A INSANIDADE MORAL DOS AFICIONADOS DE SELVAJARIA TAUROMÁQUICA

Sete traços de personalidade que adeptos de touradas e psicopatas têm em comum.

Procurei uma resposta para a minha desmedida perplexidade: por que motivo um professor universitário, um ministro, um escritor enfim…. gente que teve a oportunidade de evoluir mentalmente, não evoluiu e é aficionada de selvajaria tauromáquica?

Encontrei a resposta em estudos psiquiátricos: o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema do carácter está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. Todas as “personalidades” aficionadas que conhecemos viveram a infância a ver touros (“coisas”) a serem brutalmente torturados. E aquilo para eles era tão “normal” que os tornou insanos.

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Observe-se a bestialidade estampada na expressão daqueles que riem perante o sofrimento de um bezerro desnutrido, acossado numa arena… Isto não é coisa de anormais?

A psicopatia caracteriza-se por uma falta de consciência e transtorno de personalidade, que no caso da tauromaquia se traduz num transtorno antissocial, pois eles são indiferentes aos sentimentos alheios (humanos e não humanos) podem ter comportamentos cruéis, não obedecem a normas e obrigações (não cumprem as leis), têm baixa tolerância à frustração (por isso vingam-se nos Touros e Cavalos),e cometem facilmente actos violentos. Os que têm este tipo de transtorno violam os direitos dos outros seres vivos e não sentem remorsos pelo que fazem.

Depois há o transtorno fanático. Hitler, Mussolini e Kadafi foram os exemplos dados pelo psiquiatra forense Guido Palomba, para este tipo de transtorno. E o que são os aficionados, senão uns fanáticos por sangue, violência e crueldade? Segundo Palomba, o condutopata fanático é movido por ideias fixas (a de achar, por exemplo, que os touros não sofrem) que podem levá-lo a cometer crimes, biocídio, homicídio e até a tirar a própria vida.

Jon Ronson, um afamado jornalista e documentarista do País de Gales, no livro “The Psychopath Test” (O Teste do Psicopata) refere que «os psicopatas são diferentes dos seres humanos. Faltam-lhes coisas que fazem de nós humanos: a empatia, o remorso, a bondade…» tudo o quem não existe nos torturadores de Touros e nos que os aplaudem e apoiam.

Ainda de acordo com o psiquiatra forense Guido Palomba, os indivíduos com transtorno de personalidade têm vários defeitos básicos: são altamente egoístas; não se arrependem dos actos que cometem; têm valores morais distorcidos; gostam ou não se incomodam com o sofrimento alheio. «Aparentemente, a pessoa é normal e lúcida, mas tem uma conduta deformada», refere o psiquiatra.

Isto explica porque, por exemplo, tantos senhores (as) doutores (as) cá do nosso burgo, que se sentam nos bancos da Assembleia da República ou são professores universitários, ou pintores, ou escritores, ou fadistas… ou simplesmente marialvas são aficionados de touradas e têm um ar aparentemente normal… mas uma conduta deformada

Este problema, refere Palomba, foi descrito pela primeira vez em 1835, como insanidade moral (…) e ao longo dos anos, já foi chamado de psicopatia, sociopatia, condutopatia e transtorno de personalidade…

De acordo com a psiquiatra e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise, Leda Beolchi Spessoto, o indivíduo pode ter predisposição para os transtornos de personalidade, mas o problema está ligado ao ambiente em que ele vive quando criança. Os traços formam-se na infância, mas devem ser bem analisados na adolescência. O que no caso dos nossos “ilustres” senhores (as) doutores (as) não aconteceu, e eles passaram à fase adulta adulterados.

Todos os “diplomados” aficionados de tauromaquia, desde escritores, pintores políticos, professores, cresceram no ambiente violento e cruel das touradas. Iam com o avô, com o pai, e para eles o touro era uma “coisa”, e de tanto ouvirem dizer que o touro era uma “coisa” e que não sofria nada, isso passou a ser uma verdade, e cresceram com valores morais distorcidos, e hoje não reconhecem essa distorção, por muito que os alertemos. O carácter deformado já está formado.

