Conteúdo ANDA Unna foi a 38ª orca a morrer no SeaWorld

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A expectativa de vida de uma orca na natureza é em média 50 anos, mas há registro de algumas que viveram mais de 100 anos.

A orca Unna que morreu aos 19 anos, conforme a ANDA divulgou em primeira mão no Brasil, não viveu metade do tempo de vida do esperado, assim como as 38 orcas que já morreram nos tanques do SeaWorld.

Como Unna nasceu em cativeiro, ela jamais soube o que era a sensação de nadar livre por milhas no oceano.

Além disso, foi separada de sua mãe por volta dos 6 anos. Ela era filha de Tilikum, a orca que foi objeto de Blackfish, documentário que divulgou a crueldade em manter animais grandes e inteligentes em cativeiro.

O SeaWorld tem divulgado que a infecção fúngica é comum em cetáceos. No entanto, não há evidência que isso ocorra nas baleias que vivem em seu habitat natural.

Segundo o Capitão Paul Watson, fundador da Sea Shepherd Conservation Society, Unna morreu por ter vivido numa prisão, comprometendo seu sistema imunológico devido aos anos de escravidão.

Protestos em Orlando

Ativistas da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) fantasiados de orcas recepcionaram os turistas no Aeroporto Internacional de Orlando para orientá-los sobre a crueldade cometida contra as baleias no SeaWorld.

Os manifestantes alertaram os visitantes que enquanto eles estão desfrutando das férias com a família, o SeaWorld separou 19 orcas de seus filhotes.

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Além de serem separadas de suas famílias, as orcas são impedidas de nadar livremente por longas extensões para serem forçadas a flutuar ou nadar em círculos intermináveis ​em tanques de água tratada quimicamente no SeaWorld.

E as baleias ainda têm que realizar truques para serem alimentadas.

Este constante estresse tem provocado um comportamento anormal, motivo pelo qual uma orca por ano tem morrido nos tanques em idades muito bem inferiores do que se estivessem na natureza.

Fonte: ANDA

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