conteúdo anda O aquecimento global ameaça a sobrevivência dos ursos polares

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Ursos polares correm risco de extinção

Os ursos polares são animais inspiradores e simbólicos das regiões congeladas do Pólo Norte. Mesmo assim, nos últimos anos, este estado tem diminuído significativamente, impulsionada pelos gases de efeito estufa e as mudanças climáticas. Devido à perda de gelo, os ursos polares são incapazes de caçar ou subsistir em seu ambiente e, por este motivo, o US Geological Survey prevê que dois terços dos ursos polares desaparecerão até 2050.

Os tempos se tornaram tão terríveis para esta espécie que eles foram observados viajando até territórios humanos em busca de alimento. O fato é que esta espécie está em grave perigo de extinção.

Enquanto sua casa nativa está derretendo, os ursos polares estão sendo colocados em cativeiro e, embora o urso polar selvagem esteja correndo riscos, só aumenta o número de ursos polares explorados em zoológicos espalhados pelo mundo. Alguns argumentam que manter esses animais em ambientes cativos é a única maneira de garantir que serão preservados – dado que seu próprio habitat não é um mais “seguro”. Eles alegam também que levar as pessoas a ver esses animais de perto irá inspirá-las a defender a espécie.

A realidade, entretanto, é que o cativeiro não beneficia o urso polar – ou qualquer outra espécie animal. Um crescente corpo de evidências sugere que o ato de assistir um animal aprisionado em um pequeno recinto não tem qualquer apelo educativo para crianças ou adultos. Em vez disso, os jardins zoológicos existem para o entretenimento e fins lucrativos, a custa da liberdade dos animais.

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O aquecimento global ameaça a sobrevivência dos ursos polares

A foto acima, interpretada como um momento doce entre uma mãe e seu bebê, trai a realidade profunda de sua situação triste. Em cativeiro, esses animais só poderão experimentar uma pequena fração do que suas vidas poderiam ter sido. Na natureza, teriam milhas e milhas de gelo para percorrer e desfrutar da emoção de caçar e interagir em grupos familiares e sociais. Suas vidas teriam tido um significado e um propósito muito distintos por sua própria vontade. Em vez disso, eles são confinados a uma célula de prisão que é artificialmente resfriada e embalada com gelo para mantê-los “confortáveis”. O tédio extremo e a frustração os leva a exibir comportamentos incomuns, como balançar a cabeça repetidas vezes. Essas ações inúteis são pensadas como manifestações físicas de angústia mental extrema. Segundo a Polar Bears International, “Cerca de 85% dos ursos polares norte-americanos [nos zoológicos] o fazem, dedicando quase um quarto de seu dia ativo à atividade”

O aquecimento global e a preservação das espécies

A única maneira real de proteger esses animais é salvando seu habitat, minimizando a emissão de gases e mudando nossos hábitos e adotando o veganismo. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) estima que a produção pecuária seja responsável por 14,5% das emissões globais de gases de efeito estufa, enquanto outras organizações, como o Worldwatch Institute, estimaram que poderiam chegar a 51%. Além disso, esta indústria destrutiva e cruel ocupa atualmente mais da metade dos recursos de terra arável do mundo e utiliza a maioria das nossas reservas de água doce. O sistema provoca a poluição do ar e da água desenfreada, a degradação da terra, o desmatamento e está empurrando inúmeras espécies à extinção. No entanto, uma em cada oito pessoas ainda sofre de escassez de alimentos.

“A verdadeira guerra contra as mudanças climáticas está sendo travada em nossos pratos, várias vezes por dia, com todas as escolhas alimentares que fazemos”, disse Nil Zacharias, co-fundador e editor-chefe da One Green Planet, “Um dos maiores desafios enfrentando em nosso planeta é a nossa espécie. Estamos conscientementes da extinção e fazendo muito pouco sobre isso”.

