CONTEÚDO ANDA Milhares de golfinhos estão prestes a ser assassinados durante caça anual no Japão

Depois de alguns meses de pausa, a terrível caça de golfinhos na baía de Taiji (Japão) recomeçou neste mês

Golfinhos sangram no mar de Taiji

Milhares de golfinhos ficarão presos entre os barcos antes que a maioria deles seja assassinada. Os sobreviventes serão vendidos para aquários onde passarão o resto de suas vidas em minúsculos tanques.

Este imenso massacre é aprovado pelas autoridades japonesas e continua ocorrendo com a indiferença geral da população. O governo do país proibiu que qualquer interferência da baía vizinha, em um esforço para impedir que ativistas se aproximem e interrompam a caçada.

Novos métodos de execução são menos sanguinários, mas igualmente violentos

Os métodos usados pelos pescadores para matar os animais são particularmente brutais. Depois de reunir um grupo de golfinhos, as embarcações os forçam a ir para a baía bloqueando qualquer rota de fuga com redes para que os mamíferos fiquem completamente presos.

Eles lançam arpões de metal nas colunas vertebrais dos animais, que ficam juntos para impedir a grande perda de sangue na água.

Até 2009, os caçadores perfuravam os animais com arpões. O sangue dos golfinhos tingia as águas de vermelho. O lançamento de “The Cove”, um documentário de Ric O’Barry, ex-adestrador de golfinhos famoso pelo filme “Flipper”, despertou ultraje internacional quanto ao massacre de animais em Taiji.

Método usado na caça

Ainda que os pescadores tenham mudado seus métodos, as consequências trágicas são as mesmas. O corte da coluna vertebral nem sempre provoca uma morte instantânea e alguns golfinhos são arrastados ainda vivos para os barcos antes de serem cortados. Outros se afogam ou colidem contra as rochas, sofrendo uma morte lenta e dolorosa.

Aqueles que perpetuam essa barbaridade tentam justificar suas ações citando a “tradição ancestral”. Porém, se a caça de baleias e de golfinhos não é um fenômeno novo e tem sido documentada ao longo da história, a maneira com que eles são mortos hoje só foi inventada na década de 1970.

Cumplicidade do governo japonês

As cotas para a caça são estabelecidas anualmente e determinam o número de animais que serão assassinados. Oficialmente, a carne dos animais deve ser vendida para o consumo e destinada a diversos supermercados e restaurantes, às vezes sem que o cliente conheça a sua origem.

Essa distribuição é orquestrada pelo poderoso sindicato de pesca japonês, a Japan Fisheries Association, que é responsável pela caça em Taiji.

Porém, a realidade sobre a carne dos cetáceos no Japão não corresponde às declarações oficiais da organização. Poucos japoneses consomem a carne de baleias e golfinho, pois elas possuem altas concentrações de mercúrio, um metal perigoso para a saúde dos humanos. A Organização Mundial da Saúde publicou um relatório em 2008 que cita as populações em perigo devido à substância.

O ministro da Saúde do país está ciente dessa informação, pois recomendou que crianças, mulheres grávidas e idosos não consumam a carne de baleias e golfinhos.

O verdadeiro custo da indústria do entretenimento

O verdadeiro motivo por trás do assassinato desses animais é a lucrativa indústria de aquários e parques marinhos. Nem todos os animais são capturados e alguns são escolhidos para serem vendidos a preços exorbitantes. Um golfinho morto tem o custo de US$ 500 enquanto um animal destinado ao cativeiro em um aquário pode ser vendido por até US$ 30 mil.

Golfinho explorado para entretenimento

Os aquários que decidem adquirir animais da baía não são controlados pela WAZA (World Association of Zoos and Aquariums), uma organização que supervisiona zoológicos e aquários a nível internacional. Ela proibiu a compra de animais de Taiji, mas isso ainda ocorre e as organizações chinesas são as maiores contribuintes da prática.
Em 2015, a JAZA, o braço japonês da WAZA, se desvinculou dos pescadores de Taiji, proibindo a venda de cetáceos da baía para aquários no Japão. Infelizmente, isso não acabou com os assassinatos, revela o The Holidog Times.