E o tratamento é difícil, pois, «quando uma pessoa tem um transtorno de personalidade, dificilmente assume o problema. E se assume, não quer pôr em cheque que está com o transtorno. E procurar ajuda profissional já é um terceiro passo», salienta a psiquiatra. Segundo ela, o tratamento da doença comportamental fica ainda mais difícil nos casos mais graves, como dos criminosos em série, os ditos serial killers.

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A cara da crueldade…

Aqui ficam sete traços que psicopatas e aficionados de selvajaria tauromáquica têm em comum:

1 – Falta de empatia: os psicopatas são incapazes de sentir empatia, entender os sentimentos e experiências dos outros (humanos ou não humanos). A falta de compaixão é atávica.

2 – Egotismo: os psicopatas e os aficionados tendem a falar muito bem de si próprios, e de se exacerbarem a si próprios, como se ninguém mais existisse. Só eles. E eles.

3 – Charme superficial: uns e outros são lisonjeiros e manipuladores, têm uma predisposição para explorar os outros e uma visível falta de consciência.

4 – Falta de Remorsos: os psicopatas e aficionados mostram pouco ou nenhum remorso quando as suas acções prejudicam os outros e tendem a culpar os outros.

5 – Egoísmo: um extremado e estranho egoísmo cega os psicopatas e aficionados, não os deixando ver o mal que provocam nos outros (humanos ou não humanos).

6 – Comportamento anti-ético: os psicopatas e as pessoas de classe alta são mais propensas a ter comportamentos pouco éticos do que pessoas de classes mais baixas. As pessoas mais ricas tendem a violar a lei durante a condução, roubar, mentir durante uma negociação ou aprovar comportamentos anti-éticos, por isso, os políticos portugueses têm a crueldade e a violência contra Touros e Cavalos legisladas, e esses seres vivos excluídos do Reino Animal.

7 – Tendência para o tédio: Os psicopatas e os aficionados gostam de viver em constante perigo e emoção. Muitos deles cometem crimes ou magoam os outros (humanos e não humanos) apenas para a própria emoção, satisfação e prazer.

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Por tudo isto é urgente que se coloque em cima da mesa a Lei da Abolição das Touradas, para que Portugal possa respirar o ar inconspurcado da evolução.

Apoiar a psicopatia é uma demonstração de insanidade moral.

Fontes:

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/saiba-as-caracteristicas-que-marcam-um-psicopata,c0398c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html

http://visao.sapo.pt/sete-tracos-de-personalidade-que-ricos-e-psicopatas-tem-em-comum=f815223

Fonte: Arco de Almedina

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A defesa da caça e da tauromaquia…

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A defesa da caça e da tauromaquia, é reveladora, do mais vil caracter que se pode ver em Portugal.
A defesa da caça e da tauromaquia, é reveladora de uma mente psicopata, sociopata.
Pois só um psicopata, sociopata, defende práticas cruéis.
Só um psicopata, sociopata, parte em defesa de práticas, que causam dor, sofrimento e a morte, de seres sensíveis.
Por tanto; a caça e a tauromaquia, são práticas, praticadas, promovidas e defendidas, por psicopatas, sociopatas!

Mário Amorim

MORTE NA ARENA

Esta imagem é terrível.

Nos olhos do Touro a morte espreita exactamente do mesmo modo que nos olhos do torturador de Touros.

https://i0.wp.com/c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Gb507f199/20274744_BSoD4.pngRepare-se bem: a expressão é a mesma. Animal Touro e animal homem morreram na arena, com uma diferença: O Touro, com honra, porque foi barbaramente torturado, até à morte; o tauricida, desonrado, porque morreu aos cornos do Touro, que cobardemente torturou.

Obviamente não aplaudo a morte do Touro.  Também não aplaudo a morte do carrasco. Mas não serei hipócrita ao ponto de dizer que e a morte do torturador de Touros abala os meus sentimentos.

