CONTEÚDO ANDA Conheça a ativista que luta para desconstruir estereótipos sobre tubarões

Embora haja vários estereótipos sobre tubarões, a espécie é vítima da crueldade humana. Todos os anos, 100 milhões de tubarões são mortos – a maioria para o comércio de barbatanas…

 

Embora haja vários estereótipos sobre tubarões, a espécie é vítima da crueldade humana. Todos os anos, 100 milhões de tubarões são mortos – a maioria para o comércio de barbatanas de tubarão. Os outros são capturados acidentalmente pela terrível indústria da pesca.

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Como os tubarões são retratados como extremamente agressivos, a maioria das pessoas defende que o correto é matá-los.

Porém, Ocean Ramsey está tentando desconstruir os mitos sobre tubarões. Ela é uma ativista marinha e instrutora de mergulho profissional, que realiza mergulhos diários com tubarões no Havaí para analisar seus comportamentos.

Ramsey divulgou seus estudos ao público para “ajudar as pessoas a compreender, apreciar e respeitar melhor os tubarões como valiosos predadores e combater o medo irracional que muitas pessoas sentem”.

Ela também se dedica a recolher dados inestimáveis sobre estes belos animais. Como observa em seu Instagram, “a pesquisa sobre tubarões é crítica para os esforços de proteção, tais como a aprovação da legislação que pode ter recursos eficazes para a segurança dos tubarões”.

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Os tubarões são predadores-chave que desempenham um papel fundamental na manutenção de outras populações marinhas saudáveis e ameaçadas. Quando eles desaparecem de um ecossistema, isso gera uma cascata de problemas e leva ao desaparecimento de outras espécies marinhas essenciais, revela o One Green Planet.

Ramsey espera que, ao compartilhar suas experiências com tubarões, isso inspire outras pessoas a adotar medidas para protegê-los.

Com mais de 284 mil seguidores no Instagram, ela desafia os equívocos das pessoas sobre a espécie com fotos impressionantes de seus mergulhos.

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Se uma pessoa decidir parar de consumir peixes e mariscos, isso pode salvar 225 peixes e 151 crustáceos em um ano, além de diminuir as chances de os tubarões serem enredados e mortos em instrumentos de pesca.

O consumo de sopa de barbatana de tubarão também está colocando uma pressão significativa sobre os animais. Ao conscientizar as pessoas sobre a importância dos tubarões para a saúde dos nossos oceanos, podemos mudar a percepção sobre estes animais surpreendentes.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Mais de 70 milhões de tubarões são mortos por ano pelo comércio de barbatanas

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Na Ásia, consumir sopa de barbatana de tubarão é sinônimo de riqueza e status. Porém, esse hábito demonstra um completo desprezo pela vida, já que 73 milhões de tubarões são brutalmente mortos a cada ano para suprir esse “luxo”.

Devido a isso, algumas espécies de tubarão tiveram um declínio gritante de 98% em suas populações nos últimos quinze anos. Mais de 200 espécies de tubarão estão listadas agora como em perigo pela International Shark Foundation.

As pessoas muitas vezes acreditam que os tubarões são cruéis, mas o que os humanos fazem com esses moradores do mar apenas por uma refeição é terrível.

Primeiramente, os seres humanos sequestram os tubarões da natureza por causa de suas barbatanas, que são serradas de maneira bárbara enquanto eles se contorcem de dor. Os tubarões não morrem nesta provação, eles passam por algo muito pior.

Uma vez que suas barbatanas são arrancadas, os restos de seus corpos são simplesmente jogado de volta ao mar, descartados como pedaços de lixo onde, incapacitados, eles são deixados para “se afogar, sangrar até a morte ou serem comidos vivos por outros peixes”, explica a Oceana.

Segundo o One Green Planet, isso é ilegal nas águas dos EUA. Entretanto, o país contribui com este comércio brutal ao permitir que as barbatanas de tubarão sejam compradas internamente. De fato, Savannah, na Geórgia é um porto enorme para barbatanas de tubarão.