Crescem os protestos internacionais

Porém, a revolta contra a caça começou a crescer em todo o mundo. Se o Sea Shepherd não irá para o Japão durante esta temporada, os ativistas alertam o público que os golfinhos capturados e vendidos para a indústria do entretenimento são drogados e forçados a realizar truques em troca de alimento.

O público, portanto, inconscientemente e involuntariamente, participa desse círculo vicioso, que só poderá ser quebrado quando as pessoas se recusarem a financiar a exploração animal.

Protestos como o Japão Dolphin Day são organizados anualmente no início de Setembro para denunciar a matança em Taiji. Em seu site, Ric O’Barry oferece alguns conselhos importantes sobre como acabar com a brutalidade.

A possibilidade de mudança está nas mãos do público. Enquanto as pessoas frequentarem esses parques, a baía de Taiji será tomada pelo sangue dos golfinhos e eles passarão o resto de suas vidas em tanques estreitos e sendo forçados a realizar truques para entreter o público.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Vídeo mostra pescadores de Taiji tratando golfinhos como se fossem lixo

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Quando as pessoas frequentam parques marinhos como o SeaWorld, elas veem animais marinhos de perto  e realizando truques impressionantes. Isso parece um sonho para quem nutre um fascínio profundo por golfinhos ou baleias orcas. Porém, infelizmente, para os animais é um verdadeiro pesadelo.

A indústria do cativeiro de espécies marinhas cresceu muito nos últimos 50 anos e inúmeros animais foram sequestrados de suas casas no oceano e colocados em minúsculos tanques.

A demanda por animais vivos em parques marinhos e aquários em todo o mundo tem levado à perpetuação de cruéis passeios com golfinhos sequestrados em Taiji, no Japão. Todos os anos ocorre a terrível caça anual dos animais na região e um grupo de pescadores vai até a infame “enseada” para encurralar os golfinhos em suas redes.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Conheça o horror e os abusos sofridos pelos golfinhos confinados no Museu da Baleia de Taij

Foto: Dolphin Project

Há dois anos, enquanto documentava a atividade dos golfinhos-de-risso, notei um golfinho com uma coloração distinta. Ele era quase todo branco com áreas acinzentadas — um malhado. Por causa do cinza, o golfinho não era realmente albino, mas de qualquer forma era raro.

Eu assisti horrorizada enquanto o golfinho malhado, junto com outros de coloração normal, foram retirados da infame baía para serem despejados em um cativeiro no porto de Taiji, no Japão. Suas vidas mudaram para sempre e eles estavam destinados a viver aprisionados. O resto do pobre grupo foi morto.

Após alguns dias, fui checar o golfinho malhado e seu companheiro o máximo de vezes que consegui. Vi os treinadores jogarem lulas mortas nos cercados, e os pobres animais tinham que fazer o possível para sobreviver.

Dolphin Project

Observei-os sendo relocados para o Museu da Baleia de Taiji, escondido em um cercado atrás, onde eu não poderia enxergar muito bem. Infelizmente, tive que deixar Taiji, mas quando estava em um trem indo para o aeroporto, soube que mais um golfinho-de-risso distinto havia sido capturado. Dessa vez, um albino de verdade. Eu sabia qual seria o seu destino. Como vocês podem imaginar, eu deixei o Japão com um peso no coração.

No ano seguinte eu retornei a Taiji (2015), e fui direto para o Museu da Baleia de Taiji, para checar os golfinhos em cativeiro. Precisava ver com meus próprios olhos o que aconteceu com os golfinhos malhado e albino. Eu finalmente encontrei o malhado em um cercado junto com golfinhos nariz de garrafa. Não pude vê-lo muito bem, mas ele parecia agitado, não parava de se mover. Eu não sabia como ele estava e fiquei imaginando o porquê de ter sido separado dos outros golfinhos-de-risso.

