Firma por el fin de las subvenciones europeas al sector taurino

Las corridas de toros están prohibidas en la mayoría de los países de la Unión Europea. En varios países ya no se realizan. En tres países de la Unión Europea aún hay corridas de toros. España y Portugal tienen corridas de toros sin ninguna prohibición. Francia prohíbe las corridas de toros, pero en varios municipios están permitidas por ley al ser consideradas una excepción por su historia cultural.

A través de subvenciones de la Unión Europea el sector agrario recibe dinero. El Parlamento Europeo decidió en 2015, tras un lobby intensivo de CAS y otras organizaciones, que estos flujos monetarios deben ser parados. La Comisión Europea todavía no ha podido detenerlos porque, según la misma comisión, son invisibles.

La gestión de subvenciones es revisada en este momento (2018). CAS opina que durante esta revisión debe quedar claro como se desarrollan los flujos monetarios. Con esta transparencia vendrá la claridad necesaria para conocer como el sector taurino recibe dinero público. Una vez que este proceso esté claro, entonces se puede parar ese flujo, como ya decidió el Parlamento Europeo. Con nuestra petición apoyamos la decisión del Parlamento Europeo de parar ese flujo de subvenciones.

Firma la petición.

Fonte: CAS

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ESPERO QUE 2018 TRAGA PRAÇAS DE TOUROS VAZIAS, OU COM AINDA MENOS PUBLICO!

Resultado de imagem para Campo Pequeno com pouco publico

Espero que 2018 traga praças de touros vazias, ou com ainda menos publico.

O ano que Domingo termina, foi um ano, em que o numero de assistência nas praças de touros, em Portugal, foi diminuto.

Espero que assim continue, para 2018.

Dizem os Psicopatas da “Prótoiro”, que a tauromaquia, em Portugal, se subsidia a si própria. Como; com publico diminuto?
Mas estes Mafiosos, assassinos, criminosos pensam que as pessoas são parvas ou quê?!
– A verdade é que a tauromaquia, só ainda existe em Portugal, graças aos 16 Milhões de € anuais, de subsídio que recebe. Sem eles, já teria sido abolida.
Espero que em 2018, os subsídios para a tauromaquia, em Portugal, sejam totalmente abolidos!

Mário Amorim

MAIS FALÁCIAS DOS PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS

Imagem relacionada

Os Psicopatas Tauromáquicos, afirmam que a tauromaquia se sustenta a si própria.
Dizem eles que a tauromaquia, não é subsidiada pelo Estado, pela União Europeia e pelas camaras municipais.
Eles mentem, mentem e mentem descaradamente.
Também nestas mentiras, nunca nos foram mostradas provas que as sustentem.
Não basta falar. É preciso provar.

Meia dúzia de famílias, recebem milhões de euros anuais de subsídios, pretensamente para a agricultura. Quando na verdade, esse dinheiro, é para financiar a tauromaquia, começando pela criação de touros de lide.
A criação de touros de lide, se fosse subsidiada, apenas para exploração turística, e não para a tauromaquia, aí ainda entenderia. Mas a realidade, é que a criação de touros de lide, é para a tauromaquia. Ou seja; recebem milhões de euros anuais para criarem touros, que depois vão torturar e matar.

A tauromaquia em Portugal, recebe anualmente 16 Milhões de € anuais de subsídios, do Estado, da União Europeia e das camaras municipais.
E ao contrário do que os Psicopatas Tauromáquicos afirmam, sem esses milhões de € de subsídios, a tauromaquia acaba. Pois são esses milhões de euros de subsídios que permitem que a tauromaquia, ainda exista em Portugal!

Mário Amorim

Subsídios públicos às touradas atingem milhões de euros

A tauromaquia, só ainda existe em Portugal, graças aos 16.000.000 € de subsídios públicos, que anualmente recebe.
Estes subsídios, contrariamente ao que os psicopatas tauromáquicos afirmam, sustentam esta actividade bárbara, em Portugal.
Sem eles, a tauromaquia, já não existiria em Portugal!


A associação Animal anunciou hoje que vai apresentar, no parlamento, uma iniciativa legislativa de cidadãos para pedir o fim da atribuição de subsídios públicos à atividade tauromáquica, que atingem os milhões de euros desde 2009.

Esta iniciativa faz parte de uma campanha contra as touradas hoje lançada pela Animal e que tem como objetivo expor o dinheiro do erário público que subsidia a atividade tauromáquica.

A presidente da Animal, Rita Silva, disse à agência Lusa que a campanha “enterrar touradas” consiste na recolha de assinaturas para entregar na Assembleia da República uma iniciativa legislativa, em formato de projeto-lei, para pedir que não sejam dados qualquer tipo de financiamento do erário público, seja direto ou indireto, à atividade tauromáquica.