Agora surgiu a oportunidade de acabar com isso porque um grupo bipartidário no Congresso anunciou recentemente a introdução da Lei de Eliminação do Comércio de Barbatanas de Tubarão (S.3095 / HR 5584), que tornaria “ilegal possuir, comprar, transportar ou comercializar barbatanas de tubarão ou qualquer produto contendo barbatanas de tubarão” nos EUA.

De acordo com um novo relatório da Oceana, “uma proibição nacional do comércio de barbatanas de tubarão diminuiria o comércio internacional de barbatanas, melhoraria a aplicação da atual proibição e reforçaria o status dos EUA como líder na proteção de tubarões”.

As pessoas não podem deixar seu medo de tubarões impedi-las de agir e apoiar esta lei. Embora a imprensa goste de aumentar nossos terrores e de exagerar nas histórias de sofrimento humano devido a ataques de tubarões, a realidade é que nós somos predadores muito mais mortais do que eles.

Em média, há talvez entre 70 e 100 ataques de tubarões no mundo a cada ano e apenas cinco, em média, terminam em tragédia humana.Porém, milhões de tubarões são massacrados por humanos todos os anos.

Além disso, os tubarões são espécies fundamentais, pois mantêm o equilíbrio sustentável dos ecossistemas que habitam e precisamos desesperadamente de oceanos saudáveis para um mundo saudável.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Imagem impactante mostra a imensa crueldade cometida contra tubarões

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À primeira vista, esta imagem parece inofensiva, quase bela – como se estivéssemos olhando para um calçadão de paralelepípedos e para um porto tranquilo. Porém, observe mais de perto: estes não são paralelepípedos, mas barbatanas de tubarão.

Esta imagem perturbadora foi capturada por Paul Hilton em um terraço em Hong Kong. O fotógrafo subiu até o topo de um prédio para documentar esta atrocidade. As barbatanas que estão neste local, como se fossem várias telhas, representam a matança de cerca de 30 mil tubarões.

Infelizmente, cenas como esta são muito comuns. Cientistas acreditam que 100 milhões de tubarões são arrancados dos oceanos por caçadores ou redes de pescadores. Alguns estimam que este número possa ser tão alto quanto 273 milhões. Os tubarões são então massacrados, suas barbatanas são cortadas e, eventualmente, transformadas em sopas.

A população da espécie diminuiu de 60% a 90% nos últimos 15 anos e, se algo não for feito, os tubarões serão extintos em 10 anos.

Se isso ocorrer, toda a vida nos oceanos – de que dependemos para sobreviver – terá o mesmo destino. Os tubarões desempenham um papel essencial nos mares porque agem como agentes de equilíbrio que mantêm esses delicados ecossistemas em ordem.

Sem eles e outros predadores, as menores criaturas aquáticas destruirão a vegetação do fundo do mar. Esta vegetação ajuda a fornecer cerca de 70% do oxigênio da Terra e é crucial para o armazenamento de dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa também. Se não pararmos de caçar tubarões até extinção, podemos provocar nossa própria extinção.

Podemos ajudar a prevenir esta tragédia de várias maneiras. Uma é apoiar as pessoas, como Paul Hilton, que estão lutando para espalhar esta mensagem para todo o mundo.

Também é fundamental aumentar a conscientização sobre o perigo enfrentado pela espécie. Finalmente, podemos ajudar os tubarões ao não consumir peixes e outros animais, já que um grande número de tubarões são arrancados do oceano por instrumentos de pesca, informou o One Green Planet.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Pesquisadores revelam que tubarões possuem personalidades assim como os seres humanos

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De acordo com uma pesquisa australiana, existem tubarões tímidos, tubarões que correm riscos e  até aqueles que não lidam particularmente bem com o estresse. Em resumo, os tubarões possuem personalidades distintas e individuais assim como os humanos.