Há alguns dias atrás, eu mais uma vez retornei a Taiji, como monitora da Dolphin Project Cove. Naturalmente eu estava ansiosa para ver como estava o malhado pelo qual eu senti uma conexão muito forte. Passei pelas piscinas na parte da frente, e na parte frontal da lagoa para ver o cercado dos golfinhos-de-risso.

Foto: Dolphin Project

Nada poderia me preparar para o que eu vi. Fiquei sem ar quando o encontrei. Aquele lindo animal estava cheio de cicatrizes de ancinho, grandes e pequenas, por quase todo o seu corpo. Algumas pareciam feridas abertas. Ele também possuía diversas lesões em volta da sua boca e aparentava ter sido espancado e estava ensanguentado.

Ele não foi apenas agredido sem dó, como também possuía uma espécie de problema de pele que fazia crescer calombos em diversas áreas do seu corpo. Enquanto eu tentava avaliar a sua situação, lágrimas caíam dos meus olhos. Entretanto, a coisa mais assombrosa foi a forma como ele olhava para mim. O pobre animal se ergueu na minha frente e olhou diretamente nos meus olhos. Não pude deixar de imaginar se ele sabia que eu estava com ele quando foi capturado e quis tão desesperadamente ajudá-lo. Seu olhar parecia um pedido de ajuda e partiu meu coração.

Foto: Dolphin Project

Eu me desculpei por não poder ajudá-lo e por tudo que minha espécie fez contra ele. Eu nunca vou entender como alguém pode achar que não há problemas em manter um golfinho em cativeiro, preso em um pequeno cercado com outros golfinhos frustrados. Não há como fugir quando um deles está sendo abusado, e não há escapatória dos ataques — um comportamento normal de um ser que está sendo preso contra a sua vontade. Como eu desejei que minha família nunca tivesse tentado migrar de Taiji, e que ele e sua família ainda estivessem nadando livremente no oceano. Enfrentei muito sofrimento aqui em Taiji, mas saber da profundidade de sua dor e se sentir impotente para ajudá-lo foi devastador.

(Vídeo do facebook, que não posso meter aqui, por não ter facebook)

Minha colega de monitoração, Alexandra Johnston, me mostrou outro animal que estava sofrendo — um golfinho nariz de garrafa, com cortes profundos em suas costas. Novamente, fiquei horrorizada. As lesões eram horríveis, e quando o golfinho se aproximou de nós no pier, implorando para que nós o déssemos algo, tive que me esforçar muito para eu não me abaixar e o confortar. Outros golfinhos nariz de garrafa apresentavam vários problemas de pele, e todos os golfinhos que documentamos passavam a maior parte do seu tempo nadando apáticos na superfície. Muitos atolavam seus rostos nas redes, o que os deixavam presos. O albino passava a maior parte do seu tempo no canto do cercado, pressionado contra a rede enquanto emitia diversos sons. Novamente, interpretei isso como um pedido de ajuda.

Antes que eu terminasse meu turno, retornei ao cercado onde estava o malhado. Seus calombos agora estavam roxos, cobertos de um tipo de remédio. Ele se ergueu perto de mim, e novamente, nos fitamos. Eu nunca vou esquecer o seu olhar e a culpa que senti por não poder ajudá-lo. Eu pedi para que ele tivesse força, e para que reagisse, para que os outros não abusassem tanto dele. Mesmo assim, enquanto eu dizia essas palavras, imaginava se a morte não seria a coisa mais humana para ele. Talvez assim, ele pudesse se juntar à sua família em um oceano livre de humanos e ser livre e selvagem por toda a eternidade.

Fonte: ANDA

O ser humano mete-me nojo! Conteúdo anda Baleia se joga contra pedras para tentar escapar de caçadores

Baleia-se-joga-contra-pedras-para-tentar-escapar-da-morte

A baleia-piloto pertencia a um grupo de aproximadamente 70 que foram caçadas em Taiji, no Japão. No primeiro dia, as baleias se aglomeraram juntas, procurando conforto e proteção. Nos dias seguintes, a família foi lentamente destruída. A matriarca do grupo foi amarrada e assistiu aos seus familiares sendo assassinados na sua frente, tornando a água vermelha de sangue. Algumas foram levadas para serem vendidas ao cativeiro – outras morreram com o trauma da captura. Em algum ponto, uma baleia foi vista nadando na água vermelha onde sua família havia morrido e “chorando em voz alta”, de acordo com a Sea Shepherd.

