Não somos ANTI-TAURINOS!!! Quantas vezes será necessário repetir isto???

Antes de mais deixo aqui um link: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-aficionado-joao-soares-para-ministro-599586

Quantas vezes será necessário repetir que não somos Anti-taurinos??? -Somos anti-tourada. Nós somos pelo Touro, e não contra o touro. Como tal, somos ANTI-TOURADA!!!

Todos aqueles que são pelo bem-estar, pela felicidade do Touro e também do Cavalo. Todos aqueles que não aceitam a tortura deles, física e psicológica, na tauromaquia, são ANTI-TOURADA. E aqueles que gritam vivas e olés, à tortura, à crueldade, física e psicológica deles, na tauromaquia, são contra eles!

Por tanto; todos nós que em Portugal, lutamos pela abolição da tauromaquia, somos ANTI-TOURADA!!!

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Talvez agora percebam, de uma vez por todas!!!!

Anti-Taurino1

A favor do Touro. Pelo Touro———-»» Anti-Tourada

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Por tanto; quando nos apelidam de Anti-Taurinos, não é a nós, que

Somos Anti-tourada

que se referem. Referem-se a vocês próprios, que torturam, física e psicologicamente, o Touro e o Cavalo, e que vão para as bancadas das praças de Touros, aplaudir a barbárie física e psicológica sobre o touro e sobre o cavalo!

NÓS SOMOS ANTI-TOURADA
ANTI-TOURADA
ANTI-TOURADA
ANTI-TOURADA

Em cada AFICIONADO, está um ANTI-TAURINO!
Em cada AFICIONADO, por ser pelo sofrimento, pela tortura, pela barbárie, para com o Touro. Ou seja; em cada AFICIONADO, por ser contra o Touro, está um Anti-Taurino!

Mário Amorim

É só para dizer ao Anti-Taurino do Miguel Alvarenga. Aos Anti-Taurinos da “Prótoiro”, e a todos os outros Anti-Taurinos, o seguinte:

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Somos Anti-tourada

Touradas com novo regulamento a meio da época

Touradas com novo regulamento a meio da época

Conheça as atualizações, mudanças de pormenor e as reações ao novo diploma, que atualiza o anterior, com mais de 20 anos, mas que continua a dividir os movimentos pró e antitouradas.

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo

A Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida tentou que o novo diploma só entrasse em vigor em fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada e não alterasse as regras a meio da presente época, que se encontra por estes dias no seu pico máximo / António Pedro Ferreira

Que as touradas são um assunto que divide a opinião pública toda a gente sabe. A discussão sobre a regulamentação desses eventos também é antiga. A novidade recente é o novo Regulamento do Espetáculo Tauromáquico (RET), que entra em vigor esta terça-feira mas, na verdade, não introduz grandes alterações ao diploma anterior, com mais de 20 anos.

O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.

O novo regulamento prevê pequenas alterações na legislação, que são de carácter prático. Entre as alterações mais significativas está o facto de as reses que tenham como destino o consumo humano terem de ser abatidas num período máximo de cinco horas após o final de cada evento. Uma questão importante e que não estava considerada na regulamentação anterior.

A frase “o espetáculo pode ferir a suscetibilidade dos espectadores” vai passar também a compor o cartaz publicitário das touradas, a par de “outras informações obrigatórias previstas no regime de funcionamento dos espetáculos de natureza artística”. Os proprietários de praças ambulantes devem proceder à introdução de curros (compartimentos onde se guardam os touros na praça) num prazo de dois anos a parir de hoje.

A maioria das alterações são atualizações ou pormenorizações da regulamentação anterior.

O novo diploma está em vigor desde esta terça-feira, depois de ter sido aprovado em Conselho de Ministros de 27 de fevereiro e publicado em “Diário da República” no dia 11 de junho.

Pró-tauromáquicos criticam mau timing e excessiva pormenorização

A entrada em vigor do RET é contestada pela Associação Tauromáquica de Diretores de Corrida, aos quais também foram impostas novas regras no que respeita às cores dos lenços a exibir para a autorização da volta à arena (branco aos toureiros, castanho aos forcados e azul aos ganadeiros).

Aquele organismo tentou atrasar, sem sucesso, a entrada em vigor do diploma para fevereiro, para que coincidisse apenas com o início da próxima temporada. Para Hélder Milheiro, dirigente da Federação Portuguesa das Associações Taurinas – Prótoiro, esta recusa superior configura uma falta de “bom senso prático”, uma vez que a mudança de regras ocorre a meio de uma temporada que se encontra por estes dias no seu “pico máximo” de atividade.

A excessiva regulamentação é outro dos pontos criticados pelos amantes da festa brava. Para a Prótoiro, o documento “espelha uma ânsia regulatória do Estado que se traduz num exagero legislativo”. Hélder Milheiro usa, a título de exemplo, o tamanho das letras que compõem a informação do toiro a lidar. “Não seria mais simples decidir apenas que a informação deve ser claramente visível aos espectadores da praça?”, questiona.

A Prótoiro considera ainda um “atentado ao sector” o facto dos decisores terem ouvido movimentos antitaurinos durante a elaboração da legislação. “Uma irresponsabilidade completa e inadmissível, que ofende milhões de portugueses”, acusa Hélder Milheiro.

“Uma tentativa de nos calar”, contestam os antitaurinos

Do lado oposto, a Associação Animal diz que as “alterações foram feitas numa tentativa de calar os antitauromáquicos”. A presidente da Animal, Rita Silva, considera a prática das touradas “igualmente má, independentemente da regulamentação”.

A dirigente acrescenta que “em rigor, os animais continuam a ser torturados”, apesar de o diploma referir que o interesse público passa pela “defesa do bem-estar animal”.

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“O Decreto-Lei n.º 89/2014 reconhece a atividade como “parte integrante do património da cultura popular portuguesa”. Uma atividade cuja “importância (…) está traduzida no número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos”, pode ler-se na introdução ao diploma.” – ” …número significativo de espectadores que assistem a este tipo de espetáculos…??? – Que falácia monumental. As corridas de touros em Portugal, cada vez têm menos gente. As praças de touros estão cada vez mais vazias, em Portugal, mesmo com entradas de borla.

Mas quanto ao resto deste parágrafo, vou deixar duas perguntas: Desde quando a dor, o sofrimento, o sangue, e a morte, de seres sensíveis é cultura?
Será que pela mesma lógica a guerra, também é cultura?

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Somos Anti-tourada

Os Anti-taurinos são...

Para terminar, direi que este novo regulamento tauromáquico é como disse a Rita Silva e muito bem, uma tentativa de nos calar. Mas enganam-se. Não nos calaremos, até que a BARBARIDADE da Tauromaquia seja abolida para sempre, de Portugal!

Este novo novo regulamento tauromáquico é uma aberração, por continuar a permitir que uma actividade Criminosa e Assassina persista em existir em Portugal!

Mário Amorim