Destaques Mais de 80 tigres resgatados de templo tailandês morrem de doença causada pela vida em cativeiro

Fruto de relações endogâmicas, os animais tinham o sistema imunológico fraco demais e somado ao stress da vida em cativeiro não resistiram as doenças adquiridas


Mais da metade dos tigres que foram resgatados de uma famosa atração turística do Templo do Tigre, fechada em 2016 após acusações de tráfico de animais, morreu.

As autoridades tailandesas resgataram cerca de 150 tigres do templo budista que fica a oeste de Bangkok em resposta à pressão global sobre as acusações de tráfico de animais selvagens.

Durante a batida policial, eles teriam encontrado filhotes mortos preservados no freezer do templo e outros enfiados dentro de frascos de vidros.

Os visitantes do templo tiravam selfies com tigres e amamentavam filhotes com mamadeira, mas o destino turístico se tornou o centro de controvérsia quando surgiu a acusação de que os proprietários estavam vendendo partes de tigres no mercado negro.

Anos depois, 86 dos 147 tigres confiscados morreram lentamente de paralisia da língua na laringe.

Os animais ficaram extremamente fracos devido ao stresse de viver em cativeiro, e sua condição deteriorou-se constantemente desde o diagnóstico inicial até a morte, informou o jornal Thaiger.

Especialistas afirmaram ao jornal que os tigres não morreram repentinamente ou morreram em grande número ao mesmo tempo, mas ficaram fracos devido ao estresse de viver em cativeiro e suas condições deterioraram-se constantemente até que sucumbiram à morte.

Como os tigres haviam sido fruto de ligações endogâmicas e viviam apenas em cativeiro, seu sistema imunológico estava enfraquecido, deixando-os incapazes de combater a doença viral.

O templo havia se promovido por anos como um santuário da vida selvagem, mas acabou sendo investigado por suspeitas de ligações com o tráfico de animais silvestres e abuso de animais.

Foto: Reuters

Ativistas pelos direitos animais acusaram os monges do templo de criar tigres ilegalmente, enquanto alguns visitantes disseram que os animais pareciam drogados. O templo negou as acusações.

Quando o Thailand Wildlife Conservation Office (Departamento de Conservação da Vida Selvagem da Tailândia) começou a resgatar e realocar os tigres, as autoridades teriam descoberto os corpos congelados de 40 filhotes, informou a BBC.

Alguns estavam mortos há mais de cinco anos.

Foto: Reuters

No mesmo congelador, as autoridades teriam encontrado 20 jarros contendo tigres e órgãos de tigres.

Um monge supostamente tentou escapar do templo durante a batida policial, dirigindo um caminhão com centenas de frascos de pele de tigre e dentes, que estavam escondidos em uma mala.

Fonte: ANDA

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Destaques Elefantes agredidos com ganchos de metal são forçados a carregar turistas com as trombas

Foto: ViralPress

A indústria do turismo explora animais indefesos submetendo-os a todo tipo de tortura e obrigando-os a realizar truques anti-naturais mediante ameaça de serem feridos com cortes e espancamentos.

Tudo isso acontece com o objectivo de entreter uma plateia pagante de turistas que, muitas vezes alienada, bate palmas e se diverte mediante o sofrimentos desses seres sencientes e indefesos.

O último flagrante desses maus-tratos está registado em imagens divulgadas recentemente que mostram elefantes sendo obrigados a carregar turistas em suas trombas, enquanto mahouts (treinadores de elefante) segurando bastões com ganchos afiados na ponta (bullhook) os obrigam se apresentarem no Elephant World.

Os animais foram filmados no início deste mês durante um de seus exaustivos shows diários para multidões de turistas na remota região de Surin, no nordeste da Tailândia.

Os mahouts (manipuladores de elefantes) podem ser vistos empunhando bullhocks ao lado dos animais – essa ferramenta de tortura foi especialmente criada para controlar e dominar os elefantes.

Durante a apresentação, os elefantes giram bambolês em suas trombas e se apoiam em duas patas antes de serem forçados a chutar uma bola de futebol em uma rede.

Alguns são instruídos a recuar e, em outro momento do show, voluntários da plateia se deitam e deixam os elefantes passarem por cima deles – chegando a centímetros de serem esmagados.

Os elefantes ainda são obrigados a transportar espectadores içando-os em suas trombas e desfilando pelo local do show.