No quarto dia, uma das baleias escapou de debaixo da lona que esconde a matança dos olhos de observadores. E a Sea Shepherd gravou a sua tentativa de fuga. “Uma baleia-piloto – que aparentava já ter sido apunhalada pelos caçadores, sangrando visivelmente e mal conseguindo se manter acima da superfície da água – conseguiu fugir de debaixo das lonas e tentou encontrar uma saída no meio das pedras, mas foi arrastada de volta aos barcos por um caçador em uma roupa de mergulho,” disse o grupo.

O vídeo é de cortar o coração. A baleia aterrorizada se joga contra as pedras, tentando fugir desesperadamente enquanto sangra. Após dias sem comida e assistindo a inúmeros membros de sua família morrer, tudo o que ele quer é escapar – de qualquer jeito possível. Um grupo de pescadores amarra a sua cauda e o arrasta de volta à área de matança, enquanto ele usa suas últimas energias para lutar violentamente contra a corrente, com seu sangue manchando a água. “Ela não entende o que está acontecendo,” diz uma mulher no vídeo.

Todos os anos, 20.000 golfinhos são assassinados no Japão. Os poucos que sobrevivem as águas sujas de sangue são vendidos para o cativeiro, fadados a passar o resto de suas vidas longe da família e se apresentando em zoos e parques marinhos. Muitos deles, como o do vídeo, são mortos e vendidos por sua carne. Os jovens, novos demais para roubarem sua carne ou os venderem para cativeiro, são frequentemente jogados de volta ao oceano. Suas mortes não são contadas oficialmente, mas é improvável que consigam sobreviver após sua família inteira ser morta.

Infelizmente, as testemunhas que presenciam essas mortes são proibidas de interferir com a caça. Se o fizerem, serão presos e deportados, e não haverá mais ninguém para ser testemunha.

Confira a seguir o vídeo feito pela Sea Shepherd, com imagens fortes:

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA

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Afirmo mais uma vez que o ser humano mete-me nojo!
Não fui e não sou capaz de ver o vídeo!

CAÇA AOS GOLFINHOS NO JAPÃO AMEAÇA AS OLIMPÍADAS

Por Elizabeth MacDonald / Tradução de Alice Wehrle Gomide

JAPAO GOLFINHOS dolphins japan

JAPAO GOLFINHOS dolphins japan
Moradores tentam salvar golfinhos encalhados na costa de Hokota, nordeste de Tóquio, nesta foto tirada por Kyodo em 10 de abril de 2015. (Foto: Reuters)

Faltam cinco anos para as Olimpíadas em Tóquio, e os jogos já estão atraindo mais patrocínio financeiro que os de Beijing em 2008.

Mas da mesma forma que a China enfrentou a desconfortável atenção sobre seu pobre histórico de direitos humanos e poluição, o Japão também está enfrentando a crescente condenação global dos pescadores que realizam a grotesca matança anual de golfinhos, conhecida como a “caça aos golfinhos de Taiji”. Esses mamíferos são cercados e mortos no que já foi considerado um banho de sangue, e foi destaque do documentário The Cove. Os golfinhos estão entre os mamíferos mais inteligentes e perceptivos no mundo além dos humanos, algo que zoologistas e especialistas repetidamente dizem.

Recentemente, o Japão foi atingido pela embaraçosa expulsão da principal organização mundial de zoológicos, a World Association of Zoos and Aquariums (WAZA), o qual influentes membros incluem o Zoo de Londres, a Sociedade Zoológica de San Diego, o Zoo de Toronto, o Zoo de Bronx e o Zoo de Melbourne. O conselho suspendeu a Associação Japonesa de Zoos e Aquários (JAZA) após voto unânime. Em uma declaração disse: “A base para a suspensão é a determinação que a JAZA violou o código de ética e bem-estar animal da WAZA. Mais importante, o conselho da WAZA reafirmou sua posição onde membros devem confirmar a não aquisição dos golfinhos da pesca de Taiji”.

