A VIOLÊNCIA, NUNCA É SINÓNIMO DE AMOR!

Nós amamos o touro; dizem eles!
Então na amam. Vê-se!
Pela lógica deles; toda a violência do homem, contra o próprio homem, é por amor.
É por amarmos o touro que o queremos ver cravado de bandarilhas, a sofrer, cheio de sangue.
Cambada de hipócritas.
A violência nunca é sinónimo de amor.
O que é sinónimo de amor, é o respeito pelo bem-estar, pela felicidade, é o respeito pela vida. É a empatia, a bondade, a compaixão e o altruísmo. Isso sim, é amor. E não o amor que eles afirmam sentir pelo touro!

Mário Amorim

Nota: A Compaixão não é pena. Não é piedade. A Compaixão é não querer que o outro sofra, a nem as causas do sofrimento!

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O QUE É MELHOR?

É melhor ver o touro livre, no seu habitat natural, feliz, a conviver com os seus familiares e amigos, desde o seu nascimento à sua morte, ou vê-lo, preso num local redondo, do qual não pode fugir, esvaído em sangue, a sofrer?
É óbvio que o melhor é vê-lo a pastar, no campo, na natureza, em convívio com a sua família e os amigos, desde o seu nascimento à sua morte!
Mas vocês que gostam de o ver a sofrer, a ser torturado, numa praça de touros, não entendem isto.
Vocês, que gostam de tauromaquia, gostariam de sofrer, de serem torturados como o touro é? – Claro que não gostavam!
Pois é; pimenta no cu dos outros é refresco!

Está mais do que na hora de vocês colocarem os interesses do touro em primeiro lugar.
E os interesses do touro, é viver livre, em paz e sossego, no seu habitat natural, desde o seu nascimento à sua morte.

Se vocês não quiserem, finalmente, entender isto é porque o vosso coração é completamente vazio dos valores da vida!

Mário Amorim

ESTA É A PRINCIPAL MENTIRA DOS PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS!

TOURO

Dizem os Psicopatas tauromáquicos que amam o touro.
– Esta alegação é a maior das mentiras que dizem. E é uma hipocrisia.
Dizem eles que por amarem o touro o torturam e o matam.
Faço-lhes uma pergunta: acham que um marido que agride a mulher ama-a?
Quem ama cuida.
Quem ama respeita o bem-estar.
Quem ama quer que seja feliz.
Quem ama, não quer que sofra.

Quem ama o touro, quer que ele viva, desde que nasceu, uma vida feliz, no seu habitat natural, até morrer.
Quem ama o touro não quer o seu sofrimento…

Se amassem o touro, tal como afirmam, entenderiam isto!

Mário Amorim

TAUROMAQUIA: RESPONDENDO A TOINO MAKO

Não sei quem é Toino Mako, só sei que Toino Mako, num comentário a um texto inserido neste link

http://basta.pt/aplataforma/?fb_comment_id=140726072788416_518409248353428&comment_id=352695198258168&reply_comment_id=518409248353428#f34e2a59cc9a02a

quis que lhe respondessem a três perguntinhas, aliás muito “inocentezinhas”, sobre coisas das touradas:

TOURO.jpg

 

Toino Mako

Olá gostaria por favor de saber a resposta a 3 perguntinhas apenas:

# quantos toiros bravos existem em Portugal?

# os toiros bravos são comestíveis? a carne é “comercial”?

# se acabarem as toiradas quantos toiros bravos sobreviverão?

***

Como ninguém se prestou a responder-lhe, respondi-lhe eu:

Toino Mako, eu respondo-lhe às suas três perguntinhas tão singelinhas:

  1. Não existem touros bravos na Natureza. Na Natureza existem bovinos mansos, que carrascos mal-intencionados e sem carácter algum torturam desde que nascem, para os tornar “bravos“, ou seja, DEFENSIVOS para poderem defender-se dos seus carrascos.
  2. Touros bravos, como não existem, não podem ser comestíveis nem comerciáveis. Aliás a “carne” humana é que é comerciável. Se é que me entende…
  3. Se acabarem as touradas, os bovinos mansos (a que chamam indevidamente touros bravos) continuarão a existir pacificamente, alegremente, por toda a eternidade, livres dos tóinos. Quem não sobreviverá são os carrascos que, aliás, já estão em vias de extinção.

A propósito, sabe o que é um “toino”?

De acordo com o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, é uma pessoa com falta de habilidade, sensatez ou desembaraço = IDIOTA, PALERMA, TOTÓ.