Rita Silva adiantou que a recolha de assinaturas começa hoje e, no mínimo, têm que ser alcançadas 20 mil.

Esta iniciativa vai ser entregue no parlamento após várias petições terem dado entrada na Assembleia da República e não terem originado um consenso.

“Agora vamos por as pessoas a legislar, é uma ferramenta que temos ao dispor, vamos utilizá-la”, afirmou a mesma responsável, dando também conta que vão ser entregues no parlamento exemplos detalhados de dinheiros públicos atribuídos localmente à tauromaquia.

 Durante a campanha, vão ser divulgados publicamente, através do site http://www.enterrartouradas.org, as verbas gastas por juntas de freguesia e câmaras municipais à realização de atividades tauromáquicas, além de outros apoios públicos indiretos, como da União Europeia.

Segundo a Animal, entre 2009 e 2017 já foram atribuídos pelas autarquias apoios públicos de milhões de euros para esta atividade.

A associação avança que, por exemplo, nos Açores, entre 2004 e 2010, foram gastos 2,6 milhões de euros.

A presidente da Animal avançou que as verbas vão ser atualizadas diariamente no site da campanha.

“Anualmente, muitos órgãos do poder local oferecem [direta e indiretamente] subsídios para eventos tauromáquicos, quando, infelizmente, muitos dos concidadãs estão numa situação de desemprego, precariedade e até mesmo fome, incluindo crianças e idosos que não têm apoios sequer para as necessidades básicas. A maioria dos concelhos que disponibiliza dinheiro para eventos tauromáquicos não dispõe sequer de um gabinete de apoio à vítima”, lê-se na iniciativa hoje lançada.

Fonte: Sapo24

AINDA A QUESTÃO DO CHUMBO DA PROIBIÇÃO DE FINANCIAMENTO PÚBLICO ÀS TOURADAS PELO PARLAMENTO PORTUGUÊS

Já tive oportunidade de dizer aos governantes, que acham bem continuar a esbanjar dinheiros públicos no financiamento da tortura de Touros, o que penso sobre eles, a este respeito.

O lobby tauromáquico está sentado na Assembleia da República disfarçado de deputados da nação sem a mínima noção do ridículo e do sentido de Estado, ignorando o que é Liberdade e Cultura.

Mas isto é o que o “glorioso” povo português, votando neles, nos oferece.

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Vejamos a lamentável intervenção, na AR, do deputado Nuno Serra, do PSD.

 

Foi assim a intervenção do deputado do PSD, Nuno Serra que, ao serviço do lobby tauromáquico, saiu em defesa das famílias de ganadeiros ao dizer que os anti-touradas perseguem essas famílias privilegiadas pelo Estado português, as quais vivem à custa dos impostos que a esmagadora maioria dos portugueses paga com grande sacrifício, num tempo em que o nosso pobre país está à míngua na área da Saúde, da Educação, do Ensino e daquela Cultura que eleva o Ser Humano.

Quanta falácia, senhor Nuno Serra, ao acusar o PAN, o BE e o PEV de “perseguirem” os aficionados de touradas por “preconceito ideológico” e sugerir-lhes que defendam o corte de subsídios a filmes violentos para com as pessoas, confundindo “filme” com “cruel realidade”, como se as touradas fossem uma ficção, como se ao defenderem as touradas não estejam a esmagar a sensibilidade de milhares de portugueses a quem dói a tortura de um animal, que é um animal como qualquer um de nós.

Nesta matéria ninguém persegue ninguém. E muito menos por preconceito ideológico. Aqui defende-se o direito à Vida, extensivo a todos os animais portugueses, sejam humanos ou não humanos. Nós limitamo-nos a denunciar o vosso vergonhoso servilismo a uma minoria que cria Touros, com o único objectivo de os torturar e matar para satisfazer um mero prazer mórbido, com o dinheiro dos nossos impostos.

E isto é imoral. É um insulto á inteligência dos portugueses. É uma agressão ao bom senso. É um modo vil de fazer política.

Naquela quarta-feira de má memória (dia 20 de Junho de 2016) o PSD, CDS/PP, PCP e o PS (à excepção dos socialistas Eurico Brilhante Dias, Paulo Trigo Pereira, Alexandre Quintanilha, António Sales, António Cardoso e Filipe Neto Brandão) chumbaram os projectos de lei do PAN, BE e PEV que proibiam a utilização de dinheiros públicos ou o financiamento público directo ou indirecto ou ainda o apoio institucional à realização de touradas ou iniciativas que inflijam sofrimentos inúteis ou provoquem a morte de animais não humanos, para divertir os sádicos.

O PAN, o BE e o PEV na intervenção que fizeram criticaram, e muito bem, o aspecto “bárbaro e a violência brutal e explícita” da actividade tauromáquica (à qual me recuso a chamar “espectáculo”, por ser um insulto à Arte) bem como a “insensibilidade” de quem participa nessas actividades, de quem a promove, a aplaude ou a apoia financeira ou institucionalmente.