Foto: ViralPress

Durante todo o show, os mahouts seguram os bullhooks o tempo todo, uma mulher pode ser vista nas imagens erguendo a ferramenta em direcção ao elefante depois que ela puxa violentamente a orelha do animal.

O grupo que actua em defesa dos direitos animais, PETA criticou severamente o show, que em parte devido à sua localização remota até agora escapou das denúncias e críticas recebidas por outros locais de exploração na Tailândia.

Jason Baker, vice-presidente de campanhas internacionais da PETA, disse que os elefantes no vídeo estavam se apresentando apenas por causa da ameaça de violência e pediu aos turistas que não comparecessem a esse tipo de show.

Ele disse ao Daily Mail: “Esses elefantes não estão se apresentando porque é divertido. É porque eles têm medo do abuso que receberão se não o fizerem”.

Foto: ViralPress

“Isso fica evidente com a presença constante do bullhook, uma arma com um gancho afiado em uma extremidade, sendo mantida bem ao lado deles, como ameaça”.

“Se as pessoas soubessem que seus ingressos estavam promovendo o abuso e o sequestro de elefantes da natureza, certamente nunca entrariam nesses locais.”

Um visitante do Elephant World, na província de Surin, disse que os shows acontecem todos os dias das 10h às 14h, com cada elefante tendo que se apresentar várias vezes.

Eles disseram: “O show é muito popular, nos fins de semana e feriados está cheio, e as pessoas que visitam são principalmente turistas tailandeses, mas às vezes existem estrangeiros”.

Foto: ViralPress

No mês passado, a maior operadora de turismo da China cortou laços com um show semelhante perto da capital Bangkok, após uma pressão constante do grupo de direitos animais PETA.

No entanto, o show em Surin fica a cerca de 300 milhas de distância e na pobre região de Isan, no nordeste da Tailândia.

O parque de elefantes parece ter escapado ao escrutínio que passaram os grandes shows de elefantes localizados em destinos turísticos populares, como Bangkok e Phuket.

O porta-voz da PETA, Jason Baker, acrescentou: “Todos os elefantes forçados a entrar no show business na Tailândia foram ‘domados’ da maneira mais doentia, horripilante e muitas vezes mortal imaginável”.

Foto: ViralPress

“A indústria de elefantes tailandesa ganhou fama por tirar os filhotes ainda mamando de suas mães, imobilizados, espancados sem piedade e tendo suas unhas uma a uma arrancadas por dias seguidos. Este tratamento quebra seu espírito, e alguns não sobrevivem”.

“Eles são forçados a passar o resto de suas vidas em cativeiro e se apresentar em shows como este onde são espancados, açoitados e feridos com ganchos para forçá-los a realizar truques difíceis e sem sentido apenas para o entretenimento humano”.

“Quando não são forçados a realizar truques anti-naturais ou levar turistas sem suas costas, esses elefantes geralmente passam a maior parte de sua vida acorrentados, incapazes de dar mais do que alguns passos”.

“A PETA pede que todos fiquem longe de qualquer lugar que force os elefantes a fazer truques ou oferecer passeios.”

Foto: ViralPress

O gerente do Elephant World, Prakit Raumpattan, disse que os ganchos são usados apenas como um “aviso” e “nunca usados durante o treinamento ou nos shows”.

Ele acrescentou: “O gancho é apenas para garantir que os elefantes não se comportem mal. Os elefantes ainda são animais selvagens, não importa o quanto os treinemos e tentemos fazê-los domesticados”.

“Eles ainda podem ser imprevisíveis, pois o bullhook é usado como uma ameaça para impedi-los de fazer algo perigoso ou atacar pessoas”.

“Nós treinamos os elefantes desde que eram bebes, da mesma forma que as pessoas treinam um cachorro e elas recebem recompensas como bananas, mas nunca são abusadas.”

Foto: ViralPress

Elefantes

A comparação dos elefantes aos cães, feita por um dos responsáveis do “show” só torna mais evidente a falta de empatia e conhecimento dos explores desses animais. Ao contrário dos cachorros, elefantes não são domesticados, são animais selvagens, inteligentes e com capacidades sociais e de formação de vínculo altamente desenvolvidas. Eles vivem em grupos, tem sociedades hierárquicas com formação de família, prosperam na natureza, acostumados a liberdade, o cativeiro é uma sentença de morte para esses majestosos animais.

Foto: ViralPress

Fome, dor, sofrimento, privação, medo, abuso e exploração, esse é o cotidiano de desses animais que vivem acorrentados e submissos, saindo apenas para entreter plateias de turistas alienados, levar outros nas costas ou servir de enfeite para selfies com muitos outros.