Como a organização líder na vanguarda do movimento de consumismo consciente, a One Green Planet defende que nossas escolhas alimentares têm o poder de curar nosso sistema de alimentos, dando às espécies uma chance de sobrevivência e abrindo caminho para um futuro verdadeiramente sustentável. Ao escolher uma dieta vegana, podemos reduzir drasticamente nossa pegada de carbono, economizar água preciosa e ajudar a garantir que os recursos vitais cheguem até pessoas, ao invés de serem destinados a animais explorados pela indústria da carne.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Mortes de ursos polares mostram efeitos devastadores causados pelas mudanças climáticas

Reprodução / Instagram

Enquanto incidentes meteorológicos são frequentemente divulgados pela mídia, o impacto que as mudanças climáticas causam à fauna planetária é pouco discutido. Cientistas acreditam que estamos no meio do sexto período maciço de extinção na Terra. Nós perdemos cerca de 52% da vida animal no planeta nos últimos 40 anos. Ao contrário de todos os outros períodos de extinção em massa no planeta, este é causado por nós.

É importante que a humanidade perceba o impacto que suas ações causam no meio ambiente. Com isso em mente, o fotógrafo da natureza e conservador Paul Nicklen postou uma mensagem e as seguintes fotos  no Instagram:

“Em 30 anos vivendo no Ártico, quatro deles como biólogo trabalhando em projetos sobre o urso polar e os últimos 20 como fotógrafo da vida selvagem, eu só vi um urso polar morto. No ano passado, em um período de 2 semanas, achamos dois que haviam morrido de fome. ”

Reprodução / Instagram

O urso polar é apenas uma das espécies que se tornou vítima da mudança climática. Esses animais dependem do gelo no mar para morar e caçar. Enquanto as temperaturas no Ártico sobem, o gelo quebra e se separa, criando distâncias muito vastas para que esses ursos atravessem. É desolador saber que nós podemos ter causado o declínio de um símbolo tão poderoso do grande território gelado do Norte. É algo que precisamos resolver se quisermos ajudar esses animais.

Enquanto a queima de combustíveis é um dos fatores que mais agrava o efeito estufa, há uma indústria responsável por mais emissões do que o setor de transportes: a agricultura animal.

De acordo com o One Green Planet, nosso sistema alimentar mundial dominado pela indústria de carne é o centro da nossa crise ambiental.

Essa indústria destrutiva ocupa mais da metade das terras aráveis, usa a maioria da água potável e emite gases poluentes. Em adição a isso, esse sistema causa poluição excessiva da terra e da água, desmatando e deixando várias espécies à beira da extinção.
A boa notícia é que, se agirmos, podemos pôr um fim nessa destruição. Simplesmente escolhendo parar de consumir carne e produtos derivados de animais você pode reduzir pela metade sua emissão de carbono, preservar a água e diversas espécies de animais. Com a variedade de produtos naturais disponível, nunca foi tão fácil se alimentar tendo o bem-estar do planeta em mente.

Fonte: ANDA

Estou sem palavras! Rússia Ursos polares são forçados a “cantar e dançar” amordaçados em circo

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Quando pensamos em ursos polares, imagens do grande Círculo Ártico provavelmente vêm à mente – grandes comprimentos de neve, gelo, geleiras, e belos trechos de terra intocada. No entanto, um circo itinerante russo decidiu que uma vida com mordaças e microfones é mais adequada para estas criaturas magníficas … ou pelo menos mais rentável. No circo Ivanovo na Rússia, os ursos polares são forçados a “cantar e dançar” para um público, enquanto suas bocas estão amarradas. As informações são do site One Green Planet.

Durante o show, os ursos polares executam truques e acrobacias para multidões, incluindo rugir em um microfone e dançar sobre as patas traseiras – algo que eles nunca fariam na natureza. E como se ter suas bocas amordaçadas não fosse ruim o suficiente, filhotes de urso polar são espancados pelos treinadores para que eles sejam submissos quando crescerem.

Foto: Daily Mail/Tass-Barcroft Media

Após fotos do ato terem vindo à tona, organizações de direitos animais condenaram o circo e pediram o fim de seu ato cruel. “A maioria das pessoas concorda que a redução de predadores tão inteligentes para nada mais do que bonecos atormentados está errado e estes animais não têm lugar em um circo”, disse Jan Creamer, presidente da Animal Defenders International (ADI). “A ADI insta a Rússia a juntar-se aos 31 países que já implementaram restrições sobre circos com animais selvagens.”

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Os ursos polares já tem problemas suficientes, eles certamente não deveriam ter que ser submetidos à vida em um espetáculo de circo. Infelizmente, a Rússia não é o único lugar onde estes seres magníficos são mantidos confinados para o entretenimento. Zoológicos e circos nos EUA também mantêm ursos polares em ambientes que são completamente artificiais em comparação à seu habitat natural. Todos nós podemos fazer a diferença para os ursos polares e outros animais boicotando empresas que os exploram em cativeiro.

Foto: Daily Mail/Tass-Barcroft Media

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA

A Internet está rendida à Nora e nós percebemos o motivo

Tem apenas três meses, mas os seus vídeos já somam milhares de visualizações na internet. Nora, uma cria de urso polar, é o mais recente fenómeno animal da web. E com isso pode chamar atenção para o risco de extinção da sua espécie.

A Internet está rendida à Nora e nós percebemos o motivo

Não custa muito ficar enternecido com as imagens de uma cria de urso polar. Mas o Columbus Zoo de Ohio, nos Estados Unidos, também é responsável pelo fenómeno Nora.

A cria foi abandonada pela mãe uma semana depois de nascer e, desde então, está aos cuidados dos funcionários do hospital veterinário do zoo, que têm partilhado vários momentos do crescimento da ursa. A internet, como se sabe, gosta muito de vídeos de animais, o que está a contribuir para a popularidade da pequena ursa.

Veja o vídeo.

http://rd3.videos.sapo.pt/playhtml?file=http://rd3.videos.sapo.pt/eA3sztltIkAmVhTJHqsz/mov/1

O próprio nome do animal foi escolhido através de uma votação online, que contou com mais de 88 mil votos e a participação de 115 países.

O vídeo mais recente, este que pode ver acima, faz um resumo dos últimos três meses da vida de Nora. A cria está a desenvolver-se muito bem, de acordo com informações divulgadas pelo zoo.

Os ursos polares estão em vias de extinção por causa do aquecimento global e do derretimento do gelo no mar. Estima-se que existam, apenas, 20 a 25 mil ursos polares em estado selvagem na natureza.

Com as atenções voltadas para Nora, o Columbus Zoo pretende alertar para esta situação e lembra que “todos temos a responsabilidade de proteger os ursos polares e preservá-los para as gerações futuras”.

Também ficou rendido? Pode acompanhar mais novidades na página de Facebook do Columbus Zoo and Aquarium.

Fonte: 24.sapo.pt

Há pessoas, a começar por cientistas que não acreditam nesta realidade! Mudanças climáticas A humanidade é responsável pela trágica situação dos ursos-polares

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Turistas e fotógrafos de vida selvagem costumam visitar Svalbard, um território ártico norueguês, especialmente para ver os ursos-polares. E sim, geralmente, vamos encontrá-los: ursos belos e fotogênicos brincando ou até mesmo durante a caça. À primeira vista, tudo é como sempre foi em uma das populações mais facilmente acessíveis de ursos-polares do mundo, fortemente protegidos e indo bem, pelo menos é o que alguns cientistas dizem.

Mas os ursos aqui estão realmente bem? Eu sou uma pessoa crítica e observo. Eu vejo os verões sendo tão agradáveis (e quentes) como nunca. Eu vejo as geleiras quebrarem e reduzirem dezenas a centenas de metros a cada ano. Eu vejo a calota polar desaparecer em velocidade recorde. Sim, eu tenho visto ursos em boa forma – mas também tenho visto ursos-polares mortos e passando fome . Ursos andando nas margens, à procura de comida, tentando caçar renas e comendo ovos do pássaro, musgos e algas. E percebi que os ursos fortes, que permanecem na calota polar durante todo o ano, são quase todos machos. As fêmeas, por outro lado, que vêm para a terra para dar à luz seus filhotes, muitas vezes são franzinas. Com a calota polar diminuindo mais e mais a cada ano, eles tendem a ficar presos na terra, onde não há muita comida. No primeiro ano, eles perdem seu primeiro filhote. No segundo ano, eles perdem o segundo (e último) filhote. Apenas uma vez vi uma mãe com um filhote quase independente. Apenas poucas vezes vi mães lindas e fortes com pequenos ursos bonitos e fortes. Muitas vezes, eu vi ursas terrivelmente franzinas – como esta aqui retratada. Um mero esqueleto, com a perna ferida, possivelmente por uma tentativa desesperada de caçar uma morsa enquanto ela estava em terra.

Especialistas afirmam que a população Svalbard é estável e, até mesmo, crescente. Bem, aqui eu pergunto: como uma população pode ser estável se ela consiste de cada vez menos fêmeas e filhotes? Como uma população pode estar indo bem, se a maioria dos ursos tem um índice de massa corpórea baixo? Em uma escala de 1 a 5, apenas uma vez eu vi um urso grande e gordo que poderia receber um 5, mas várias vezes eu já vi ursos mortos e ursos como esta: condenada à morte, um mero 1 nessa escala. Eu não tenho dados científicos para provar minhas observações, mas eu tenho olhos para ver – e um cérebro para tirar conclusões. A mudança climática está afetando muito o Ártico. E é nossa decisão se queremos tentar mudar isso. Então: vamos fazer algo sobre a maior ameaça do nosso tempo. Talvez a gente não possa salvar esta ursa. Mas cada pequena ação que fazemos para mudar os nossos caminhos é um passo na direção certa. Nós apenas temos que começar e seguir em frente!

Fonte: ANDA

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O Al Gore, foi e é uma das vozes que mais alertou e alerta, para as alterações climáticas. Mas pouco depois de ter começado a sua jornada de alerta para as alterações climáticas, imensos cientistas de todo o mundo, atiraram-se contra ele, com unhas e dentes. Para eles, o Al Gore estava totalmente errado. Eles é que estavam certos. Só que o tempo tem-se encarregado de mostrar que a razão estava e está totalmente do lado do Al Gore.

Este artigo da ANDA fala por si.
Ele mostra de forma clara o quanto os cientistas que depois do documentário do Al Gore, vieram a publico afirmar que as alterações climáticas são uma fantasia, estavam e estão completamente errados!

Al Gore – Uma verdade inconveniente – lição # 1

Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas protegidos pela ONU

Mais 31 espécies estão declaradas protegidas pelas Nações Unidas, decisão tomada na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens realizada no Equador. Só o leão africano falhou a nomeação, por agora.

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU / LUÍS QUINTA

O leão africano foi o único excluído das 32 novas propostas apresentadas à classificação de “espécie protegida” pelas Nações Unidas. Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas foram alguns dos eleitos na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens, organizada pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente. A conferência que decorreu em Quito (no Equador) durante seis dias, terminou este domingo e reuniu centenas de especialistas.

Com esta conferência, eleva-se a 569 a proteção de espécies migratórias – aves, mamíferos e peixes. À lista já existente foi acrescentado um número recorde de 21 espécies de tubarões, raias e peixes-serra. As gazelas-de-grant (comuns em África) e a ave abetarda (encontrada na Europa, Portugal incluído, e Ásia) são outras das recém-declaradas. De fora ficou, por agora, o leão africano, devido à escassez de informação dos países onde vive.

“Desde a poluição nos nossos oceanos, aos efeitos das alterações climáticas, à caça e sobreexploração – as ameaças que os animais migratórios enfrentam acabarão por afetar-nos a todos” defende Bradnee Chambers, secretário-executivo do departamento de Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens da ONU.

O encontro reuniu cerca de 900 especialistas de 120 países diferentes. “Foi a melhor conferência, com o maior número de delegados inscritos. Foi uma conferência histórica”, concluiu Brandnee Chambers na sessão de encerramento.

A próxima conferência está agendada para 2017 e terá lugar nas Filipinas.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/ursos-polares-baleias-tubaroes-e-gazelas-protegidos-pela-onu=f897431#ixzz3IhHp7chC