AÇORES ILHA TERCEIRA TOURADAS À CORDA MORTOS E FERIDOS DINHEIRO ESBANJADO MUITA CARÊNCIA SOCIAL E MORAL E VIVA O VÍRUS DA ESTUPIDEZ!

Na ilha Terceira (Açores) todos os anos morre em média uma pessoa e 300 ficam feridas nas touradas à corda

A “cultura” bronca no seu melhor…

TOURADA À CORDA.jpg Imagem enviada via e-mail (Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

Fonte: Arco de Almedina

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Uma turista foi gravemente colhida, numa tourada à corda na freguesia da Agualva na ilha Terceira, Açores

Quanta estupidez.

Tiram o touro do seu habitat natural, para o porem a correr amarrado a uma corda, a traz de pessoas estúpidas e com nada na cabeça.

Sinceramente. É a Ilha das Flores no seu melhor, a mostrar ao mundo, o quanto é incivilizada.

Infelizmente esta turista estava no local errado, e no momento errado.

O touro, não tem culpa alguma do ocorrido. Ele estava lá porque foi obrigado a estar.

O vídeo fala por si!

Em Defesa das Crianças, do Bem-estar Animal e dos Açores – Tourada à Corda não é Património Cultural Imaterial

Está em curso, na ilha Terceira (Açores), uma tentativa de candidatura da tourada à corda a Património Cultural Imaterial da UNESCO.

Nós, pessoas individuais e coletivas, abaixo assinadas, entendemos que a tourada à corda não pode nem é digna de figurar como Património Cultural Imaterial pelas seguintes razões:

1- É uma tradição associada à crueldade contra animais que ao contrário do que é afirmado pelos promotores, frequentemente, se traduz em ferimentos e mesmo na morte dos mesmos. Assim sendo, é contrária a vários documentos internacionais que condenam os maus tratos aos animais e colide frontalmente com os princípios definidos na Declaração Universal dos Direitos dos Animais;

2- É uma prática que anualmente é responsável pela morte de alguns participantes humanos e de uma média de cerca de trezentos feridos, alguns com bastante gravidade;

3- A presença de crianças e adolescentes como participantes ou simples assistentes nas touradas à corda contraria a recomendação, de 2014, do Comité dos Direitos da Criança da ONU, que pede para afastar as crianças da tauromaquia e que, entre outras medidas, recomenda também a promoção de campanhas de informação sobre “a violência física e mental associada à tauromaquia e ao seu impacto nas crianças”;

4- É uma atividade não consensual na sociedade açoriana, e em todo o mundo, onde parte significativa da população açoriana não só não se identifica como repudia as diversas modalidades tauromáquicas, não sendo por isso “um elemento vivificador da identidade cultural comum”.

Face ao exposto, solicitamos a intervenção das várias entidades a quem é destinada esta petição de modo a ser rejeitada qualquer proposta de candidatura sobre este assunto, bem como que desenvolvam todos os esforços no sentidos de proteger as crianças açorianas e não permitir que uma prática violenta, bárbara e anacrónica seja classificada como Património Cultural Imaterial.

Proponentes

Regionais:
CAES – Coletivo Açoriano de Ecologia Social
GCAT – Grupo Central Anti-Tourada
MATP-DA – Movimento Abolicionista da Tauromaquia de Portugal – Delegação dos Açores
MCATA – Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia dos Açores

Nacionais:
ABRIGO – Associação de Proteção à Fauna e à Flora (Vale do Paraíso-Azambuja)
ADAPO – Associação de Defesa dos Animais e Plantas de Olhão
AEZA – Associação Ecologista e Zoófila de Aljezur
AGIR pelos Animais
Alaar – Associação Limiana dos Amigos dos Animais de Rua
AMIAMA – Amadora
ANIMAL
Animais de Rua
Associação AGIR pelos Animais
Associacao dos Amigos dos Animais Abandonados de Loulé
Associação Cantinho dos Animais  Évora
Associação Gato de Rua
Associação Patas Errantes
Campanha Esterilização Cães e Gatos
Cedar Center for Animals
Évora Anti Tourada
Mafranimal – Associação de Ajuda Animal
MAT – Marinhenses Anti Touradas
MATP – Movimento Abolicionista da Tauromaquia de Portugal
MIAR Évora (Movimento para a Integração de Animais de Rua)
MIAT – Movimento Internacional Anti-Touradas
Quebra do Silêncio (Blogue)
Senhores Bichinhos

Internacionais:
AnimaNaturalis – Ecuador
ARCA BRASIL – Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal
ARCA – Fundacion Protetora de Animales – Equador
Asociación Potosina por la dignidad animal A.C. (APDA) – México
CAS International (Comité Anti Stierenvechten) – Holanda
Crac Europe
Perú Antitaurino
Plataforma La Tortura no Es Cultura – Espanha

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ESPAÑOL

En Defensa de la Infancia, del Bien Estar Animal y de las Islas Azores – Toros Ensogados no son Patrimonio Cultural Inmaterial

Está en curso, en la isla Terceira (Azores), un intento de candidatura de los toros ensogados a Patrimonio Cultural Inmaterial de la UNESCO.