Um Estado que se preze não pode servir-se do dinheiro dos contribuintes para servir o lobby tauromáquico e com isso promover actividades que se baseiam na violência e na crueldade para com indefesos animais sencientes.

Têm a noção de que a prática desses actos bárbaros contra animais sencientes não humanos são semelhantes aos praticados contra uma criança humana?

E isto é do foro das aberrações. E inadmissível, em pleno terceiro milénio depois de Cristo. Mas o mais curioso é que nem no terceiro milénio antes de Cristo, os homens que então povoavam a Terra, tinham tão baixos e tão cruéis instintos.

Os deputados da direita, onde podemos incluir os do PS (à excepção dos já referidos deputados) e os do PCP (que se dizem de esquerda, mas para o ser têm de parecer) apresentaram aqueles argumentos do costume, baseados numa mentira apregoada há séculos e que, para as mentes empancadas, soa como uma verdade, de tanto a repetirem, e de tanto se recusarem a ver o óbvio:

1 – “Tradição cultural”, esquecendo-se de que a tauromaquia não é uma tradição (as tradições dignificam o Homem); é apenas um costume bárbaro, sanguinário, perverso, e muito menos é cultural, pois de cultura, a tortura de um ser vivo nada tem, a não ser que falemos da “cultura dos broncos”;

2 – “Factores identitários regionais”, como se a tortura fosse algo que pudesse “identificar” um povo civilizado. Se falamos de terriolas com um descomunal atraso civilizacional, aí sim, é com toda a certeza, um factor identitário desse atraso.

3 – “Valores estéticos”. Saberão os deputados da nação os que são valores estéticos? Estaremos a falar de harmonia e beleza? Poderá na sangrenta tauromaquia, nos gritos dos Touros e dos Cavalos (abafados pelos “Passe Doble”) haver beleza e harmonia? Só um sádico poderá ver beleza no sofrimento atroz de um animal.

4 – “Questões turísticas e económicas”. Turísticas? Ainda haverá alguém em Portugal que ache (porque pensar não sabem) que um turista (refiro-me dos turistas a sério, não nos “turistas de garrafão”, sempre os mesmos, que se deslocam nos autocarros camarários, até às terriolas tauricidas, para fazer de conta que enchem as arenas) visita um país como Portugal e gasta o seu rico dinheirinho para ver torturar animais? Só mesmo os alienados acham que sim. E quanto à “economia” os únicos que ganham dinheiro com isto são os ganadeiros e quem os apoiam, e mesmo assim já estão a ver-se aflitos. Por isso, desesperam pelos subsídios estatais.

Joana Lima, deputada do PS, defendeu ser a tauromaquia uma actividade “lícita” e “devidamente regulamentada”, esquecendo-se que isso não significa que tal actividade não seja altamente reprovável à luz da Razão, da Ética, da Civilização, da Cultura Culta, até porque essas vergonhosas licitude e regulamentação provém da aprovação de legisladores subservientes ao lobby tauromáquico.

E quanta falácia essa de dizer que e a proibição às autarquias de financiarem esta actividade seria uma “interferência na autonomia do poder local” por parte da Assembleia da República! Quantas vezes a AR não interferiu na autonomia do poder local, noutras questões? Ou a senhora Joana Lima acha que somos todos parvos?

Vânia Dias da Silva, deputada do CDS/PP, por sua vez, falou em “intolerância” e de tentativa de “cercear as liberdades” através de políticas proibicionistas, como se proibir a tortura de seres vivos não fosse o dever de qualquer governante bem-intencionado e que zelasse pelos reais interesses de uma Nação, se a quisesse ver no rol dos países evoluídos!

Por fim, o PCP, através da deputada Ana Mesquita fazendo política de direita, deu-lhe para recordar os exemplos de “tradições” tauromáquicas classificadas como património, como a capeia raiana (património da estupidez, refira-se), de um tempo onde imperava o obscurantismo e a mais profunda ignorância, e chegou até a defender esta coisa inacreditável: a necessidade de “aprofundamento do debate sobre as alternativas”.

Quais alternativas? Qual aprofundamento? Qual debate?

Não há nada que aprofundar. Não há nada que debater. Não há nada para alternar (os ganadeiros que emigrem ou vão trabalhar no campo para ter o que comer).

A única alternativa aceitável é abolir esta prática primitiva de broncos, para broncos, que não dignifica Portugal.

Porque a tauromaquia é simplesmente a arte dos brutos.