“Tem sido uma luta de 10 a 15 anos até mesmo para os cientistas aceitarem que os animais têm personalidades e isso mostra que os tubarões estão longe de assassinos estúpidos”, disse o ecologista Culum Brown da Universidade de Macquarie.

Foi revelado que os predadores são indivíduos com sua própria maneira distinta de responder ao estresse e a ambientes desconhecidos.

Publicados no Journal of Fish Biology, os resultados da análise mostram que os tubarões menores tendem a ser muito mais tímidos, provavelmente porque são mais vulneráveis aos predadores, disse o professor Brown. No entanto, inesperadamente, não houve diferenças de personalidade observadas entre os sexos.

“Os machos tendem a ser mais ousados do que as fêmeas em quase todas as espécies que já foram observadas. Então isso foi inesperado, mas pode ter ocorrido devido ao pequeno número da amostra”, disse o professor Brown.

Dezessete tubarões selvagens de Port Jackson do leste da Austrália foram observados pela Macquarie University. O traço de personalidade mais comum encontrado nos animais foi a “audácia”, já que a propensão para assumir riscos é considerada um traço universal exibido em todas as espécies.

A segunda característica observada, e que está diretamente relacionada à ousadia, foi como os animais respondem ao estresse.

“Seu nível de ousadia provavelmente influencia em como irá responder às circunstâncias estressantes. Se você é corajoso, não reage muito ao estresse”, disse o professor Brown.

“Um tubarão estressado de Port Jackson se move muito. Então você pode verificar como o quão ativos eles estão e, em seguida, quanto tempo leva para voltar ao seu estado normal dócil”, explicou Brown.

De uma perspectiva evolutiva, os tubarões são criaturas antigas e os resultados indicam que os traços de personalidade remontam à origem dos vertebrados há cerca de 300 milhões de anos, informou o Sidney Morning Herald.

Fonte: ANDA

Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas protegidos pela ONU

Mais 31 espécies estão declaradas protegidas pelas Nações Unidas, decisão tomada na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens realizada no Equador. Só o leão africano falhou a nomeação, por agora.

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU

A abetarda, ave que existe em Portugal, está agora na lista de espécies protegidas pela ONU / LUÍS QUINTA

O leão africano foi o único excluído das 32 novas propostas apresentadas à classificação de “espécie protegida” pelas Nações Unidas. Ursos polares, baleias, tubarões e gazelas foram alguns dos eleitos na conferência da Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens, organizada pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente. A conferência que decorreu em Quito (no Equador) durante seis dias, terminou este domingo e reuniu centenas de especialistas.

Com esta conferência, eleva-se a 569 a proteção de espécies migratórias – aves, mamíferos e peixes. À lista já existente foi acrescentado um número recorde de 21 espécies de tubarões, raias e peixes-serra. As gazelas-de-grant (comuns em África) e a ave abetarda (encontrada na Europa, Portugal incluído, e Ásia) são outras das recém-declaradas. De fora ficou, por agora, o leão africano, devido à escassez de informação dos países onde vive.

“Desde a poluição nos nossos oceanos, aos efeitos das alterações climáticas, à caça e sobreexploração – as ameaças que os animais migratórios enfrentam acabarão por afetar-nos a todos” defende Bradnee Chambers, secretário-executivo do departamento de Conservação de Espécies Migratórias de Animais Selvagens da ONU.

O encontro reuniu cerca de 900 especialistas de 120 países diferentes. “Foi a melhor conferência, com o maior número de delegados inscritos. Foi uma conferência histórica”, concluiu Brandnee Chambers na sessão de encerramento.

A próxima conferência está agendada para 2017 e terá lugar nas Filipinas.

Fonte: http://expresso.sapo.pt/ursos-polares-baleias-tubaroes-e-gazelas-protegidos-pela-onu=f897431#ixzz3IhHp7chC