Submeter o maior mamífero da Terra a esse tipo de desrespeito é um atentado a dignidade dessas criaturas belíssimas e únicas e reduzi-los a uma existência miserável, onde a única escapatória é a morte.

Fonte: ANDA

Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

As fotos horríveis servem como um alerta para turistas que montam elefantes na Tailândia. A Autoridade de Turismo da Tailânida já reagiu e deixou um aviso aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

Fotos chocantes mostram como elefantes são torturados e alertam turistas na Tailândia

Os turistas que planeiam montar elefantes na Tailândia estão a ser encorajados a não o fazer, depois de várias fotos do suposto abuso contra os animais se terem tornado virais no Twitter esta semana. As fotos foram publicadas pela primeira vez em Abril, mas só agora ganharam a atenção de um elevado número de pessoas. As imagens mostram os elefantes com ferimentos na cabeça e corpo, supostamente infligidos por tratadores, que os controlam com um metal afiado.

As imagens chocaram turistas e autoridades de viagens tailandesas, que agora pedem que os turistas boicotem este tipo de passeios e não montem em elefantes. “Nós nunca incentivamos os turistas a montarem os elefantes”, disse um porta-voz da Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) ao Yahoo News Austrália. O porta-voz deixou um pedido aos turistas: “Por favor, não montem nos elefantes e não apoiem esse negócio”.

As agências governamentais do país têm tentado combater o problema através de várias iniciativas, como a formulação de políticas, o apoio à pesquisa sobre a vida selvagem, a reabilitação de animais feridos e a erradicação do comércio ilegal de animais selvagens.

Reconhecendo o elefante como o símbolo nacional do país, o responsável do TAT, Yuthasak Supasorn, disse que os animais também apresentam um “significado espiritual especial” com suas profundas associações com o budismo e o hinduísmo. “Então, devem ser sempre respeitados e bem cuidados”, escreveu numa publicação recente no site do conselho de turismo.

De acordo com a World Animal Protection (WAP), existem mais de 3 mil elefantes em cativeiro em atracções turísticas em toda a Ásia e a maioria deles é forçada a viver em condições cruéis e inaceitáveis. O relatório do WAP inclui uma lista de locais que não oferecem atracções cruéis aos elefantes.

Fonte: SAPO VIAGENS

Elefante bebé desmaia de exaustão ao acompanhar a mãe que levava turistas nas costas

Foto: Daily Mail/Reprodução

O filhote de elefante que perdeu os sentidos estava preso por uma corda ao corpo de sua mãe que levava turistas nos famosos e cruéis “passeios de elefantes” nas costas, relatos afirmam que o animal estava há horas andando no calor sufocante e teria caído de exaustão.

Os elefantes são explorados indiscriminadamente pela indústria do turismo na região, o incidente ocorreu no leste da Tailândia, na semana passada.

Acredita-se que o animal tenha cerca de um ano de idade e foi amarrado à sua mãe pelo pescoço com um pedaço de corda, os dois estavam na cidade de Pattaya, na Tailândia.

No vídeo, filmado por uma turista que ficou comovida pela situação, pessoas podem ser ouvidas dizendo “que horror, ele está cansado” quando o bebê desmorona no chão com o sol a pino e as temperaturas já se aproximando dos 40C.

Ele então se levanta e corre para acompanhar o elefante adulto pelo Nong Nooch Tropical Gardens.

De acordo com a turista, que não quis ser identificada, o bebê elefante parecia estar exausto de tanto andar pela área em busca de turistas que pagam para passear nas costas de sua mãe.

Ela disse: “Há muitos filhotes de elefantes amarrados às mães que são exploradas carregando turistas às costas, essas pessoas alienadas estão apenas curtindo sob o calor do sol, enquanto esses pobres animais estão sofrendo”.

“Esse filhote de elefante estava tão exausto que você pode ver nas imagens a mãe consolando-a e encorajando-a a ficar de pé”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

A turista é uma trabalhadora e migrante filipina no país vizinho da Tailândia: Myanmar, onde é professora.

Ela estava com amigos passando férias na área quando o incidente aconteceu.

A responsável pela filmagem acrescentou: “Estou apenas preocupada com os elefantes e quero garantir que seu bem-estar seja garantido”.

Um porta-voz do Nong Nooch Tropical Gardens negou hoje que o elefante estivesse cansado ou sendo maltratado.