Nosotros, personas individuales y colectivos, abajo firmantes, entendemos que los toros ensogados no pueden ni son dignos de figurar como Patrimonio Cultural Inmaterial por las siguientes razones:

1- Es una tradición asociada a la crueldad contra los animales que, al contrario de lo que es afirmado por los promotores, frecuentemente se traduce en heridas e incluso en la muerte de los mismos. Siendo así, es contraria a varios documentos internacionales que condenan los malos tratos a los animales y se opone frontalmente a los principios definidos en la Declaración Universal de los Derechos de los Animales;

2- Es una práctica que anualmente es responsable por la muerte ocasional de algunos participantes y por una media de trescientos heridos, algunos com bastante gravedad;

3- La presencia de niños y adolescentes como participantes o simples asistentes en los toros ensogados contraría la recomendación de 2014 del Comité de los Derechos del Niño de la ONU, que pide alejar a los niños de la tauromaquia y que además, entre otras medidas, recomienda la promoción de campañas de información sobre “la violencia física y mental asociada a la tauromaquia y su impacto en la infancia”;

4- Es una actividad no consensual en la sociedad azoreña, como en todo el mundo, y una parte significativa de la población no sólo no se identifica sino que repudia las diversas modalidades de la tauromaquia, no siendo por eso “un elemento vivificador de la identidad cultural común”.

Frente a lo expuesto, solicitamos la intervención de las varias entidades a quien se destina esta petición de modo a ser rechazada cualquier propuesta de candidatura sobre este asunto, bien como que desarrollen todos los esfuerzos en el sentido de proteger a la infancia azoreña y a no permitir que una práctica violenta, bárbara y anacrónica sea clasificada como Patrimonio Cultural Inmaterial.

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ENGLISH

In Defense of the Children, Animal Welfare and of the Azores – Street Bullfights can not be Immaterial Cultural Heritage

On Terceira Island (Azores) there is now an attempt to make street bullfighting an Immaterial Cultural Heritage of UNESCO.

We, individual and collective persons undersigned, believe that street bullfighting is not, nor can be worthy of being considered Immaterial Cultural Heritage for the following reasons:

1- It is a tradition of cruelty against animals that on the contrary to what is affirmed by the organizers frequently causes wounds and even the death of the same. This being so, it is contrary to many international documents that condemn ill treatment of animals and is totally opposed to all principles defined in the Universal Declaration of Animal rights;

2- It is a practice that is annually the cause of the death of some human participants and an average of about three hundred injured, some seriously;

3- The presence of children and adolescents as participants or watchers of street bullfights is contrary to the recommendation of 2014, of the Comity of Children Rights of the United Nations that recommends that children should be removed from bullfighting and also that campaigns for the promotion of information about physical and mental violence associated with bullfighting and its impact on children;

4- It is not a consensual activity in Azorean society and all over the world, where a significant part of the Azorean population not only repudiates but also condemns the various kinds of bullfights and therefore cannot be considered as a “living element of a common cultural identity”.

For these reasons, we request the intervention of the various entities to whom this petition is destined, to reject any proposal for candidature of this matter, to make every effort to protect the Azorean children and not allow a violent, barbaric and anachronic practice to be classified as Immaterial Cultural Heritage.

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FRANÇAIS

En Defense des Enfants, pour le Bien-Être des Animaux et des Azores – “Taureau à la corde” n’est pas un Patrimoine Culturel Immatériel

On essaye, à l’île Terceira des Açores, la candidature du ” Taureau à la corde” de façon qu’elle puisse devenir patrimoine culturel immatériel de l’UNESCO.

Nous sommes des personnes individuels et colléctifs soussignés, et a notre avis la “tourada à corda” ne peut pas et ne mérite pas le classement comme patrimoine culturel immatériel, pour les raisons suivantes:

1- Il s’agit d’une tradition associée à la cruauté envers les animaux que, contrairement à ce qui est indiqué par ses promoteurs, se traduit souvent par des blessures et même la mort des taureaux . Par conséquent, il est contraire à plusieurs documents internationaux condamnant la maltraitance des animaux, et en collision frontale avec les principes énoncés dans la Déclaration Universelle des Droits de l’Animal;

2- Cette pratique est actuellement responsable de la mort de certains participants humains et environ trois cents blessés chaque année, dont certaines très graves;

3- La présence des enfants et des adolescents en tant que participants ou seulement comme des assistants dans les “touradas à corda” est contraire à la recommendation, de 2014, du Comité des Nations Unies sur les droits de l’enfant, dans le but de garder les enfants de la tauromachie et que, entre autres choses, recommande la promotion de campagnes d’information sur la «violence physique et mentale liée à la tauromachie et son impact sur les enfants»;

4- Il s’agit d’une activité non consensuelle dans la société des Açores, comme dans le monde, où une partie importante de la population n’est pas d’accord avec la tauromachie en général, q’elle rejette, et comme ça ce n’est pas vrai que cette activité puisse “vivifier la l’identité culturelle commune”.

