“ANIMAL KINGDOM” Walt Disney explora animais para entretenimento em parque temático

Boas instalações e cuidados com o bem-estar animal não anulam a exploração de animais em prol do entretenimento e lucros bilionários para a Walt Disney Co.

A companhia Walt Disney possui 12 parques temáticos localizados em 6 complexos ao redor de todo o mundo.

Sendo idealização do sobrinho de Walt Disney, Roy E. Disney, o Magic Kingdom é um parque inteiramente com a temática animal, que propõe simular a ‘vida selvagem real’. Dos doze parques temáticos, o Animal Kingdom é o maior, abrangendo 218 hectares.

O Animal Kingdom é um dos parques dos complexos da companhia Walt Disney. (Foto: Bruce Pecho)
O Animal Kingdom é um dos parques dos complexos da companhia Walt Disney.

Em ambientes que simulam seu verdadeiro habitat, estão cerca de 2 mil animais de cerca de 300 espécies no Animal Kingdom. Os animais ali residentes foram trazidos de zoológicos credenciados pela Associação de Zoológicos e Aquários.

O Animal Kingdom é focado em manter espécies selvagens e exóticas, e a maioria dos animais que residem nele e em outros parques da Disney são mantidos em cativeiro após terem sidos resgatados de situações precárias ou abusivas, ou por estarem em reabilitação. No AK, encontram-se também espécies ameaçadas, como os tigres de Sumatra, os gorilas das planícies ocidentais e os micos-tigres.

O AK já enfrentou denúncias em seus primeiros anos de existência. Em 1998, a Disney reconheceu doze mortes enquanto “vinte e nove animais morreram no ou para o novo parque Animal Kingdom da Disney, de acordo com um relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgado pela Associated Press”, conforme informação da CBS News.

Mas, além do Animal Kingdom, outros parques da companhia também beneficiam-se da imagem e exploração de animais. Com zoológicos e inúmeros aquários em suas instalações, não pode-se negar que, infelizmente, ainda promovem lucro em cima da exploração animal.

Cavalos explorados em carruagens

Como exemplo podemos citar a diária exploração de cavalos para carregar cargas pesadas de visitantes durante todos os dias, cercados por multidões e barulho. Os animais são forçados a puxar carruagens pesadas, em uma experiência não tão mágica quanto a que o parque propõe ao público.

Cavalos sendo explorados para puxar carruagens nos parques da companhia Walt Disney. (Foto: Disneyland Paris)
Cavalos sendo explorados para puxar carruagens nos parques da companhia Walt Disney.

 

A crueldade existente por trás da indústria de carruagens foi repetidamente destacada e protestada por defensores da causa animal, mas muitas instalações continuam a explorar cavalos para entretenimento humano.

Uma petição recente proposta pela equipe da Care2 está pedindo à Walt Disney Company que seja posto um fim aos bondes puxados por cavalos em seus parques.

Os cavalos são animais que se assustam de forma fácil, e nenhuma quantidade de treinamento pode livrá-los completamente dessa tendência natural. O ambiente da Disneylândia é caótico a esses animais, o que torna suas vidas não apenas estressantes, mas perigosas também.

Inúmeros casos de cavalos se assustando e derrubando suas carruagens já foram registrados em parques da Disney, o que caracteriza um grave risco aos passageiros ou aos cavalos. Entretanto, a companhia Walt Disney já provou ter alguma compaixão por seus cavalos. Os animais trabalham por poucas horas e vivem em uma fazenda fora da Disney.

Porém, evitar maus-tratos e fornecer um tratamento digno aos animais é tarefa básica de qualquer companhia que compacte com entretenimento animal e explore animais para lucrar ou promover diversão ao seu público.

Altos padrões não anulam a exploração

Mesmo com padrões incrivelmente altos de atendimento aos animais, com o seu próprio hospital veterinário e uma vasta equipe de profissionais, a Disney está cumprindo apenas com a obrigação de se responsabilizar por animais em prol do entretenimento, sem contar os lucros bilionários que a empresa recebe, e a exploração animal não deixa de ser contada como impulsionamento para o lucro de determinados parques que ainda utilizam animais como entretenimento.

Os tempos são outros, e atualmente a exploração de animais para entretenimento humano está se tornando cada vez mais um tabu e uma atitude digna de denúncia e repulsa.

Já que a Disneylândia tem muito a oferecer em termos de entretenimento para seu público, ainda utilizar cavalos carregando carruagens é atitude completamente desnecessária, cujos ganhos seriam maiores por extinguir tal realização do que por mantê-la acontecendo.

Os animais no Animal Kingdom parecem estar vivendo a céu aberto, em estado selvagem. Os animais selvagens, os cavalos e os animais marinhos dos aquários, mesmo possuindo altos padrões de bem-estar, não deixam de ser explorados, e Disney se beneficia de lucros bilionários também com responsabilidade de exploração de animais como atrações.

Fonte: ANDA

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HORROR Parque inicia captura de bisões em programa de extermínio em massa

Oficiais começaram a polêmica operação de captura de bisões no Yellowstone National Park, nos Estados Unidos

Atualmente, existem 96 bisões encurralados nas instalações do Stephens Creek, do lado de fora de Gardiner e na entrada norte para Yellowstone.

Alguns serão mantidos em quarentena e outros serão transferidos para tribos nativas americanas e enviados para matadouros.

A instalação é o mesmo lugar onde uma cerca foi cortada para permitir a fuga de 52 animais em Janeiro. Não foram feitas acusações nesse incidente e a cerca foi consertada.

A captura e o envio de bisões para matadouros fazem parte do Plano de Cooperação de Controle de Bisões estabelecido entre funcionários estaduais e federais com o objetivo de reduzir a população de bisões no parque.

Durante o inverno, as autoridades planejam matar de 600 a 900 animais, enviando-os a matadouros e autorizando a caça pública e tribal. O relatório mais recente afirma que caçadores tribais e públicos mataram 91 bisontes no parque.

Yellowstone abriga cerca de 4.800 bisões. O estado de Montana, onde os animais migram durante o inverno para fora do parque em áreas próximas a Gardiner e West Yellowstone, possui uma tolerância limitada para as migrações dos animais do parque devido ao medo da disseminação da doença brucelose, que pode matar bois e vacas explorados por fazendeiros. A mesma doença atinge os alces da região.

De acordo com o Billings Gazette, as operações de captura e transporte para matadouros de bisões podem continuar até março, dependendo do número de animais.

As informações sobre o número de animais que são capturados, e caçados são a cada duas semanas pelo site do IBMP.

Fonte: ANDA

Resultado de imagem para Bisontes

Nota: Bisões?
É Bisontes e não Bisões!

Risco de extinção Trump retira proteção legal a espécies ameaçadas nos EUA

Quer dizer; os cientistas e activistas, trabalham incansavelmente para conseguirem a protecção de espécies ameaçadas, um pouco por todo mundo. E o Trump faz isto! Enfim. Este sujeito é louco, insensível, e completamente irresponsável!


Crédito: Tamar

O governo de Donald Trump retirou discretamente dezenas de ações pendentes para proteger espécies ameaçadas de extinção, da tartaruga-verde às plantas de Florida Everglades, algo que, segundo os conservacionistas, poderia violar a lei federal que exige que o governo atue.

As regras pendentes foram retiradas principalmente em março e abril. Mas grupos ambientalistas e outros não ficaram sabendo porque o governo só mencionou o assunto brevemente em uma publicação mais ampla da Casa Branca sobre o estado das regulamentações.

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, que supervisiona a política americana para plantas e animais em perigo de extinção, retirou pelo menos 42 ações regulatórias pendentes sobre espécies ameaçadas, muitas das quais explicavam em detalhe como proteger animais ou plantas já considerados em perigo, de acordo com dados do Escritório de Administração e Orçamento (OMB, na sigla em inglês) compilados pela Bloomberg.

O Centro de Diversidade Biológica, que já entrou com várias ações contra o governo em busca de maior proteção para espécies ameaçadas, só ficou sabendo que as regras tinham sido retiradas quando foi consultado pela Bloomberg, disse Noah Greenwald, que dirige as iniciativas do grupo para este assunto.

“Eles são obrigados por lei a emiti-las”, disse Greenwald. “Se eles as estão retirando do cronograma, eles estão infringindo a lei e também estão colocando espécies em perigo de extinção. Eu considero isso totalmente inaceitável.”

O Serviço de Pesca e Vida Selvagem tomou a medida porque ela “reflete nosso fluxo de trabalho previsto neste momento”, segundo um comunicado enviado por e-mail do órgão do qual depende, o Departamento do Interior. O departamento está avaliando possíveis ações adicionais sobre a lista das espécies ameaçadas, de acordo com o comunicado.

“Retirar uma regra significa apenas que a agência está concentrando seus recursos em outras prioridades para os próximos 12 meses”, afirmou o comunicado.

Desregulamentação

Em comentários em julho, o diretor da OMB, Mick Mulvaney, caracterizou as mais de 400 regras retiradas pelo governo como o começo das iniciativas do presidente Trump para eliminar regulamentações, que ele vê como um fardo para os negócios, que desacelera as contratações e impõe custos econômicos para o país. Ele disse que elas faziam parte de um conjunto “que nós jogamos fora”.

As regulamentações sobre as espécies ameaçadas de extinção do Serviço de Pesca e Vida Selvagem, juntamente com outras centenas de outras centenas de outras regras, foram incluídas na chamada Agenda Unificada da OMB, a listagem de todas as ações regulatórias pendentes divulgada em julho e que é publicada duas vezes por ano. O Serviço de Pesca e Vida Selvagem não emitiu um comunicado de imprensa sobre sua decisão nem notificou os grupos que tinham interesse nessas questões.

Essa notificação não é necessária se o trabalho interrompido for um regulamento pendente, disse o órgão.

Arquivar as medidas relativas a espécies ameaçadas de extinção é uma reversão dos planos da agência para este ano. Em um “plano de trabalho” publicado em seu site, o Serviço de Pesca e Vida Selvagem disse que concluiria muitos dos regulamentos pendentes que cancelou.

Fonte: ANDA

Boas notícias EUA não usará chimpanzés em pesquisas médicas e animais serão libertados

(Foto: Divulgação)

A decisão, adotada pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), ocorre dois anos e meio após o órgão anunciar o fim da maioria das pesquisas biomédicas envolvendo chimpanzés, que são a espécie geneticamente mais próxima dos seres humanos, compartilhando 98% dos nossos genes.

Em 2013, os NIH deixaram de aprovar novos pedidos de testes envolvendo chimpanzés, e no ano passado os animais cativos foram declarados espécie ameaçada pelo Serviço de Peixes e Vida Silvestre dos EUA, segundo informações da France Presse / G1.

Os NIH declararam que o caráter de espécie em risco exigia dos pesquisadores permissões adicionais para qualquer experiência, e desde então não ocorreu qualquer solicitação neste sentido.

Os chimpanzés dos NIHs serão enviados ao Sistema Federal de Santuários, que administra o centro de retiro de animais Chimp Haven, em Keithville, Louisiana.

A partir de agora, as únicas pesquisas com chimpanzés em cativeiro realizadas em território americano são de caráter psicosossial, para estudar o comportamento dos animais, sem uso dos macacos para testar fármacos ou procedimentos médicos.
Chimp Haven foi fundada em 1995, a fim de responder à necessidade de cuidados a longo prazo dos chimpanzés. A necessidade de cuidados estendido para esses chimpanzés que deixaram de ser usadas na investigação biomédica, a indústria de entretenimento ou o comércio de animais.

Geneticamente, os chimpanzés estão mais estreitamente relacionados aos seres humanos do que qualquer outra espécie.

Por causa de suas semelhanças fisiológicas e comportamentais, os chimpanzés têm sido um modelo animal atraente para muitos pesquisadores.