Eles disseram: “Todos os elefantes são saudáveis e muito bem tratados. Se houver um problema, eles são examinados por veterinários. Todos os bebes aqui são saudáveis”.

Foto: Daily Mail/Reprodução

No começo do mês, um bebê elefante apelidado de Dumbo morreu em um show em Phuket, no sul da Tailândia, o animal ficou tão esquelético que suas pernas quebraram durante a apresentação.

O animal de três anos de idade, que era forçado a realizar até três apresentações por dia, foi fotografado com aspecto doentio e sofria de uma infecção antes de desmaiar.

Seus detentores o levaram para uma clínica veterinária em 17 de Abril, onde um exame mostrou que ele havia quebrado as duas patas traseiras e morreu três dias depois.

Sofrimento e morte

Não são raros os casos de elefantes obrigados a pintar, saltar, dirigir quadriciclos, se equilibrar sobre duas patas, fazer poses anti-naturais, jogar água em turistas e ostentar tintas e enfeites religiosos em seus corpos na Ásia.

Toda e qualquer imposição sobre a vontade desses animais sencientes é uma violência e um atentado à sua dignidade e liberdade.

Elefantes nasceram livres, são animais altamente sociais, capazes de vínculos profundos, que vivem em estruturas familiares e tem uma das maiores capacidades de cognição do reino animal.

Com uma inteligência incomparável e sensibilidade profunda esses animais padecem sob o jugo de uma humanidade ambiciosa e bárbara que os explora até as últimas consequências, rouba e ocupa seus habitats, os caça por suas presas de marfim, vende seus filhos, os escraviza, e da qual na maioria das vezes, só conseguem se ver lives com a morte.

Fonte: ANDA

Ping pong, o herói canino: Cão salva recém-nascido enterrado vivo na Tailândia

Chama-se Ping Pong e é aclamado como um herói na sua aldeia, na Tailândia. O cão salvou a vida de um bebé enterrado pela mãe, uma adolescente, no nordeste da país, segundo informou a polícia local este sábado.

O recém-nascido foi enterrado vivo sob uma camada de lixo, na província de Nakhon Ratchasima, no nordeste da Tailândia, mas foi encontrado por Ping Pong no mesmo dia, quarta-feira, 15 de maio.

De acordo com o dono do cão, Ping Pong escavou a terra até terem ficado expostas as pernas da criança, levando os moradores a salvarem o bebé.

“Acho que o cão encontrou o bebé logo depois de a mãe o ter enterrado”, declarou à AFP o representante da polícia Panuvat Udkam, acrescentando que o recém-nascido, entretanto internado no hospital, está em bom estado de saúde.

A mãe, de 15 anos, confessou ter enterrado o seu filho e está a ser processada por tentativa de homicídio, de acordo com o The Guardian. A adolescente disse que estava com medo da reacção do pai pelo facto de ter engravidado, explica o jornal britânico.

A polícia, citada pelo The Guardian, disse que a rapariga “se arrepende do que fez e que agiu por impulso e sem pensar”.

Ping Pong, que é o novo herói da comunidade, tem seis anos, coxeia e apoia-se apenas em três patas, depois de ter tido um acidente, contou o seu dono à BBC, um dos jornais internacionais que partilharam a história.

Fonte: SAPO24

TAILÂNDIA Filhote de elefante é forçado a se apresentar e dançar para turistas em zoo

Foto: Moving Animals

A decadente e cruel indústria do turismo e entretenimento humano faz mais uma vítima, dessa vez o alvo não passa de um bebê elefante, que antes de aprender a ser um animal selvagem na selva com seus iguais é forçado a aprender truques sem sentido sob a ameaça de ser espancado.

E a filhote não é a única vítima da exploração do parque, os demais elefantes cativos que vivem no zoológico na Tailândia são obrigados a fazer poses antinaturais com suas patas dianteiras, pedalar uma bicicleta feita com pneus de carro e pintar quadros, tudo isso em um palco para entretenimento de uma plateia de turistas.

Foto: Moving Animals

Um vídeo pungente mostra como uma bebê elefante, apelidada de Dumbo, é forçada a fazer truques para os visitantes em um show no zoológico de Phuket na Tailândia.

Ativistas afirmam que o jovem animal realiza apresentações por até três vezes ao dia “sob ameaça de um imenso gancho”, nos shows que chegam a ter 20 minutos de duração.

