Tell Congress To Save Wild Tigers From Extinction

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Wild tigers could soon be slaughtered to extinction by poachers – fewer than 4,000 are left in the wild.

Scientific evidence shows that extinctions are occurring from 100 to 1,000 times more quickly than the natural rate. Unless we alter course, 60% of the earth’s species may disappear by the end of this century.

Congress has the power to help save wild tigers by reauthorizing the Multinational Species Conservation Fund (MSCF), but they aren’t likely to bring it to vote unless they hear from constituents like you.

It’s our global responsibility to stop the extinction of tigers at the hands of poachers. If we cannot save this awe-inspiring icon of nature, what hope do we have of protecting any other species from extinction?

There’s no time to lose – if the MSCF isn’t reauthorized, crucial programs that protect tigers will likely disappear. Send your letter to Congress today.

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CONTEÚDO ANDA Tigres explorados como entretenimento desfrutam da liberdade em santuário

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Às vezes, a origem de um tigre não é tão importante quanto onde ele está. Neste caso, a única coisa que sabemos com certeza sobre esses quatro tigres é que vieram do mesmo lugar: uma instalação nos EUA e foram explorados como uma atração em que as pessoas pagavam para “brincar” com eles.

Animais forçados a participar de ações similares variam desde mascotes em eventos esportivos até aqueles que são “alugados” para ocasiões especiais.

Julie Hanan, do Wildcat Sanctuary, disse que os quatro tigres “foram usados como objetos fotográficos. Um expositor oferece ao público em geral a oportunidade de posar e brincar com um filhote por um preço”.

Os ativistas ainda estão negociando com as instalações onde eles eram mantidos e tentando encontrar lares para os outros animais do local, porém há poucos detalhes disponíveis sobre suas vidas anteriores.

Wildcat Sanctuary

“Devido à natureza sensível dos resgates e acomodações, detalhes sobre a instalação não estão sendo liberados ainda”, disse Hanan.
“Mais de 100 animais estão sendo transferidos dessa instalação para santuários respeitáveis em todo o país. Uma vez que muitos ainda precisam ser transportados com segurança para seus lares definitivos, não queremos divulgar a instalação até que todos estejam seguros”, adicionou.

Enquanto essa operação está em andamento, os quatro tigres dão seus primeiros passos em direção ao resto de suas vidas. Os tigres de Bengala – Griffin, Dimitri, Zeke e Pandora – foram para sua nova casa permanente no Wildcat Sanctuary, em Minnesota, segundo o The Dodo.

Rapidamente, eles descobriram que não serão obrigados a posar para fotos em suas novas vidas. O santuário – com suas piscinas, árvores, grama exuberante e abrigos que realmente os mantêm aquecidos – é um lugar para recomeçar.

“Seu habitat aqui no Wildcat Sanctuary é 10 vezes maior do que as instalações de onde vieram. É por isso que você os vê tão incrivelmente entusiasmados por todo este novo mundo em que entraram”, explica Hanan.

Fonte: ANDA

Boas notícias para a vida selvagem! Número de tigres no mundo aumenta pela primeira vez em cem anos

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Boas notícias para a vida selvagem. O número de tigres, animal que esteve em risco de extinção, cresceu pela primeira vez em mais de um século. O tigre mostrou a sua garra ao contrariar as previsões de 2010 e vai continuar a rosnar na selva.

O número de tigres selvagens aumentou quase 22% nos últimos seis anos, de acordo com a organização World Wildlife Fund (WWF) e o Fórum Global do Tigre. Em 2010, estimava-se existirem cerca de 3200 tigres no mundo; seis anos depois, registaram-se 3890. É a primeira vez que o número de tigres tem um aumento expressivo desde 1900, altura em que existiam 100 mil tigres no mundo.

Apesar de este número ser uma boa razão para se celebrar – afinal, existem mais tigres hoje do que aquilo que se esperava – muitos especialistas pararam de dizer que a população de tigres está a crescer.

