Espanha: toureiro morre depois de ser colhido por touro na arena

Víctor Barrio tinha 29 anos e morreu na arena depois de o touro o ter atingido nas costas (ATENÇÃO: esta notícia contém imagens violentas)

Toureiro morre depois de ser colhido por touro em Espanha
Toureiro morre depois de ser colhido por touro em Espanha.

Um toureiro espanhol morreu, este sábado, numa arena durante um espetáculo tauromáquico, em Espanha. O homem não resistiu aos ferimentos causados pela investida do touro.

Víctor Barrio, que tinha 29 anos, estava a atuar na arena de touros de Teruel, na região espanhola de Aragão, quando o touro o atingiu nas costas com uma cornada. As investidas do animal, registadas em direto, acabaram por ser fatais para o jovem toureiro.

O jornal El País escreve que tudo aconteceu na sequência de uma distração de Víctor Barrio. O homem terá calculado erradamente a distância entre os cornos do touro e a capa num dos números que fazia.

Barrio, que se tinha iniciado na tauromaquia há cerca de nove anos, foi surpreendido pelo touro que o atingiu pelas costas e lhe perfurou o peito.

Quando os colegas conseguiram afastar o animal, alguns toureiros entraram na arena para socorrer o jovem e encaminhá-lo para a enfermaria, onde acabou por morrer.

O momento em que Víctor Barrio é atingido pelo touro estava a passar em direto na televisão e circula nas redes sociais

Fonte: TVi24

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Açores: duas contraordenações por dia por maus-tratos a animais

Em 2015, a GNR elaborou no arquipélago 719 autos de contraordenação, 18 dos quais crimes por maus-tratos a animais de companhia

Arte urbana alerta para os maus tratos aos animais

A GNR elaborou no ano passado, em média, duas contraordenações por dia nos Açores no âmbito da lei que criminaliza os maus-tratos e o abandono de animais de companhia.

Segundo informação do Comando Territorial dos Açores, em 2015 a GNR elaborou no arquipélago 719 autos de contraordenação, dos quais 652 dizem respeito aos animais de companhia e bem estar-animal, e 67 relativos a animais perigosos.

“No mesmo ano, foram registados 18 crimes por maus-tratos a animais de companhia”, adiantou o comandante territorial, João Rodrigues Maia, dizendo não estar surpreendido atendendo ao número de animais na região.
O responsável explicou que as situações “têm a ver essencialmente com as condições higienossanitárias em que os animais vivem, com o tratamento aos próprios animais, a sua alimentação e o abandono”.

O comandante territorial esclareceu que, “em termos relativos, a região lidera no país as contraordenações atendendo à população e área”.

Um dos casos reportados à GNR, apontou, dizia respeito a um cão de raça caniche cuja casota foi incendiada com o animal no interior.

No total, na área ambiental, em 2015, a GNR elaborou 1.131 autos de contraordenação, a que se somam 33 ilícitos criminais.

Além dos autos relacionados com os animais de companhia ou considerados perigosos, 333 são relativos ao incumprimento de leis sanitárias, como a falta de condições das explorações e de vacinação dos animais, atravessando os restantes toda a área ambiental, desde o domínio hídrico, ordenamento do território, a poluição atmosférica e dos solos ou proteção ambiental.

A lei que criminaliza os maus-tratos contra animais, que entrou em vigor a 01 de outubro de 2014, refere que “quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias”.

A lei indica que para os que efetuarem tais atos, e dos quais “resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção”, o mesmo será “punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias”.

Em relação aos animais de companhia, a lei determina que “quem, tendo o dever de guardar, vigiar ou assistir animal de companhia, o abandonar, pondo desse modo em perigo a sua alimentação e a prestação de cuidados que lhe são devidos, é punido com pena de prisão até seis meses ou com pena de multa até 60 dias”.
João Rodrigues Maia informou, também, que o número de denúncias sobre ambiente comunicadas à GNR nos Açores está a aumentar, chegando no ano passado às 445.

“Há um crescendo de sensibilização ambiental da parte da sociedade e esse facto é visível nas denúncias ambientais que recebemos”, afirmou, salientando a importância de ser o cidadão a tomar a iniciativa.
Segundo João Rodrigues Maia, a esmagadora maioria das 445 denúncias surgiu através da linha “SOS Ambiente e Território” (808 200 520).

As situações relacionadas com o bem-estar animal e animais de companhia lideram o número de casos reportados (273), incluindo-se neste caso as condições de higiene em que vivem ou a falta de vacinação e alimentação, a que se somam mais 50 sobre a detenção de animais perigosos.

Poluição atmosférica (33) e incumprimento de leis sanitárias (32) são outras das áreas de atuação ambiental da GNR com mais denúncias.

O comandante territorial dos Açores da GNR informou que em 2014 o número total de denúncias foi “substancialmente inferior”, exemplificando que entre setembro e dezembro desse ano “houve apenas 17 denúncias”.

João Rodrigues Maia referiu que “as pessoas estão preocupadas com matérias relacionadas com o ambiente”, salientando que no arquipélago, atendendo às características das nove ilhas, “há uma responsabilidade acrescida”.

Assegurando existir por parte da GNR a preocupação imediata de investigar a denúncia, o responsável admitiu, por outro lado, que a atuação desta força policial na área ambiental é “bem-vista e considerada”, ao contrário de outras, como na fiscalização nas áreas da pesca e tributária.

“Não tenho dúvidas de que o aumento das denúncias se deve também ao resultado do trabalho da GNR e à confiança que existe”, declarou.

Fonte: TVi24

Muito boas notícias! Principais companhias aéreas norte-americanas proíbem transporte de troféus de caça

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As principais companhias aéreas dos Estados Unidos da América (EUA), a United Airlines, a American Airlines e a Delta, decidiram proibir o transporte de grandes troféus de caça, após a morte polémica do leão Cecil por um caçador norte-americano.

A primeira companhia a adotar esta medida foi a Delta, que efetua voos entre os EUA e a África do Sul, tendo anunciado a entrada em vigor da proibição de transporte de troféus de caça de animais de grande porte na segunda-feira, através de um comunicado.

“Com efeito imediato, a Delta proíbe, em todo o mundo, o transporte como carga de troféus de leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos”, explicou a companhia norte-americana.

Fonte: TVi24

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Todas as práticas para divertimento de quem as pratica, para divertimento publico, que atentam contra os direitos, contra o bem-estar, contra a vida de outros seres sensíveis, são práticas Psicopatas. E a caça, toda a caça, é uma dessas práticas.

Todas essas práticas Psicopatas têm de ser erradicas do mundo!

Monstra; Assassina; Psicopata! Caçadora de animais selvagens exibe troféus no Facebook

Sabrina Corgatelli

Ver e ler este artigo é revoltante; http://www.tvi24.iol.pt/internacional/cacadora-de-trofeus/cacadora-de-animais-selvagens-exibe-trofeus-no-facebook

A Psicopatia que esta mulher demonstra, está claramente visível no artigo; nas imagens que ela postou no Facebook, e nas suas declarações, também no Facebook, como se pode ver no artigo.

A caça, mais não é, do que uma demonstração de Psicopatia. Só uma mente Psicopata tira a vida de outro ser sensível, por prazer. Só uma mente Psicopata tira a vida de outro ser sensível por divertimento!