***

Mas se quiserem saber mais sobre esta matéria, sugiro a leitura deste artigo:

«A TOURADA, RAZÃO DA EXISTÊNCIA DO TOURO BRAVO?» OU A QUEDA DE UM MITO

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

«A TOURADA VISTA POR UM MÉDICO VETERINÁRIO COM EXPERIÊNCIA EM ESPECTÁCULOS TAUROMÁQUICOS!»

Obrigada Dr. Vasco Reis.

Haja alguém com lucidez!

O seu texto é precioso. Mas como em madeira velha só entra caruncho, os deputados da Nação disseram não à racionalidade, porque não entendem nada do que lhes dizemos.

VASCO REIS.jpg

«PERCURSO DO TOURO ANTES, DURANTE E DEPOIS DA TOURADA!

O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas. É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer.

A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide.

Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor aos seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, física e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.

No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.

E ninguém, independente, pode controlar isso.

PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!

O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.

À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.

 OPINIÃO!

É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.

O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso.

Questiono-me: porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?

Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.

PERGUNTA FUNDAMENTAL!

E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.

RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!

Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÃO-HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.

E mais dados científicos:

Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.

Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.

Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.

A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.

Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.

CONCLUSÃO:

Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.

Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?

Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.

É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!

As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!

A tauromaquia é uma vergonha nacional.

Vasco Reis,

Médico veterinário aposentado

Aljezur»

Fonte: Arco de Almedina

O QUE É AMAR E RESPEITAR O TOURO!

TOURO

Amar e respeitar o touro, não é tira-lo do campo, da natureza, para ir para um local, onde será vilmente vítima de crueldade, física e psicológica. Onde irá morrer.
Não é quer que ele exista, para divertir um cada vez mais demito número de pessoas nas praças de touros.
Ama-lo e respeita-lo, é olhar em primeiro lugar, para o seu bem-estar, para a sua felicidade. É querer que ele seja feliz, junto dos seus e dos seus amigos, no local onde nasceu, desde o seu nascimento à sua morte.

Amar e respeitar o touro é lutar por ele. É lutar, pelo fim da crueldade de ele é vítima na tauromaquia.

É olhar para ele no campo, na natureza, e dizer para si mesmo que este sim, é o lugar dele!

Mário Amorim

exploração Touro tem um colapso e morre durante tourada na Espanha

Quem gosta de tourada; seja em Espanha, em Portugal, na França, e em alguns países da América Latina, é uma pessoa que não tem bondade e compaixão no seu coração.

Quem gosta de tauromaquia, é tão psicopata, tão sociopata, quanto quem a promove e quem a realiza. 

Quem gosta de tauromaquia, é tão psicopata, tão sociopata, quanto quem a pratica, nas praças de touros!

Mário Amorim


 

O animal pode ser visto cambaleando, tentando se manter de pé pouco antes de ir ao chão

Um vídeo circulou pela internet esta semana mostrando um touro tendo um colapso durante uma tourada na Espanha. O animal sacudiu os chifres por alguns instantes e cambaleou, até que pessoas vieram ajudá-lo a colocá-lo de pé novamente.

Infelizmente, ele não suportou o estresse e acabou cambaleando outra vez, desta vez indo de encontro ao chão e terminando morto.

O vídeo a seguir contém cenas fortes.

https://metro.co.uk/video/embed/1695968

Touromaquia Es Violencia (Tourada é violência), uma coalizão de organizações em prol dos direitos animais, decidiu fazer uma passeata em Madrid neste domingo, para conscientizar as pessoas sobre os danos causados aos touros explorados nos eventos.

Os organizadores da marcha esperam juntar cerca de 30 mil protestantes de 180 grupos diferentes de ativismo. A porta-voz Marta Esteban disse em entrevista ao portal Metro: “Esse touro estava em uma cela, como uma caixa onde eles carregam os animais, que mede apenas 2m x 2m.” E continua dizendo que “alguns deles perdem cerca de 30 kg antes de serem lançados. Então só isso já é um sofrimento terrível para eles que só querem ficar com seu rebanho.”

Ela conta que o touro começou a ter aquela reação de não conseguir se mexer apenas 10 segundos depois de ser colocado na competição. Assim que ele entrou na pista, ele bateu seu chifre em uma barreira.

De acordo com o veterinário que examinou o animal depois da tragédia, o colapso provavelmente foi desencadeado por essa pancada, que afetou seus nervos. Ou então pode ter sido por exaustão.

“De qualquer forma, nós queremos deixar claro que não há apresentações com touros que não implique em crueldade, mesmo que não derrame nenhum sangue,” lamenta Marta. “Esse animais sofrem desde o momento em que são tirados dos campos e colocados nas caixas, no escuro, em temperaturas extremamente altas, por horas.”

Acredita-se que cerca de 20 mil animais são explorados em touradas e eventos similares todo ano na Espanha.

Fonte: ANDA