Compte tenu de ce qui précède, nous demandons l’intervention des diverses entités à qui est destiné cette pétition afin d’être rejeté toute proposition de candidature sur ce sujet, ainsi que de faire tous les efforts dans le but de protéger les enfants des Açores, ne permettant jamais que une pratique violente, barbare et anachronique soit classé comme patrimoine culturel immatériel.

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Mais informação:
http://iniciativa-de-cidadaos.blogspot.pt/p/tourada-nao-e-patrimonio-cultural.html

TOURADA À CORDA NOS AÇORES… PATRIMÓNIO DE QUÊ??????

Bem… é sabido que os idiotas são tão idiotas que pensam que o resto do mundo é todo idiota também…

Nos Açores, ainda andam a ruminar a ideia de apresentar à UNESCO, a parvoíce da tourada à corda (uma variante da tauromaquia) como património cultural imaterial da humanidade, como se a UNESCO fosse um organismo constituído por idiotas.

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UNESCOMANIA?

Um texto de Teófilo Braga para recordar neste link:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/unescomania-567539

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«O que falta fazer para a candidatura avançar:

– inventariar o número de feridos e mortos, bem como as despesas públicas associadas;

– inventariar os apoios oficiais às entidades organizadoras de touradas e aos criadores de gado;

– obter uma cópia de todos os vídeos das marradas que serão um anexo muito útil para a Unesco se pronunciar com conhecimento de causa».

Fonte:

https://www.facebook.com/630429840448218/photos/a.630448047113064.1073741827.630429840448218/738521112972423/?type=3&theater

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A estupidez é como a sarna: prega-se à pele, mas com a diferença de que a sarna cura-se, e a estupidez não.

Fonte: Arco de Almedina

NA ILHA DO FAIAL (FETEIRA) COMEMORA-SE NOSSA SENHORA DE LOURDES COM VIOLÊNCIA, TORTURA E CRUELDADE

Está prevista a realização de uma tourada à corda na freguesia da Feteira, Ilha do Faial, integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes.

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Uma vez mais vamos escrever ao Bispo dos Açores para dizer-lhe que a Nossa Senhora de Lourdes celebra-se com orações, música sacra, flores, enfim, coisas mais dignas de Nossa Senhora, que não abençoa a crueldade cometida contra as criaturas de Deus…

Exmo. e Revmo. Senhor:

Dom António de Sousa Braga

Integrada nas festividades de Nossa Senhora de Lourdes, está prevista a realização de uma tourada à corda, actividade que anualmente é responsável por mais de 300 feridos e a média anual de uma morte.

Considerando a crise socioeconómica em que os Açores estão mergulhados, à qual não ficam imunes as paróquias que se debatem com falta de recursos;

Considerando que não há tradição ou divertimento que justifiquem o sofrimento e maus tratos a um animal, seja uma tourada, circo, ou uma apanha ao marrão que também está inserida no programa;

Considerando que a Igreja Católica deveria ter uma posição clara relativamente às touradas, que, foram condenadas e proibidas pelo Papa Pio V que as considerava como espectáculos alheios de caridade cristã;

Considerando que as touradas em nada contribuem para educar os cidadãos e cidadãs para o respeito aos animais, além de causarem sofrimento aos mesmos e porem em risco a vida das pessoas;

Considerando que a tourada à corda prevista vem conspurcar as respeitadas festas de Nossa Senhora de Lourdes;

Vimos apelar a V. Reverendíssima para que intervenha junto de quem de direito para que retire do programa a referida tourada a qual origina sofrimento, sem qualquer justificação, aos animais e que use com parcimónia o dinheiro esbanjado para o efeito.

Ressalvo que embora seja argumentado que a tourada é de iniciativa privada, em nada justifica que uma freguesia, uma cidade e uma ilha, tenham a sua imagem manchada com a prática violenta, na qual se recorre ao uso de animais para diversão das pessoas.

O movimento de consciencialização, relativamente à manutenção destas práticas, é cada vez maior, chegando à própria ONU que já se manifestou em relação aos danos psicológicos e orais que causa às crianças.

Não permitam que o Faial fique marcado como mais uma localidade que tende a regredir naquilo que são as boas práticas. Não permitam que a boa imagem, de natureza viva, de vida náutica, de misticismo, seja marcado pela realização de práticas violentas que nada acrescentam de positivo.

