postou a imagem da ave dizendo: “Nenhum ser vivo deve ser usado como passatempo”.

Fonte: ANDA

San Francisco board votes unanimously for circus animal ban

San Francisco – Lions and tigers and bears, oh my! But not if you live in or visit San Francisco, whose legislative body voted unanimously on Tuesday to ban wild and exotic animal performances in circuses and shows.

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The San Francisco Chronicle reports the city’s Board of Supervisors approved a measure meant to “protect wild and exotic animals from cruel and inhumane treatment and to protect the public from the danger posed by the use of wild and exotic animals for entertainment.”

Sup. Katy Tang, who proposed the ordinance, said the move is about “equality and justice.” Tang told her colleagues she wants to “address the inequalities for a population that can’t speak” for itself. The sweeping ban covers all but domestic cats, dogs and horses and livestock like cattle, sheep, pigs and goats. Banned from performing in circuses and other shows are not only lions, tigers and bears, but also elephants, sea lions, ferrets, dolphins—even ostriches and emus.

The ban also includes movie and television work involving the covered creatures, prompting the Motion Picture Association of America (MPAA) to send a letter to city officials arguing that “the good middle class jobs that are created by [film and TV] productions” were in danger of going elsewhere.

But the supervisors, all of them Democrats, rejected the economic argument in favor of animal welfare. Sup. Scott Wiener said the training and transport of circus and other performing animals amounts to torture, which should be strictly forbidden “in the city of Saint Francis,” a reference to St. Francis of Assisi, the Catholic patron saint of animals after whom San Francisco is named.

Tang, whose measure is up for final board approval next week, said her ordinance is just the beginning of what she hopes will eventually be a state and nationwide ban similar to the one approved in San Francisco.

San Francisco made headlines in December 2004 when the last elephant was removed from its zoo, a move hailed by animal advocates.

Other US cities have passed measures limiting the presence of wild and exotic animals in circuses and shows. Los Angeles, Austin and Oakland have banned bullhooks, the sharp metal sticks used to control elephants, and numerous nations, including Austria, Croatia, Greece, Malta, have banned wild and exotic animals in circuses altogether.

“It’s ironic that most people who visit circuses actually love animals,” observes Cause Ribbon, a social justice advocacy website with a long-running ‘Boycott the Circus’ awareness ribbon and information campaign:

Kids and grown-ups alike marvel at majestic elephants, awe-inspiring tigers and other animals that perform under the festive big top. But the reality of everyday existence for many circus animals is that life is anything but fun. Separation from family, domination by often cruel humans, violent—even torturous—training, cramped confinement in dismal conditions and the mundane misery stemming from a life of repetitive routine are the stark reality for too many circus animals. All this, just for our entertainment.

Fonte: http://www.digitaljournal.com/news/politics/san-francisco-board-votes-unanimously-for-circus-animal-ban/article/430818#ixzz3XQ5mZDsD