Perfil Psicológico de Quem Maltrata Animais.

Um dos critérios para se definir uma pessoa com Transtorno de Personalidade Antissocial, vulgarmente conhecido como Psicopatia ou Sociopatia, é o maltrato com animais. Tais pessoas tem como características comportamento impulsivo, desprezo por normas sociais, e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros. O Psicopata  tem uma completa ausência de empatia com os outros seres vivos, faltando-lhes uma parte do cérebro responsável por essa função, essa anormalidade resulta em descaso com o bem-estar do outro e sérios prejuízos aos que convivem com eles.  

Quem conhece ou tem a infelicidade de conviver com esse tipo de pessoa deve ficar ciente de suas principais tendências:

  • Fracasso as normas sociais e correntes crimes.
  • Irritabilidade e agressividade.
  • Irresponsabilidade com respeita a segurança própria e alheia.
  • Irresponsabilidade com relação as obrigações financeiras.
  • Ausência de remorso.
  • Tendência para enganar, mentir e manipular.
  • Maltratar animais.
  • Ridicularizar o ambiente social de outras pessoas.

            A população de Psicopatas é de 0,5% a 3%, podendo chegar a 60% nas penitenciarias. Nem sempre temos a opção de não conviver com esses COVARDES, mas a identificação de quem são já é uma grande maneira de se proteger de pessoas anormais como essas. Se você convive com alguma pessoa que maltrata animais, tenha cuidado, tem uma grande probabilidade de ela lhe trazer mais problemas do que imagina.

Fontes: Aluizio Fernando
Wikipédia

Anúncios

Catalonia’s Last Bullfight – Al Jazeera World

A Tauromaquia é uma actividade bárbara.

Da arena de uma praça de touros, emana Psicopatia, Sociopatia.
E das bancadas de uma praça de touros, emana um sentimento de indiferença. Emana igualmente Psicopatia, Sociopatia.

A tauromaquia, é pois uma prática, fomentada, realizada, e praticada, por MONSTROS, por ASSASSINOS, PSICOPATAS, SOCIOPATAS.

A tauromaquia, é uma prática, onde os piores instintos de seres humanos sem empatia, sem bondade, sem compaixão, estão patentes.

A tauromaquia, é uma prática abjecta, que não sentido existir, em nações, que se querem civilizadas!

Mário Amorim

O Dr. Paulo Sargento, hoje

abolicao-poster-2o

Hoje, há hora do almoço, no programa da Júlia Pinheiro, o Dr. Paulo Sargento, que é Psicólogo Forense, a comentar uma notícia, falou de quem maltrata animais.
Ele disse, que maltratar animais, é um indicio de Psicopatia, Sociopatia.
Disse que quem maltrata animais, não reconhece que maltrata animais.
Disse também que maltratar animais em criança, é um sinal de perigo para o futuro.

 

Este é um assunto, que já abordei vezes sem conta, aqui no meu blog.

Quem acompanha o meu blog, sabe que eu não me refiro a quem maltrata, física e psicologicamente o touro e o cavalo, numa praça de touros, se não por aquilo que na realidade são; Psicopatas; Sociopatas.

Os toureiros a cavalo, os bandarilheiros, os toureiros a pé, os forcados, quem organiza touradas, e quem cria touros e os manda para as praças de touros, são todos Psicopatas, Sociopatas. Todos eles; uns directa, e outros indirectamente, maltratam física e psicologicamente o touro, numa praça de touros.

Por tanto; abolir a tauromaquia, é também parar com os actos de Psicopatia, de Sociopatia, para com o touro e para com o cavalo, e para com crianças e jovens.

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, JÁ!

Mário Amorim

A TOURADA É CULTURA – A CULTURA DA INCULTURA

Um texto inserido no BLogue «Estúpido Aluga-se», que contém as maiores “pérolas” de aficionados que gostam de se expor ao ridículo e aprofundar, até ao tutano, uma ignorância atávica que faz parte de uma herança genética e não há como reverter essa doença congénita.

Pasmem-se!