Não abala. Não sinto nada.

É terrível quando a morte de uma criatura que se assemelha a um ser humano, mas não se comporta como humano, não nos diz nada.

Pelo contrário, a expressão dolorida do Touro esmaga-me.

Esta imagem mostra-nos dois seres que já foram vivos e agora estão mortos e jazem no chão, desfeitos pela mesma morte, que os atacou de modo diferente.

Existe uma diferença brutal no modo como ambos foram mortos.

O Touro, indefeso, que não foi para a arena por sua livre e espontânea vontade, depois de barbaramente torturado, antes e durante a lide, foi morto propositadamente para gáudio de sádicos tauricidas.

O torturador de Touros, que foi para a arena por sua livre e espontânea vontade de torturar e matar um Touro, foi morto porque o Touro, muito legitimamente, reuniu as derradeiras forças para se defender do seu carrasco.

O Touro morreu com Honra. O torturador morreu sem ela.

E é isto que os sádicos aplaudem e que governantes, com cérebros microscópicos, apoiam.

Fonte: Arco de Almedina

O Dr. Paulo Sargento, hoje

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Hoje, há hora do almoço, no programa da Júlia Pinheiro, o Dr. Paulo Sargento, que é Psicólogo Forense, a comentar uma notícia, falou de quem maltrata animais.
Ele disse, que maltratar animais, é um indicio de Psicopatia, Sociopatia.
Disse que quem maltrata animais, não reconhece que maltrata animais.
Disse também que maltratar animais em criança, é um sinal de perigo para o futuro.

 

Este é um assunto, que já abordei vezes sem conta, aqui no meu blog.

Quem acompanha o meu blog, sabe que eu não me refiro a quem maltrata, física e psicologicamente o touro e o cavalo, numa praça de touros, se não por aquilo que na realidade são; Psicopatas; Sociopatas.

Os toureiros a cavalo, os bandarilheiros, os toureiros a pé, os forcados, quem organiza touradas, e quem cria touros e os manda para as praças de touros, são todos Psicopatas, Sociopatas. Todos eles; uns directa, e outros indirectamente, maltratam física e psicologicamente o touro, numa praça de touros.

Por tanto; abolir a tauromaquia, é também parar com os actos de Psicopatia, de Sociopatia, para com o touro e para com o cavalo, e para com crianças e jovens.

ABOLIÇÃO DA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, JÁ!

Mário Amorim

TENHO REPULSA

CRUELDADE. Assassinos; Criminosos; Psicopatas; Sociopatas

Tenho repulsa de quem vai para uma praça de touros aplaudir, gritar vivas e óles, ao sangue, à dor, ao sofrimento para com seres sensíveis. Tenho, por tanto repulsa, de quem gosta de tauromaquia.

Quem gosta de tauromaquia, afirma que tem liberdade de ir às touradas. A esta afirmação, respondo da seguinte maneira; quando a liberdade de uns, colide com o direito de outros, de não serem vítimas de crueldade para seu gaudio, essa liberdade não existe.

Tenho repulsa de quem não quer entender, que quem, nas bancadas de uma praça de touros, é conivente com a crueldade, na arena de uma praça de touros, é tão sádico, é tão assassino, é tão criminoso, é tão psicopata, é tão sociopata quanto eles.

As verdades têm que quer ditas.
Por muito que quem gosta de tauromaquia não goste, as verdades têm de ser ditas, ainda mais, quando essas verdades, estão alicerçadas em estudos científicos sobejamente conhecidos.

Sou contra a tauromaquia.
Sou contra de quem gosta de tauromaquia.
Sou pelo touro e pelo cavalo. E jamais irei calar a minha voz, em defesa deles, pois a minha voz, é a voz deles!