Os golfinhos são conduzidos para águas rasas e então esfaqueados até a morte ou escolhidos para exibição pública em aquários (U$ 125 mil por golfinho). Especialistas dizem que a prática é uma violação das próprias leis contra crueldade animal do Japão. A guarda costeira japonesa é frequentemente designada a proteger os doze barcos que estão tipicamente envolvidos na matança anual. Os animais então são enviados para locais como o Oriente Médio, Rússia, Coréia do Norte, China e Filipinas.

Mais de 18.000 golfinhos já foram mortos na baía de Taiji desde 2000, dizem os grupos de vigilância. A maioria é esquartejada no local pela carne (U$ 500 por golfinho), apesar da alta concentração de mercúrio encontrada na carne de golfinhos, que pode causar problemas neurológicos como deficiência motora e enxaqueca. Restaurantes ao redor do mundo vendem sashimi de golfinho e baleia, além de sopa de atum e barbatana de tubarão.

O jornal The New York Times reportou que a carne de golfinho “não é uma fonte de alimento vital: somente uma minoria de japoneses come baleias, e golfinhos é ainda menos comum…”. The Times também reportou os resultados dos testes feitos em carne de golfinho, onde “os níveis de mercúrio encontrados variavam de 10 a 100 partes por milhão, muito acima do nível aconselhado pelo governo japonês de 0,4 partes por milhão”.

Oficiais japoneses argumentaram que a matança anual é similar à de outros países onde animais são mortos por comida. Mas raramente a vaca viva é vendida por U$ 125.000 a cabeça.

“Estes golfinhos não pertencem ao Japão para roubar, eles são animais inocentes e migratórios, muitas vezes milhas e milhas no oceano que tiveram a má sorte de estarem nadando perto das águas japonesas”, disse Marnie McBryde, uma incorporadora de imóveis e antiga sócia da Spencer Stuart, uma empresa corporativa de busca imobiliária. Ela recrutou executivos corporativos para grandes empresas bem estabelecidas, e morou no Japão como representante comercial por dez anos.

Em janeiro de 2014, Caroline Kennedy, a embaixadora dos EUA no Japão, escreveu no Twitter: “Profundamente preocupada com as atrocidades humanas cometidas na matança dos golfinhos. O governo americano se opõe à essa caça”. Yoko Ono Lennon já mandou uma carta aberta para os pescadores de Taiji que lhes advertiu que eles “farão com que as crianças do mundo odeiem os japoneses”.

Os ativistas de conservação marinha do Sea Shepherd aplaudiram a suspensão da JAZA pelo seu “papel no terrível massacre de cetáceos selvagens no Taiji”, ressaltando em um comunicado: “Estes mamíferos marinhos altamente inteligentes, sencientes e socialmente complexos pertencem ao oceano, onde podem viver em seu ambiente natural e dentro de seus grupos familiares – não fazendo truques por comida em banheiras de concreto enquanto são submetidos à música alta e multidões barulhentas”.

Melissa Sehgal, do Sea Shepherd, que vêm monitorando a matança de golfinhos no Japão, disse ao Reuters: “Leva cerca de 20 a 30 minutos para esses golfinhos morrerem, onde eles sangram, sufocam ou se afogam durante o processo de serem arrastados ao matadouro”.

McBryde está tão preocupada com a matança de golfinhos no Japão, que no começo deste ano ela financiou um outdoor que apareceu no metrô de Long Island, fora do Queens Midtown Tunnel, que vai para fora de New York, onde dizia: “A vergonha do Japão: Parem de matar golfinhos”. McBryde disse: “Este massacre é impulsionado pela ganância”.

Foto: Fox Business

Fonte: http://www.olharanimal.org/trafico-caca-e-pesca/5549-caca-aos-golfinhos-no-japao-ameaca-as-olimpiadas