INCULTURA.jpg

«12 de Outubro, 2016

Perdi alguns minutos a ler a entrevista de Hélder Milheiro ao DN, para quem não conhece este aficionado, é o homem que assumiu na Federação Portuguesa de Tauromaquia, a missão de mudar a imagem da tourada em Portugal.

Hélder afirma que “não há violência nas corridas de toiros, há pedagogia”, este universitário em filosofia, vê a tourada como os antigos romanos, um acto bárbaro que fortalece a corrente elitista e consanguínea que advém deste evento.

Na mesma entrevista saliento “Há crianças de 5 e 6 anos a aprender a tourear como a aprender ballet ou futebol.

Não é o mesmo… Não?

“O que se aprende é a coreografia. Treina-se com a tourinha (uma espécie de carrinho de mão que faz as vezes do animal) e nem se vê nada parecido com um toiro até aos 14 anos, que é quando se começa a treinar com bezerros. E há sempre enorme preocupação com a segurança: para alguém com menos de 18 anos entrar num espectáculo é preciso a validação da Comissão de Protecção de Menores; os pesos do animal e do toureiro são fiscalizados, está tudo regulado ao pormenor.”

O que aqui é dito é uma falácia facilmente desmontada, a tourada é uma violência inútil camuflada sobre o pretexto de “ARTE”, recordo aqui as palavras de Duarte Palha:

«Mas nós diremos que não. Que não deixamos. Que é a luta que nos resta. Desobedecer cegamente. Porque não? Porque havemos de encarneirar sempre? Vamos, por uma vez, fazer as coisas à nossa maneira. Como queremos. Como seres livres que somos. Vamos levar crianças às praças. Mentir na idade que têm, escondê-las da polícia, fingir que não conhecemos a lei. Porque é essa a nossa obrigação (…) E não é a lei que nos impede de fazer o que queremos. Nunca foi

Em relação ao cumprimento de regras de segurança, os registos são quase nulos porque aquando da entrada dos miúdos nas urgências pediátricas, os acidentes são dados como outros e não como acidente desportivo, o que faz com que o pagamento seja suportado uma vez mais pelo SNS (nós o contribuinte), isto passa-se com a conivência dos pais aficionados e respectivas escolas de toureio.

“O espectáculo tauromáquico não traduz violência, é pedagógico e recomendável, é extremamente didáctico porque ensina às crianças a forma de estar na vida.”

Hélder Milheiro

“Talvez mais intensa do que hoje. De usar panos de cozinha como capotes e colheres de pau como bandarilhas. O toiro era, muitas vezes, um banco – o banco parado no meio da sala, e eu em volta, a cravar ferros. Mais ou menos o mesmo que tourear um murube.”

Duarte Palha

Segundo o Hélder MATAR é didáctico e para o jovem Palha o acto pedagógico é enfiar ferros num touro imaginado, esta é a conduta apresentada pelos pró-touro, isto numa sociedade cada vez mais consciente de que os animais merecem ser respeitados, eles sentem, amam, sofrem e desfrutam como os seres humanos.

Os três pilares éticos fundamentais do Hélder:

– O primeiro é o toiro, que é criado quase em total liberdade, “em enormes áreas, de forma a manter-se o mais toiro possível, o mais selvagem – e que nos passa o valor da natureza e da sua natureza animal” (se colocar um ser humano num campo com todas as condições sabendo que o seu destino a curto prazo é a morte, aceitaria?).

– Segue-se o espectáculo, em que o “homem arrisca a vida ao encarar o toiro“(a sério?) (seria interessante ver essa valentia de mãos livres), traduzindo duas ordens de valores: os do animal, combativo, que nunca desiste de investir; e os do homem, corajoso, leal para com o toiro porque o encara e se expõe de uma maneira que permite ser colhido; solidário, pronto a saltar a qualquer momento para ajudar um companheiro de lide.