Segundo a WWF, várias causas poderão estar relacionadas com este aumento da população de tigres no mundo: para além de poder dever-se a uma maior proteção da espécie, poderá também ter a ver com o melhoramento dos métodos de pesquisa e com o facto de se incluírem mais áreas.

Para o diretor geral da WWF Internacional, Marco Lambertini, os novos números oferecem esperança e mostram que os seres humanos podem salvar espécies e os seus habitats, sempre que os governos, comunidades locais e organizações de conservação trabalham em conjunto.  Já para Ginet Helmey, citado pelo The Guardian e também da WWF, mais importante que os números é a tendência. “Verificamos que a tendência segue na direção certa”.

Os dados partilhados pelo WWF, um dia antes da  3ª conferência sobre conservação de tigres em Nova Deli, resultam de uma compilação de dados, da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN), a partir dos últimos estudos estatísticos nacionais de tigres.

Mais de metade da população de tigres encontra-se na Índia, onde 2.226 exemplares vivem em reservas de 18 estados, segundo o último balanço de 2014. Rússia, Butão e Nepal também contam com um grande número de tigres, segundo os últimos estudos.

Mas a luta pela conservação da espécie continua. Os tigres permanecem em risco nos países do sudeste asiático. Para além de não haver censos, estes países ainda não têm as medidas de proteção necessárias para estes animais. No Bangladesh, o número de tigres caiu de 440 em 2010 para 106 em 2015, apesar de os ecologistas acharem que a diferença se deve a uma sobreavaliação da população há seis anos. As principais causas da diminuição drástica da população de tigres na Ásia são o desmatamento, a destruição do seu habitat e a caça ilegal.

O caso da Indonésia mostra as ameaças a que os países do sudeste asiático estão sujeitos e a razão pela qual é necessário o apoio do governo. A Indonésia teve uma redução drástica da população de tigres devido ao desmatamento com fins industriais destinados ao cultivo de óleo de palma e pasta de papel. Já o Camboja quer reintroduzir o tigre após anunciar a sua extinção na semana passada, por não ter provas da sua existência no país desde 2007.

Em 2010, os 13 países com populações de tigres – Bangladesh, Butão, China, Camboja, Índia, Indonésia, Laos, Mianmar, Nepal, Rússia, Tailândia e Vietname –  elaboraram um plano para duplicar o número destes felinos até 2022.

A 3ª Conferência Ministerial da Ásia para a Conservação dos Tigres, que acontece esta semana, visa ajudar a concretizar este plano. “Os governos vão decidir os próximos passos para alcançar este objetivo e garantir que os tigres selvagens têm um lugar no futuro da Ásia”, afirmou o secretário-geral do Global Tiger Forum (Fórum Global do Tigre).

Fonte: Sapo24

。◕‿◕。 Uma notícia feliz! Fim da exploração Animais são resgatados de circo na Argentina

Foto: AFADA Tigres presos no circo mexicano

Após várias semanas de investigação, durante a tarde de sexta-feira (09), a Direção de Fauna da Província do Chaco, na Argentina, com a colaboração da Polícia Rural de Villa Ángela (Chaco) e representantes da Associação de Funcionários e Advogados pelos Direitos dos Animais (AFADA), realizaram uma mega operação contra o circo mexicano Veracruz, de propriedade dos irmãos Daniel e Alan Mauro Yovanovich, uma famosa família circense argentina.

Na semana passada, a Direção de Fauna do Chaco intimou que os circenses “abandonassem a província do Chaco em um prazo de 48 horas devido a proibição para o estabelecimento e funcionamento de circos com animais que existe nesse território provincial”.

No entanto, o presidente da ONG AFADA, Pablo Buompadre, conseguiu reverter a decisão daquele órgão, para evitar que o circo saísse do território chaquenho, invocando para isso a violação das normativas locais e da Lei Nacional de Proteção Animal nº 14.346.