 

Com os meus cumprimentos,

Isabel A. Ferreira

***

Contactos, para enviarem esta ou outra carta mais personalizada:

Para: geral@diocesedeangra.pt, seminariodeangra@mail.telepac.pt, geral@feteira.com, geral@cmhorta.pt, jornalincentivo@gmail.com, tribunadasilhas@gmail.com

Fonte: Arco de Almedina

VILA FRANCA DO CAMPO (AÇORES) ESTÁ PRESTES A PERDER A ESTRELA DE OURO QUE LHE FOI ATRIBUÍDA POR RECUSAR A TOURADA PREVISTA

Eu já estava à espera de uma viragem destas 

No continente estas reviravoltas estão sempre a acontecer. Por que haveria de ser diferente no Arquipélago dos Açores?

As posturas camarárias lá, como cá, não servem para nada, quando a ignorância fala mais alto, pois uma “vacada” ou “tourada”, ou “tourada à corda” vai tudo dar ao mesmo: a utilização de um BOVINO para divertir saloios.

Isto é, para quem sabe…

Para quem não sabe… não é…

Sr. Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Rodrigues, faça V. Exa. valer a sua autoridade. Quem manda em Vila Franca do Campo? (IAF)

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A irmandade do Divino Espírito Santo continua com a Estrela de Ferro

Texto de Mário Roberto

 

Segundo informações fidedignas que tenho, voltamos à estaca zero na questão da tourada à corda anunciada para o dia 24 em Ponta Garça.

Como parece que as leis existem para serem contornadas, apesar da proibição, conforme o código de posturas da Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, de touradas no concelho, os promotores do evento, a irmandade do Espírito Santo da Boa Vista, num lance de esperteza saloia passam a chamar-lhe vacada e aí já não há qualquer problema porque a lei é omissa em relação a vacadas. Como se em vez de animais estivessem a utilizar mesas ou qualquer outro objecto inanimado com quatro pés.

Apesar da boa vontade demonstrada pelo Sr. Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Rodrigues, em fazer cumprir a lei, prevalece a brutalidade e a ignorância.

De qualquer maneira o aludido código de posturas não se limita a proibir as touradas. No seu artigo 41 diz:

(Protecção dos animais)

«É proibida a exploração dos animais proporcionando luta entre os mesmos ou jogos..

Portanto a questão continua em cima da mesa. Resta que as autoridades competentes façam cumprir a lei, mas peço a todos que estabeleçam uma corrente solidária com esta causa. Ajudem a evitar este espectáculo degradante. Protestem connosco.

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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205786929306007&set=a.1091593663623.14257.1639957029&type=1&hc_location=ufi

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/vila-franca-do-campo-acores-esta-542499

 

VILA FRANCA DO CAMPO (AÇORES) RECEBE A ESTRELA DE OURO POR TER RECUSADO A TOURADA À CORDA

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Uma boa notícia.

Um exemplo maior.

A tourada à corda, agendada para o próximo dia 24 de Maio, em Ponta Garça (Açores) não irá realizar-se.

O presidente da Câmara de Vila Franca do Campo, Dr. Ricardo Rodrigues, do PS, indeferiu o pedido dos promotores – a Irmandade do Espírito Santo dos Aflitos (Boavista), uma vez que o Código de Posturas consignar ser proibido utilizar animais em touradas, em todo o concelho.

Fonte:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10205759206532955&set=a.1091593663623.14257.1639957029&type=1&theater

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Dr. Ricardo Rodrigues

Ora aqui está uma atitude coerente, inteligente e civilizada que devia ser seguida por todo os autarcas portugueses, nas outras ilhas dos Açores e no continente.

Nos Códigos de Posturas camarárias devia constar esta importante alínea, para salvaguardar os municípios das investidas incivilizadas dos aficionados de selvajaria tauromáquica.

Esperemos que o Senhor Dr. Ricardo Rodrigues mantenha esta postura erecta, fazendo jus dos princípios e valores de um verdadeiro socialista, que não compactua com diversões irracionais, mantendo inconspurcada o município que lidera – Vila Franca do Campo.

Neste ano de 2015, quando se decidiu atribuir a Estrela de Ouro aos municípios que rejeitem a prática da selvajaria tauromáquica, e a Estrela de Ferro àqueles que teimam em manter este costume bárbaro e indigno de seres humanos, Vila Franca do Campo é o primeiro município a receber a Estrela de Ouro, que lhe confere o estatuto de modernidade e evolução.

Assim saiba Vila Franca do Campo manter esta Estrela.

Aproveito para me congratular com o Senhor Presidente da Câmara Municipal, Dr. Ricardo Rodrigues, que também se mostra digno desta distinção.

Isabel A. Ferreira

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/vila-franca-do-campo-acores-recebe-a-539801