– E por último o público, “que está na bancada e absorve os valores éticos, culturais e artísticos passados por estes dois elementos, que absorve a excelência humana, aprende a estar sereno perante o perigo, a ser frontal e leal“(na realidade a tourada é uma barbárie que tem pouco a ver com a cultura e mais com a morte gratuita de um animal indefeso, muitas vezes drogado antes mesmo de sair para lutar, e isso não tem nada de excelência).

Podia continuar a desmontar a falácia promocional, mas não tenho paciência para tanto disparate junto.

Deixo-vos aqui um (…) BLOG para quem quiser ler mais sobre o assunto.

ARCO DE ALMEDINA

Fonte:

http://estupidoaluga-se.blogs.sapo.pt/a-tourada-e-cultura-a-cultura-da-747396

Fonte: Arco de Almedina

As duas realidades da tauromaquia!

As Mastronças de Torres Vedras e as Mastronças da tauromaquia!

A tauromaquia é uma prática abjecta. É uma prática selvática.
Na arena de uma praça, Psicopatas, Sociopatas, torturam barbaramente seres sensíveis, física e psicologicamente.

Mas a tauromaquia, nas praças de touros, tem uma outra realidade.
Uma realidade, afeminada.
Uns seres humanos, ridícula e afeminadamente vestidos, com uma roupa que é tudo, menos uma roupa para homens, e com umas colãs, que, seja cor de rosa ou não, é como o restante conjunto; não são para homens.

Mas seja ou não como é, com ou sem lantejoulas, com ou sem colãs, cor de rosa ou não, todos os torturadores tauromáquicos, são pessoas claramente frustradas. São pessoas, que na arena de uma praça, para além de mostrarem a sua Psicopatia, a sua Sociopatia, mostram uma virilidade que não têm!

Mário Amorim

O que a tauromaquia reflecte!

Violência tauromáquica em Portugal

Violência, não é sinal de força...1

20881_860641264009779_2191293245687302678_n

As pessoas que maltratam animais são insensíveis

 

A tauromaquia reflecte o estado psiquiátrico, de quem tortura o touro, o cavalo e crianças. Ao brutalizarem física e psicologicamente o touro e o cavalo. E ao destruírem psicologicamente crianças, aqueles que têm estas acções, mostram o quão são Psicopatas, Sociopatas, pois só mentes Psicopatas, Sociopatas têm estas acções.

Conforme a ciência vai provando mais, a correlação directa entre os maus tratos a animais não-humanos, e a violência contra outros animais-humanos, mais evidente fica, que para a ciência, quem tortura, física e psicologicamente, o touro e o cavalo, e quem age violentamente contra o bem-estar de crianças, mais não é do que Psicopata, Sociopata.

Se não vejamos!

Quem maltrata animais não-humanos, vai maltratar outros animais-humanos. E isto já acontece na tauromaquia. Eles maltratam o touro e o cavalo. E depois maltratam psicologicamente crianças. Eles brutalizam o touro e o cavalo e depois vão agir violentamente contra o bem-estar psicológico de crianças.

E tudo isto é feito, porque os Estados onde a tauromaquia existe, financiam com muitos Milhões por ano a tauromaquia. No caso de Portugal, Espanha e França, não são apenas os Estados que a financiam. A União Europeia, também financia tudo isto.

E um pouco por todo o mundo, esta consciência, vai trazendo cada vez mais pessoas para a luta, contra esta aberração, mesmo entre quem a defende.

Um pouco por todo o mundo, esta aberração vai ganhando cada vez mais opositores.

A tauromaquia, está na sua recta final.

Portugal; Espanha; França. Vários países de América Latina. O mundo. Em breve, vão-se ver livres desta prática cruel.

A luta contra a tauromaquia, e contra todas as outras práticas contra animais não-humanos, para divertimento de uma pequena minoria, vai vencer. E todas essas práticas vão desaparecer, para sempre!

Mário Amorim

 

Corridas de toros, ¿Arte o maltrato animal? MALTRATO

“¡NO AL MALTRATO ANIMAL!
Pasa este video a toda la gente que puedas para que la gente se de cuenta de lo que pasa en las plazas de toros y que esto hay que pararlo ¡YA!”