Assim, Buompadre, junto com o médico veterinário Gustavo Solís, especialista em Fauna Silvestre da Fundação Lund Trust Conservation, se deslocaram da cidade de Corrientes até a localidade de Villa Ángela, onde se encontrava o estabelecimento circense, e com o apoio de uma mega operação da Direção de Fauna da província do Chaco e da Polícia local, entraram no circo.

Jaula onde estavam os 9 tigres em estado de superlotação. Foto: AFADA Jaula onde estavam os 9 tigres em estado de superlotação.

O Organismo de Aplicação da Lei de Proteção da Fauna Silvestre da Argentina, lavrou o auto de infração “porque o circo não possuía a documentação legal dos 9 tigres de bengala que tinha em seu poder” e “também não conseguiu justificar a ausência dos 3 ursos pardos e 2 leões africanos” que estavam registrados em nome do estabelecimento na Secretaria de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Nação (órgão similar ao Ibama no Brasil) onde existe o Registro Nacional de Circos, e também, porque ao que tudo indica, os problemas de saúde dos animais eram tratados pelos próprios trabalhadores circenses, sem que essas pessoas tivessem o título profissional que os habilitassem a realizar essas práticas médicas.

Por isso, o presidente da AFADA se apresentou perante a Delegacia local para registrar uma denúncia penal contra as autoridades do Circo Mexicano Veracruz por Infração da Lei Nacional nº 14.346 de Proteção Animal, pedindo também a busca e apreensão dos animais em cativeiro, bem como dos instrumentos de castigo que este estabelecimento utilizava para fazer os animais trabalharem em seus espetáculos. O advogado relatou as autoridades policiais o grave estado de superlotação em que se encontravam os 9 tigres, amontoados em um único habitáculo, de dimensões muito pequenas para o tamanho dessas espécies. O advogado também fez objeção as condições de alimentação, higiene e saúde em que se encontravam os animais, as quais atentavam contra as normas básicas de bem-estar animal. Também descreveu o deplorável estado do trailer que transportava os felinos, e a falta de segurança do veículo, colocando em risco não só a integridade físicas dos animais, mas também da população local.

Após a denúncia, o promotor de justiça Salomon Garber ordenou a prisão dos donos do circo para que prestassem depoimento e o caso fosse apresentado ao juiz Luis Antonio Kolonisky, que durante os próximos dias, decidirá o destino provisório que será dado aos animais.

Consultado pela ANDA, o Buompadre destacou o profissionalismo da Direção de Fauna do Chaco, da Polícia de Villa Ángela e das Autoridades Judiciais, que demonstraram que quando há vontade os resultados chegam sozinhos. ¨Agora vamos esperar a ordem judicial para realojar provisoriamente esses animais na Reserva Ecológica da localidade de Sáenz Peña na Província do Chaco, que está localizada a aproximadamente 100 kms de Villa Ángela, onde se encontra o circo, até encontrarmos um lugar definitivo para esses animais. Também esperamos a ajuda financeira dos setores políticos do Estado Provincial e Municipal que queiram colaborar com a alimentação e outros gastos desses animais. Uma vida nova os espera. A escravidão e o tormento para eles chegou ao fim¨, destacou o advogado.

Exploração nos circos
A Lei Provincial nº 6515 do ano 2015, prevê expressamente a ¨Proibição em todo o território da província do Chaco, o estabelecimento ou funcionamento, em caráter temporário ou permanente, de espetáculos circenses que ofereçam como atração principal ou secundária, seja qual for a finalidade, a participação de animais de qualquer espécie em números artísticos, destreza ou similares e/ou mera exibição¨.

¨Os maus-tratos aos animais nos circos não está só no espetáculo, mas no alojamento, transporte e treinamento dos animais”, disse Pablo Buompadre, presidente da ONG AFADA. “Na totalidade dos casos, os animais utilizados em circos são molestados, golpeados barbaramente e privados de alimentação para que realizem malabarismos ou imitações impostas contra sua vontade e de maneira totalmente antinatural pelo domador¨.

“Esses comportamentos aprendidos são geralmente observados durante as apresentações, como resposta a um estímulo condicionado que é o chicote ou uma barra ou lança de metal com uma ponta na extremidade onde é colocado um pedaço de carne, com o qual, nunca, em nenhum momento, em nenhuma apresentação, em nenhum número, deixa de estar o domador. Sem esse instrumento de metal com um pedaço de carne em uma das pontas, não seria possível conseguir a conduta esperada (realização do malabarismo, salto, etc); isto é, em outras palavras, a carne não é o que motiva o animal a realizar um determinado comportamento, mas a presença do chicote (justamente porque o instrumento é assimilado ao castigo). O chicote, é em um primeiro momento (no adestramento do animal – que é realizado as escondidas, atrás das cortinas e através de métodos violentos) o estímulo incondicionado, que serve para reprimir o comportamento natural, ou seja, se o animal mostra as garras e dá uma patada, haverá o castigo, e o chicote como estímulo negativo é para o animal como algo relacionado ao castigo. Ante o requerimento da repressão por um comportamento vem sempre uma surra ou outra agressão relacionada com o chicote, e por isso já não é preciso mais repreendê-lo durante as apresentações, uma vez que só por mostrar esse elemento – com um pedaço de carne na ponta, consegue o comportamento esperado, pois esse objeto se converte no estímulo condicionado; e ao mesmo tempo, desvia a atenção do público, para que este acredite que o animal não é castigado, mas que fica atraído por um pedaço de carne, quando ele, pelo contrário, tem uma realidade e um verdadeiro âmago, oculto e maquiavélico, materializado justamente no método de adestramento prévio, oculto e realizado por trás das cortinas do circo, que é onde o animal é maltratado”, concluiu o advogado a ANDA.

Instrumentos de castigo. Foto: AFADA Instrumentos de castigo.

Fonte: ANDA

Espécie em declínio Seis caçadores de tigres são mortos pela polícia em Bangladesh

Foto: Shutterstock

Seis supostos caçadores de tigres foram mortos pela polícia no último domingo, na maior floresta de manguezal do mundo que fica no sudoeste de Bangladesh, onde o número de tigres está rapidamente declinando. As informações são do Ecorazzi.

Harendranath Sarker, oficial da polícia local, disse que as autoridades recuperaram seis corpos após uma troca de tiros com uma gangue de caçadores suspeitos, na floresta de Sundarbans. Eles também encontraram, junto aos homens, armas de fogo e as peles de três tigres adultos.

“O tiroteio durou cerca de 15 a 20 minutos. Nós recolhemos as peles de três tigres, cinco armas, e munição. Pela aparência e cheiro das peles, parecia que os animais haviam sido mortos há não mais que uma semana atrás”, disse ele à BBC.

A floresta de 10.000 quilômetros quadrados, que fica entre Bangladesh e Índia e é um patrimônio mundial da UNESCO, é lar de espécies criticamente ameaçadas, como os tigres Royal Bengal. Embora 440 tigres tivessem sido registrados vivendo lá em 2004, uma nova pesquisa que foi finalizada em Abril deste ano estima que somente 100 tigres restaram na floresta de Sundarbans.

Especialistas afirmam que a percepção de queda dramática é devida a métodos mais precisos de pesquisa, mas também, é claro, à caça galopante.

As notícias vieram em meio à comemoração do “World Lion Day”, uma campanha global que celebra os reis das florestas com a intenção de preservar a espécie da extinção. Conforme proclama o site, “Perder os leões do nosso mundo é como perder parte de nosso patrimônio global”. Sente-se que o mesmo pode ser dito sobre o primo do leão, que é o tigre, e sobre todos os outros animais que vêm sofrendo nas mãos de caçadores.

Fonte: ANDA