Mário Amorim

Absolutamente MONSTRO. A imagem do artigo fala por si! AnimaNaturalis entrega informes sobre el daño al que Fran Rivera ha expuesto a su hija

AnimaNaturalis entrega informes sobre el daño al que Fran Rivera ha expuesto a su hija

Las redes sociales y medios de comunicación se encuentran revolucionados por la ocurrencia del torero Francisco Rivera de posar junto a su hija de cuatro años mientras practicaba con un toro.

Tanto el Defensor del Pueblo Andaluz como el Defensor del Menor en Andalucía están reuniendo información para valorar si se debe actuar ante la fiscalía por este caso. Sin embargo, mientras las instituciones se alertan de los riesgos a los que el torero ha expuesto a su hija, otros toreros han publicado fotos similares a la suya en redes sociales. Toreros de la fama de El Cordobés, Álvaro Oliver, Eduardo DávilaMiura y Andrés Sánchez han cometido la misma falta de criterio que su colega Fran Rivera, y probablemente sean investigados de la misma manera.

Con el fin de actuar responsablemente, AnimaNaturalis ha entregado como apoyo a estas diligencias dos informes acerca de los daños a los niños que significa la cercanía a las corridas de toros y espectáculos de sangre, como la tauromaquia. El primero es un informe de la Organización de Naciones Unidas (ONU) que insta a que los niños no asistan a los festejos taurinos, porque vulnera sus derechos esenciales. Y el segundo, es un estudio de la Universidad Complutense de Madrid sobre los efectos nocivos de presenciar corridas de toros.

“Es especialmente preocupante que los toreros consideren completamente natural exponer a sus hijos a estas prácticas, e incluso lo hagan con orgullo”, expresa Daniela Romero Waldhorn, psicóloga y directora internacional de AnimaNaturalis. “El toreo es un oficio donde se tortura y quita la vida a un animal que los toreros dicen amar y respetar profundamente… eso sólo genera dudas acerca de qué entienden por querer, proteger y respetar a sus propios niños”, agrega.

También la organización recomendó revisar el estudio encargado por el el Defensor del Menor en la Comunidad de Madrid titulado “Posibles repercusiones psicológicas de las corridas de toros en menores de 14 años” (1999).

“La tauromaquia deja al descubierto, entre otras cosas, que existe un abismo entre lo que la sociedad considera mayoritariamente correcto y ético, y lo que los toreros consideran bueno”, expresa Aida Gascón, directora de AnimaNaturalis en España. “Exponer a una niña pequeña de esa manera no se puede defender de ninguna forma, incluso para quienes aún sienten afición a ver cómo se tortura y mata un animal en público”, agrega.

La encuesta online realizada por Ipsos MORI para la organización Word Animal Protection el pasado mes de diciembre de 2015, revela que el 19% de los adultos españoles, de edad comprendida entre los 16-65 años, afirmó que apoyaba la tauromaquia, frente al 58% que se oponían a la misma –tres veces más. Esto supone una fuerte caída si lo comparamos con una encuesta similar realizada también por Ipsos MORI en marzo de 2013, en la que la tauromaquia era respaldada por el 30% de adultos españoles entre los 16-65 años. Es decir, el apoyo a esta actividad ha caído de un 30% a un 19% en menos de 3 años.

Fonte: ANIMANATURALIS

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Hoje é cada vez mais evidente que a mente dos torturadores do touro e do cavalo, é uma mente PSICOPATA, SOCIOPATA. Só um PSICOPATA, SOCIOPATA, submete, ou permite que o seu filho/a, se envolva no mundo da tauromaquia.
E quando um tauricida faz o que a imagem deste artigo documenta, é um claro indicio de uma mente psicopata, sociopata, pois um psicopata, sociopata, para com animais não-humanos, terá actos psicopatas, sociopatas, para com outros animais-humanos. E neste caso, este tauricida demonstra ser psicopata, sociopata, não apenas para com o pequeno toro, mas também para com a sua própria filha!

Imagem cruel e bárbara!

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Olhem bem para a expressão do touro. Olhem bem para o sofrimento que ele mostra. E se olharem com atenção verão que o touro pede clemencia ao Psicopata, ao Sociopata, que está a sua frente!