E para quem não gosta da palavra bronco, devo dizer que é um vocábulo bem português e significa: tosco, grosseiro, obtuso, rude, boçal, incivilizado, inculto, cruento…

E tudo isto, na verdade, aplica-se à tauromaquia, uma prática tosca, grosseira, obtusa, rude, boçal, incivilizada, inculta, cruenta, que a maioria dos deputados da Nação defende, demonstrando a monumental mediocridade que paira sobre o Palácio de São Bento (e isto para ser delicada).

Fonte: Arco de Almedina

***

Não poderia estar mais de acordo consigo, Isabel.

No passado dia 20 de Julho, os deputados do PS, na larga maioria; do PSD; do CDS/PP, e do PCP, sujaram o nome de Portugal pelos quatro cantos do mundo. Foi verdadeiramente vergonhoso o que se passou na AR, no passado dia 20, por estes deputados!

Mário Amorim

TOURADAS E CLIENTELAS POLÍTICAS

Não deixa de ser estranha a indiferença e o alheamento com que a esmagadora dos deputados reagiu a esta exposição nua e crua da tortura animal.”

Editorial do Público a 22 de Julho de 2016.

PAN ::: Pessoas-Animais-Natureza

PÚBLICO.png

Fonte:

Refere o Diário de Notícias:

“Pateada forte na bancada social-democrata”, com o deputado “a fazer o gesto de quem espeta um par de bandarilhas e a lançar um ‘olé!'”.

A ideologia tauromáquica assusta e faz perpetuar uma actividade parasita do Estado, traduzida em numerosos e criativos procedimentos com dinheiros públicos. Vejam a lista:

– Isenção de taxas para ocupação da via pública;

– Mão de obra de funcionários camarários para trabalhos de montagem, manutenção e desmontagem de estruturas de apoio;

– Compra de publicidade;

– Empréstimo de transportes municipais, aluguer de viaturas, cedência de materiais e equipamentos municipais;

-Organização de touradas e festejos taurinos, compra e oferta de bilhetes de corridas;

– Aluguer de touros, contratação de cavaleiros e matadores, subsídios a colectividades tauromáquicas;

– Contratação de serviços de limpeza de ruas e de recintos que receberam eventos tauromáquicos;

– Oferta de almoços e jantares, prémios, condecorações e ofertas;

– Compra de livros alusivos;

– Patrocínio de escolas de toureio, financiamento de casas-museu de matadores de touros;

– Cedência de fracções de imóveis, doação de propriedades;

e

– A cereja no topo do bolo, as faraónicas obras de reabilitação e recuperação de praças de touros, templos da cultura da violência e da morte.

Até quando?

PAN – A causa de tod@s

Fonte: Arco de Almedina

PS, PSD, CDS/PP E PCP CONTINUARÃO A USAR OS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES PARA FINANCIAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

O BE, o PEV e o PAN consideram que os dinheiros públicos não deveriam financiar a violência e a crueldade destas actividades.

Mas os restantes partidos, com os pés fincados na Idade da Pedra, voltaram as costas à vontade do povo, e uma vez mais perderam a oportunidade de apanhar o comboio da Evolução.

«Não queremos financiamentos públicos para a Tauromaquia!

A tauromaquia transformou-se num sorvedouro de dinheiro público, que retira oportunidades a áreas bem mais determinantes na nossa sociedade como a saúde, a educação ou a investigação.

Devemos ser equidistantes o suficiente para saber que não deve ser o dinheiro público a suportar uma actividade que é controversa, que implica violência e sofrimento gratuitos sobre animais apenas por entretenimento, que contraria a mais recente legislação europeia e o desenvolvimento uma sociedade sadia e que, de resto, a maioria dos portugueses não aceita e não apoia.» (André Silva in Facebook.)

Hoje, pudemos constatar que Portugal não vive num regime democrático, pois se vivesse, a vontade de mais de 30 mil Portugueses, expressa numa petição, onde se pedia o fim de subsídios, desviados dos impostos que todos pagamos, para a tauromaquia, tinha sido levada em conta. Pois numa democracia, o que conta é a vontade do povo, e não a vontade de uma minoria inculta e inútil, que comanda esses partidos.

Prevaleceu a ditadura do lobby tauromáquico instalado num órgão do governo. Um lobby, representado pelo PS (salvo uma e outra excepção), PSD, CDS/PP e PCP.

O lobby tauromáquico esteve no melhor do seu pior, ao mostrar ao mundo o seu especismo, a sua falta de sensibilidade e bom senso, a sua assustadora e terrífica vocação para a violência e crueldade gratuitas.

Perdeu-se uma batalha mas não a guerra.

Esses partidos estão a ficar cada vez mais isolados.

As vozes de protesto crescem, e cresce também o apoio aos partidos evolucionistas BE, PEV e PAN.

O PS, PSD, CDS/PP e PCP estão a fazer a cama onde irão deitar-se desconfortavelmente, mais dia, menos dia.

E isto não é uma profecia.

É uma certeza.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina