Deputados chumbam projeto do PAN para abolir touradas

Mais uma vez tenho razão.

Há muitos anos que falo.
O facto de não ouvirem o que há mais de 10 anos digo, foi o principal motivo do meu abandono do Facebook, em 2013.
Há mais de 10 anos, já era claro para mim, que da Assembleia da Republica jamais virá a abolição da tauromaquia, em resultado da força do Lobby taur-mafioso, no PS, PSD, CDS/PP, e PCP.
Mesmo isto para mim sendo claro; em 2011, criei uma petição para abolição das corridas de touros e a apresentei na Assembleia da Republica.
De lá para cá, o resultado foi sempre o mesmo; o chumbo. E a razão, sempre a mesma.
E hoje volta a acontecer o que era inevitável. E com isso, mais uma vez tenho razão. Só não percebo a teimosia, de não se perceber o que está na cara.

Não adianta. Repito; não adianta teimar-se com a Assembleia da Republica como tem sido feito. Irá continuar a suceder o mesmo.

E repito o que há mais de 10 anos digo.
Só a força do povo.
Só o clamor de muitas e muitas dezenas de milhar de pessoas, que é a voz do touro e do cavalo, um pouco por todo o país, em uníssono, tem a força necessária para derrubar a força do Lobby tauro-mafioso na Assembleia da República e abolir a tauromaquia. Está mais do que na altura de se deixarem de teimosia, e perceberem isto. O que mais precisam para o perceberem, depois do resultado de hoje..?

Mário Amorim


 

A abolição das touradas proposta pelo PAN ficou-se pela discussão na generalidade, com rejeição garantida da maioria do parlamento, que argumentou contra a imposição de uma vontade a parte significativa dos portugueses.

Deputados chumbam projeto do PAN para abolir touradas

O deputado do PAN, André Silva, afirmou que nenhum partido que se diz progressista e defenda que deve continuar a haver touradas pode dizer que “apanhou o comboio do progresso”, afirmando que para a maioria do parlamento, os “falaciosos interesses económicos” por trás da tauromaquia valem mais do que padrões éticos.

A mesma Assembleia da República que aprova legislação a condenar a violência sobre os animais admite que esta aconteça, desde que no contexto das corridas de touros, apontou.

O deputado socialista Hugo Costa manifestou a discordância com o projeto de “proibição radical” do PAN, cuja aprovação “levaria a conflitos desnecessários” e poria “portugueses contra portugueses”.

As touradas, defendeu, são reconhecidamente “parte da cultura popular portuguesa” e é “dever do Estado” proteger as manifestações culturais.

O social-democrata Joel Sá afirmou que o PAN quis “à pressa e sem cuidado impor à sociedade uma visão incompleta do mundo”.

O argumento do PAN de que a tourada está em declínio não é certo para o PSD, que questiona “então porquê abolir o que está em declínio?”.

As touradas são “um legado histórico, social e cultural”.

Da bancada do CDS-PP, Telmo Correia considerou que o PAN não tem o direito de querer impor a sua opinião a “populações inteiras” que têm na tourada “uma forma de vida do meio rural”.

A uma proposta com apenas três artigos, Telmo Correia respondeu “numa palavra, não”.

Dirigindo-se a André Silva, questionou a sua legitimidade para impor “hábitos lisboetas”, numa referência à origem da maioria dos votos que elegeram o deputado do PAN para a Assembleia da República.

Entre os deputados do CDS-PP há quem goste e quem não goste de touradas, mas ninguém quer proibi-las, acrescentou.

Pelos Verdes, Heloísa Apolónia reconheceu que as touradas são um espetáculo violento que implica sofrimento real e que já devia ter saído das transmissões televisivas e, mantendo-se as transmissões, deviam ser classificadas para maiores de 18 anos, propostas do partido ecologista que a assembleia chumbou.

O debate, a sensibilização e a consciencialização das pessoas são fundamentais “para que deixe de haver adesão generalizada a um espetáculo desta natureza”, afirmou a deputada, disponibilizando-se para deixar passar o projeto de lei do PAN à discussão na especialidade.

Maria Manuel Rola, do Bloco de Esquerda, afirmou que o partido admitiria discutir na especialidade a proposta, para lhes acrescentar as suas próprias ideias para resolver o problema do que viria depois da proibição.

O destino a dar aos animais a serem criados atualmente para as touradas é uma das questões que se coloca, afirmou, defendendo ainda o fim dos apoios públicos às touradas

“Leis minimalistas” trouxeram “consequências graves” no passado, disse.

Ângela Moreira, do PCP, considerou que o PAN “não admite outras culturas, identidades e tradições, só admite os seus padrões e quer impô-los”.

A abolição “pela lei e à força” das touradas entraria em “conflito direto com as populações”, que entrariam em confronto com as autoridades encarregadas de aplicar uma lei que não respeitaria “a diversidade cultural e a universalidade dos direitos”.

Fonte: SAPO24

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HOJE, ALGURES EM LISBOA, UM GRUPO DE TROGLODITAS REÚNE-SE EM DESESPERO DE CAUSA PARA TENTAR MANTER DE PÉ A MORIBUNDA TAUROMAQUIA

Estamos a poucos dias da discussão no Parlamento, dos dois projectos do BE e do PAN, e até agora, não vejo ser feito nada, para dar força aos projectos. A única forma concreta de vencer o lobby tauromáquico, e não me canso de o dizer, é trazer milhares, milhares e milhares de pessoas para as ruas, não apenas em Lisboa, mas um pouco por todo o país em protesto contra a tauromaquia. E este é o único caminho que existe para vencer o peso do lobby tauromáquico em Portugal. Não se convenção, não há outro. Em tudo o resto, o lobby tauromáquico tem uma força inultrapassável no Parlamento. Tem de ser ser realista, pois é aí que está a base do vencer o lobby tauromáquico em Portugal e conseguir-se a abolição da tauromaquia!

Mário Amorim


Coitados! Ainda não se aperceberam de que as touradas não são factos, nem realidades ancestrais do povo português, nem tão-pouco tradição.

As touradas são apenas o reflexo de uma época bárbara, onde reinava uma ignorância que passou de geração em geração e entranhou-se como uma lepra incurável na pele dos últimos cavaleiros do apocalipse do Século XXI D.C.

Hoje, algures em Lisboa, um grupo de trogloditas tentará derrubar projectos civilizados, esquecendo-se de que a voz da minoria que representam até pode sair da sala, mas só dirá do desespero deles e da sua profunda miséria moral.

O que se vê neste vídeo é a realidade espanhola, que é igualmente a realidade portuguesa. Condutas macabras, que nem os homens primitivos praticavam, acontecem em Barrancos e Monsaraz, em arenas sempre quase vazias…

E apesar desse vazio, eles acham que são muitos. Eles acham que isto é tradição. Eles acham que isto é cultura, é arte, é coisa civilizada…

E o pior é que vivem virados para trás, para um passado que já passou, tão virados, que não conseguem ver a realidade e que o mundo avançou…

E a realidade é que as touradas estão mesmo à beirinha do abismo, e à menor brisa elas nele cairão, para sempre.

Podem reunir-se. Podem bradar aos céus. Podem viver na ilusão da mentira.

Porque os factos e as realidades das touradas são que elas estão definhadas, moribundas e os seus poucos aficionados deliram ao achar que este costume bárbaro está vivo e que ainda tem futuro.

E é como diz Cícero:

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Pois, hoje, algures em Lisboa, ir-se-á perseverar no erro.
Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

A MÁFIA TAUROMÁQUICA ESTÁ DESESPERADA E O MOSTRA CADA VEZ MAIS!

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Estamos a assistir ao desespero da Gamorra Tauromáquica.
Tudo o que eles estão a fazer, quer dizer que o facto de ser cada vez mais crescente o sentimento anti-tourada, em Portugal, Espanha, França e nos restantes 5 países, desespera-os cada vez mais.
O sentimento anti-tourada vai continuar a crescer. Aliás; é um sentimento imparável.
Os mafiosos tauromáquicos, choram, choram, e choram.
E é bom. É tão bom ver os Mafiosos tauromáquicos, no estado de desespero em que se encontram.
Os Psicopatas tauromáquicos, que metam, de uma vez por todas dentro de suas cabeças mafiosas, bandidas, assassinas, macabras, psicopatas e monstras, o seguinte: a tauromaquia está a morrer. Está cada vez mais perto da ABOLIÇÃO, nos 8 países!

Mário Amorim

Portugal, Espanha e França unem-se para defender touradas em Bruxelas e na ONU

Desespero a quanto obrigas.
A Gamorra Tauromáquica está mesmo desesperada.
Até me dá pena vê-los a chorar como estão a chorar. E como mais uma vez o provam!

“Os espectáculos tauromáquicos continuam a ser tema de amor e ódio, mas um estudo recente da Eurosondagem mostra que os aficionados representam cerca de 35% da população portuguesa, enquanto contra estão apenas 9%. Para os restantes é indiferente, embora entre 30% e 40% considerem que as touradas não deviam acabar por completo.” – Mais uma vez a Eurosondagem, que é uma empresa de sondagens pertencente ao lobby tauromáquico.
Porque será que sempre que querem um estudo, não o mandam realizar numa empresa de sondagens, completamente afastada do lobby tauromáquico?

Obviamente; mais uma vez, o resultado deste estudo foi combinado!

Mário Amorim


Chama-se Conselho Internacional de Tauromaquia e foi acabado de criar para fazer lobby a favor das corridas de touros junto do Parlamento Europeu e da ONU. Para já une Portugal, Espanha e França, mas em breve o México irá juntar-se ao grupo.
Portugal, Espanha e França unem-se para defender touradas em Bruxelas e na ONU

O objectivo é ter uma estrutura organizada, com peso mundial, e ganhar eficácia na defesa dos valores das touradas, disse o presidente da ProToiro, Paulo Pessoa de Carvalho, ao SAPO24.

Todos os membros do novo conselho têm tradição de touros, ainda que a lide seja diferente em cada um dos países, e “a troca de experiências permitirá descobrir caminhos comuns e criar uma dinâmica de fundo”.

Além da ProToiro (Portugal), assinaram o acordo para promover a tauromaquia a Fundación del Toro de Lídia (Espanha) e o Observatoire National des Cultures Taurines (França). Para já o Conselho Internacional de Tauromaquia vai apoiar os países na candidatura das touradas a património cultural imaterial da humanidade.

O responsável da ProToiro admite que nesta altura do politicamente correcto as vozes contra as corridas de touros têm falado mais alto. O PAN e o Bloco de Esquerda já apresentaram na Assembleia da República vários projectos de lei para acabar com as touradas, sem êxito. Da mesma forma, o ex-secretário de Estado da Cultura Francisco José Viegas tentou tirar da gaveta uma proposta para animar uma actividade que já teve melhores dias.

Os espectáculos tauromáquicos continuam a ser tema de amor e ódio, mas um estudo recente da Eurosondagem mostra que os aficionados representam cerca de 35% da população portuguesa, enquanto contra estão apenas 9%. Para os restantes é indiferente, embora entre 30% e 40% considerem que as touradas não deviam acabar por completo.

Negócio perdeu 2,5 milhões

O negócio das corridas de touros perdeu qualquer coisa como 2,5 milhões de euros nos últimos cinco anos. Se em 2012 a actividade gerava quase 10 milhões por ano, hoje ela não ultrapassa os 7 milhões.

Em 2012 realizaram-se 274 corridas de touros no país, de acordo com dados da Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide. Este número tem vindo sempre a diminuir de ano para ano e em 2017 realizaram-se perto de 200 corridas. A uma receita média de 35 mil euros por corrida, é fácil fazer as contas.

A questão é que este dinheiro é diluído por diversas entidades, que vão desde os empresários ao Estado, passando pelo criadores de touros ou pelos cavaleiros. Se com uma boa corrida – numa das melhores praças, com bons cavaleiros e touros das melhores ganadarias – é fácil ganhar 50 mil euros, também é fácil perder uma boa fatia deste montante.

Para dar uma ideia, organizar e montar a festa brava tem custos: praça de touros (4 mil euros), reses (10 mil euros), cavaleiros (5 mil euros), forcados (mil euros), licenças da Inspecção-Geral das Actividades Culturais (mil euros), sindicato dos toureiros (350 euros), bandarilhas/embolação (400 euros), banda (500 euros), bombeiros (400 euros), polícia (350 euros), transporte (1€/Km). Ou seja, uma média de 25 mil euros.

Além disso, as touradas têm vindo a perder espectadores, segundo números oficiais, e hoje não ultrapassam as 500 pessoas. O preço dos bilhetes é o equivalente àquele que é pago para assistir a uma partida de futebol: entre 10 e 50 euros.

Existem em Portugal 66 praças de touros e uma boa parte delas não pertence aos municípios, mas sim à Santa Casa da Misericórdia, que lança os concursos de exploração a cada três anos, sensivelmente. Os valores pedidos dependem das dimensões da praça, da localização e até das condições do edifício. Depois, cabe à empresa ganhadora pagar a luz, a água e a manutenção do edifício.

A praça de touros de Vila Franca de Xira, que está entre as maiores do país, com uma capacidade para 3500 lugares, rendeu à Santa Casa cerca de 40 mil euros. O Campo Pequeno, a maior praça do país, é um caso à parte e está concessionado por 100 anos.

Viana do Castelo foi o primeiro concelho a assumir-se anti-touradas, depois de em 2009 ter aprovado uma declaração para obrigar qualquer organizador a ter de pedir autorização para realizar um espectáculo com animais.

Fonte: SAPO24

Organizações de Portugal, Espanha e França assinam protocolo para defender touradas

Defender as touradas, é exactamente o mesmo que defender a estrema-direita; o crime; o crime organizado; os assassinatos em serie; os serial killers; as violações; a violência doméstica; o genocídio humano; o terrorismo;  as organizações mafiosas; as guerras; as duas grandes guerras mundiais; os conflitos armados de hoje e o genocídio que provocam. Em suma; defender as touradas é defender o que há de pior no homem. É defender o mal. É defender BESTAS HUMANAS. É defender os BANDIDOS; os MONSTROS; os ASSASSINOS; os CRIMINOSOS; os MAFIOSOS, que a promovem, que a realizam, e que a praticam!!!!