Na década de 1980 o governo dos EUA lançou um programa de criação intensiva. Resultando em investigações para hepatite e HIV; no entanto, com novos modelos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias, o uso de chimpanzés em pesquisas doença humana declinou na década de 1990.

Nota do Camaleão: Resta saber agora quando que outros países vão abolir o uso “científico” desses chimpanzés também e quando que as outras espécies de animais também serão colocadas na consideração moral da sociedade, independente de proximidade ou não com os primatas humanos.

(Foto: Divulgação)

Fonte: ANDA

Salvo Papagaio negligenciado é resgatado após sofrer maus-tratos nos USA

Papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse causado por maus-tratos que sofreu. (Foto: Divulgação)
Papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse causado por maus-tratos que sofreu.

Um papagaio negligenciado foi encontrado sem quase todas as penas de seu corpo após arrancá-las devido ao estresse.

O pássaro, inicialmente chamado como Hobby, chegou a um santuário de animais no Kansas, Texas, EUA, com cheiro de cigarros impregnado em seu corpo.

Equipes de resgate no Santuário Tallgrass Parrot decidiram mudar o nome do papagaio, uma fêmea, para Javi.

No Facebook o santuário postou a imagem da ave dizendo: “Nenhum ser vivo deve ser usado como passatempo”.

Fonte: ANDA

San Francisco board votes unanimously for circus animal ban

San Francisco – Lions and tigers and bears, oh my! But not if you live in or visit San Francisco, whose legislative body voted unanimously on Tuesday to ban wild and exotic animal performances in circuses and shows.

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The San Francisco Chronicle reports the city’s Board of Supervisors approved a measure meant to “protect wild and exotic animals from cruel and inhumane treatment and to protect the public from the danger posed by the use of wild and exotic animals for entertainment.”

Sup. Katy Tang, who proposed the ordinance, said the move is about “equality and justice.” Tang told her colleagues she wants to “address the inequalities for a population that can’t speak” for itself. The sweeping ban covers all but domestic cats, dogs and horses and livestock like cattle, sheep, pigs and goats. Banned from performing in circuses and other shows are not only lions, tigers and bears, but also elephants, sea lions, ferrets, dolphins—even ostriches and emus.

The ban also includes movie and television work involving the covered creatures, prompting the Motion Picture Association of America (MPAA) to send a letter to city officials arguing that “the good middle class jobs that are created by [film and TV] productions” were in danger of going elsewhere.

But the supervisors, all of them Democrats, rejected the economic argument in favor of animal welfare. Sup. Scott Wiener said the training and transport of circus and other performing animals amounts to torture, which should be strictly forbidden “in the city of Saint Francis,” a reference to St. Francis of Assisi, the Catholic patron saint of animals after whom San Francisco is named.

Tang, whose measure is up for final board approval next week, said her ordinance is just the beginning of what she hopes will eventually be a state and nationwide ban similar to the one approved in San Francisco.

San Francisco made headlines in December 2004 when the last elephant was removed from its zoo, a move hailed by animal advocates.

Other US cities have passed measures limiting the presence of wild and exotic animals in circuses and shows. Los Angeles, Austin and Oakland have banned bullhooks, the sharp metal sticks used to control elephants, and numerous nations, including Austria, Croatia, Greece, Malta, have banned wild and exotic animals in circuses altogether.

“It’s ironic that most people who visit circuses actually love animals,” observes Cause Ribbon, a social justice advocacy website with a long-running ‘Boycott the Circus’ awareness ribbon and information campaign:

Kids and grown-ups alike marvel at majestic elephants, awe-inspiring tigers and other animals that perform under the festive big top. But the reality of everyday existence for many circus animals is that life is anything but fun. Separation from family, domination by often cruel humans, violent—even torturous—training, cramped confinement in dismal conditions and the mundane misery stemming from a life of repetitive routine are the stark reality for too many circus animals. All this, just for our entertainment.

Fonte: http://www.digitaljournal.com/news/politics/san-francisco-board-votes-unanimously-for-circus-animal-ban/article/430818#ixzz3XQ5mZDsD