Milhares de pessoas assinaram uma petição online pedindo ao zoológico de Phuket que liberte Dumbo, e permita que ela vá viver em um santuário,

O grupo responsável pela campanha, Moving Animals, afirmou que o animal apresenta um “corpo esquelético” e sugere que ele pode estar sofrendo de desnutrição e exaustão.

Eles também relataram que o animal fica preso por correntes quando não está se apresentando.

Um porta-voz do grupo disse: “Nós assistimos os turistas rindo e tirando fotos e selfies da cena, enquanto o pobre bebê elefante estava com os olhos fechados, silenciosamente sugando o ar por sua o tromba”

Foto: Moving Animals

“A vida cruel que aguarda por Dumbo, o bebê elefante, será de torturas e abusos a serem suportados sem prazo de duração, e então nós começamos uma petição pedindo a sua libertação imediata e envio para um santuário”, disse o representante da ONG.

“Esperamos que em breve ela possa viver em um lugar onde possa ser livre, conviver com seus iguais e sentir paz e tranquilidade, sem qualquer ameaça de dor ou sofrimento ou ser forçada a se apresentar”.

Fonte: ANDA

Tigre é caçado e esquartejado para seu esqueleto ser usado como “remédio afrodisíaco”

A caça é um flagelo no planeta e põe em risco toda a vida selvagem. Ao longo dos anos e rapidamente, milhares de animais entraram em extinção pela ação do homem. Elefantes, rinocerontes, pangolins, tigres e onças são mortos por suas presas, peles, chifres, escamas e outras partes de seus corpos.


Um caçador socou um tigre depois que o animal foi assassinado por partes de seu corpo.

Recentemente, uma cena chocante foi registada e mostra o momento em que um caçador disfere socos em um tigre morto, no meio da mata.

A imagem do “troféu” de uma gangue de caça revela homem com o punho acima da cabeça do animal enquanto ele está montado no gigante felino ensanguentado, no norte da Tailândia.

De acordo com ativistas, uma gangue de caça opera em todo o sudeste da Ásia e tem assassinado animais nas florestas do país para fazer dos seus restos mortais, amuletos “de sorte”, remédios afrodisíacos e decorações. As informações são do Daily Mail.

Os resultados de uma investigação de três meses foram revelados na última terça-feira (22), com autoridades alegando terem capturados os homens que operavam nas fronteiras da Tailândia.

Os trabalhadores da fauna silvestre disseram que os caçadores entrariam na selva pelas fronteiras das florestas para rastrear os animais, antes de matá-los e contrabandear as carcaças para o Vietnã.

Petcharat Sangchai, diretor da ONG Freeland que realizou a investigação, disse: “Não achamos que esta foi a primeira vez desses caçadores na Tailândia e acreditamos que eles estavam planejando atacar novamente”.

As autoridades também disseram que prenderam dois membros vietnamitas do grupo em outubro passado, na província de Nakhon Sawan, no norte da Tailândia, através de uma denúncia de um motorista contratado que suspeitou da carga.

Eles pararam o veículo, inspecionaram a bolsa e descobriram o esqueleto ainda fresco de um tigre e milhares de garras de urso.


A polícia e os oficiais dos animais selvagens tailandeses inspecionam um esqueleto de tigre na província de Nakhon Sawan, Tailândia. A foto surgiu depois que dois cidadãos vietnamitas foram presos com os restos mortais.

A terrível imagem do caçador atacando um tigre foi encontrada ao telefone de um membro da gangue. Isso desencadeou a investigação de três meses para descobrir a rede de caça ilegal.

A polícia então contatou a organização Freeland para assistência analítica usando tecnologia forense digital.

Ela revelou que os caçadores estrangeiros faziam parte de uma organização de tráfico de animais selvagens no Vietnã, que apoia a caça e o contrabando nas florestas da Tailândia, Malásia e Mianmar.

A polícia acredita que eles estavam operando nas regiões fronteiriças há bastante tempo antes de serem pegos.

Segundo Petcharat Sangchai, esqueletos de tigres e garras de urso estão em alta demanda em muitos países do sudeste da Ásia, especialmente no Vietnã.

“O esqueleto do tigre é o ingrediente crucial para a produção de um licor, que acreditam ser um remédio de saúde e para o sexo de idosos. Garras de urso são usadas para ser um amuleto de sorte de virtude e fama”.

A prisão desta não significa o fim da terrível ameaça à vida selvagem na Tailândia. A polícia, guardas florestais e as pessoa devem permanecer vigilantes.

Fonte: ANDA