Mário Amorim


Organizações do setor da tauromaquia de Portugal, Espanha e França assinaram hoje em Madrid um protocolo de cooperação em defesa dos valores culturais da tauromaquia e delinear estratégias contra os movimentos opositores de corridas de touros.

Organizações de Portugal, Espanha e França assinam protocolo para defender touradas

O acordo entre a ProToiro (Portugal), a Fundação do Touro de Lide (Espanha) e o Observatório Nacional das Culturas Taurinas (França) criou o Conselho Internacional de Tauromaquia (CIT), que a partir de agora estabelece a cooperação relativa a todos os temas relacionados com a prática, o desenvolvimento, a defesa e a promoção taurina.

O CIT vai dar apoio ao reconhecimento das tradições taurinas como património cultural imaterial e sensibilizar os atores institucionais e associativos envolvidos e informar as formações políticas e os meios de comunicação social sobre aquilo que as três associações nacionais consideram ser “a realidade de uma cultura identitária e da maior importância”.

A organização também vai exercer pressão na defesa destes valores junto de várias instâncias internacionais, como as Nações Unidas e o Parlamento Europeu.

Fonte: SAPO24

O QUE É A TAUROMAQUIA II?

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Vou começar este segundo texto com umas adivinhas!

1- Qual é coisa qual é ela, que se julgam sete homens valentes, mas que na verdade, não passam de sete grandes cobardes?
– Acertarammmmm; são ossssss forcadosssss.
2- Qual é coisa qual é ela, que são homens que se dizem homens, mas que enfrentam o touro, fazendo movimentos, e tregeitos afiminados, também reveladores da frustração sexual que sentem?
– Mais uma vezzzzz, acertarammmm; são ossssss toureiros a pé.
Aqui fica demonstrado, que além de ser uma prática selvagem, a tauromaquia, é cobarde, e é uma prática, onde se colocam frustrações. E o touro leva com a culpa. Eles são “homens” frustrados(sexuais), e o touro é que paga.
E os outros; os grandes cobardes dos forcados. Esses; enfim. Se fossem os valentes que dizem ser, enfrentariam o touro, sem os chifres embolados, e sem bandarilhas cravadas no dorço do touro. Uma coisa é enfrentarem o touro com as suas faculdades físicas e psicologicas intactas. E outra, é enfrentarem o touro estando mais morto do que vivo e que tem os chifres embolados. Por isso; não caio, quando ouço, ou leio: não gosto de touradas. Só gosto da valentia dos forcados. Forcados, valentia; hahahahaha? – Cobardiaaaa, isso sim!
E aqui vai a última adivinha!
3- Qual é coisa qual é ela, que são uns grandes mentirosos, que falam, falam, falam, mas não provam nada do que dizem? – Acertarammmm zzzz; são osssss zzzz, prooooooo-touuuuuuuuuuraaaaaadassssss zzzz!
Por tudo isto, e por muitas outras coisas que todos nós, que lutamos contra a tauromaquia, sabemos, a tauromaquia, só tem um caminho; a ABOLIÇÃO!

Mário Amorim

O QUE É A TAUROMAQUIA?

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O que é tauromaquia?

Em poucas palavras digo o seguinte:
A tauromaquia, é uma aberração de Portugal e de mais sete países.
É uma pratica selvagem.
É uma prática, onde se vê, dos piores instintos dos seres-humanos que a praticam e dos seres humanos que a vêm e a defendem.
Na tauromaquia, nos toureiros a pé, vê-se a frustração sexual. Como digo sempre; os toureiros a pé, como se vê na imagem de cima, são as mastronsas das praças de touros. A diferença é que em Torres Vedras, os homens vestem-se de mulheres na brincadeira, no Carnaval. E os toureiros a pé, usam aqueles fatos absolutamente ridículos, justinhos ao corpo, com uns sapatinhos afiminados, a condizer com o fato afiminado e com umas meias cor de rosa, não porque tem de ser assim, mas porque são sexualmente frustrados, são homens afiminados. Pode-se, tambem dizer, de que eles são os Zes Castelos Brancos das praças de touros.
A tauromaquia, não é cultura, pois cultura é outra coisa. Como também digo sempre; a cultura transmite compaixão; bondade; humaninade e respeito pelo bem-estar do outro, seja o outro, um animal-humano, ou um animal não-humano. E essa, não é a realidade da tauromaquia!
A tauromaquia, é uma prática, que mais não serve para denegrir a imagem de cada um dos oito países, pelos quatro cantos do mundo!

Mário Amorim